Arquivo da tag: exercícios

Prancha isométrica: 4 variações poderosas para fortalecer o abdômen

Se antes séries de abdominais eram a promessa de uma barriga sarada, agora é a vez da prancha reinar como queridinha nessa missão. Destacada como mais eficiente do que mil abdominais, o exercício pode ser um tanto incômodo, mas também promete ser rápido em seus resultados.

Prancha para fortalecer barriga: variações

Além do abdômen, o exercício também age nos braços, pernas, bumbum, fortalece os músculos do core e pode auxiliar na melhora da postura.

Além da versão mais conhecida no colchonete, a prancha conta ainda com outras variações que podem garantir um treino mais variado e o fortalecimento de muitos músculos, conheça algumas.

Prancha na bola de pilates

Com os antebraços sobre a bola e levemente flexionados, encontre o seu ponto de equilíbrio para, então, deixar os braços a 90º na bola. Pressione o glúteo e o abdômen para voltar à postura inicial.

Repita o exercício 20 vezes, faça uma pausa de 30 segundos e faça mais 30 repetições.

Prancha com bola e banco

Imite a postura com o antebraço a 90º na bola e, quando estiver estabilizado, coloque um pé no banco e o outro em seguida. Fique na posição por cerca de 30 segundo e faça 30 segundos de pausa.

Continue a série aumentando 15 segundos a cada repetição na tentativa de chegar a um minuto.

Esse exercício é muito avançado e há risco de cair caso feito por iniciantes, por isso, é bom contar com a ajuda de um profissional.

Prancha com elevação

Fique em posição de prancha com as mãos apoiadas no colchonete ou um bosu. Quando tiver encontrado seu ponto de equilíbrio, eleve uma de suas pernas até a altura do seu quadril. Fique alguns segundos e volte à posição inicial. Repita com o exercício com a outra perna.

Prancha lateral

Coloque-se de lado e com as pernas unidas. Apoie o cotovelo e o antebraço no chão e alinhe o cotovelo com o ombro. Apoie a outra mão na cintura e eleve o quadril.

Mantenha-se com o abdômen contraído nesta posição por cerca de 30 segundo e descanse outros 30 segundos. Continue a série aumentando 15 segundos a cada repetição na tentativa de chegar a um minuto. Não se esqueça repetir no outro lado.

Conteúdo tirado do Site Vix

4 exercícios para queimar gordura mesmo depois do treino

Nem todos os exercícios limitam a perda de peso à duração da prática, significa dizer que, algumas atividades ativam o metabolismo de tal forma que a queima de gordura permanece por até 48 horas. É o que nos mostra o personal Vinícius Possebon com um treino simples e específico para quem quer continuar perdendo peso após as atividades

Treino para acelerar metabolismo

Exercício #1

Deitar no chão com o peito para baixo, faz o movimento de saltar para frente e pula. Fazer o exercício por 15 segundos.

Exercício #2

Corrida parada para recuperar o fôlego para o próximo exercício de alta intensidade. Fazer a caminhada por 1 segundos.

Exercício #3

Fazer o movimento de agachamento até o máximo onde conseguir descer, levantar e saltar. Lembrar de jogar o quadril para trás e não os joelhos para frente. Quanto mais baixo conseguir descer, mais você vai estar trabalhando o glúteo. Fazer por 15 segundos.

Exercício #4

Saltos parado, como se você tivesse pulando corda. Fazer por 15 segundos.

Orientação

Repetir a sequência toda dez vezes, vai dar um total de dez minutos de treino.

O que acontece com o organismo?

A queima prolongada tem como base os princípios do HIIT (Treino Intervalado de Alta de Intensidade, na sigla em inglês). Esse tipo de treino prioriza exercícios de curta duração e maior intensidade para perda de peso.

Ocorre que quando você realiza um treino muito intenso, acaba utilizando uma grande quantidade de oxigênio que faz com que o metabolismo fique bastante acelerado, gastando energia durante todo período em que o corpo ainda não voltou à situação de repouso. Neste período, a perda calórica pode ficar até 15% acima do normal, mesmo quando a pessoa está descansando.

Conteúdo tirado do Site Vix.

Os 5 melhores exercícios para o corpo, segundo Harvard

Que os exercícios são extremamente importantes para a saúde você já sabe, mas ao contrário do que muita gente pensa, períodos longos de atividade não são tão benéficos assim. De acordo com o I-Min Lee, professor de medicina na Harvard Medical School, nos Estados Unidos, a corrida de longa distância, por exemplo, pode ser prejudicial para as articulações e para o sistema digestivo.

Quer emagrecer de vez esse ano? Clique aqui!

Abaixo, confira os cinco melhores exercícios para o corpo, indicados no relatório de saúde da universidade americana, chamado Starting to Exercise (Começando a se exercitar, na tradução para o português). Seus benefícios incluem perda de peso, ganho de músculos, melhora da capacidade cardiorrespiratória e saúde do cérebro, além de fortalecer os ossos.

1. Natação

Segundo o Lee, a natação é “o exercício perfeito”, porque usa quase todos os músculos do seu corpo. Nadar regularmente por pelo menos 30 a 45 minutos proporciona um treino aeróbico – que está ligado ao aumento da frequência cardíaca para melhorar a saúde do seu coração. Ele também protege o cérebro de um declínio relacionado à idade.

Além disso, a natação é de baixo impacto, pois o suporte da água não força as articulações. “A natação é boa para indivíduos com artrite porque é menos pesada”, explica Lee. A natação regular pode reduzir o risco de doenças crônicas, como doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e acidente vascular cerebral, além de melhorar o seu humor e manter o peso sob controle.

2. Tai Chi

Tai Chi combina respiração profunda e relaxamento com movimentos suaves. Originalmente desenvolvido como uma arte marcial na China do século XIII, é acessível para uma grande variedade de pessoas, independentemente da idade ou do nível de aptidão, já que os praticantes seguem seu próprio ritmo.

Tai Chi “é particularmente bom para as pessoas mais velhas, porque o equilíbrio é um componente importante da aptidão, e o equilíbrio é algo que perdemos à medida que envelhecemos “, disse Lee. Na verdade, a pesquisa mostrou que o exercício pode ajudar pessoas com 65 anos ou mais a reduzir o estresse, melhorar a postura, equilíbrio e mobilidade geral e aumentar a força muscular nas pernas. Outros estudos sugerem ainda que o Tai Chi pode reduzir o risco de quedas entre adultos mais velhos e melhorar a mobilidade no tornozelo, quadril e joelho em pessoas com artrite reumatóide.

3. Treinamento de força

Este tipo de treinamento envolve o uso de peso, que pode ser seu próprio corpo, pesos livres ou halteres, para criar resistência contra a atração da gravidade. Você também pode usar fitas elásticas ou acessórios com pesos nos tornozelos. Os especialistas indicam esse tipo de exercício como uma ótima maneira de reduzir a gordura corporal e aumentar a massa magra, bem como para desenvolver ossos fortes e acelerar seu metabolismo para ajudá-lo a queimar mais calorias.

De acordo com a Clínica Mayo, nos Estados Unidos, o treinamento de força pode reduzir os sinais e sintomas de muitas doenças crônicas, como artrite, dor nas costas, obesidade, doenças cardíacas, depressão e diabetes. As diretrizes nacionais atuais para atividades físicas recomendam exercícios de fortalecimento para todos os principais grupos musculares (pernas, quadris, costas, tórax, abdômen, ombros e braços) pelo menos duas vezes por semana.

Apenas uma série, geralmente com 8 a 12 repetições do mesmo movimento, por treino é efetivo, embora algumas evidências sugiram realizar duas ou três repetições para melhores resultados. Seus músculos precisam de pelo menos 48 horas para se recuperar entre sessões de treinamento de força.

4. Caminhar

Pode parecer insignificante, mas andar, mesmo durante poucos minutos regularmente, pode fazer maravilhas para a sua saúde. Os cientistas descobriram que uma rápida caminhada diária de apenas 20 minutos poderia adicionar anos a sua vida. O estudo da Universidade de Cambridge, com 334 mil pessoas, descobriu que mesmo uma quantidade modesta de atividade pode prolongar a vida.

Por outro lado, a falta de exercícios matou duas vezes mais pessoas do que a obesidade. Outro estudo recente descobriu que os adultos que caminharam durante 30 minutos quatro dias por semana mostraram conexões reparadas na região do cérebro ligada à perda de memória. Também demonstrou melhorar a depressão. Se você não se exercita regularmente, os pesquisadores de Harvard recomendam começar com caminhadas de 10 a 15 minutos.

5. Exercícios de Kegel

Os exercícios de Kegel podem ajudar a prevenir ou controlar a incontinência urinária e outros problemas no piso pélvico. São importantes para homens e mulheres. Muitos fatores podem enfraquecer esses músculos, incluindo gravidez, parto, cirurgia, envelhecimento e excesso de peso. Mas fortalecê-los pode ajudar a prevenir acidentes embaraçosos como vazamento da bexiga e melhorar sua vida sexual.

A maneira correta de realizar envolve contrair os músculos que você usaria para segurar o xixi ou um pum, dizem os pesquisadores de Harvard. Eles recomendam segurar a contração por dois a três segundos, soltando e repetindo 10 vezes. Para os melhores resultados, faça quatro a cinco vezes por dia.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Como perder barriga sem perder bumbum

Perder gordura abdominal sem perder o bumbum é possível, isto porque boa parte da gordura abdominal é constituída pelo que chamamos de gordura de estoque, que nada mais é do que toda gordura que tem no nosso corpo e de alguma forma consegue ser transformada em energia. No entanto, por mais que ninguém goste, ela é uma reserva energética. Já o bumbum é constituído em sua maior parte pela gordura essencial que é uma gordura que assim como as das mamas não pode ser convertida em energia. No caso do bumbum é possível eliminar a gordura de estoque, ficar com a gordura essencial e ainda desenvolver mais a massa muscular da região.

O que tem que ficar claro é que quando uma pessoa realiza exercício a energia usada não sai só daquele local que está sendo ativado, principalmente se for gordura. Quando você faz um trabalho aeróbio, por exemplo, a gordura usada durante essa atividade vem do corpo todo, e quando você faz um exercício abdominal também, a diferença e que o exercício abdominal vai trazer mais força e uma possível hipertrofia para o músculo e com isso vai dar aquela sensação de definição o mesmo vale para o bumbum.

Diferenças entre os corpos

A distribuição de gorduras no corpo ocorre de maneira diferente em algumas regiões anatômicas. Na fase adulta quando as pessoas engordam normalmente vão ficar com dois formatos. O de pera e o de maçã, o de pera é chamado de ginoide, e são as pessoas que acumulam mais gordura na região das pernas e bumbum. O formato de maçã é chamado androide e nele as pessoas acumulam mais gordura na região abdominal.

Nesse último caso é possível imaginar que as pessoas com o perfil androide tenham muito mais dificuldades de perder barriga e mesmo quando isso acontece a chance de o bumbum ir junto é maior porque naturalmente ela já ocupa pouca gordura nessa região.

Os melhores exercícios para o bumbum

Agachamento profundo: coloque as pernas ligeiramente afastadas, pés ficam um pouco à frente da linha do quadril. Realize o movimento de flexão do joelho descendo o máximo que puder e jogando todo o peso nos membros inferiores.

Stiff: Pés ligeiramente afastados, halteres ou barra na frente do corpo, movimento de flexão do corpo com leve flexão do joelho. Cuidado para não ter hiperflexão lombar e não deixar os joelhos abrirem para os lados.

Afundo: Coloque uma perna na frente, outra atrás. O pé de trás deve ficar na ponta. Faça simultaneamente a flexão dos dois joelhos, a coluna deve ficar retinha.

Erros mais comuns

Fazer poucas séries: Para conseguir o crescimento dos glúteos, os cientistas recomendam fazer em torno de 15 séries semanais para este grupo muscular. Menos séries do que isso pode não proporcionar o efeito desejado.

Não aumentar a carga: Para continuar progredindo na hipertrofia muscular é importante sempre aumentar a carga do exercício. Isto irá estimular a progressão.

Alimentação errada: Junto com os exercícios é essencial ter uma dieta adequada. Por isso, é importante buscar a orientação de um nutricionista ou de um médico nutrólogo.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

8 exercícios que garantem seios mais firmes

Fisiologistas e profissionais de educação física possuem uma lista de ótimos exercícios para definir os seios sem precisar recorrer ao silicone, mas antes é preciso saber que nenhuma dessas séries trabalha especificamente o peito. Na verdade, as mamas são compostas por glândulas mamárias e gordura, sem músculo que possa ser trabalhado. O que se trabalha, portanto, é a musculatura da região peitoral, dos ombros e até das costas para garantir seios mais firmes. Quer saber como? Então confira as oito sugestões de exercícios a seguir que você pode fazer até em casa.

1- Supino reto e supino inclinado

Não pule esses exercícios com medo de ficar forte demais e parecer masculina – um professor de educação física poderá determinar uma carga e frequência suficiente para que você atinja o resultado sem exageros. “O supino reto trabalha todo o grupo muscular do peitoral, que ajuda na sustentação dos seios, enquanto o supino inclinado dá ênfase na região superior do peitoral”, explica a personal trainer e instrutora de pilates Bianca Berlotti.

Ela dá a dica de como fazer: deite em um banco horizontal (supino reto) ou com inclinação de no máximo 45 graus (supino inclinado), segure uma barra ou duas anilhas afastadas um pouco mais que a altura dos seus ombros. Desça o objeto na direção do seu peitoral inspirando o ar e suba novamente, soltando o ar. Também há aparelhos em academias que possibilitam um trabalho semelhante

2- Remada alta

O músculo peitoral não será diretamente trabalhado na remada: o exercício é voltado para o trapézio e melhora a postura, deixando o tronco “erguido” e projetando os seios para cima e para frente. “Ele é realizado com o auxílio de barra, halteres e polia, que são elevados na frente do corpo ultrapassando a linha dos ombros”, explica o professor de educação física Diego Rebolo, da Edge Life Sports, em São Paulo.

3- Crucifixo inclinado

Segundo Diego Rebolo, esse exercício trabalha o músculo superior do peitoral que sustenta as mamas. Deitado sobre o banco de até 45º de inclinação, deixe os braços aproximados aos cotovelos um pouco flexionados e os halteres na linha dos olhos. Afaste simultaneamente os braços até a linha dos ombros e volte à posição inicial. “O movimento é como se você fosse dar um abraço”, compara o professor de educação física. “Em casa, você pode usar garrafas cheias ou sacos de alimentos.”

4- Desenvolvimento lateral

Quanto melhor a postura, mais firmes os seios vão parecer, certo? Então invista no desenvolvimento lateral, que trabalha a região dos ombros e facilitam a postura correta. “O exercício é executado elevando os braços lateralmente, acima da cabeça, e voltando até o ponto inicial na altura dos ombros, com os cotovelos flexionados”, conta a fisiologista e profissional de educação física Luciana Mankel, da Curves Academia.

5- Elevação frontal

Inicie com os braços estendidos e abaixados, segurando um peso. Eleve os braços na frente do corpo até a altura dos ombros e volte à posição inicial. “Com esse exercício, você trabalha principalmente ombros e peitoral maior, deixando os seios ‘para cima'”, afirma a fisiologista Luciana.

6- Pullover

Outro ótimo exercício que ajuda a trabalhar o peitoral. Você deve realizá-lo deitada, com as duas mãos segurando um halter ou anilha acima da cabeça e os braços estendidos (mas cotovelos levemente dobrados). Mova o peso para frente, na linha dos ombros e volte à posição anterior.

7- Flexão de braço

É outro exercício que não irá deixá-la forte demais – desde que você não incorpore um treinamento militar e se esbalde em flexões em um mesmo dia. Com a frequência certa, que um personal poderá determinar para você, é possível trabalhar o peitoral. “Apoie-se contra a parede ou a pia e utilize o peso do corpo para fazer movimentos de flexão dos cotovelos”, explica Diego Rebolo.

8- Isométrico de peitoral

A fisiologista Luciana conta que o exercício é bem simples: basta manter uma postura ereta, sentada ou de pé, e encostar as palmas das mãos no ponto médio da região peitoral (como se você estivesse rezando). “Faça força de uma mão contra a outra e relaxe, sem realizar movimentos”, diz a profissional da Curves. Isso já poderá trazer resultados para o peitoral.

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

 

 

Conseguir tocar os pés é mais importante do que você pensa

Apesar de ser um movimento muito simples, sua execução pode ser mais complicada do que aparenta. Ao tentar tocar os pés, muitas pessoas percebem o quanto sua própria flexibilidade está prejudicada. Porém, estudos mostram que essa capacidade não diz respeito apenas a esse aspecto do corpo, como também aponta a flexibilidade das artérias coronárias.

Uma pesquisa feita pela Universidade do Norte do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com mais de 40 anos e com pouca flexibilidade tinham mais rigidez nas artérias. Ainda de acordo com os cientistas, é possível conter essa rigidez incorporando uma rotina de alongamentos. O quadro deve ser revertido em torno de quatro semanas com a prática de exercícios focados.

O estudo destaca, porém, que ainda são necessários novos testes e que não conseguir tocar os pés não é necessariamente um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração. De qualquer forma, os benefícios do alongamento valem à pena, pois ao alongar o corpo é possível prevenir diversas dores e incômodos musculares.

 

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Prancha isométrica melhora postura, acelera metabolismo e tem mais 4 benefícios incríveis

Prática, eficiente e rápida, a prancha isométrica pode ser feita sem sair de casa, sem nenhum tipo de aparelho ou acessório e ainda exercita o seu corpo inteiro. Que tal incluí-la na sua rotina? Abaixo, conheça os benefícios que o exercício trará para o seu corpo:

1. Deixa o seu corpo mais forte

Esse exercício consegue trabalhar uma região muito importante do corpo: o core, o cinturão que envolve a região do abdômen a coluna e que é integrado por 29 pares de músculos. “Essa região central traz muitos benefícios para o corpo inteiro”, conta o professor Fabrício Reimberg, da academia Just Fit. Ao exercitar esse grupo muscular, você fortalecerá o abdômen, a lombar, os glúteos e os oblíquos, ganhando mais força para realizar outros exercícios do seu treino.

2. Acelera o metabolismo

Os exercícios isométricos consistem em ficar parado em uma posição por alguns segundos (e até minutos), justamente o que ocorre na execução da prancha. “Por ser uma isometria, você vai trabalhar o corpo todo para sustentar a posição e essa estabilização para manter o equilíbrio acaba acelerando o metabolismo“, reforça o professor.

3. Previne lesões

“Com o fortalecimento do core, a prancha ajudará na prevenção de lesões na hérnia de disco, na coluna e na lombar, por exemplo”, conta Fabrício. Inclusive, o Conselho Americano de Exercício recomenda a prancha para reduzir as famosas dores nas costas, pois o seu alto poder de fortalecimento auxilia do suporte da região superior do corpo.

4. Melhora a postura

Além de um corpo definido, você pode conquistar também uma postura correta com a prática da prancha. “Isso acontece porque quando você tem a musculatura forte da região central do corpo e dos músculos abdominais, o movimento natural do corpo é de deixar a postura mais ereta, por causa da sustentação”, afirma Fabrício.

5. Trará equilíbrio

Sabe quando você vai se alongar e precisa ficar apoiado em uma perna só, mas em poucos segundos perde o equilíbrio? Isso pode ser solucionado pela prancha. “O desafio de manter-se estabilizado durante o exercício, sem sair da posição, deixará o corpo mais equilibrado com o passar do tempo e da prática”, destaca o professor.

6. Você ficará mais motivado

Por envolver diversos níveis de dificuldade e variações, a prancha costuma ser desafiadora. Com a evolução da prática, você se colocará metas para aguentar mais tempo. “O desafio que você criará para você mesmo traz um ganho emocional e motivador”, revela Reimberg.

Dicas para começar

Nos primeiros dias, você pode fazer o exercício com os joelhos apoiados no chão. “Com o passar do tempo, vá aumentando o nível de dificuldade”, diz Fabrício. Para dificultar, você pode acrescentar mais segundos na posição a cada semana ou até realizar o exercício com um dos pés ou uma das mãos levantados, por exemplo.

Posso fazer todos os dias?

“Sim, pode. Não conseguimos determinar um tempo específico para cada execução, pois ele varia muito para cada pessoa. Portanto, mantenha a posição durante o tempo que aguentar”, dá a dica o professor. Dessa forma, na primeira semana comece com três séries de quantos segundos suportar (sem sair da postura certo, ok?). “Mesmo que o tempo seja baixo, o importante é a estabilização do corpo, deixá-lo todo alinhado, com o tronco ereto e sem a elevação do quadril. Isso sim trará benefícios”, completa Reimberg.

Vantagens a longo prazo

Com o tempo, você sentirá o seu corpo de transformar. “Além de sentir o abdômen mais forte, dependendo do nível e da intensidade da realização da prancha, a musculatura da região ficará mais definida. Isso, claro, mediante uma dieta controlada para proporcionar a perda de gordura da região”, ressalta o profissional. Portanto, exercícios + alimentação equilibrada = fórmula do sucesso.

Erros para evitar

Ao tentar se manter na prancha por mais tempo, muitas pessoas acabam saindo da posição. “Ficar com o pescoço tensionado ou tentar aguentar mais tempo do que o corpo suporta pode gerar lesões”, alerta o especialista. Na dúvida, evolua no exercício somente quando sentir que a execução está ficando mais “confortável”, quando estiver quase fácil. Só então aumente o desafio.

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Como fazer os músculos crescerem mais rápido

Durante a musculação, ou em outra atividade para ganhar força, as fibras musculares sofrem algumas pequenas lesões e vem da recuperação delas a hipertrofia do músculo. Como os músculos têm uma excelente capacidade regenerativa, após 24 horas de descanso, o corpo já está pronto para uma nova série de exercícios exercício.

Para que os músculos cresçam e fiquem definidos, entretanto, alguns cuidados são necessários nesse intervalo. “Respeitar o tempo de repouso para o músculo se regenerar e manter a alimentação correta são alguns exemplos”, afirma o educador físico Gustavo Abade, da Assessoria Branca Esportes. Veja os bons hábitos capazes de deixar seu corpo mais adaptado à atividade física.

1. Tenha uma boa noite de sono

O hormônio GH, também chamado de hormônio do crescimento, ajuda diretamente no crescimento, principalmente durante a puberdade. À medida que você envelhece, o GH continua sendo produzido, em quantidades menores, mas ainda com um papel muito importante. Ele otimiza a regeneração muscular, desde que existam algumas horas de sono, pois é apenas nesse momento que o GH é liberado. “Costumo dizer aos meus atletas que o sono faz parte do treino”, afirma o educador físico Gustavo Abade.

2. Descanse logo após o exercício

É fato que a correria do dia a dia torna quase impossível um bom descanso depois do treino. Mas vale a pena achar uma brecha na agenda para relaxar após a atividade física. “O período em repouso melhora a oxigenação das células musculares, o que acelera bastante a recuperação das microlesões das fibras musculares”, afirma o educador físico Adriano Braga, personal trainer em São Paulo. Se não der mesmo para fazer a pausa, opte por treinar depois do trabalho, período em que você já se livrou de todos os compromissos do dia e pode ficar mais relaxado.

3. Entre os treinos

Treinar muito forte num dia e fazer tudo novamente no dia seguinte vai quebrar o ciclo normal de reparação das fibras musculares – fundamental para a hipertrofia. “Para atividades leves e moderadas recomendamos um intervalo de segurança de 24 horas e, para atividades mais intensas e com maiores cargas, esse intervalo de descanso deve ser de 48 horas”, afirma Gustavo Abade. Fazer um exercício aeróbio leve, como uma caminhada, está liberado e pode ajudar na reabsorção de ácido lático (produzido pelos músculos frente ao esforço excessivo), amenizando as dores.

4. Alimentação

“Os carboidratos atuam diretamente na regeneração muscular e as proteínas são muito importantes para estrutura muscular”, diz o educador físico Gustavo. Então combinar esses nutrientes é uma boa pedida após o treino. Aposte em shakes e barrinhas ricas nesses nutrientes. O especialista sugere que esses componentes sejam ingeridos até duas horas após a atividade, preferencialmente com orientação de uma nutricionista – a dica profissional ajuda a combinar doses certas de nutrientes, evitando sobrepeso e falta de nutrientes.

5. Hidratação

A água compõe, aproximadamente, 70% dos músculos. Caso você não esteja ingerindo a quantidade ideal de água por dia, seus músculos podem sentir as consequências. “Em caso de desidratação extrema, a célula muscular vai diminuir (sendo assim os músculos diminuem ou murcham)”, diz Gustavo Abade. Além disso, sem esse combustível básico para a atividade celular, o desempenho durante o exercício certamente será menor do que poderia ser. Consuma aproximadamente 35ml de líquido por quilo de peso ao dia para manter o organismo diariamente hidratado.

6. Faça alongamento cruzado

O alongamento é uma ótima atividade para evitar o encurtamento muscular. Mas, fazê-lo depois de uma solicitação muscular extrema, pode aumentar as microlesões que ocorreram durante o treino. O educador físico Adriano Braga dá a dica: “Faça um alongamento cruzado, se você trabalhou as pernas, alongue os braços, e vice-versa”. Isso, de acordo com os especialistas, mantém os músculos saudáveis sem machucá-los mais.

7. Massageie os músculos

Uma massagem leve, além de relaxante, aumenta a circulação de sangue nos músculos, ajudando na reparação das fibras musculares. Mas é preciso muito cuidado na hora de fazer a massagem, já que existem diversos tipos, e se forem feitas da maneira errada, elas podem aumentar a lesão, em vez de reparar os músculos. Invista em movimentos direcionados aos gânglios, ou seja, ascendentes nas pernas, em direção às axilas nos braços e no sentido horário no abdômen. “Para atividades mais intensas, colocar uma bolsa de gelo envolto em uma toalha no músculo utilizado pode ser uma boa opção”, diz Gustavo Abade.

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Dançar traz 3 benefícios incríveis para o cérebro

Aprender, memorizar e se equilibrar: o que essas habilidades têm em comum? Bem, todas estão relacionadas com o hipocampo, área do cérebro que pode ficar comprometida com o envelhecimento. Mas um estudo do Centro Alemão para Doenças Neurodegenerativas revelou uma prática especialmente bem-vinda para essa região: a dança.

Os pesquisadores compararam a atividade com treinos de resistência e flexibilidade. Aí perceberam que, principalmente em termos de equilíbrio, mexer o corpo ao ritmo da música é mais vantajoso. Isso porque as mudanças de movimento típicas do bailado aprimoraram essa função mais do que os exercícios clássicos.

Fora que os mais velhos precisavam se lembrar das coreografias – o que, de quebra, favorecia a memória. “Dançar ainda melhora a autoestima e o estado de espírito”, nota Cristiane Peixoto, educadora física especializada em envelhecimento da Cia Athletica, em São Paulo.

Dance com segurança

As aulas de dança são ótimas, mas, como qualquer atividade física, demandam cuidados. “Você pode se esforçar e ficar cansado, mas não deve sentir dor”, enfatiza Cristiane. É preciso respeitar os limites do corpo. Sempre!

Mais 5 dicas para preservar o cerébro

1. Fique longe do cigarro

2. Não exagere no álcool

3. Inclua azeite, peixe, castanhas e frutas na dieta

4. Invista em atividades culturais – clubes de leitura, por exemplo, são uma boa

5. Não deixe de socializar. Ouça e compartilhe experiências

 

Conteúdo tirado do site Saúde Abril

Exercícios para tornear as pernas

Coxas bem firmes e torneadas são seu sonho de beleza? Você não está sozinha. Segundo o educador físico Níkolas Chaves, especialista do Minha Vida, esse é um dos pedidos mais frequentes das mulheres nas academias. E para conquistar belas pernas não tem jeito, você terá que ir além da esteira, do pilates e da aeróbica: é preciso investir pesado na musculação.

Mas antes que você coloque a carga nas alturas, nós já vamos avisando: não existe milagre. O educador físico Rafael Lago explica que leva um tempo para atingir um nível avançado de treinamento e conseguir treinar pesado efetivamente. Então comece devagar, sem exagerar no peso, e mãos à obra. Com os oito exercícios que escolhemos para você, fica mais fácil chegar lá.

1- Agachamento livre

Como o próprio nome já diz, esse exercício começa com você agachado, com os joelhos flexionados em aproximadamente 90 graus e o quadril também flexionado. Lembre-se sempre de alinhar as partes internas dos pés com os ombros, evitando sobrecargas. Com a contração dos músculos da coxa e dos glúteos, ocorre a extensão dos joelhos e do quadril até a posição final (em pé).

Turbine o exercício: o especialista Níkolas Chaves dá a dica: “Manter o tronco o mais verticalizado possível vai aumentar a exigência dos músculos da coxa em relação aos glúteos”.

Fique atenta: Outros músculos serão solicitados para ajudar na postura do corpo durante esse exercício. É o caso dos paravertebrais, que ficam na região da coluna, dos músculos que ajudam a estabilizar o quadril e da musculatura abdominal, que equilibra a coluna lombar pela frente. Por isso é fundamental observar se a contração deles está adequada – na dúvida chame o seu professor. A boa notícia é que além de te proteger contra lesões, eles também ficarão mais fortes e definidos.

2- Agachamento guiado

No agachamento livre o movimento acontece para cima e para baixo, para frente e para trás e para os lados, o que exige da praticante bastante equilíbrio. Já no agachamento guiado só ocorre o movimento para cima e para baixo, o que facilita a execução. Por isso, dá para pegar mais peso nesse exercício.

Turbine o exercício: Aqui, o truque para dar ênfase ao treinamento dos músculos da coxa está no posicionamento dos pés, que devem estar mais avançados. Assim o músculo da coxa será bastante exigido em comparação com os glúteos.

Fique atenta: o educador físico Nikolas Chaves explica que os agachamentos profundos utilizando a barra guiada, realizados com movimentos amplos, devem ser feitos com muita cautela, pois pode haver a retroversão da pelve, isso é, um posicionamento que aumenta a pressão na parte anterior dos discos intervertebrais – um possível fator para a ocorrência de hérnia discal. Por isso, sempre que possível peça ajuda ao professor da sala de musculação para acompanhá-la durante a execução do exercício.

3- Agachamento Nakagym

O Agachamento nakagym surge com a proposta de dar mais liberdade de movimentos do que o agachamento guiado com mais equilíbrio do que o agachamento livre. “Na execução deste agachamento além de os movimentos serem realizados para cima e para baixo, também há movimentos para trás e para frente, mas não há movimentos para os lados”, explica Nikolas Chaves. Com isso, além de ser um ótimo exercício para o treinamento da musculatura das coxas, o agachamento Nakagym também é excelente para o treinamento dos músculos dos glúteos.
Fique atenta: É preciso cuidado ao executar este exercício, principalmente com a contração dos músculos abdominais, que devem proteger a coluna lombar, pois o aparelho projeta a executante para trás aumentando a exigência sobre a região da lombar. O educador físico Rafael Lago lembra ainda que a carga imposta depende muito do nível de condicionamento e do tempo que a mulher treina. “É fundamental que o praticante respeite a sua individualidade biológica”, explica Rafael. “Cada pessoa possui um biótipo diferente, para alguns uma certa carga pode ser leve, enquanto para outras nem tanto”. Então nada de invejar a carga do colega do equipamento ao lado, respeite seus limites.

4- Hack machine

O exercício com o Hack machine já é turbinado por si só, com ele os músculos das coxas vão ser muito trabalhados. Isso porque o tronco permanece na posição verticalizada, exigindo pouco trabalho dos glúteos e da musculatura paravertebral e mais esforço do músculo quadríceps da coxa. Um ponto positivo deste agachamento é o apoio existente para a coluna lombar que dá mais segurança para as praticantes durante a execução.

Fique atenta: as praticantes iniciantes devem ter cuidado com os joelhos durante esse exercício, pois a pressão na articulação é muito grande neste exercício. Rafael Lago conta que esse exercício não é o único que chama atenção para essa articulação. “É preciso ter atenção com outras articulações em qualquer treino pesado”, recomenda.

5- Leg press vertical

O Leg press vertical não é um aparelho muito comum na maioria das academias, mas é um excelente exercício para treinar a musculatura das coxas e os glúteos.

Turbine o exercício: “Uma dica de execução para esse exercício é não parar em cima após cada repetição da série, fazendo com que a musculatura da coxa seja colocado em uma tensão contínua”, conta Níkolas Chaves

Fique atenta: quando a praticante tem encurtamento dos músculos posteriores da coxa e executa o exercício com os glúteos encostados no apoio do banco é possível que haja um pequeno desconforto na região da lombar. Desencostar os glúteos do apoio do banco, subindo um pouco, é uma manobra de segurança sugerida neste caso. Como este é um exercício com inversão corporal não é indicado para pessoas hipertensas.

6- Leg press 45

Esse aparelho é popular e concorrido nas academias, e não é pra menos. O Leg press 45 proporciona um grande estímulo para os músculos da coxa e glúteos. Uma curiosidade sobre este exercício é que o peso colocado no aparelho não é a carga levantada de verdade. Se uma praticante coloca 200 quilos na máquina, na verdade ela está carregando 142 kg. Para descobrir o peso real carregado no Leg press 45 multiplique o peso colocado por 0,71.

Turbine o exercício: “Uma dica para aumentar a exigência das pernas é posicionar os pés mais para baixo na plataforma de apoio, com isso haverá uma menor participação dos glúteos”, recomenda Níkolas Chaves.

Fique atenta: é preciso cuidado ao executar o Leg press 45 com amplitudes maiores do que 90 graus de flexão de joelhos na posição inicial para não aumentar as sobrecargas nos ligamentos dos joelhos.

7- Leg press horizontal

Existem aparelhos de Leg press horizontal com características diferentes. Alguns modelos tem o movimento na plataforma onde os pés são apoiados, enquanto em outros o movimento ocorre na cadeira onde a praticante está sentada.

Turbine o exercício: neste caso, para aumentar o estímulo para a coxa, o encosto deve ser regulado mais para baixo e para trás. Posicionar os pés mais para baixo na plataforma de apoio também aumenta o estimulo para o quadríceps sendo está uma boa estratégia para praticantes que tem o objetivo de desenvolver a força neste grupo muscular.

Fique atenta: em alguns modelos o encosto é móvel, o que possibilita regulagens diferentes. Peça ajuda ao professor para fazer esse ajuste, evitando sobrecargas.

8- Banco extensor

O banco extensor de joelhos trabalha muito bem o músculo da coxa. Colocando uma pequena almofada no banco em baixo do glúteo – fazendo com que o ângulo de flexão de quadril fique em aproximadamente 90 graus – possibilita treinar com mais peso.

Turbine o exercício: quanto mais para baixo estiver o apoio dos pés, mais difícil ficará o exercício. “A dica para fazer ‘queimar’ as coxas é realizar a série do banco extensor com 12 repetições com um segundo de pausa entre cada repetição – além disso, controle a duração da repetição em um segundo para subir dois para descer”, recomenda Nikolas Chaves.

Fique atenta: muita gente adota a flexão dorsal do tornozelo (pés flexionados para cima) durante esse exercício, o que pode dificultar a extensão dos joelhos caso a praticante tenha encurtamento dos músculos da panturrilha. Se for o seu caso, mantenha os pés numa posição neutra.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida