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Comer um ovo por dia ajuda a ganhar músculos e perder gordura

Quando pensa no consumo de proteínas, pouca gente se lembra dele, mas o ovo é uma alternativa bastante saudável para repor os aminoácidos essenciais ao funcionamento do organismo. “As proteínas são de extrema importância para o nosso organismo por sua função construtora e reparadora, além de participarem da formação de hormônios, enzimas e anticorpos”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf, do Centro Brasileiro De Nutrição Funcional.

A variedade de opções no preparo (cozido, mexido ou em omeletes) conta a favor de inclusão do ovo na dieta, que ainda ganha reforço de vitaminas, minerais e lipídios (presentes em grandes quantidades na gema). “Mais de 50% da vitamina B2 do ovo está na clara, de fácil digestão e ideal para quem treina e quer desenvolver músculos”, afirma a especialista. “Nunca coma ovos crus, prevenindo a salmonela (bactéria que traz infecção intestinal).

Entre a turma da academia, o xodó é a albumina: esta proteína tem alto valor biológico, excelente biodisponibilidade (é facilmente aproveitada pelo organismo e fácil digestão. A albumina possui os nove aminoácidos necessários para o processo de anabolismo (aumento de massa muscular), contribui para a regeneração de tecidos musculares, unhas, pele e cabelo (faz crescer cabelos), revitaliza funções orgânicas devido ao seu valor energético e impulsiona o sistema imunológico. A albumina está contida, principalmente, na clara. “A clara também dispõe de leucina, um aminoácido que ajuda a manter os músculos e diminui a massa gorda (gordura).

A gema, por sua vez, é rica em ômega 3, gordura excelente para o cérebro e que estimula o equilíbrio da insulina com a glicose, mais um fator para regular a compulsão e a resistência insulínica, que é o maior fator de risco para a Síndrome Metabólica. Ela também age no combate da anemia. “O ovo combate não apenas a anemia por deficiência ferro, mas também a chamada anemia perniciosa graças à presença de vitamina B 12”, diz a nutricionista.

Consumo diário

Para contar com esses benefícios, o ideal é incluir ao menos um ovo (de galinha) por dia na sua alimentação o de codorna é ainda mais rico em colesterol comparado com o de galinha. Em cada 50 gramas (o equivalente a cinco ovinhos), há 422 miligramas da substância. Mas não é só: ele também tem maior quantidade de fósforo e ferro do que seu concorrente e só perde no quesito vitamina A.

Apesar da digestão mais lenta, o ovo pode ser ingerido no jantar e é um ótimo substituto para as carnes vermelhas (principalmente entre as pessoas de idade mais avançada e com dificuldade para mastigar). “Mas minha recomendação é consumo de um ovo no café da manhã, porque ele traz saciedade e evita que o paciente fique besliscando”, afirma a nutricionista.

Quanto à cor da casca, não há com o que se preocupar: ela indica apenas a cor da galinha. As brancas põem ovos brancos, as vermelhas põem ovos vermelhos. E não há diferença nutricional relevante entre os ovos de granja e os chamados caipiras, que têm uma coloração mais amarelada. Isso se deve ao tipo de alimentação. A especialista lembra que as galinhas caipiras são criadas soltas e comem o que encontram pela frente, incluindo vegetais mais coloridos, enquanto as de granja se alimentam apenas de ração.

O colesterol

Por muitos anos, o ovo foi visto como inimigo do coração. Mas pesquisas recentes comprovam que não há risco de doença cardiovascular para pessoas que consomem até um ovo por dia, de acordo com a nutricionista. Para preservar sua saúde, evite o consumo de ovos fritos, que têm mais calorias totalmente dispensáveis.

Amigo da memória

O ovo também é fundamental à mesa de quem tem mania de esquecer tudo. Isso acontece porque ele é uma ótima fonte de colina, proteína que melhora a memória e a cognição. Além disso, ele tem as vitaminas B2, B6, B12, E, K, D e ácido fólico. Zinco, cálcio, selênio ( boa quantidade), fósforo e ferro também estão presentes. “Devido a todos esses nutrientes, o ovo deve fazer parte da dieta de todos os indivíduos, salvo aqueles com alguma intolerância ou alergia alimentar”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Alimentos Low Carb: conheça os 32 melhores

Seguir uma dieta Low Carb é muito mais fácil do que você pensa. Confira essa lista com 32 alimentos super acessíveis, gostosos e, em sua maioria, baratos:

  1. Ovos

Os ovos estão entre os alimentos mais saudáveis e mais nutritivos do planeta.

Eles são carregados com todos os tipos de nutrientes, incluindo importantes nutrientes cerebrais e compostos que podem melhorar a saúde ocular. Carboidratos: quase zero.

2. Carne de vaca

Todos os tipos de carne estão perto de zero carboidrato. Uma exceção são os órgão, como o fígado, que é cerca de 5% carboidratos. Carne é altamente saciante e rica em nutrientes importantes como ferro e B12. Existem dezenas de diferentes tipos de carne bovina, de bife a carne moída. Carboidratos: zero.

3. Cordeiro

Como carne de vaca, a carne de cordeiro contém inúmeros nutrientes benéficos, incluindo ferro e B12. O cordeiro é frequentemente alimentado com erva, e tende a ser rico em um ácido gordo benéfico chamado ácido linoleico conjugado . Carboidratos: zero.

4. Frango

Outro alimento low carb é a carne de frango. A galinha é uma das carnes mais populares do mundo. É rica em muitos nutrientes benéficos, e uma excelente fonte de proteínas. Carboidratos: zero.

5. Carne de porco 

A carne de porco é um outro tipo delicioso de carne, e o bacon é um alimento favorito de muitas pessoas em low-carb. Bacon é uma carne processada,no entanto, é geralmente aceitável comer quantidades moderadas de bacon em uma dieta baixa em carboidratos. Basta comprar o seu bacon localmente, sem ingredientes artificiais, e certifique-se de não queimar seu bacon ao cozinhá-lo. Carboidratos: zero. Mas leia o rótulo e evite bacon que é curado com açúcar.

Peixe e frutos do mar

Peixes e outros frutos do mar tendem a ser incrivelmente nutritivos e saudáveis. Eles são particularmente ricos em B12, iodo e ácidos graxos omega-3, nutrientes que muitas pessoas não recebem o suficiente na alimentação. Como a carne, praticamente todos os peixes e frutos do mar contém nenhum carboidrato.

6. Salmão

O salmão está entre os tipos mais populares de peixes entre indivíduos que procuram melhorar a saúde, por uma boa razão. Ele é um tipo de peixe gordo, o que significa que contém quantidades significativas de gorduras saudáveis para o coração, neste caso os ácidos graxos omega-3. Salmão também é rico em B12, iodo, e contém uma quantidade significativa de vitamina D3. Carboidratos: zero.

 

7. Truta 

Como o salmão, a truta é um tipo de peixe gordo que é rico em ácidos graxos omega-3 e outros nutrientes importantes. Carboidratos: zero.

8. Sardinha

Sardinhas são peixes oleosos que são geralmente comidos quase inteiros, com ossos e tudo. Estão entre os alimentos mais nutritivos, e contêm quase todos os nutrientes que o corpo humano precisa. Carboidratos: zero.

9. Crustáceos

É uma pena que o marisco raramente faz parte da alimentação das pessoas. Entretanto, estão entre os alimentos mais nutritivos do mundo, e contêm pequenas quantidades de carboidratos. Carboidratos: 4-5 gramas de carboidratos a cada 100 gramas de marisco.

Outros peixes e frutos do mar low carb:

  • Camarão;
  • Lagosta;
  • Arenque;
  • Atum;
  • Bacalhau;
  • Linguado.

Legumes

A maioria dos vegetais são baixos em carboidratos. Folhas verdes e vegetais crucíferos são particularmente baixos, com a maioria dos carboidratos neles consistindo de fibra. Por outro lado, legumes com amido, como batatas, são ricos em carboidratos.

10. Brócolis

O brócolis é um vegetal crucífero saboroso que pode ser comido cru ou cozido, ele também considerado um dos ótimos alimentos low carb. É rico em vitamina C, vitamina K e fibra, e também contém compostos que ajudam a combater o câncer. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas.

11. Tomates

Os tomates são tecnicamente frutas, mas são geralmente consumidos como legumes. Eles são ricos em vitamina C e potássio. Eles são considerados alimentos low carb. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas.

12. Cebolas

As cebolas são deliciosas e adicionam sabor às receitas. Elas são ricos em fibras, antioxidantes e vários compostos antiinflamatórios. Carboidratos: 9 gramas a cada 100 gramas.

13. Couve de bruxelas

As couves-de-bruxelas são vegetais altamente nutritivos, relacionados ao brócolis e à couve. São muito ricos em vitamina C e vitamina K, e contêm inúmeros compostos de plantas benéficas. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas.

14. Couve-flor

A couve-flor é um vegetal saboroso e versátil que pode ser usado para fazer todos os tipos de coisas interessantes na cozinha. É rico em vitamina C, vitamina K e folato. Carboidratos: 5 gramas a cada 100 gramas.

15. Couve

A couve é um vegetal muito popular entre os indivíduos saudáveis. É carregado com fibra, vitamina C, vitamina K e antioxidantes. Por isso, possui inúmeros benefícios para a saúde. Carboidratos: 10 gramas a cada 100 gramas.

16. Berinjela

Berinjela é outra fruta que é comumente consumida como um vegetal. Ela possui usos interessantes na alimentação e é rica em fibras. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

17. Pepino

Pepino é um vegetal popular com um sabor suave. Consiste principalmente de água, com uma pequena quantidade de vitamina K. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas.

18. Pimentões

Os pimentões são muito ricos em fibra, vitamina C e antioxidantes. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

19. Aspargo

Aspargo é um vegetal rico em fibra, vitamina C, folato, vitamina K e antioxidantes. Também é muito rico em proteínas em comparação com a maioria dos vegetais.

Carboidratos: 2 gramas a cada 100 gramas.

Outros legumes de baixo teor de carboidratos

  • Aipo;
  • Espinafre;
  • Abobrinha;
  • Acelga;
  • Repolho.

Com a exceção de vegetais de raiz amiláceos, praticamente todos os vegetais são pobres em carboidratos.

20. Abacate

As frutas são saudáveis, mas nem sempre são indicadas para uma alimentação low carb. Isso porque a maioria das frutas tendem a ser ricas em carboidratos em relação aos vegetais. No entanto, isso não se aplica a frutas gordurosas como abacates ou azeitonas. Frutas com baixo teor de açúcar, como morangos, também são excelentes. O abacate é um tipo único de fruta. Em vez de ser rico em carboidratos, ele é rico em gorduras saudáveis. Eles também são extremamente ricos em fibras e potássio, e contém quantidades decentes de todos os tipos de outros nutrientes. Uma ótima opção de alimentos low carb. Carboidratos: 8,5 gramas a cada 100 gramas. Tenha em mente que a maioria (cerca de 78%) dos carboidratos no abacate são fibras.

21. Azeitonas

A azeitona é outra fruta deliciosa com alto teor de gordura. É muito rica em ferro e cobre, e contém vitamina E. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

22. Morangos

Morangos estão entre as frutas mais pobres em carboidratos. Eles são muito ricos em vitamina C, manganês e vários antioxidantes. Carboidratos: 8 gramas a cada 100 gramas.

23. Damasco

Cada damasco contém pouco carboidrato, mas muita vitamina C e potássio.

Carboidratos: 11 gramas a cada 100 gramas.

Outros frutos low carb:

  • Limões;
  • Kiwi;
  • Laranjas;
  • Framboesas.

Nozes e sementes

Nozes e sementes são muito populares em dietas de baixo teor de carboidratos. Eles são ricos em gordura, fibras, proteínas e vários micronutrientes.

24. Amêndoas

Amêndoas são incrivelmente saborosas. Elas são ricas em fibra, vitamina E e estão entre as melhores fontes do mundo de magnésio. Além disso, as amêndoas podem ajudar promover a perda de peso. Carboidratos: 22 gramas a cada 100 gramas.

25. Nozes

As nozes são ricas em ácido graxo omega-3, elas também podem ser consumidas sem medo por serem low carb. Carboidratos: 14 gramas a cada 100 gramas.

26. Gorduras e óleos

Uma vez demonizada pelo alto teor de gordura saturada, estudos têm mostrado que a manteiga é na verdade um alimento saudável quando consumido sem exageros. Existem muitas gorduras e óleos saudáveis que são aceitáveis em uma alimentação low carb e baseada em alimentos de verdade. Apenas certifique-se de evitar óleos vegetais refinados como óleo de soja, óleo de milho e outros.

Carboidratos: zero.

27. Azeite extra virgem

O azeite virgem é outro exemplo de gordura saudável e faz parte dos alimentos low carb. É rico em antioxidantes poderosos e compostos antiinflamatórios, e tem benefícios impressionantes para a saúde cardiovascular. Carboidratos: zero.

28. Óleo de coco

Óleo de coco é uma gordura muito saudável, carregado com ácidos graxos de cadeia média que têm poderosos efeitos benéficos sobre o metabolismo. Ele também é um alimento low carb. O consumo de óleo de coco pode reduzir o apetite e aumentar a queima de gordura.  Carboidratos: zero.

Bebidas

29. Água

Obviamente, água é sempre a melhor opção de bebida, não importa qual o estilo de alimentação que você siga. Carboidratos: zero.

30. Café

O café também faz parte dos alimentos low car. Ele é uma das melhores fontes de antioxidantes na dieta, beber café diminui o risco de várias doenças graves, incluindo diabetes tipo 2, doença de Parkinson e Alzheimer. Apenas certifique-se de não adicionar nada insalubre ao seu café, como açúcar. Carboidratos: zero.

31. Chá

Chá, especialmente chá verde, possui vários tipos de benefícios de saúde impressionantes. Também pode aumentar a queima de gordura ligeiramente . Carboidratos: zero.

32. Ervas, especiarias e condimentos

Há uma infinita variedade de deliciosas ervas, especiarias e condimentos que você pode comer. A maioria deles é muito baixa em carboidratos, como sal, pimenta, alho, gengibre, canela, mostarda e orégano.

 

 

Conteúdo tirado do site Dr Juliano Pimentel

Não deixe o seu humor abalar a dieta

Você sabia que o seu humor pode afetar bastante a sua dieta? É comum, qualquer tipo de alteração na rotina fazer o humor oscilar: seja por conta do trânsito, do despertador que não tocou, da mancha de café que apareceu na camisa branca, etc. E é só mudar seu estado de espírito que logo aparece aquela vontade incontrolável, e aparentemente sem motivos, de comer doces, comidas incrementadas e até de passar o dia inteiro beliscando. Uma vontade, aparentemente, sem motivos. “A busca por determinado alimento tira a atenção que seria concentrada na emoção”, diz a nutricionista Daniela Hueb. Veja algumas reações, citadas pela especialista, que fazem você comer compulsivamente.

Fim à tristeza

Quando a felicidade sai de cena, a busca por petiscos provoca uma sensação momentânea de que o sentimento não está ali. “Passar o dia beliscando é uma tentativa de direcionar a atenção a algo que não seja a emoção do momento”, explica a nutricionista.

Chega pra lá na ansiedade

Antes de uma entrevista de emprego ou daquele passeio que está sendo programado a dias, a ansiedade aparece e a busca por chocolates e doces suculentos, em geral, aumenta. “Eles são fáceis de ingerir e causam tranquilidade momentânea”, explica Daniela Hueb.

Passa fora no desânimo

Problemas na empresa, brigas com o namorado e algumas discussões com a família podem fazer o desânimo aparecer. Alimentos coloridos deixam o dia mais alegre quando ele parece não fazer sentido. “Essa emoção faz a pessoa buscar, por exemplo, sanduíches grandes e sorvetes com diversas coberturas”, explica a nutricionista.

Pontapé no nervosismo

Quando o nervosismo aparece, a vontade de comer alimentos crocantes cresce. “Esse tipo de alimento precisa ser mastigado com maior força, tornando-se mais atraente quando a pessoa está nervosa”, completa a especialista.

Para não cair na tentação

Quando a alimentação serve de válvula de escape para o descontrole dos sentimentos, seguir o regime parece ser uma tarefa difícil. Organizar o dia a dia é fundamental para não cair na cilada. “Observar o que está causando a alteração de humor e mudar os hábitos lentamente vai ajudar a não ceder às emoções”, completa Daniela Hueb.

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Veja algumas dicas da nutricionista para que seu humor não sabote a balança:

– Faça da alimentação uma rotina: coma sempre no mesmo horário; caso sinta fome, mesmo tendo se alimentado há poucas horas, espere um pouco e tome um copo cheio de água gelada.

– Crie um diário alimentar: anote nele tudo o que for consumido, a quantidade e o que sentiu em cada momento.

– Planeje lazer para si mesmo: tenha eventos agradáveis.

– Cuidado com o que guarda na despensa: chocolates e doces podem ser uma tentação quando o humor oscilar e a vontade súbita aparecer. “Tenha em mãos doces ou sorvetes em versões light, mas, mesmo assim, não é para abusar”, alerta a nutricionista.

– Pratique esportes: a atividade física, ao menos duas vezes por semana, provocará uma sensação de descanso. Se não tiver tempo, separe-a para os finais de semana. (Para ajudar, nós temos vários vídeos de exercícios aqui no blog, como este aqui!)

Para ajudar a seguir firme e forte na dieta, nós temos reuniões online com nutricionistas e psicóloga toda semana, sabia?  São abordados vários temas que super legais para o suporte ao emagrecimento. Faça aqui uma avaliação de peso gratuita e comece a emagrecer com a gente! 😉

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12 dicas para emagrecer de forma saudável e duradoura

Não sabe por onde começar a dieta? Está difícil manter o foco? Confira essas dicas:

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1. Não tenha pressa

Se está acima do peso, pergunte-se há quanto tempo carrega esse excesso.
Então, para que eliminar peso do dia para a noite?

2. Anote tudo o que come

Anote em um aplicativo ou caderno tudo o que comer nos dias úteis e também nos finais de semana. Após visualizar, dê uma nota de 0 a 10 para suas refeições. Sua nota não foi próxima a 10? É hora de mudar seus hábitos alimentares;

Quer ajuda na hora de anotar suas refeições? Assine o aplicativo do Dieta e Saúde e comece agora a emagrecer

3. Não exclua de um dia para outro aquele alimento que só de pensar dá água na boa

Na verdade, nunca o exclua, mas saiba quando e quanto pode ingeri-lo.

4. Deixe o seu prato colorido.

Saladas e legumes devem estar presentes diariamente no almoço e jantar. Preencha metade do seu prato com essas opções que tem pouquíssimas calorias e dão bastante saciedade;

5. Desembale menos e descasque mais

Já ouviu essa frase? Significa que é pra você ter como base da sua alimentação os alimentos frescos e não os que vem dentro de pacotinhos, latinhas etc;

6. Mastigue bem os alimentos

Coma devagar e mastigue bastante os alimentos. Isso é super importante para melhorar sua percepção de saciedade. Se você devora um prato em menos de 10 minutos, não dá tempo do seu cérebro perceber que você se alimentou e é nesse momento que surge aquela necessidade de um doce após a refeição;

7. Evite o consumo de bebidas alcoólicas

Mas se gosta muito, tente reduzir pela metade a quantidade que consome atualmente;

8. Controle a ansiedade.

Encontre uma distração ou um hobby que faça com que a sua atenção desvie da comida. Confira aqui 6 alimentos que combatem a ansiedade

9. Programe-se

Reserve uma hora do seu domingo para deixar legumes e verduras lavados e picados para toda a semana. Dessa forma, você elimina aquela famosa “preguiça de lavar salada” e terá vegetais em todo almoço e jantar;

10. Beba muita água.

Coloque o celular para despertar a cada x horas com o título: tomar água. No aplicativo do Dieta e Saúde, você tem alerta para lembrar o consumo de água. Você também pode saborizar a água com frutas e especiarias que gosta;

11. Confie em você!

Tenha sempre uma atitude positiva. Estar determinada e confiante é mais do que meio caminho andado para atingir o seu objetivo.

12. Amigos da dieta

Rodeie-se de pessoas que torcem pelo seu emagrecimento. Avise sua família e seus colegas de trabalho que essa é a sua meta. Ninguém merece aquela “amiga” que te oferece doces o tempo todo e nem aquele marido que quer pedir pizza 3x na semana;

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O que comer à noite para não engordar?

O que comer à noite?

Aprenda a lidar com a fome noturna e manter-se firme na dieta

Sentir muita fome à noite pode ser um problema sério para quem está querendo emagrecer. E, não, não é porque “comer à noite engorda”. Na verdade, esse é apenas um dos inúmeros mitos que cercam o cenário nutricional. O problema aqui está no excesso, e não no simples ato de comer durante a noite.
Pessoas que sentem fome excessiva durante o período noturno, normalmente, sentem essa fome – digna de um leão – porque não comeram de maneira correta durante o dia. E, obviamente, se você come pouco durante o dia, pode apostar que, ao cair da noite, você cairá matando em tudo que vier pela frente. E o que acontece quando comemos quando estamos com muita fome? Bom, quase sempre, nós passamos (muito) da conta. Afinal, quando estamos com muita fome, temos uma tendência a comer mais rapidamente. Ao comer rápido demais, nosso cérebro não consegue “entender” que o corpo está sendo saciado – daí a importância de comer devagar. Só depois de muita comida, quando já estamos estufados, é que notamos que não precisávamos ter comido tanto. Assim, o arrependimento bate, a culpa nos consome e nos sentimos péssimos por ter desperdiçado todo aquele esforço que foi feito durante o dia.

Comer muito pouco durante o dia não adianta
Portanto, depois de tudo o que foi dito acima, essa é a primeira lição. Comer pouco durante o dia é pedir para compensar tudo à noite, comer mais do que precisa e, claro, acabar engordando.

Pular refeições não ajuda a emagrecer

Pular o café da manhã, o almoço ou qualquer outra refeição só vai te atrapalhar. Em primeiro lugar, porque você vai ficar com fome, causando um estresse desnecessário e, possivelmente, fraqueza e dor de cabeça. E, em segundo lugar, porque isso só vai ajudar seu metabolismo a ficar mais lento. Ao privar seu corpo dos nutrientes necessários, ele entra em um “modo de defesa”. Como assim? Bom, nosso corpo ainda é o mesmo de quando nossos ancestrais – vulgo homens da caverna – caçavam e lutavam contra animais para não morrer de fome. Sendo assim, eles não tinham uma “rotina” alimentar como a maioria de nós temos. Comiam quando conseguiam – e nunca sabiam quando isso seria possível. E é exatamente por isso que temos uma certa tendência a armazenar gordura. Gordura é um estoque de calorias que, em caso de falta de alimentos, nos ajuda a sobreviver. Como nosso corpo não “evoluiu”, ele não sabe que nós não precisamos ficar armazenando gordura – afinal, ao contrário de nossos ancestrais, não corremos o risco de morrer de fome.
Então, resumindo, pare de pular refeições se você quer emagrecer. O segredo não é comer menos: é comer de maneira correta.

O que não comer à noite

Agora que você já absorveu algumas lições importantíssimas, vamos falar dos alimentos. Mas, antes de saber o que comer, é importante saber o que deve ser evitado.
Alimentos com alto teor de gordura, frituras, embutidos (linguiças, salsichas, salames) e queijos amarelos podem ser riscados da sua lista. E não, necessariamente, porque eles podem contribuir para um ganho de peso – lembre-se que tudo é permitido, desde que você saiba se alimentar de maneira inteligente. O que acontece é que esse tipo de comida pode – e vai – prejudicar sua digestão e seu sono. E, como você já sabe, esses fatores são importantes para quem busca o emagrecimento.

O que comer à noite para emagrecer

Vamos listar aqui alguns alimentos que podem ser bons aliados da sua dieta. Contudo, tenha em mente que nenhum alimento por si só emagrece. O que emagrece é uma boa alimentação no geral, e não alimentos isolados.

Leite

Você já ouviu falar no triptofano? Ele é aminoácido precursor da serotonina! Caso você não saiba o que é serotonina, temos certeza de que você ficará feliz em descobrir que ela é uma substância diretamente relacionada à sensação de prazer e bem-estar. E, sim, o leite é riquíssimo em triptofano! Além de ser rico em melatonina, que é um hormônio que atua na nossa regulação do sono. Agora, que tal optar por um copinho de leite antes de dormir? Se puder, dê preferência às versões desnatadas, que possuem menos gordura.

Queijo branco

Se o leite está na lista, é claro que o queijo branco não ficaria de fora, né? Afinal, assim como o leite, ele também é rico em triptofano e melatonina. Ricota e cottage também são boas opções!

Aveia

Mais uma vez, vamos falar do triptofano. Fazer o que se é uma substância tão boa para o nosso corpo, né? A aveia contém vitamina B6, que aumenta a ação do triptofano. Que tal uni-la a um derivado do leite? Iogurte desnatado com aveia é uma ótima pedida!

Chá de camomila ou erva doce

Que tal ir dormir tranquilo com uma ajudinha dos efeitos calmantes que esses chás proporcionam?

Maracujá

Não é necessário comentar sobre o efeito calmante dessa fruta. certo? Aliás, temos aqui mais uma ótima combinação para fazer: bater a polpa da fruta com leite!

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O almoço e o jantar são refeições nas quais espera-se que o consumo de energia e nutrientes seja maior, e é exatamente por isso que são consideradas grandes refeições que merecem lugar garantido no cardápio do dia. Além de ajudar a recarregar as energias para te dar aquele pique e seguir na rotina do dia, nessas refeições normalmente ocorre o consumo de nutrientes que não estão presentes nas outras, como é o caso do ferro presente em carnes, leguminosas e vegetais verde escuro.

Normalmente a dúvida é saber qual a quantidade certa e tipos de alimentos é preciso colocar no prato. Esse é também sua dificuldade? Aqui no Dieta e Saúde separamos um ótimo truque para te ajudar!

Por onde começar?

Comece imaginando uma linha divide o prato ao meio. Metade do prato você deve preencher com alimentos fontes de vitaminas, minerais e fibras, enquanto a outra metade complete com carboidratos e proteínas.

O primeiro a ir para o prato é o grupo de legumes e verduras. Capriche nas cores, tipos e sabores até completar uma metade do prato. Combine crus e cozidos para estimular a mastigação, e comece a refeição por eles. Para temperar aposte nos temperos naturais como azeite, sal, limão e ervas.

Divida ao meio a outra metade do prato e escolha um alimento ou preparação do grupo de cereais tubérculos ou raízes, as grandes fontes de carboidratos. Arroz integral, macarrão, purês, mandioca, batata, farofa, polenta, risotos, lasanhas são alguns exemplos. Se você não consegue escolher entre o arroz e o purê, diminua a quantidade de cada um.

A parte que falta do prato, complete com um alimento ou preparação do grupo de carnes e ovos, como filé de frango, omelete, estrogonofe, carne assada, entre outros. Acrescente ainda uma porção de leguminosas, ou preparações feitas com elas. Se preferir, você pode incluir as leguminosas na salada e assim acompanhar uma massa que por exemplo, substituiu o arroz. Olha aqui alguns exemplos de pratos montados assim! 🙂

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Inove nas escolhas

Bom, se você é daqueles que não gosta de comer, ou não tem muito tempo de preparar arroz e feijão no jantar e prefere um sanduiche, pode ficar tranquilo. Desde que você faça um “lanche” com cara de jantar, ou seja, de acordo a variedade de nutrientes dos pratos, não há problema algum em se deliciar com um sanduíche na última refeição do dia.

Portanto, nada de comer algumas unidades de biscoito água e sal com margarina e café puro no jantar, faça um sanduíche caprichado com pão integral, atum, tomate picado, cebola, alface, cenoura e molho de iogurte por exemplo. Já sei, vamos aos exemplos para te inspirar!

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O que achou dessas sugestões?

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Dia do lixo na dieta

Exagerei na comida. E agora?

Aprenda a lidar com os exageros na alimentação

Feriados, finais de semana, festas, datas comemorativas… Só de ouvir essas palavras, alguns já tremem de desespero. Tudo isso por causa da comida. Será que é produtivo sentir toda essa culpa ao comer? Devemos ter medo de subir na balança na segunda-feira? Abaixo, confira 3 dicas valiosas para aprender a ter uma melhor relação com os alimentos.

1. “Exagerar” é normal

Antes de entrar nos méritos dessa explicação, vamos nos ater ao seguinte: o “exagero” deve estar bem contextualizado. Não entendeu nada? Calma que já vamos explicar. A comida costuma ser um fator muito importante em nossas comemorações. Casamentos, festas de aniversário e, até mesmo, reuniões com amigos que não vemos há muito tempo são todas ocasiões especiais onde a comida tem um papel especial. Imagine como seria chato ter que se privar daquelas comidas tão gostosas em eventos tão únicos. Todos comendo salgadinhos na festa do seu melhor amigo e você comendo salada. Todos comendo bolo no casamento da sua melhor amiga e você comendo fruta. Será que é preciso apelar assim? A resposta é: não.
Você pode – e deve – participar ativamente desses eventos. E, sim, isso inclui comer. Se você se alimenta corretamente na sua rotina, pode ter certeza de que uma festinha não vai acabar com todos os seus esforços.

2. Um exagero só não vai te engordar

Sério, pode ficar tranquila. Se o exagero não faz parte da sua rotina, não tem por que ficar se martirizando. Muitos pensam que se comerem demais em UM dia da semana, estarão jogando no lixo o esforço de todos os outros SEIS dias. Uma simples continha matemática já mostraria que isso não faz o menor sentido, não é mesmo? Portanto, não deixe de ir naquela festa ou naquele restaurante com os amigos por medo de engordar.

3. Não tenha medo da comida

Ter medo da comida não contribui em absolutamente nada para o emagrecimento saudável. Isso só vai fazer com que você sinta culpa sempre que comer algo que “fuja” da sua dieta. E, como você já sabe, isso é exatamente o que nós, do Dieta e Saúde, não queremos que aconteça. Queremos que você aprenda a ter uma boa relação com os alimentos por meio de uma reeducação alimentar. Desse modo, você não vai ficar se odiando por ter comido um brigadeiro ou um salgadinho. Aprenda a dosar a quantidade e a frequência dos alimentos que você consome. Sem equilíbrio e autoconhecimento é impossível manter uma vida saudável.

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Os problemas com o peso vieram desde cedo: apelidos, dificuldade para fazer exercícios físicos, lesões e até deixar de praticar o tão amado futebol. “Sempre sofri bullying por causa do meu peso. Não fazia sucesso com as mulheres, tinha dificuldades para ajudar meu pai na fazenda e, depois de um tempo, tive até que parar de jogar bola e andar a cavalo. Devido ao excesso de peso, tive duas torções no joelho enquanto jogava futebol. O trabalho na fazenda de seu pai na pequena cidade de Nhandeara no interior de São Paulo demandava muito esforço
físico e ele sentia dificuldades para realizar as tarefas diárias. A transpiração em excesso era uma das coisas que mais o incomodavam. “Lá o trabalho era muito pesado, além de fazer muito calor aqui em Nhandeara onde moro. Por estar acima do peso, eu me sentia completamente indisposto e transpirava muito. Transpirava até parado”!

Depois de passar pela nutricionista, endocrinologista e por um psicólogo, Lucas admite que não adiantava ter todo esse auxílio sem antes mudar sua mentalidade. “Com 18 ou 19 anos eu cheguei a fazer um acompanhamento com uma nutricionista, mas não deu certo. Não foi por culpa dela, mas sim da minha mentalidade. Eu ainda precisava entender a necessidade de manter uma vida saudável. Também cheguei a passar no endocrinologista e consegui perder 10kg, mas decidi parar com o tratamento. Além dos remédios serem caros, eu não queria viver à base desses medicamentos fortes”.

Passado um tempo, Lucas foi aprovado no vestibular e foi morar em outro estado. A partir desse momento, os problemas com a balança se agravaram. Com uma rotina desgastante, ele não conseguia se alimentar bem e acabou engordando mais do que esperava. “Fiquei 6 anos morando em Maringá, no Paraná, para fazer faculdade e foi lá que piorei ainda mais. Além de estudar, eu trabalhava em um escritório, ficava sentado o dia inteiro e só comia porcaria. Em Maringá, a cada esquina você encontra um restaurante baratinho. Embarquei pesando cerca de 130kg e, quando voltei para minha cidade, estava pesando 180kg. ”

O Reencontro com o Dieta e Saúde

“Quando voltei para Nhandeara, fiquei no Seguro-Desemprego por um tempo. Acabei recebendo o convite de uma prima que mora em Petrópolis, no Rio de Janeiro, para passar um tempo com ela. Como ela é médica, quis me ajudar a perder peso imediatamente. Começamos a pesquisar sobre coisas relacionadas à dieta e ela encontrou o Dieta e Saúde. Conforme ela foi me explicando sobre a metodologia da Dieta dos Pontos e sobre como funcionava o aplicativo, eu percebi que aquela tela não me era estranha. Ao fazer minha avaliação e cadastro no site, vi que eu estava certo lembrei de tudo: eu já tinha feito cadastro no Dieta e Saúde há, mais ou menos, 3 anos., mas Ssequer cheguei a usar. Dessa vez, com a explicação da minha prima, fiquei impressionado com a facilidade de usar o aplicativo e comecei a usá-lo na hora!

Impressionado, Lucas se empolgou e começou a incluir exercícios físicos leves em sua rotina. “Eu achava incrível que o app me lembrasse a hora de comer e quando devia beber água. Me adaptei bem rápido e perdi 3kg logo na primeira semana!”! Além do Dieta e Saúde, comecei a usar a academia do condomínio em que eu estava hospedado e até a fazer natação. Quem também me ajudou muito nesse período foi a Dona Dalva, que trabalhava para minha prima. Por já ter trabalhado em restaurantes, ela possuía uma habilidade ímpar na cozinha! Eu olhava as sugestões dos cardápios diários no aplicativo e mostrava para a Dona Dalva, que ficava responsável por preparar as refeições. Fiquei com minha prima até dia 29 de maio, mais ou menos, e já estava pesando 159kg! Era uma vitória para mim”.

De volta para minha terra

“Quando voltei para minha terrinha, foi a vez de pedir a ajuda da minha mãe na cozinha.
Continuei utilizando o Dieta e Saúde e, até agora, perdi 74kg. Hoje, fico muito
feliz de usar roupas menores. No ápice do meu peso, cheguei a usar camisetas
XGG e calças 70. Hoje, uso GG e calças 50. Também me sinto mais confiante em
relação às mulheres, é, simplesmente, outra vida.

Ainda há metas para bater

Agora, Lucas está perto de realizar um sonho, de voltar a andar a cavalo e de poder
voltar a jogar futebol. “Sempre quis pular de paraquedas, mas na época
precisava ter cerca de 70kg, além de estar com a saúde em dia. Não sei como
funciona atualmente, mas em breve vou realizar essa meta. Ainda tenho alguns
quilos para perder e a minha meta é chegar em dois dígitos na balança.
Futuramente, quero voltar a jogar futebol! ” “Jamais imaginaria que eu fosse me tornar um dos casos de sucesso. Essa dieta de pontos é excelente! Poder emagrecer comendo de tudo é incrível! Já indiquei o Dieta e Saúde para muitas pessoas e várias delas começaram a utilizar por minha recomendação”.

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Exercícios físicos diminuem a vontade de comer doce, diz estudo

A resposta para o vício no açúcar pode estar nos exercícios

A primeira coisa que você tem que ter em mente é que é possível, sim, emagrecer sem ter que deixar de comer aqueles doces que você ama! Com uma reeducação alimentar bem feita, você perde peso de maneira natural e sem privações exageradas! E se você ainda duvida que isso é possível, clique aqui para ver vários depoimentos de pessoas que emagreceram sem ter de deixar que comer o que gostam!

Agora, vamos a parte dos exercícios! Confira o texto publicado pelo site Minha Vida, que mostrou os resultados de uma pesquisa feita pela Universidade de Leeds, na Inglaterra.

Para o trabalho, feito com 180 participantes, foram avaliadas a capacidade respiratória das pessoas, sua composição corporal e seus índices metabólicos. Depois, foram criados três grupos, entre os que praticavam alguma atividade de alta intensidade, média intensidade e baixa intensidade.

O próximo passo foi registrar o apetite de cada participante, incluindo seus gostos pessoais e grau de saciedade. Na análise, foi possível observar que os participantes mais ativos esportivamente consideravam em até 15% das vezes comidas gordurosas como menos atraentes do que os menos ativos.
Apesar dessa análise, os autores do estudo destacam que ainda são necessários novos testes. “O que nós descobrimos é que existe uma clara relação entre a intensidade da atividade física, aumentando a frequência cardíaca, produzindo suor e o desejo de comer itens cheios de gordura”, disse o pesquisador Graham Finlayson, em entrevista para o jornal The Telegraph.
“Podemos especular que aqueles que já ganham sua recompensa e alegria diárias ao se exercitarem são menos propensos a sucumbir às tentações das junk foods”, finaliza ele.

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A Dieta Detox vem conquistando um espaço considerável entre outras tantas dietas da moda. Com a promessa de “desintoxicar” proporcionando um rápido emagrecimento, ela vem ganhando muitos adeptos. Contudo, ela tem seus (muitos) problemas.

Desintoxicação

Eis a palavra que é a pura essência desse método. Por alguma razão, as pessoas, simplesmente, “piram” ao ouvir esse termo. A mídia obteve um êxito tão grande em relacionar a palavra “desintoxicação” ao emagrecimento e o desinchaço que qualquer alimento com tal atributo é endeusado instantaneamente. Consequentemente, a indústria que vende tais produtos lucra horrores com falsas promessas. O que a maioria não sabe é que nosso próprio corpo já possui, naturalmente, mecanismos naturais de desintoxicação: o fígado e o sistema renal. Portanto, se você quer começar uma dieta detox porque quer “desintoxicar” seu corpo, saiba que você estará perdendo tempo (e dinheiro). Quer manter seu corpo livre de toxinas? Basta manter uma alimentação saudável! Consuma legumes, verduras, alimentos integrais, carnes magras, beba muita água e pronto! Você estará “desintoxicada”, saudável e cheia de disposição.

Dieta Detox emagrece?

Sim, emagrece. Contudo, isso não quer dizer, necessariamente, algo bom. Esse método faz com que você perca peso devido a drástica redução de calorias consumidas. Obviamente, isso faz com que a pessoa acabe emagrecendo. No entanto, o método não leva em conta sua saúde mental nem sua saúde física. Além de não levar em conta sua necessidade calórica e te privar de nutrientes essenciais presentes em alimentos sólidos.

Quais os riscos?

Ao trocar uma alimentação normal por uma dieta líquida, você restringe seu corpo de diversos nutrientes que podem estar presentes em carnes, ovos, leites e derivados. Ao fazer isso por vários dias, os danos na saúde vão ficando evidentes: fraqueza, tonturas, dores de cabeça, dificuldade de concentração e, em casos mais graves, desmaios.
Além disso, o excesso de líquidos não é algo bom. O controle de eletrólitos (potássio e sódio) no corpo, feito pelos rins, pode passar por um desequilíbrio, aumentando a eliminação de água. Isso, em casos mais sérios, provoca desidratação.
O fígado pode ficar sobrecarregado, devido a ingestão exagerada de bebidas líquidas, e não realizar bem suas funções.
E, por fim, você corre um grande risco de sofrer do “efeito sanfona”. Afinal, você pode, sim, perder muito peso com a Detox. Contudo, a implantação dessa dieta não faz com que hábitos saudáveis sejam incorporados no cotidiano. Assim, uma vez que o indivíduo retorne à sua rotina alimentar antiga, o peso perdido tende a ser adquirido rapidamente.

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