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Dieta e Saúde é destaque na App Store

Quando o assunto é dieta, nós estamos entre os preferidos da App Store! A seguir, confira o artigo escrito pelo próprio pessoal da Apple sobre o nosso aplicativo.

Emagrecer comendo de tudo

Apostamos que você já ouviu falar nisso em algum lugar e, provavelmente, se perguntou: Mas será possível? Quem usa o Dieta e Saúde garante que sim. Dê uma olhada nas opiniões sobre ele aqui na App Store e você vai ver muita gente atestando a eficácia do app, mas também lembrando que foco e dedicação são ingredientes fundamentais para mudar seus hábitos alimentares.

Se nesse começo de ano você está determinado a perder aqueles quilinhos extras, mas não sabe muito bem por onde começar, você está no lugar certo. Vamos contar um pouquinho sobre como o app funciona.

O primeiro passo é cadastrar seus dados básicos, como peso e altura, e a sua meta. Com essas informações, o Dieta e Saúde vai determinar qual deve ser sua pontuação diária e estimar uma data para você chegar ao novo peso.

Em seguida, na aba “Diário”, você vai montar seu cardápio dia a dia, buscando por alimentos que você comeu ou quer comer, sem ultrapassar o limite de pontos recomendado para você. Cada alimento traz sua própria tabela nutricional para você saber o quanto está ingerindo de calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, etc. Depois de montar seus menus, basta habilitar as notificações do app para ser notificado a cada refeição e seguir seu plano à risca.

O app é grátis, mas algumas funcionalidades, como cardápio personalizado, treinos físicos e suporte de nutricionistas via chat, estão disponíveis apenas para assinantes – a assinatura anual do DS está com desconto de 38%, então aproveite porque é por tempo limitado. Com acesso a todas essas funcionalidades, seguir uma dieta regrada e saudável vai ser ainda mais fácil.

Vale lembrar que o uso do Dieta e Saúde não exclui a necessidade de ir ao médico e fazer seus exames de rotina, mas o app pode ser muito útil para te auxiliar no controle da sua alimentação e despertar seu interesse por conhecer melhor as características dos alimentos. Coma bem, viva melhor e perca peso em 2018!

Conseguir tocar os pés é mais importante do que você pensa

Apesar de ser um movimento muito simples, sua execução pode ser mais complicada do que aparenta. Ao tentar tocar os pés, muitas pessoas percebem o quanto sua própria flexibilidade está prejudicada. Porém, estudos mostram que essa capacidade não diz respeito apenas a esse aspecto do corpo, como também aponta a flexibilidade das artérias coronárias.

Uma pesquisa feita pela Universidade do Norte do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com mais de 40 anos e com pouca flexibilidade tinham mais rigidez nas artérias. Ainda de acordo com os cientistas, é possível conter essa rigidez incorporando uma rotina de alongamentos. O quadro deve ser revertido em torno de quatro semanas com a prática de exercícios focados.

O estudo destaca, porém, que ainda são necessários novos testes e que não conseguir tocar os pés não é necessariamente um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração. De qualquer forma, os benefícios do alongamento valem à pena, pois ao alongar o corpo é possível prevenir diversas dores e incômodos musculares.

 

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Boa relação entre mãe e filho reduz risco de obesidade na adolescência

Falta de sensibilidade materna dobra o risco da doença

A qualidade do relacionamento entre a mãe e o seu pequeno pode afetar a probabilidade de a criança desenvolver obesidade durante a adolescência, sugere novo estudo realizado pela Ohio State University (Estados Unidos). Os resultados aparecem no periódico Pediatrics.

Para chegar à conclusão, os estudiosos analisaram dados de 997 participantes do Study of Early Child Care and Youth Development, um projeto do Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development. A amostra inclui diversas famílias, cujas crianças nasceram em 1991.

Observadores treinados avaliaram o apego da criança à mãe e a sensibilidade materna, documentando as interações entre mãe e filho em três épocas: quando os pequenos tinham 15, 24 e 36 meses de idade. Para medir a sensibilidade materna, as mães foram instruídas a brincarem com seus filhos, enquanto os pesquisadores pontuavam vários aspectos do comportamento da mãe, o que inclui apoio e respeito pela autonomia da criança, assim como sinais de intromissão e hostilidade.

Os investigadores também avaliaram a segurança na relação de crianças de 15 e 36 meses com a mãe, monitorando os momentos de separação e reencontro com suas mães. Aos 24 meses de idade, os pesquisadores avaliaram essa segurança observando o relacionamento em casa.

A sensibilidade maternal se refere à habilidade da mãe em reconhecer o estado emocional de sua criança e responder com conforto, consistência e carinho. Psicólogos descrevem uma criança com ligações seguras com sua mãe como aquelas que têm nos pais uma espécie de “porto seguro”, o que permite que os pequenos explorem os ambientes de forma livre, se adaptem às pessoas facilmente e sejam confortadas em situações de estresse. Crianças de um a três anos que possuem ligações inseguras tendem a ter experiências negativas com seus pais e podem responder ao estresse com raiva extrema, ansiedade e evitar ou recusar interação com outras pessoas.

Índice de qualidade mãe-filho
Usando estes fatores – sensibilidade materna e segurança na ligação da criança com sua mãe – os pesquisadores desenvolveram um índice de qualidade de relação mãe-filho, que variava de zero a seis e servia para medir a experiência de relacionamento dos pequenos: cada ponto refletia uma amostra de ligação insegura da criança ou baixa sensibilidade da mãe. Uma pontuação igual ou maior a três indicava um relacionamento de qualidade pobre.

Depois, os pesquisadores calcularam o índice de massa corpórea (IMC) da criança usando seu peso e altura em idade próxima aos 15 anos. O IMC foi convertido em percentuais por idade e sexo, com base na tabela de crescimento desenvolvida pelo Centers for Disease Control and Prevention. De acordo com essas diretrizes, a criança foi considerada obesa se o percentual foi equivalente ou maior a 95 nessa tabela.

Ao todo, 241 crianças (ou 24,7%) foram classificadas como portadoras de um relacionamento pobre com suas mães durante a infância. Entre elas, a prevalência de obesidade na adolescência foi de 26,1%. A ocorrência de obesidade foi menor entre aqueles que mantiveram boas relações: 15,5%, 12,1% e 13% entre mães e filhos com pontuação de dois, um e zero, respectivamente. Desse modo, os pequenos que tiveram relacionamentos de baixa qualidade com suas mães logo no começo da vida eram quase duas vezes e meia mais propensos à obesidade quando adolescentes do que aquelas crianças que mantiveram relacionamentos melhores com suas mães.

Para os pesquisadores, a associação entre as experiências durante a infância e a obesidade na adolescência tem origem no cérebro. O sistema límbico do cérebro controla a resposta ao estresse, assim como o ciclo sono-vigília, fome e sede e mais uma variedade de processos metabólicos, principalmente por meio da regulação hormonal. Eles acreditam que pais sensíveis criam um vínculo afetivo saudável com seus pequenos, melhorando a resposta ao estresse. Essa resposta bem regulada pode interferir na forma como a criança dorme e se ela come em resposta à angústia emocional – e esses são dois dos fatores que influenciam a probabilidade de obesidade.

A obesidade pode ser uma manifestação de irregularidades no funcionamento do sistema de resposta ao estresse. Os pais ajudam a criança a desenvolver a habilidade de responder de maneira saudável ao sentimento, protegendo o seu pequeno de níveis extremos de estresse.

Pais omissos geram crescimento da obesidade infantil
Falta pulso firme aos pais na hora de controlar a dieta dos filhos. A conclusão é de um estudo, realizado na Escola de Medicina de Harvard (EUA), a respeito do crescimento dos casos de obesidade infantil. Após acompanhar a rotina de 440 pais de crianças com sobrepeso ,os médicos descobriram que o problema, na maioria das vezes, não está na falta de informação: os adultos sabem o que prejudica a saúde dos filhos, mas sentem-se inseguros em proibir os maus hábitos.

Os pais foram estimulados a vetar a televisão na hora das refeições, reduzir o consumo de fast-food, cortar os refrigerantes, obrigar a prática de exercícios físicos e aumentar o número de refeições feitas. Mas nem sempre as mudanças aconteceram: muitos adultos sentiam-se castigando as crianças ao assumir algumas das medidas as limitações quanto ao uso da televisão e as refeições em família foram as regras mais desrespeitadas. O grupo incluía pais de crianças com idades entre dois e doze anos.

“As crianças aprendem muito com os exemplos. Se os pais proíbem as refeições em frente da televisão, mas fazem lanches na cama, perdem a autoridade”, afirma a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella. “Para manter a saúde e o peso ideal, a rotina de toda a família precisa ser saudável. Sem diferenças, fica mais fácil manter a linha: se ninguém em casa toma refrigerante, por exemplo, a tentação some da geladeira”

O estudo também identificou que os adultos que se mantinham no peso ideal mostraram-se mais à vontade para impor as proibições às crianças ao contrário dos pais obesos, mais relutantes em manter as restrições. A autoconfiança também se apresentou diretamente proporcional ao nível de estudo dos pais: aqueles com graduação superior mantiveram-se mais firmes.

Acerte na dose e aproveite os benefícios do café para sua saúde!

Conheça todos os benefícios dessa bebida e encha seu dia de ânimo.

O que é?

O café é o fruto cafeeiro consumido tradicionalmente na forma de uma bebida preparada com o pó obtido a partir da trituração dos grãos torrados. A bebida é considerada um estimulante, especialmente para o sistema nervoso, em virtude da presença da cafeína em concentrações que podem variar de 0,43 a 0,85 mg/ml para as bebidas preparadas com cafés em pó e de 0,61 a 0,82 mg/ml para o café instantâneo. Mas a cafeína não é a única substância presente no café, a bebida ainda possui minerais como zinco, magnésio e cobre, além de antioxidantes que tem sido alvo de estudos por poderem atuar na prevenção de doenças e envelhecimento precoce.

Benefícios

A presença da cafeína faz com que a bebida seja considerada um potente estimulante, aumentando o ânimo, a sensação de energia, a disposição para realização das tarefas diárias e reduzindo a sonolência.
Estudos recentes com o café apontam a presença de novas substâncias chamadas de ácidos clorogênicos que atuariam no sistema nervoso contribuindo na promoção da sensação de bem estar. Entretanto, os estudos ainda não são conclusivos, mas os pesquisadores continuam estudando os efeitos dessas substâncias e acreditam que no futuro o café possa ser um aliado no tratamento da depressão.
Os antioxidantes presentes no café são apontados pelos pesquisadores também como importantes para a prevenção de doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson, bem como reduzir o risco para o desenvolvimento de doenças do coração quando associados a hábitos alimentares saudáveis.

Contraindicações

Consumir café em excesso, mais de 4 xícaras por dia, pode causar insônia, irritabilidade, tremores, dores de cabeça e aceleração dos batimentos cardíacos, especialmente em pessoas com hipersensibilidade à cafeína.
A bebida não é indicada para gestantes, pessoas com doenças cardíacas, gastrite ou úlceras estomacais. Quem possui osteoporose avançada também deve evitar a bebida, já que o café atrapalha a absorção de cálcio.

Como consumir?

O café é tradicionalmente consumido quente, puro, com adição de leite ou chantilly, mas o alimento pode também ser consumido gelado, adicionado a vitaminas, milk-shakes, como parte do cappuccino e do tiramisu. Algumas receitas de bolos, biscoitos, tortas doces, mousse, pães, brownie, crepes e até mesmo sopas e molhos podem receber um sabor especial com o acréscimo do café.

 
Bruna Pinheiro
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN-3 35001

Uma escolha saudável por refeição!

Reeducar hábitos alimentares que nos acompanha desde a infância ou por muitos anos não é tarefa fácil mas você sabia que pequenas mudanças em cada refeição além de deixar sua alimentação mais saudável contribui para perda de peso? Veja a listinha que algumas substituições que pode te ajudar!

 
– Troque o leite integral por leite semidesnatado ou desnatado
– Substitua o pão francês tradicional pelo pão francês integral
– Prefira iogurtes com redução de gordura e açucares…
– Experimente o arroz integral no lugar do arroz branco
– Retire a gordura aparente das carnes
– Prefira preparações assadas, cozidas ou grelhadas
– Experimente usar o creme de leite light ao tradicional
– Use adoçante ou açúcar light para adoçar suas preparações
– Evite consumo de refrigerantes, prefira suco de frutas
– Fracione os 2 litros de água em 6 a 8 copos de 200ml por dia ou 4 garrafinhas de 500ml
– Evite jejum prolongado, faça uma refeição a cada 3 horas

 

Jacqueline Coelho
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN-3 37486/P

Qual óleo é o mais saudável para utilizar?

Hoje em dia, existem vários tipos de óleos disponíveis no mercado.

E por esse motivo algumas dúvidas surgem:
Qual óleo escolher?
Qual é mais saudável?
Qual utilizar para temperar a salada?
São todos iguais?

Existe diferença entre os óleos, sim!

Cada tipo de óleo contém em sua composição um determinado tipo de gordura predominante, veja abaixo esses tipos de gorduras:

GORDURA SATURADA

É o tipo de gordura considerada prejudicial a saúde. Se consumida em excesso pode aumentar o colesterol sanguíneo, proporcionar acúmulo de gordura na parede das artérias e no fígado, e também aumentar os riscos de doenças cardíacas.
As principais fontes são alimentos de origem animal, como banha, bacon, toucinho, carnes, leites e seus derivados integrais. Entretanto, alguns óleos vegetais também apresentem este tipo de gordura, como por exemplo, o óleo de coco.

GORDURAS MONOINSATURADAS

Estudos recentes demonstram que uma dieta rica em gordura monoinsaturada reduzem as concentrações de colesterol LDL e riscos de doenças cardiovasculares. Ou seja, se consumida de acordo com as recomendações apresenta efeitos benéficos sobre a saúde.
As principais fontes deste tipo de gordura são azeite de oliva, óleos vegetais
(girassol, canola), azeitona, abacate e oleaginosas, como castanhas, nozes e amêndoas.

GORDURAS POLIINSATURADAS

São gorduras consideradas essenciais para a manutenção da saúde. Existem dois importantes representantes desta classe de gordura conhecidas por: ômega 3 e ômega 6.
Os ômegas 3 e ômegas 6 ajudam a manter os níveis de colesterol, contribuindo para a saúde e contra os riscos de desenvolvimento de doenças do coração.
O ômega 3 é encontrado em óleos vegetais, como óleo de canola e óleo de linhaça, e em alguns peixes como salmão, cavala, arenque e sardinha. Já o ômega 6 é encontrado em óleos de semente como óleo de girassol.

AZEITE DE OLIVA

O azeite de oliva extra-virgem é um tipo de óleo rico em gordura monoinsaturada, apresentando a maior quantidade quando comparado aos demais óleos. Além disso, o azeite extra-virgem mantém compostos bioativos em sua composição, os quais possuem ações antioxidantes, reduzindo riscos de doenças cardiovasculares.

É fonte de ácidos graxos do tipo ômega 6, que consiste em um tipo de gordura monoinsaturada capaz de promover aumento do colesterol bom (HDL). Contém menor quantidade de ômega-3 quando comparados aos óleos de canola e soja. Também apresenta boas quantidades de vitamina E. O azeite ainda possui menor quantidade de gordura saturada quando comparada aos demais óleos.

Recomenda-se o consumo cru do azeite extra-virgem, ou seja, sem que seja esquentado. Já o azeite de oliva virgem apresenta os mesmos benefícios, porém apresenta o sabor menos apurado e pode ser usado para cozinhar, além de ser mais barato. A gordura do azeite suporta temperatura alta, mas suas propriedades benéficas são preservadas apenas até 180 graus. Pode ser usado para refogar, assar, cozinhar, mas não para fritar alimentos.

ÓLEO DE SOJA
O óleo de soja além de ser considerado um dos mais baratos, possui elevada quantidade de gordura poliinsaturada (ômega 6 e 3) e baixos teores de gordura saturada.

ÓLEO DE MILHO
Apresenta teor elevado de gordura poliinsaturada e baixo teor de gordura saturada. Apresenta maior quantidade de ômega 6, e pequena quantidade de ômega 3.

ÓLEO DE GIRASSOL
Este óleo assemelha-se em composição ao óleo de milho. É composto por maiores quantidades de gordura poliinsaturada e pouca quantidade de saturada. Apresenta ômega 6 e pequena quantidades de ômega 3.

ÓLEO DE CANOLA
O óleo de canola contém em sua composição grande quantidade de gordura monoinsaturada, pouquíssima quantidade de gordura saturada e pequena quantidade de gordura poliinsaturada (Omega 3 e 6). É o óleo com menor quantidade de gordura saturada. Após o azeite de oliva, é o óleo que mais contém gordura monoinsaturada. Por ser mais barato, em algumas ocasiões pode substituir o azeite de oliva.

ÓLEO DE COCO
Dentre os óleos vegetais, o óleo de coco é o mais rico em gordura saturada. Aproximadamente 90% em sua composição é de gordura saturada. Desta forma, seu consumo indiscriminado pode proporcionar um aporte excessivo de gordura saturada, e aumentar os ricos de doenças cardiovasculares e a elevação do colesterol sanguíneo.

QUAL ÓLEO USAR?
Uma boa opção para atender as necessidades nutricionais dos diferentes tipos de gorduras moni e poli-insaturadas, consiste em alterar o consumo dos diferentes óleos vegetais (soja, canola, milho, algodão e azeite) ao longo do mês.

Apesar dos óleos vegetais apresentados acima serem fontes importantes de gorduras mono e poli-insaturadas, seu consumo deve ser controlado com o intuito de se controlar ingestão de calórias ao longo do dia.

 

Bruna Pinheiro
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN-3 35001

Você utiliza adoçantes em seu dia a dia?

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No dia mundial de combate à diabetes, conheça um pouco mais sobre os adoçantes.

No mundo, estima-se que exista cerca de 246 milhões de pessoas com Diabetes. É uma doença silenciosa, que acomete desde crianças até idosos, e caso não seja tratada acarreta em danos ao organismo, como olhos, rins, nervos, coração e vasos sanguíneos. Por esse motivo seu controle é muito importante!

Para o tratamento, além do controle feito por medicamentos, é necessária a perda de peso e uma alimentação equilibrada, que incluí a diminuição da utilização do açúcar, que pode ser trocado por adoçantes.

Entretanto, os adoçantes não são indicados e utilizados apenas por diabéticos ou com pré diabetes, seu uso pode, e deve ser feito também por pessoas que querem emagrecer ou manter o peso.

Há adoçantes artificiais e naturais. Dentre os adoçantes artificiais mais conhecidos, estão:

Aspartame: 180 a 200 vezes mais doce que o açúcar. Resistente a altas temperaturas, podendo ser utilizado em preparações quentes. Um dos poucos adoçantes que possui valor calórico, sendo 1 grama equivalente a 4 calorias, considerado pouco.

– Ciclamato: 30 vezes mais doce que o açúcar. Resiste a altas temperaturas e dissolve facilmente em líquidos. Não possui calorias.

– Sacarina: 300 vezes mais doce que o açúcar. Resistente a altas e baixas temperaturas. Não possui calorias.

– Acesulfame-K: 150 vezes mais doce que o açúcar. Sabor residual amargo, é resistente ao calor e não possui calorias. É o adoçante mais utilizado nas bebidas dietéticas industrializadas.

Entre os adoçantes naturais mais conhecidos estão:

-Sucralose: O único dos adoçantes que pode ser utilizado sem maiores restrições, não possui calorias, dissolve facilmente em líquidos, resistente a variação de temperatura e é 600 vezes mais doce que o açúcar.

– Stévia: 300 vezes mais doce que o açúcar. Resistente ao calor, não possui calorias e tem sabor residual amargo quando utilizado em grandes quantidades.

-Frutose: É encontrado naturalmente em frutas, possui o dobro do poder de adoçar se comparado ao açúcar, possui calorias, sendo que 1 grama equivale a 4 calorias.

Vale lembrar que não basta reduzir as calorias de sua alimentação apenas com o uso de adoçantes. Uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais e carnes magras, associada a pratica de atividades físicas, irão garantir a manutenção e controle de peso, além de manter os níveis de glicemia.

 

Bruno Machado
Nutricionista do Dieta e Saúde
CRN3: 35680/P