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Mandioquinha é fonte de fibras e auxilia no emagrecimento

Batata-baroa, mandioquinha, cenoura-amarela… Não importa como você conhece o alimento que ilustra esta matéria, o importante é incluí-lo na dieta. Então já adiantamos que a leitora Cida Silva, que gostaria de saber se ele pode prejudicar o intestino, não tem com o que se preocupar.

Pelo contrário: trata-se de uma boa escolha para o sistema digestivo por ser fonte de fibras. Ou seja, junto com uma ingestão adequada de líquidos, ela regula o trânsito intestinal.

Isso sem mencionar que é um ótimo reduto de magnésio, cálcio e as vitaminas A, C e E, aliados de peso na prevenção de diversas doenças.

Sucesso nas academias

Aquele aporte de fibras, associado a um índice generoso de carboidrato, fez a mandioquinha cair no gosto de muita gente que puxa ferro, acabando com o monopólio da batata-doce. “Ambas são recomendadas para o pré-treino porque liberam energia aos poucos no organismo”, explica a nutricionista Thamyris Lima, da rede Hortifruti.

Já a batata inglesa seria a mais indicada depois da atividade física. Isso porque possui menos fibras e, portanto, repõe rapidamente os níveis de glicogênio, o combustível que fica armazenado nos músculos e no fígado.

Como preparar a mandioquinha

“Ela vai bem cozida no vapor com azeite e tomilho ou alecrim e em forma de purê, sopa ou creme”, ensina José Barattino, chef executivo do Eataly, shopping gastronômico de São Paulo. “Também é possível embrulhá-la com casca em papel alumínio e levá-la à churrasqueira”, completa.

Na hora da compra, o ideal é escolher as mais amareladas, cuja casca não apresenta depressões ou machucados. “Depois, você deve higienizá-las em água corrente antes de armazenar na gaveta de vegetais da geladeira, onde a temperatura não é tão baixa”, avisa a nutricionista Renata Guirau, do Oba Hortifruti. Assim, a mandioquinha é preservada por um tempo maior – até cinco dias.

 

Conteúdo tirado do site Saúde Abril

21 coisas que explicam por que você não está emagrecendo

Você vive de dieta, mas o ponteiro da balança parece conspirar contra você. Ele permanece estável, sem levar em consideração todo o esforço que você anda fazendo para manter a boca controlada. Antes de colocar toda a culpa em cima da balança e achar que tudo não passa de uma rixa pessoal, cheque a lista abaixo com 21 motivos que fazem você não emagrecer. Além de apontá-los, a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, ensina como inverter o jogo a seu favor.

1. Esquecer-se de pôr fibras no cardápio

As fibras estão relacionadas à maior saciedade. Ou seja, menos fibras é igual a mais comida e, portanto, mais calorias. Cereais integrais, frutas, legumes e verduras respondem como boas fontes do nutriente. Provavelmente, uma alimentação carente nestes alimentos é composta por ingredientes mais calóricos, o que leva ao ganho de peso.

2. Repetir sempre o mesmo menu

Pessoas que desejam emagrecer seguindo uma alimentação monótona desistem mais fácil do projeto de emagrecimento, constata Roberta. Variar os tipos de alimentos, texturas e sabores é um dos segredos para perder peso com saúde.

3. Pular refeições

Ao pular refeições, você só faz com que a fome se acumule. Fome acumulada pode significar descontrole e excesso alimentar em algum período do dia , alerta Roberta. Além disso, não realizar, pelo menos, cinco refeições por dia, faz com que a quantidade de nutrientes importantes para o corpo não seja fornecida adequadamente.

4. Estipular metas difíceis de serem atingidas

Segundo a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, estabelecer metas de grande perda de peso, em pouco tempo, pode surtir efeito contrário e levar à desistência do projeto. Estabeleça pequenas metas durante o processo de emagrecimento. As vitórias ao longo do caminho servem como estímulo e mostram que é possível chegar ao peso desejado, aconselha.

5. Beber pouca água

Zero calorias e muitos benefícios. Mesmo assim, muita gente faz cara feia na hora de beber água (2 litros é a dose mínima por dia). Além de fundamental para se manter bem hidratado, o consumo de água durante o dia retarda a sinalização de fome. Portanto, ela está envolvida com a menor ingestão de alimentos, diminuindo as calorias diárias.

6. Comer depressa demais

Quando você faz refeições rápidas demais não dá o tempo necessário para o cérebro entender que o estoque de alimentos foi reposto e que, portanto, você pode parar de comer. De acordo com Roberta Stella, é preciso reservar, pelo menos, 30 minutos para fazer as refeições. Ingira os alimentos calmamente, em um ambiente tranquilo, evitando comer na frente do computador ou da televisão, completa.

7. Extrapolar na quantidade dos alimentos

A moderação é mais um segredo para ver o ponteiro da balança descer. Ingerir uma quantidade de alimentos além da necessária leva ao excesso calórico que, por sua vez, resulta no ganho de peso.

8. Dar importância desmedida ao regime

Focar toda a sua atenção à dieta, não é nada estimulante. Pensar no cardápio equilibrado a todo momento leva a uma sensação de privação e punição por ter adquirido os quilinhos extras. Veja positivamente sua mudança de hábitos alimentares. Quando menos esperar, o emagrecimento vai aparecer, incentiva a nutricionista.

9. Beliscar o tempo todo

Beliscar o dia todo faz com que você perca a noção da quantidade de alimentos ingeridos, afirma Roberta. O melhor a fazer é estipular horários para pequenos lanches entre as refeições principais. Isso ajuda muito a evitar qualquer tipo de excesso, garante a especialista.

10. Dispensar legumes e verduras

Fazer dieta, para você, é sinônimo de cortar calorias (a inclusão de alimentos saudáveis é só um adicional). Grande engano, já que legumes e verduras são indispensáveis na mesa. Além dos inúmeros nutrientes que oferecem, os vegetais são ricos em fibras e saciam sua fome mais rapidamente. Deixar de ingeri-los leva a um maior consumo de alimentos e calorias, prejudicando assim, o emagrecimento, conta a nutricionista do Minha Vida.

11. Ignorar as informações dos rótulos

As informações contidas nos rótulos dos alimentos são as melhores armas para os consumidores encherem o carrinho de compras saudáveis. Analisando as tabelas, dá para saber se a porção do alimento tem calorias excessivas, nutrientes importantes, ou ainda, se é rica em gorduras e açúcares.

12. Sofrer com a ansiedade pelos resultados

Evite se pesar em diversos momentos do dia. A variação apontada pela balança é normal em diferentes horários e até em dias consecutivos. Essas mudanças, principalmente quando o ponteiro sobe, podem desanimar quem está de dieta, conta Roberta Stella, nutricionista do Minha Vida. Por isso, pese-se somente a cada sete dias, com menos roupas possíveis, no mesmo horário e na mesma balança.

13. Cometer deslizes nos finais de semana

Muitas pessoas fazem um pequeno deslize se transformar em início da desistência do projeto de emagrecimento. Para se prevenir, fuja de situações que incentivam o excesso. Caso já tenha extrapolado, volte à dieta logo em seguida, sem restrições exageradas para compensar as calorias a mais, ensina a especialista.

14. Não praticar exercícios

Por aumentar o gasto calórico, as atividades físicas são excelentes meios para acelerar o emagrecimento. Outros pontos positivos dos exercícios é que eles diminuem a porcentagem de gordura corporal e aumentam a massa magra. Como os músculos queimam mais calorias, as atividades físicas ainda ajudam na manutenção do peso.

15. Ser fã dos chopinhos nas happy hours

O típico encontro com os amigos após o expediente pode ser uma armadilha para quem quer emagrecer. Chope, batata frita, amendoim e salgadinhos esbanjam calorias e nunca faltam nas happy hours. Você não precisa deixar de sair com os amigos, mas proponha bares e restaurantes que oferecem opções de petiscos mais saudáveis.

16. Não substituir as frituras pelos grelhados

Se você ainda não se convenceu de que precisa substituir os alimentos fritos pelos grelhados, aí vai uma boa causa: eles têm o dobro ou mais calorias que suas versões assadas ou feitas na chapa. Prefira sempre o grelhado, enfatiza a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida.

17. Ceder aos doces

Na lista de campeões em gorduras e açúcares, os doces certamente levam a um excesso calórico. O conselho da nutricionista Roberta Stella é resistir ao máximo. Se a vontade for muita, opte pelas menores porções.

18. Acreditar em dietas milagrosas

Segundo Roberta, as dietas altamente restritivas são caminho certo para o abandono do plano de emagrecimento. Opte por uma dieta equilibrada que faça com que a redução de peso seja gradual, mas efetiva, aconselha.

19. Deixar de incluir lanches entre as refeições principais

Deixar intervalos grandes entre um prato principal e outro faz você chegar faminto às refeições. Não fique mais que quatro horas sem se alimentar. Garanta isso fazendo pequenos lanches, diz a nutricionista.

20. Exagerar na determinação

Quando a vontade por alguma tentação aperta, você resiste bravamente. A atitude exemplar nem sempre é a mais ideal. Acumular vontade pode levar a um descontrole mais adiante, alerta Roberta Stella. Se a vontade de comer um doce for muito grande, por exemplo, coma um bombom ou uma barrinha pequena de chocolate. Assim, você evita comer a caixa de bombons inteira em algum outro momento.

21.  Tomar refrigerantes

Roberta explica que as bebidas gaseificadas dão uma falsa sensação de saciedade. O que acontece é que, logo após uma refeição, você volta a sentir fome mais cedo e passa a beliscar. Para acompanhar as refeições, opte por um copo de água ou de suco natural.

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Não deixe o seu humor abalar a dieta

Você sabia que o seu humor pode afetar bastante a sua dieta? É comum, qualquer tipo de alteração na rotina fazer o humor oscilar: seja por conta do trânsito, do despertador que não tocou, da mancha de café que apareceu na camisa branca, etc. E é só mudar seu estado de espírito que logo aparece aquela vontade incontrolável, e aparentemente sem motivos, de comer doces, comidas incrementadas e até de passar o dia inteiro beliscando. Uma vontade, aparentemente, sem motivos. “A busca por determinado alimento tira a atenção que seria concentrada na emoção”, diz a nutricionista Daniela Hueb. Veja algumas reações, citadas pela especialista, que fazem você comer compulsivamente.

Fim à tristeza

Quando a felicidade sai de cena, a busca por petiscos provoca uma sensação momentânea de que o sentimento não está ali. “Passar o dia beliscando é uma tentativa de direcionar a atenção a algo que não seja a emoção do momento”, explica a nutricionista.

Chega pra lá na ansiedade

Antes de uma entrevista de emprego ou daquele passeio que está sendo programado a dias, a ansiedade aparece e a busca por chocolates e doces suculentos, em geral, aumenta. “Eles são fáceis de ingerir e causam tranquilidade momentânea”, explica Daniela Hueb.

Passa fora no desânimo

Problemas na empresa, brigas com o namorado e algumas discussões com a família podem fazer o desânimo aparecer. Alimentos coloridos deixam o dia mais alegre quando ele parece não fazer sentido. “Essa emoção faz a pessoa buscar, por exemplo, sanduíches grandes e sorvetes com diversas coberturas”, explica a nutricionista.

Pontapé no nervosismo

Quando o nervosismo aparece, a vontade de comer alimentos crocantes cresce. “Esse tipo de alimento precisa ser mastigado com maior força, tornando-se mais atraente quando a pessoa está nervosa”, completa a especialista.

Para não cair na tentação

Quando a alimentação serve de válvula de escape para o descontrole dos sentimentos, seguir o regime parece ser uma tarefa difícil. Organizar o dia a dia é fundamental para não cair na cilada. “Observar o que está causando a alteração de humor e mudar os hábitos lentamente vai ajudar a não ceder às emoções”, completa Daniela Hueb.

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Veja algumas dicas da nutricionista para que seu humor não sabote a balança:

– Faça da alimentação uma rotina: coma sempre no mesmo horário; caso sinta fome, mesmo tendo se alimentado há poucas horas, espere um pouco e tome um copo cheio de água gelada.

– Crie um diário alimentar: anote nele tudo o que for consumido, a quantidade e o que sentiu em cada momento.

– Planeje lazer para si mesmo: tenha eventos agradáveis.

– Cuidado com o que guarda na despensa: chocolates e doces podem ser uma tentação quando o humor oscilar e a vontade súbita aparecer. “Tenha em mãos doces ou sorvetes em versões light, mas, mesmo assim, não é para abusar”, alerta a nutricionista.

– Pratique esportes: a atividade física, ao menos duas vezes por semana, provocará uma sensação de descanso. Se não tiver tempo, separe-a para os finais de semana. (Para ajudar, nós temos vários vídeos de exercícios aqui no blog, como este aqui!)

Para ajudar a seguir firme e forte na dieta, nós temos reuniões online com nutricionistas e psicóloga toda semana, sabia?  São abordados vários temas que super legais para o suporte ao emagrecimento. Faça aqui uma avaliação de peso gratuita e comece a emagrecer com a gente! 😉

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Exagerei na comida. E agora?

Aprenda a lidar com os exageros na alimentação

Feriados, finais de semana, festas, datas comemorativas… Só de ouvir essas palavras, alguns já tremem de desespero. Tudo isso por causa da comida. Será que é produtivo sentir toda essa culpa ao comer? Devemos ter medo de subir na balança na segunda-feira? Abaixo, confira 3 dicas valiosas para aprender a ter uma melhor relação com os alimentos.

1. “Exagerar” é normal

Antes de entrar nos méritos dessa explicação, vamos nos ater ao seguinte: o “exagero” deve estar bem contextualizado. Não entendeu nada? Calma que já vamos explicar. A comida costuma ser um fator muito importante em nossas comemorações. Casamentos, festas de aniversário e, até mesmo, reuniões com amigos que não vemos há muito tempo são todas ocasiões especiais onde a comida tem um papel especial. Imagine como seria chato ter que se privar daquelas comidas tão gostosas em eventos tão únicos. Todos comendo salgadinhos na festa do seu melhor amigo e você comendo salada. Todos comendo bolo no casamento da sua melhor amiga e você comendo fruta. Será que é preciso apelar assim? A resposta é: não.
Você pode – e deve – participar ativamente desses eventos. E, sim, isso inclui comer. Se você se alimenta corretamente na sua rotina, pode ter certeza de que uma festinha não vai acabar com todos os seus esforços.

2. Um exagero só não vai te engordar

Sério, pode ficar tranquila. Se o exagero não faz parte da sua rotina, não tem por que ficar se martirizando. Muitos pensam que se comerem demais em UM dia da semana, estarão jogando no lixo o esforço de todos os outros SEIS dias. Uma simples continha matemática já mostraria que isso não faz o menor sentido, não é mesmo? Portanto, não deixe de ir naquela festa ou naquele restaurante com os amigos por medo de engordar.

3. Não tenha medo da comida

Ter medo da comida não contribui em absolutamente nada para o emagrecimento saudável. Isso só vai fazer com que você sinta culpa sempre que comer algo que “fuja” da sua dieta. E, como você já sabe, isso é exatamente o que nós, do Dieta e Saúde, não queremos que aconteça. Queremos que você aprenda a ter uma boa relação com os alimentos por meio de uma reeducação alimentar. Desse modo, você não vai ficar se odiando por ter comido um brigadeiro ou um salgadinho. Aprenda a dosar a quantidade e a frequência dos alimentos que você consome. Sem equilíbrio e autoconhecimento é impossível manter uma vida saudável.

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Conheça os diferentes tipos de vontade de comer

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Dor de estômago, tontura, alguém que ofereceu um pedaço de chocolate, o aroma do bolo que acabou de sair do forno, o relógio que te alertou que já se passaram 3 horas desde sua última refeição, a necessidade repentina de comer “algo gostoso”, ou simplesmente sensação desconfortável que te motiva a comer para se sentir melhor.

Normalmente relacionamos a necessidade de comer com a fome, mas a grande verdade é que não comemos apenas ao sentir fome, e sim comemos também em busca do prazer e bem-estar que os alimentos proporcionam.

Perceber e ser capaz de interpretar as diferentes sensações relacionadas ao comer é fundamental para quem está em uma reeducação alimentar. Ignorar ou achar que é tudo igual pode trazer a impressão de que a dieta só te deixa com fome. Para começo de conversa vamos entender o que é realmente fome?

Fome é diferente de vontade de comer!

A fome física é a forma como o corpo sinaliza que precisa de energia, envolve liberação de hormônios e atuação do trato gastrointestinal, provocando o ronco e a dor de estômago, sintomas clássicos de fome. A fome não é específica e por se tratar de uma necessidade totalmente física, qualquer alimento que esteja disponível e que goste é capaz de acabar com a fome, quando a fome bate de verdade é normal ficar até um pouco irracional, afinal o único pensamento é “preciso comer alguma coisa”.

Para identificar se o que está sentindo é fome, vale apena se testar. Pense em um alimento que você não gosta muito, mas se tiver come, por exemplo um ovo cozido. Pergunte-se: eu comeria agora se a opção fosse um ovo cozido? Se você estiver realmente com fome, a resposta certamente será sim.

Os tipos de vontade de comer

Vontadezinha:

Essa é a que conhecemos como fome social. Normalmente aparece quando o alimento está à disposição, portanto não é específica. Por exemplo, durante um bate-papo no happy hour o garçom coloca o potinho de amendoim na mesa e você simplesmente come mesmo sem fome, ou ainda, quando o bolo está sobre a mesa da cozinha e cada vez que você passa por ele tira uma “lasquinha”. Não há fome física, o comer é automático e inconsciente.
• O que fazer?
Quando perceber que está pegando um alimento, mesmo sem fome só para mastigar alguma coisa, tente tornar o ato de comer consciente e preste atenção para valorizar o momento, se questionar se precisa realmente comer. Se possível, não coma, mas se não for possível, porcione uma pequena quantidade, por exemplo, separe um punhado de amendoim no guardanapo ou prato durante o happy hour.

Vontade:

É bem específica, mas não urgente. A vontade de comer está relacionada ao prazer, a sentir o sabor, às preferências e experiências vividas. Sentir vontade de comer brigadeiro de panela, pode estar relacionado a vontade de reviver a lembrança do brigadeiro que você comia com as amigas enquanto assistia tv na infância. Ou a vontade de devorar uma tentadora fatia de bolo, pode ser a necessidade de sentir de novo o prazer e bem estar que sentia ao comer aquele bolo gostoso de vó. Enfim, a vontade pode ter um contexto de lembrança ou memória, vontade de reviver um sabor gostoso, ou simplesmente, experimentar algo novo.
• O que fazer?
Ao se deparar com um alimento na cabeça, pare e pense: O que estou sentindo é vontade? Se a resposta for sim, a melhor saída é comer! Sim, quando a vontade é específica o ideal é comer uma pequena quantidade do alimento, buscando comer devagar e aproveite o sabor, resumindo comer com prazer! Tentar saciar a vontade comendo outros alimentos, por exemplo comer uma barrinha de cereal quando na verdade o que você queria realmente é comer uma trufa de chocolate, não sacia a vontade, muito menos te mostra que na reeducação alimentar os alimentos que gosta tem sim espaço. E não para por aí, acumular a vontade pode fazê-la se transformar em algo maior, a vontadezona!

Vontadezona:

Não é específica, mas envolve a necessidade de comer algo gostoso, em grande quantidade e rápido. Essa é a famosa fome emocional. Dessa forma, muitas vezes se come de forma impulsiva, sem pensar no sabor, ao mesmo tempo mesmo tempo que se come, passam na cabeça pensamentos como “não era bem isso que eu queria” ou “ainda não estou satisfeita”. Apesar desse tipo de vontade aparecer em resposta ao acúmulo de vontades que não foram respeitadas e aceitas, por conta do pensamento restritivo, na maioria das vezes a vontadezona aparece como uma alternativa de aliviar, ou ainda esconder um incomodo totalmente emocional.
• O que fazer?
Se render a vontadezona sempre pode tanto aumentar o problema, visto que a culpa por ter comido surge logo depois, bem como a solução para o incômodo emocional não acontece. Portanto, para a vontadezona a melhor atitude é colocar em prática a velha sugestão da nossa equipe: conte até 10! Parece bobo, mas enquanto você conta, comece a se perguntar o que está acontecendo, qual o seu sentimento no momento e se você está realmente com fome. Se precisar desvie sua atenção da comida por cerca de 10 minutos, navegue na internet, beba água, converse com pessoas, vá passear com o cachorro, ou simplesmente dê uma caminhada. O importante é criar a consciência da vontade de comer e, se possível, desviar o foco da comida.

Como lidar com as vontades?

– Procure comer o suficiente durante o dia, ou seja, o total de pontos de sua Recomendação. Evite ficar “beliscando”, ao invés disso invista em pequenos lanches entre as refeições.

– Mantenha uma alimentação variada, pois a frequente monotonia das refeições pode favorecer a compulsão ao experimentar alimentos diferentes.

– Evite situações de estresse perto do momento das refeições, afinal emoções como frustração e ansiedade podem fazer você perder o controle do que come, ou mesmo acabar beliscando.

– Evite ficar perto de alimentos que você percebeu serem potenciais “gatilhos” para compulsões. Não manter estoques em casa ou na bolsa, ajuda a evitar situações de estresse.

– Procure reduzir os momentos de ociosidade. Quando se está ocupado é mais fácil desviar o foco e evitar as compulsões. Tente se manter ativo e ocupado, leia um livro, assista um filme, dance, pratique exercícios, ligue ou converse com um amigo pela internet, ou experimente qualquer outra atividade que prenda sua atenção e te proporcione bem-estar.

– Tente colocar em prática atividades prazerosas antes da fome chegar. Assim você ocupa o pensamento e não desconta na comida a ansiedade de estar fazendo o que não gosta.

– Minimize as expectativas para evitar frustrações que podem gerar mais ansiedade. Diante de uma frustração, avalie racionalmente o que deu errado, tente corrigir e/ou procure ajuda profissional.

Lidar com as vontades e identificar o momento de se render, ou ainda, resistir ao impulso de comer é parte da reeducação alimentar. Como você percebeu para que isso possa acontecer, antes de mais nada é preciso ouvir o que seu corpo diz. Quando o assunto é vontade de comer a melhor estratégia é uma só: pare e sinta!

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Maionese engorda?

Conheça os efeitos deste alimento no emagrecimento

Quem conhece bem o Dieta e Saúde já sabe que não estabelecemos relações do tipo “bom x ruim” ou “liberado x proibido”. Afinal, nosso propósito é ensinar você a criar um bom relacionamento com os alimentos – e não ter medo deles – por meio da reeducação alimentar.
Portanto, mais importante do que crucificar ou endeusar alimentos, é prestar atenção na quantidade, na qualidade nutricional do alimento e na frequência com que o consumimos.

Maionese faz mal?

Por ser muito calórica e rica em gorduras, ela já foi vista como inimiga da saúde e das dietas. Porém, atualmente, o processo de fabricação da maionese foi mudado: a concentração de óleo e ovos está menor, enquanto a composição de água aumentou.
Para aqueles que são totalmente contrários a produtos industrializados, aqui vai um dado interessante: a opção caseira costuma ser muito mais calórica do que a industrial. Em casa, o condimento costuma ser preparado com mais óleo, ovos e gorduras. O número de calorias da maionese caseira pode chegar a 76kcal, contra apenas 40kcal da versão industrializada. Porém, lembrando que com a receita caseira você poderá dosar a quantidade dos ingredientes, além de escolhê-los.

Resumindo: o consumo de maionese deve ser, sim, moderado, principalmente para quem quer emagrecer.

Maionese na dieta

Em sua atual composição, a maionese industrializada não oferece riscos – claro, se consumida com moderação. Ela já não apresenta grandes quantidades de colesterol e gorduras saturadas como nas versões antigas. Contudo, ainda assim, é preciso controlar as quantidades, pois, quando ingerida em excesso, pode aumentar o colesterol total e o colesterol ruim (LDL).

A maionese possui benefícios?

Nutricionalmente, a maionese não possui benefícios significativos, nem mesmo as versões mais lights. Ela é um produto que dá sabor e pode deixar os alimentos mais palatáveis (saborosos).

Cuidados

É necessário se atentar com a refrigeração. Refrigerar até 4ºC por 48 horas ou até 6ºC por 24 horas. No caso da versão caseira, a atenção deve ser redobrada quanto à contaminação de salmonela.

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Exercícios que garantem resultados mais rápidos

Desafie seus limites com 4 exercícios simples

Você já desistiu de alguma atividade física por não ver resultados logo? Separamos 4 exercícios simples que, além de altamente eficazes, podem ser feitos em sua própria casa!
Nada de ter que frequentar ambientes que você não gosta e de ter que pagar taxas de matrícula abusivas. Ponha uma roupa leve, calce seu tênis e vamos começar.

Abdominais

Deite num colchonete ou num tapete dobrado. Deixe os joelhos flexionados e os pés apoiados no chão. Com os braços esticados em cima da cabeça, eleve o tronco em direção aos joelhos, contraindo o abdômen. Cuidado para não forçar o pescoço e lembre-se de que não vale encostar a cabeça no chão antes de terminar a série!

Flexão de braços

Com os joelhos em um colchonete ou tape, abra os braços e apoie as mãos no chão, alinhadas aos ombros. Flexione os cotovelos como se fosse encostar o peito no chão.

Agachamento

Fique em pé. Separe as pernas e alinhe-as com o quadril. Pés devem estar ligeiramente “para fora”, passando um pouco da linha dos ombros. Agache, vagarosamente, e depois levante em velocidade normal. Contraia bem todos os músculos, principalmente o abdômen.

Elevação de calcanhar

Com as pernas levemente fechadas, fique de pé na frente de uma cadeira. Eleve os calcanhares e volte sem encostá-los no chão.

Exemplo de treino para iniciantes

Comece fazendo 5 repetições para cada exercício. Mantenha a proporção “um dia sim e o outro não”, e vá intercalando mais 2 ou 3 a cada semana que passar – ou até você sentir que já está ficando fácil. Quando estiver completando 15 repetições tranquilamente, faça assim:

1ºdia – 1×15;
2ºdia – Caminhada ou dança;
3ºdia – 2×15;
4ºdia – Caminhada ou dança;
5ºdia – Forte repetição de cada exercício;
6ºdia – Caminhada ou dança
7ºdia – DESCANSO.

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9 dicas para controlar a ansiedade e ajudar a emagrecer

ansiedade e emagrecimento

Oi gente!
Tudo tranquilo aí?

Falar de ansiedade é super comum, né? A ansiedade já faz parte da nossa rotina e o excesso dela pode comprometer o bem-estar, levar ao estresse e até o surgimento de doenças e transtornos alimentares, como a anorexia nervosa, bulimia nervosa, alimentação compulsiva, entre outros. No entanto, há uma série de hábitos saudáveis que podem ajudar a controlar ou diminuir o nível de ansiedade.

Dê atenção à alimentação – Descontamos a ansiedade de diversas formas, portanto, ao iniciar uma refeição, preste atenção na alimentação, coma devagar e mastigue bem os alimentos. Isso vai te dar uma maior sensação de saciedade.

Doces – No momento da ansiedade, muitas pessoas optam por comer doces. Se essa vontade for grande, dê preferência aos alimentos com baixas calorias, como gelatinas, balas de alga, doces com frutas e até mesmo frutas.

Exercite-se – Se quiser obter o controle das reações da mente e do corpo, abuse dos exercícios. O estresse e situações difíceis estão diretamente relacionados com a ansiedade. Por isso, para combatê-la, a atividade física pode ser uma ótima alternativa. (Nós temos vários vídeos de exercícios aqui no blog, como este aqui!)

Estimulantes – A ansiedade pode ser estimulada sem ao menos notarmos, por isso, evite álcool, bebidas com cafeína, chás verdes e cigarros, pois estas substâncias são estimulantes e podem aumentar a sensação de nervosismo.

Ambiente – A ansiedade está fortemente associada à compulsão, por isso, durante as refeições, fuja de ambientes agitados, e evite distrações como assistir televisão, usar o computador ou celular. Isso ajudará a ter uma refeição mais tranquila, adequada e agradável.

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Desvie o foco – Não desconte a ansiedade nos alimentos. Desvie o foco da comida e busque fazer outras atividades, como ouvir música e assistir um filme. Tenha sempre uma alternativa para deixar o alimento de lado e relaxar. Estando com a mente ocupada, a ansiedade não terá espaço.

Concentração – Normalmente em momentos onde a ansiedade está alta, nossa respiração muda, e passa a ficar rápida e curta. Nessa hora é indispensável se concentrar para deixar a respiração completa e profunda.

Autoconhecimento – Algo muito importante é se conhecer e entender os pontos que devem ser melhorados ou aperfeiçoados. Descubra quais são as suas fraquezas, pois o autoconhecimento ajuda a controlar a ansiedade.

Beba chá – Os chás que contêm substâncias sedativas suaves também ajudam no autocontrole. Dê preferência para os chás de melissa, camomila e erva doce. O maracujá também possui propriedades calmantes, tanto a fruta como suas folhas.

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Grande abraço!

Dieta cetogênica é uma boa?

Dieta cetogênica: conheça os prós e contras desse método

Dieta cetogênica emagrece?

Bom, ela pode, sim, emagrecer. Afinal, a dieta cetogênica reduz bastante o consumo de carboidratos, que são nossa maior fonte de energia. E, quando isso acontece, nosso corpo precisa procurar fontes alternativas para extrair energia e continuar funcionando. Consequentemente, ele irá precisar tirar energia da nossa reserva calórica: a gordura.
No entanto, essa queima de gordura irá levar à liberação de corpos cetônicos, que podem causar enjoos e náuseas, quando em excesso.

Como funciona a dieta cetogênica?

Costuma ser composta da seguinte maneira: 50% de gorduras, 30% de proteínas e 10% de carboidratos. Porém, não pode ser qualquer tipo de carboidrato. Arroz branco, pão francês, açúcar, massas e não estão permitidos. De maneira geral, qualquer carboidrato simples é proibido. Enquanto isso, não há restrição quanto às proteínas e gorduras. Até mesmo os embutidos são liberados.

Cardápio dieta cetogênica

A seguir, confira um modelo de cardápio de um dia da dieta cetogênica:

Café da manhã: 3 ovos mexidos feito com 2 colheres (sopa) de óleo de coco + 1 copo de 300ml de chá de hibisco com canela ou chá verde com limão

Almoço: 250g de filé de frango + alface lisa à vontade + 3 nozes inteiras + 3 colheres de sopa de abacate

Jantar: 200g de tilápia + 1 maçã + 5 castanhas de caju + 1 colher (sobremesa) de passas + 100g de folhas mistas + 1 colher (sopa) de óleo de macadâmia

Vantagens da dieta cetogênica

Provavelmente, a única “vantagem” é a rápida perda de peso. Contudo, vale ressaltar que nem sempre isso é algo bom. Afinal, peso não indica a sua composição corporal, portanto, ao seguir essa dieta, você pode estar perdendo mais água e massa magra do que gordura.

Desvantagens da dieta cetogênica

Infelizmente, há mais itens listados do que nas vantagens.

Problemas para se concentrar: Sem carboidratos, ficamos com pouquíssima glicose no corpo. Sem glicose no corpo, o cérebro não consegue realizar bem suas funções.

Humor alterado: Os carboidratos são responsáveis por levar o triptofano ao cérebro, que é essencial para a produção de serotonina – o hormônio do bem-estar. Desse modo, é fácil ficar mal-humorado.

Possível perda de massa magra: A restrição extrema de carboidratos pode levar à queima de músculos. Isto ocorre porque a outra fonte alternativa de energia a qual o organismo irá recorrer provém dos aminoácidos presentes nos músculos.

Pode causar hipoglicemia: Poucos carboidratos resultam em baixos níveis de açúcar no sangue. Consequentemente, a hipoglicemia pode atacar.

Aumento de colesterol: A dieta cetogênica estimula o consumo de gorduras, e não só das gorduras boas. O excesso de gorduras saturadas aumenta os níveis de LDL (colesterol ruim), que pode entupir artérias e causar graves problemas cardíacos.

Maior risco de câncer:
Nos embutidos – que são permitidos pela dieta cetogênica – é possível encontrar nitritos. Essa substância aumenta o risco de câncer no aparelho digestivo.

Observações importantes

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a distribuição dos macronutrientes para pessoas saudáveis deve ser de: 55 a 75% de carboidratos, 10 a 15% de proteínas e 15 a 30% de gorduras.

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Meditação para emagrecer funciona?

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A meditação é uma prática milenar que surgiu com o intuito de colocar o indivíduo em uma jornada para o autoconhecimento. Dessa maneira, é possível descobrir o porquê de nossas atitudes, sentimentos, motivações e ações. Seria possível canalizar essa prática para obter melhores resultados no emagrecimento?

Meditação e perda de peso

Considerando que a meditação é uma prática que vai levar você a se conhecer melhor, podemos, sim, afirmar que ela vai te ajudar muito no processo de emagrecimento. Afinal, dessa maneira você descobrirá respostas para aquelas perguntas que todo mundo que quer emagrecer faz: por que não consigo me controlar? Por que exagero demais à noite? Por que sinto tanta preguiça? Por que não consigo fazer exercícios? Por que não bebo água? Por que continuo fazendo coisas que eu sei que me farão engordar?
Essas perguntas, que muitas vezes parecem ter respostas óbvias, são muito mais complicadas do que parecem. Para respondê-las, é preciso irmos de encontro ao nosso “eu interior”. O seu “eu exterior” é aquele que você mostra para os outros. É aquele que está sempre sendo cobrado para agir da maneira como a sociedade e o nosso cotidiano pede, sempre dependendo do contexto em que estamos inseridos. O seu “eu interior” é a sua verdadeira essência. É lá que você encontrará as respostas que procura para descobrir todas as suas motivações e porque você age de determinadas maneiras.

Meditação para emagrecer

Primeiramente, pode soar como uma ideia bem difícil de ser realizada. Alguns trabalham o dia inteiro e precisam cuidar de casa, alguns trabalham e estudam e outros ainda trabalham, estudam e precisam cuidar de casa. Com um dia a dia tão corrido e repleto de demandas que exigem muito de nós, como conseguir meditar? Como esvaziar a mente com tantas preocupações? Infelizmente, não há uma fórmula mágica. Caso queira fazer esse investimento na sua saúde mental, você vai precisar de muita paciência, foco e disciplina, além de um lugar calmo, arejado e confortável.

Bases científicas sobre meditação e emagrecimento

Um estudo realizado pela Universidade de Otago, Nova Zelândia, concluiu que meditar funciona melhor do que “fazer dieta”. O estudo saiu no American Journal of Health Promotion (http://www.healthpromotionjournal.com/) e foi feito com 225 mulheres pelo período de 2 anos. As mulheres foram divididas em 3 grupos, sendo que aquelas que meditavam tiveram mais sucesso no emagrecimento do que aquelas que não cultivavam esse hábito.
Segundo os pesquisadores, a meditação ajudaria a pessoa a se ater mais à ansiedade e prestar mais atenção no que come.

Benefícios da meditação

– Reduz o estresse
– Diminui a ansiedade
– Aumenta o bem estar e a autoestima
– Estimula a criatividade
– Diminui a insônia
– Aumenta a inteligência e a memória

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