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Macarrão pode ajudar a emagrecer, diz estudo

Graças à popularidade de dietas pobres em carboidratos, alimentos como macarrão são amplamente vistos como o inimigo número um quando se trata de perda de peso. Mas um estudo que relaciona macarrão com perda de peso sugere que o alimento dos domingos foi erroneamente difamado.

Macarrão na dieta: o fator glicêmico

De acordo com pesquisadores do St. Michael’s Hospital, em Toronto, no Canadá, tudo se resume ao Índice Glicêmico, que é um sistema usado para avaliar a rapidez com que um alimento afeta os níveis de açúcar no sangue. O açúcar em alimentos com alto índice glicêmico, como arroz branco, pão branco e batatas, é digerido e absorvido pelo corpo, enquanto alimentos com baixo IG, como verduras e lentilhas, são queimados lentamente.

Macarrão incompreendido

Pesquisadores investigaram a suposta ligação entre o consumo de macarrão e o ganho de peso avaliando 30 ensaios clínicos controlados, com quase 2.5 mil participantes considerados saudáveis. Os participantes do estudo comeram porções específicas de massa por semana.

Ao analisar o peso corporal dos participantes, o IMC, a gordura corporal e as medidas da cintura, os pesquisadores chegaram à conclusão que o consumo da massa não contribuiu para o ganho de peso ou aumento dos níveis de gordura. Os resultados poderiam ser explicados pelo fato de que os alimentos com IG mais baixo saciam melhor a fome e, portanto, impedem as pessoas de consumirem mais alimentos, de acordo com os autores.

Falso vilão?

Os pesquisadores observaram que, embora existam muitos tipos de massa, todos eles geralmente têm um status gastrointestinal mais baixo do que outros alimentos ricos em amido, como o pão branco. O estudo enfatizou que embora seja relativamente pobre em fibras, o macarrão tem uma classificação IG semelhante a alimentos ricos em fibras, como aveia e legumes, e uma classificação inferior ao pão integral e batatas com casca. Para esses pesquisadores, parece que o macarrão não é tão ruim assim, certo?

Conteúdo tirado do Site Vix

Benefícios do abacate para a saúde

Por muito tempo o abacate foi considerado um verdadeiro inimigo da alimentação, visto como uma fruta gordurosa e calórica. No entanto, hoje já se sabe que as gorduras encontradas no abacate, mesmo sendo calóricas, são responsáveis pela redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos no organismo, podendo prevenir doenças cardíacas e até o câncer.

Benefícios do abacate

O abacate pode agir como anti-inflamatório natural e antienvelhecimento, além de reduzir os níveis de glicose no sangue diminuindo o estresse. A ação anti-inflamatória que a ingestão do abacate proporciona é graças a vitamina E. Outra substância importante encontrada na fruta é o beta sitosterol, responsável no controle do hormônio do estresse, o cortisol. Além disso, ajuda na hidratação adequada da pele e dos cabelos (veja aqui como hidratar o cabelo com a fruta).

Também é uma fruta calórica e rica em lipídeos: 77% das calorias no abacate são de gordura. No entanto, as gorduras presente nesse alimento são de alta qualidade, se assemelhando às propriedades físico-químicas do azeite de oliva. A maior parte da gordura presente no abacate é ácido oleico. Este é um ácido graxo monoinsaturado, que tem sido associado à inflamação reduzida e tem demonstrado efeitos benéficos sobre os genes ligados ao câncer. O óleo de abacate apresenta diversos compostos bioativos, possuindo carotenóides, ácido ascórbico, compostos fenólicos, tocoferóis, fitoesteróis, entre outros. O abacate é rico em:

  • Cálcio
  • Potássio
  • Vitamina C
  • Fósforo
  • Manganês
  • Magnésio
  • Lipídios
  • Ferro
  • Cobre
  • Zinco
  • Vitamina E
  • Vitamina A (4, 5)

Abacate ajuda a emagrecer

O abacate é fonte de ômega 6, ômega 9 e ômega 7. Esses nutrientes mantém o equilíbrio no organismo, auxiliando a perda de gordura corporal. Além disso, ele pode ser incluído na dieta porque é rico em fibras, o que garante o funcionamento do intestino, além de saciar a fome. Um estudo conduzido pelo pesquisador Wien M (2013) mostrou que as pessoas que comeram abacate se sentiram 23% mais satisfeitas e tiveram um desejo 28% mais baixo de comer durante as próximas 5 horas, quando comparado com o grupo que consumiu outro alimento.

Melhora o rendimento nos treinos

O abacate ajuda a melhorar o rendimento do treino porque é um alimento muito calórico. Quando consumido antes da atividade física, o abacate ajuda na hipertrofia muscular, pois fornece energia para o treino. Além disso, contém proteína, macronutriente que ajuda na recuperação muscular. Sem contar que repõe sais minerais e ajuda a prevenir cãibras em corredores.

O potássio, também presente nessa fruta, é indicado para a recuperação muscular, ajuda na absorção das proteínas, é rico em ácido fólico, auxiliando na formação do tecido muscular, e atua nos hormônios aumentando os níveis de testosterona, que resulta em ganho de massa magra.

O abacate ainda auxilia na redução da inflamação das células, o que minimiza as dores causadas pelo exercício (fadiga). Pode ser consumido antes do treino para ter energia e depois dos exercícios, para repor os sais minerais, atuando como isotônico natural. (4, 5)

Abacate tem alto teor de fibras

Ricos em fibras, uma porção de 100 gramas de abacate contém 7 gramas de fibra, o que corresponde a 27% da quantidade diária recomendada. Grande parte da fibra do abacate é solúvel, devido a presença de gorduras monoinsaturadas (ácido oleico), que ajudam a reduzir significativamente os níveis de colesterol total, do triglicérides do sangue, além de controlar o colesterol LDL (considerado ruim) e aumentar o HDL (o colesterol bom).

Ajuda no controle do colesterol e do triglicérides

Por ser rico em ácidos graxos monoinsaturados e em fibras solúveis, o abacate auxilia no controle e na prevenção de doenças cardíacas, já que promove a redução e o controle do colesterol LDL (colesterol ruim), aumenta colesterol HDL (colesterol bom) e reduz níveis de triglicerídeos. A presença de antioxidantes e minerais também auxilia na melhora da circulação sanguínea, favorecendo a saúde cardíaca.

O ácido oléico e o B-sitosterol do abacate são utilizadas como coadjuvantes no tratamento da hipercolesterolemia, impedindo a absorção de parte do colesterol no intestino e diminuindo a síntese hepática. Além disso, estudos comprovaram redução no risco de doenças cardiovasculares associadas ao consumo de óleo de abacate.

O b-sitosterol do abacate auxilia na redução dos níveis de colesterol, porque compete pelos mesmos campos de absorção. Assim, ele diminui sua própria absorção no intestino e sua produção no fígado também é reduzida. Por ter 63% de ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, o abacate promove esse controle.

O abacate também melhora o perfil lipídico de uma forma geral. Suas fibras auxiliam na redução e controle do triglicérides, mas para notar o benefício é preciso diminuir o consumo de gorduras consideradas prejudiciais e a ingestão de alimentos ricos em açúcar.

Impede o surgimento de gases

A polpa do abacate tem propriedade carminativa (reduz a produção de gases) e é útil contra o ácido úrico. O chá das folhas, casca e sementes raladas ou moídas é considerado como diurético, favorecendo a digestão gástrica, além de ser estimulante da vesícula biliar. Portanto, pode ser utilizado em casos de prisão de ventre, diarreia e flatulências. As folhas do abacateiro também são altamente digestivas.

Abacate ajuda o funcionamento do cérebro

A presença das gorduras benéficas e de antioxidantes no abacate promove o bom funcionamento cerebral. Destacam-se a luteína (carotenóide) e o ômega 3, aliados importantes para otimizar a memória, por estimularem a renovação das células cerebrais.

Abacate pode ser consumido na gravidez?

O abacate é fonte de vitaminas do complexo B, E e ácido fólico, além de gorduras importantes como ômega 3, 6 e 9 e, especificamente para as gestantes, pode trazer muitos benefícios:

  • Bom funcionamento intestinal, porque é fonte de fibras
  • Trazer saciedade, fator importante para manter o peso nesse período, já que a progesterona pode aumentar a fome
  • Reduz o colesterol ruim por meio dos fitoesteróis que competem pelo mesmo campo de absorção
  • Fortalece o sistema imunológico por sua composição de vitaminas
  • Oferece boa ingestão de gorduras ômegas, relacionadas à melhor função cognitiva do bebê

Vale ressaltar que, apesar das vantagens, o consumo não deve ultrapassar 100g ao dia, por causa do alto valor calórico. Ou seja, se consumido em excesso pode favorecer o ganho de peso.

Diferenças do abacate e do avocado

O avocado é uma variedade do abacate, sendo menos calórico, com cerca de 10% a menos de calorias que o abacate. O avocado é bem menor que o abacate, além de ter a casca mais grossa e bem mais escura. Em comparação com sua versão comum, o avocado possui:

  • Maior quantidade de potássio e fibras
  • Mais vitaminas E e B6
  • Mais gordura saudável
  • Menos água

Como consumir o abacate para emagrecer

O abacate pode aumentar a produção de GH, o hormônio do crescimento, que auxilia a formação de músculos. Estes, por sua vez, gastam mais calorias, principalmente se consumido à noite, quando há pico na produção desse hormônio. A quantidade que deve ser consumida para obter o benefício é de uma a três colheres do fruto. O abacate pode ser ingerido de 2 a 3 vezes por semana, sozinho ou como complemento de outras refeições, como saladas ou lanches, desde que seja respeitada a quantidade de 100g do fruto.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Estudo aponta 5 piores e melhores alimentos para dieta

Uma pesquisa feita pela área de medicina da faculdade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que a perda de peso vai muito além da dieta e dos exercícios. Fazendo uma análise profunda dos hábitos alimentares de mais de 120 mil pessoas com idades entre 37 e 52 anos, foi possível identificar alimentos que engordam mais e outros que até ajudam na perda de peso, incluindo hábitos que contribuem para uma vida mais saudável.

Os médicos agruparam participantes de outros três estudos, e avaliaram, a cada quatro anos, a relação entre mudanças nos hábitos de estilo de vida e peso. Ao final do estudo, eles encontraram cinco alimentos que são uma grande armadilha para quem quer perder peso e outros cinco que são grandes aliados.

Os alimentos associados ao ganho de peso no período do estudo foram batatas fritas; outras batatas; bebidas adoçadas com açúcar; carne vermelha não processada e carnes vermelhas processadas. Os alimentos ligados ao menor ganho de peso e até mesmo à perda dele – em alguns casos – foram legumes; grãos integrais; frutas; oleaginosas e iogurte.

Os pesquisadores afirmam que a quantidade de gordura total desses alimentos não está fortemente ligada a perda ou ganho de peso, mas sim a qualidade destes.

Além disso, eles notaram que a adoção de outros hábitos, como dormir de 6 a 8 horas por noite, fazer exercícios e assistir menos a TV auxiliaram na perda de peso.

Emagreça mais mantendo um diário sobre a sua dieta

Manter um diário da dieta, anotando tudo o que se come, é mais um artifício que ajuda na redução de peso. A eficácia dessa técnica foi comprovada por uma pesquisa feita nos Estados Unidos. O estudo revelou que quem registra os alimentos que ingere emagrece em dobro.

No Brasil, a técnica é também recomendado por profissionais ligados à saúde alimentar. “Quando anotamos o que comemos, prestamos mais atenção em nossas escolhas. Assim, podemos reduzir o consumo calórico diário. Essa queda pode chegar a 30%”, diz a nutricionista Ligia Henriques.

A falta de uma ideia real do total de comida ingerida durante o dia acontece porque a memória tende a ser seletiva quando se trata de pequenas porções. Um docinho que um colega ofereceu, uma bolacha que você mastigou enquanto fechava um relatório e um refrigerante que tomou ao longo da tarde não costumam entrar na conta das calorias ingeridas.

Tudo isso deve estar registrado no diário. Como o objetivo é corrigir equívocos na alimentação e eliminá-los na sequência, o ideal é que você anote em detalhes o que come e bebe.

Dentre as anotações devem estar informações como quantas vezes por dia você ingeriu algo, os horários, as quantidades e as sensações relacionadas a cada refeição – se estava com fome antes ou não, se comeu rápido ou devagar, se estava sozinha ou acompanhada, se foi em um lugar tranquilo ou cheio de gente, se ficou satisfeita ou cheia demais etc.

Colocar o seu peso, não necessariamente diariamente, mas de vez em quando, também é uma boa saída para controlá-lo. Além disso, caso goste de escrever, você pode estender os assuntos para questões emocionais, que estão quase sempre relacionadas com o sucesso dos regimes.

De acordo com a pesquisa americana, o diário não precisa necessariamente ser feito em um caderno. Somente o ato de registrar o que você comeu, seja em um post-it, em um email enviado para você mesma ou até em um SMS, pode ser suficiente. O essencial é ser disciplinada para não esquecer nada e sincera para não burlar as regras.

A vantagem de manter o controle organizado é que, eventualmente, você pode levá-lo para seu nutricionista analisar. “O profissional consegue extrair informações importantes. É um excelente instrumento para orientar o paciente através dos erros e acertos. Eu sempre calculo o registro e sugiro substituições”, conta Ligia.

É bom lembrar que monitorar o que come não é um pré-requisito para emagrecer e, sim, um instrumento. Se você consegue controlar mentalmente seus hábitos alimentares, escrever cada item que ingere pode ser um incômodo extra no mar de preocupações que dietas, inevitavelmente, trazem.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Dieta e Saúde é destaque na App Store

Quando o assunto é dieta, nós estamos entre os preferidos da App Store! A seguir, confira o artigo escrito pelo próprio pessoal da Apple sobre o nosso aplicativo.

Emagrecer comendo de tudo

Apostamos que você já ouviu falar nisso em algum lugar e, provavelmente, se perguntou: Mas será possível? Quem usa o Dieta e Saúde garante que sim. Dê uma olhada nas opiniões sobre ele aqui na App Store e você vai ver muita gente atestando a eficácia do app, mas também lembrando que foco e dedicação são ingredientes fundamentais para mudar seus hábitos alimentares.

Se nesse começo de ano você está determinado a perder aqueles quilinhos extras, mas não sabe muito bem por onde começar, você está no lugar certo. Vamos contar um pouquinho sobre como o app funciona.

O primeiro passo é cadastrar seus dados básicos, como peso e altura, e a sua meta. Com essas informações, o Dieta e Saúde vai determinar qual deve ser sua pontuação diária e estimar uma data para você chegar ao novo peso.

Em seguida, na aba “Diário”, você vai montar seu cardápio dia a dia, buscando por alimentos que você comeu ou quer comer, sem ultrapassar o limite de pontos recomendado para você. Cada alimento traz sua própria tabela nutricional para você saber o quanto está ingerindo de calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, etc. Depois de montar seus menus, basta habilitar as notificações do app para ser notificado a cada refeição e seguir seu plano à risca.

O app é grátis, mas algumas funcionalidades, como cardápio personalizado, treinos físicos e suporte de nutricionistas via chat, estão disponíveis apenas para assinantes – a assinatura anual do DS está com desconto de 38%, então aproveite porque é por tempo limitado. Com acesso a todas essas funcionalidades, seguir uma dieta regrada e saudável vai ser ainda mais fácil.

Vale lembrar que o uso do Dieta e Saúde não exclui a necessidade de ir ao médico e fazer seus exames de rotina, mas o app pode ser muito útil para te auxiliar no controle da sua alimentação e despertar seu interesse por conhecer melhor as características dos alimentos. Coma bem, viva melhor e perca peso em 2018!

7 sinais de que você tem compulsão alimentar

Você é do tipo que se limita a consumir apenas o que coloca no prato ou não resiste a beliscar o que sobrou na mesa ou mesmo repetir a refeição? Quando percebe que está comendo demais consegue fechar a boca imediatamente ou passa a comer longe dos outros para não repararem? A maneira como um indivíduo lida com a comida pode denunciar que ele se tornou vítima de um transtorno alimentar chamado compulsão alimentar. Embora a maior parte das pessoas esteja sujeita a episódios esporádicos de gula, a forma como eles são encarados e suas consequências podem indicar a necessidade de buscar ajuda.

Segundo o psiquiatra Adriano Segal, responsável pelo departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Abeso, há duas principais definições de compulsão alimentar. A princípio, ela pode ser entendida como um episódio de descontrole, em que são consumidas grandes quantidades de comida com sensação de perda de controle sobre o quanto se come. Em casos mais graves, ela recebe o nome de Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica, quadro que apresenta as características descritas anteriormente, mas com mais frequência e, além disso, gera desconforto. Para entender se você sobre do problema, veja se você se identifica com as situações abaixo descritas:

Comer escondido

“Comer escondido é uma tentativa de fugir do julgamento alheio e até próprio”, explica a psicóloga clínica Marisa de Abreu, de São Paulo. Desta maneira, o indivíduo busca fugir de críticas quanto à qualidade do que ingere e a velocidade com que o faz. Não confunda o hábito com um estado de sonambulismo, em que a pessoa come de madrugada, mas não se recorda de o ter feito. Neste caso, o isolamento é premeditado por vergonha da dificuldade de autocontrole.

Comer rápido

Consumir os alimentos com rapidez é um quesito que faz parte dos critérios para diagnóstico da compulsão alimentar. “Embora a origem do hábito possa ser interpretada de várias maneiras, uma coisa é certa: quem come rápido tende a comer mais”, aponta o psiquiatra Adriano. Isso acontece porque a sinalização da saciedade decorrente da liberação de determinados hormônios demora algum tempo para acontecer. Quanto mais rápido uma pessoa comer, portanto, mais comida ela irá ingerir até que se sinta saciada.

Comer sem estar com fome

“O ato de comer nem sempre tem relação com a fome para quem sofre de compulsão alimentar”, explica a psicóloga Marisa. Nesses casos, inclusive, é mais comum que a pessoa prefira consumir alimentos ricos em gorduras e carboidratos simples. Frituras, bolos, doces, fast food, ganham espaço. A comida deixa de funcionar como um combustível necessário para as funções vitais do organismo e passa a ser apenas fonte de prazer.

Comer até se sentir mal

“O desconforto pelo consumo excessivo de alimentos acontece por conta da distensão gástrica sofrida pelo estômago”, alerta o psiquiatra Adriano. O exagero, por sua vez, costuma ser decorrente da rápida ingestão de comida. Além disso, o indivíduo não come muito mais por satisfação emocional do que por necessidade física.

Estar sempre comendo

Quem sofre de compulsão alimentar pode sentir necessidade de comer com mais frequência, já que a falta de comida cria um vazio emocional. “A sensação pode até ser a de fome, mas seu corpo não precisa de comida”, aponta a psicóloga Marisa. Desta maneira, ele repete refeições e costuma estar sempre beliscando alguma guloseima.

Comer para se sentir emocionalmente bem

“Diante de situações que causem sentimentos negativos ou muito positivos, é comum que a pessoa com compulsão alimentar desencadeie um episódio de descontrole”, afirma o psiquiatra Adriano. Segundo ele, isso neutraliza o sofrimento, mas também serve como forma de comemoração ou recompensa.

Sentir culpa após um episódio de descontrole

A sensação de culpa após um episódio de descontrole diante da comida é consequência da percepção de uma atitude que o indivíduo reconhece estar errada e diante da qual se sente incapaz de mudar. Isso também é normal acontecer com pessoas que se submetem a uma dieta muito restritiva. Em um dia colocam em risco semanas de dedicação.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Alimentos que sabotam a dieta

A mudança dos hábitos alimentares é um dos fatores principais para ter sucesso na dieta. Exige que você consuma mais frutas e legumes, priorize alimentos mais nutritivos e faça escolhas mais saudáveis, reduzindo o consumo de açúcares e gorduras. Os resultados são compensadores. Bastam pequenos ajustes para sentir a diferença no corpo, para as roupas ficarem mais largas e você sentir mais disposição. O esforço costuma surtir efeito na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança emperra, as pessoas se indagam sobre o que estão fazendo de errado. Você já pensou que a resposta para a estagnação pode estar na listinha de compras do regime?

1. Granola

Este mix de cereais, frutas secas e castanhas leva fibras e vitaminas que dão saciedade e energia, mas também contém açúcar. Invista na versão diet/light da mistura. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, 100 g de granola tem 421 calorias. Seguindo a tabela da dieta dos pontos, meia xícara (chá) apresenta quatro pontos. “O recomendado por dia é 25 gramas”, diz a especialista. Prefira comer a granola no café da manhã para ganhar mais disposição e ainda ter um dia inteiro para gastar as calorias consumidas.

2. Água de sabor

Beber água para hidratar o corpo é essencial para a nossa sobrevivência e para a dieta. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber até 2 litros de líquidos por dia. É pensando nisso que muita gente acaba abusando das águas de sabor. De limão, morango e até mesmo de maçã-verde e lichia, elas contém aditivos, adoçantes e, às vezes, até açúcar. Não deve ser consumida em grande quantidade, no máximo, dois copos por dia.

3. Saladas perigosas

A saladinha costuma ser uma opção leve e refrescante para os dias de verão, mas segundo a nutricionista Rosana Farah, aquelas temperadas com molhos prontos, azeite, queijos, azeitonas e croutons devem ser evitadas porque costumam carregar muitas calorias e gordurosas saturadas. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.

4. Açaí

A fruta da região amazônica faz sucesso, sobretudo entre praticantes de esportes que adoram se refrescar depois dos exercícios. Apesar de ser rico em nutrientes (principalmente: cálcio, ferro, vitamina B1), o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são 248 calorias em 100 gramas. Um copo de açaí tem 2 pontos e a tigela de açaí (com banana, granola e mel- 1 colher de sopa) tem 4 pontos. Os complementos na hora de consumi-lo também costumam tornar ainda mais calórica a fruta, dentre eles: granola, banana picada e leite condensado. “O ideal é consumir o açaí puro e, se for substituir o lanche da manhã ou da tarde por ele, coma uma tacinha pequena de 50 gramas”, explica a nutricionista Rosana Farah.

5. Comida japonesa

Um dos alimentos que as pessoas mais gostam da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser feito com alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos como o cream cheese. Sem contar as versões fritas. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é que come-se muitos de uma vez só. Uma unidade tanto de atum quanto de salmão apresenta 1 ponto. A recomendação da nutricionista é “No seu almoço ou jantar, limite o consumo até quatro unidades, assim você pode desfrutar do restante do cardápio oferecido no restaurante japonês”, aponta Rosana.

6. Refrigerante light ou zero

Os refrigerantes desse tipo não possuem calorias, mas um outro elemento do refrigerante causa preocupação nos especialistas: o adoçante. A nutricionista Rosana Farah ainda alerta que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces. “Estudos apontam o efeito do adoçante nas papilas gustativas fazendo com que fiquem mais receptivas ao sabor doce”, diz ela.

7. Barrinhas de cereais

As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as com mais calorias (e pontos). No caso das barrinhas de cereais (dependendo da marca), a pontuação varia de 0 a 3 pontos.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Comer um ovo por dia ajuda a ganhar músculos e perder gordura

Quando pensa no consumo de proteínas, pouca gente se lembra dele, mas o ovo é uma alternativa bastante saudável para repor os aminoácidos essenciais ao funcionamento do organismo. “As proteínas são de extrema importância para o nosso organismo por sua função construtora e reparadora, além de participarem da formação de hormônios, enzimas e anticorpos”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf, do Centro Brasileiro De Nutrição Funcional.

A variedade de opções no preparo (cozido, mexido ou em omeletes) conta a favor de inclusão do ovo na dieta, que ainda ganha reforço de vitaminas, minerais e lipídios (presentes em grandes quantidades na gema). “Mais de 50% da vitamina B2 do ovo está na clara, de fácil digestão e ideal para quem treina e quer desenvolver músculos”, afirma a especialista. “Nunca coma ovos crus, prevenindo a salmonela (bactéria que traz infecção intestinal).

Entre a turma da academia, o xodó é a albumina: esta proteína tem alto valor biológico, excelente biodisponibilidade (é facilmente aproveitada pelo organismo e fácil digestão. A albumina possui os nove aminoácidos necessários para o processo de anabolismo (aumento de massa muscular), contribui para a regeneração de tecidos musculares, unhas, pele e cabelo (faz crescer cabelos), revitaliza funções orgânicas devido ao seu valor energético e impulsiona o sistema imunológico. A albumina está contida, principalmente, na clara. “A clara também dispõe de leucina, um aminoácido que ajuda a manter os músculos e diminui a massa gorda (gordura).

A gema, por sua vez, é rica em ômega 3, gordura excelente para o cérebro e que estimula o equilíbrio da insulina com a glicose, mais um fator para regular a compulsão e a resistência insulínica, que é o maior fator de risco para a Síndrome Metabólica. Ela também age no combate da anemia. “O ovo combate não apenas a anemia por deficiência ferro, mas também a chamada anemia perniciosa graças à presença de vitamina B 12”, diz a nutricionista.

Consumo diário

Para contar com esses benefícios, o ideal é incluir ao menos um ovo (de galinha) por dia na sua alimentação o de codorna é ainda mais rico em colesterol comparado com o de galinha. Em cada 50 gramas (o equivalente a cinco ovinhos), há 422 miligramas da substância. Mas não é só: ele também tem maior quantidade de fósforo e ferro do que seu concorrente e só perde no quesito vitamina A.

Apesar da digestão mais lenta, o ovo pode ser ingerido no jantar e é um ótimo substituto para as carnes vermelhas (principalmente entre as pessoas de idade mais avançada e com dificuldade para mastigar). “Mas minha recomendação é consumo de um ovo no café da manhã, porque ele traz saciedade e evita que o paciente fique besliscando”, afirma a nutricionista.

Quanto à cor da casca, não há com o que se preocupar: ela indica apenas a cor da galinha. As brancas põem ovos brancos, as vermelhas põem ovos vermelhos. E não há diferença nutricional relevante entre os ovos de granja e os chamados caipiras, que têm uma coloração mais amarelada. Isso se deve ao tipo de alimentação. A especialista lembra que as galinhas caipiras são criadas soltas e comem o que encontram pela frente, incluindo vegetais mais coloridos, enquanto as de granja se alimentam apenas de ração.

O colesterol

Por muitos anos, o ovo foi visto como inimigo do coração. Mas pesquisas recentes comprovam que não há risco de doença cardiovascular para pessoas que consomem até um ovo por dia, de acordo com a nutricionista. Para preservar sua saúde, evite o consumo de ovos fritos, que têm mais calorias totalmente dispensáveis.

Amigo da memória

O ovo também é fundamental à mesa de quem tem mania de esquecer tudo. Isso acontece porque ele é uma ótima fonte de colina, proteína que melhora a memória e a cognição. Além disso, ele tem as vitaminas B2, B6, B12, E, K, D e ácido fólico. Zinco, cálcio, selênio ( boa quantidade), fósforo e ferro também estão presentes. “Devido a todos esses nutrientes, o ovo deve fazer parte da dieta de todos os indivíduos, salvo aqueles com alguma intolerância ou alergia alimentar”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Alimentos Low Carb: conheça os 32 melhores

Seguir uma dieta Low Carb é muito mais fácil do que você pensa. Confira essa lista com 32 alimentos super acessíveis, gostosos e, em sua maioria, baratos:

  1. Ovos

Os ovos estão entre os alimentos mais saudáveis e mais nutritivos do planeta.

Eles são carregados com todos os tipos de nutrientes, incluindo importantes nutrientes cerebrais e compostos que podem melhorar a saúde ocular. Carboidratos: quase zero.

2. Carne de vaca

Todos os tipos de carne estão perto de zero carboidrato. Uma exceção são os órgão, como o fígado, que é cerca de 5% carboidratos. Carne é altamente saciante e rica em nutrientes importantes como ferro e B12. Existem dezenas de diferentes tipos de carne bovina, de bife a carne moída. Carboidratos: zero.

3. Cordeiro

Como carne de vaca, a carne de cordeiro contém inúmeros nutrientes benéficos, incluindo ferro e B12. O cordeiro é frequentemente alimentado com erva, e tende a ser rico em um ácido gordo benéfico chamado ácido linoleico conjugado . Carboidratos: zero.

4. Frango

Outro alimento low carb é a carne de frango. A galinha é uma das carnes mais populares do mundo. É rica em muitos nutrientes benéficos, e uma excelente fonte de proteínas. Carboidratos: zero.

5. Carne de porco 

A carne de porco é um outro tipo delicioso de carne, e o bacon é um alimento favorito de muitas pessoas em low-carb. Bacon é uma carne processada,no entanto, é geralmente aceitável comer quantidades moderadas de bacon em uma dieta baixa em carboidratos. Basta comprar o seu bacon localmente, sem ingredientes artificiais, e certifique-se de não queimar seu bacon ao cozinhá-lo. Carboidratos: zero. Mas leia o rótulo e evite bacon que é curado com açúcar.

Peixe e frutos do mar

Peixes e outros frutos do mar tendem a ser incrivelmente nutritivos e saudáveis. Eles são particularmente ricos em B12, iodo e ácidos graxos omega-3, nutrientes que muitas pessoas não recebem o suficiente na alimentação. Como a carne, praticamente todos os peixes e frutos do mar contém nenhum carboidrato.

6. Salmão

O salmão está entre os tipos mais populares de peixes entre indivíduos que procuram melhorar a saúde, por uma boa razão. Ele é um tipo de peixe gordo, o que significa que contém quantidades significativas de gorduras saudáveis para o coração, neste caso os ácidos graxos omega-3. Salmão também é rico em B12, iodo, e contém uma quantidade significativa de vitamina D3. Carboidratos: zero.

 

7. Truta 

Como o salmão, a truta é um tipo de peixe gordo que é rico em ácidos graxos omega-3 e outros nutrientes importantes. Carboidratos: zero.

8. Sardinha

Sardinhas são peixes oleosos que são geralmente comidos quase inteiros, com ossos e tudo. Estão entre os alimentos mais nutritivos, e contêm quase todos os nutrientes que o corpo humano precisa. Carboidratos: zero.

9. Crustáceos

É uma pena que o marisco raramente faz parte da alimentação das pessoas. Entretanto, estão entre os alimentos mais nutritivos do mundo, e contêm pequenas quantidades de carboidratos. Carboidratos: 4-5 gramas de carboidratos a cada 100 gramas de marisco.

Outros peixes e frutos do mar low carb:

  • Camarão;
  • Lagosta;
  • Arenque;
  • Atum;
  • Bacalhau;
  • Linguado.

Legumes

A maioria dos vegetais são baixos em carboidratos. Folhas verdes e vegetais crucíferos são particularmente baixos, com a maioria dos carboidratos neles consistindo de fibra. Por outro lado, legumes com amido, como batatas, são ricos em carboidratos.

10. Brócolis

O brócolis é um vegetal crucífero saboroso que pode ser comido cru ou cozido, ele também considerado um dos ótimos alimentos low carb. É rico em vitamina C, vitamina K e fibra, e também contém compostos que ajudam a combater o câncer. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas.

11. Tomates

Os tomates são tecnicamente frutas, mas são geralmente consumidos como legumes. Eles são ricos em vitamina C e potássio. Eles são considerados alimentos low carb. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas.

12. Cebolas

As cebolas são deliciosas e adicionam sabor às receitas. Elas são ricos em fibras, antioxidantes e vários compostos antiinflamatórios. Carboidratos: 9 gramas a cada 100 gramas.

13. Couve de bruxelas

As couves-de-bruxelas são vegetais altamente nutritivos, relacionados ao brócolis e à couve. São muito ricos em vitamina C e vitamina K, e contêm inúmeros compostos de plantas benéficas. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas.

14. Couve-flor

A couve-flor é um vegetal saboroso e versátil que pode ser usado para fazer todos os tipos de coisas interessantes na cozinha. É rico em vitamina C, vitamina K e folato. Carboidratos: 5 gramas a cada 100 gramas.

15. Couve

A couve é um vegetal muito popular entre os indivíduos saudáveis. É carregado com fibra, vitamina C, vitamina K e antioxidantes. Por isso, possui inúmeros benefícios para a saúde. Carboidratos: 10 gramas a cada 100 gramas.

16. Berinjela

Berinjela é outra fruta que é comumente consumida como um vegetal. Ela possui usos interessantes na alimentação e é rica em fibras. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

17. Pepino

Pepino é um vegetal popular com um sabor suave. Consiste principalmente de água, com uma pequena quantidade de vitamina K. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas.

18. Pimentões

Os pimentões são muito ricos em fibra, vitamina C e antioxidantes. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

19. Aspargo

Aspargo é um vegetal rico em fibra, vitamina C, folato, vitamina K e antioxidantes. Também é muito rico em proteínas em comparação com a maioria dos vegetais.

Carboidratos: 2 gramas a cada 100 gramas.

Outros legumes de baixo teor de carboidratos

  • Aipo;
  • Espinafre;
  • Abobrinha;
  • Acelga;
  • Repolho.

Com a exceção de vegetais de raiz amiláceos, praticamente todos os vegetais são pobres em carboidratos.

20. Abacate

As frutas são saudáveis, mas nem sempre são indicadas para uma alimentação low carb. Isso porque a maioria das frutas tendem a ser ricas em carboidratos em relação aos vegetais. No entanto, isso não se aplica a frutas gordurosas como abacates ou azeitonas. Frutas com baixo teor de açúcar, como morangos, também são excelentes. O abacate é um tipo único de fruta. Em vez de ser rico em carboidratos, ele é rico em gorduras saudáveis. Eles também são extremamente ricos em fibras e potássio, e contém quantidades decentes de todos os tipos de outros nutrientes. Uma ótima opção de alimentos low carb. Carboidratos: 8,5 gramas a cada 100 gramas. Tenha em mente que a maioria (cerca de 78%) dos carboidratos no abacate são fibras.

21. Azeitonas

A azeitona é outra fruta deliciosa com alto teor de gordura. É muito rica em ferro e cobre, e contém vitamina E. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

22. Morangos

Morangos estão entre as frutas mais pobres em carboidratos. Eles são muito ricos em vitamina C, manganês e vários antioxidantes. Carboidratos: 8 gramas a cada 100 gramas.

23. Damasco

Cada damasco contém pouco carboidrato, mas muita vitamina C e potássio.

Carboidratos: 11 gramas a cada 100 gramas.

Outros frutos low carb:

  • Limões;
  • Kiwi;
  • Laranjas;
  • Framboesas.

Nozes e sementes

Nozes e sementes são muito populares em dietas de baixo teor de carboidratos. Eles são ricos em gordura, fibras, proteínas e vários micronutrientes.

24. Amêndoas

Amêndoas são incrivelmente saborosas. Elas são ricas em fibra, vitamina E e estão entre as melhores fontes do mundo de magnésio. Além disso, as amêndoas podem ajudar promover a perda de peso. Carboidratos: 22 gramas a cada 100 gramas.

25. Nozes

As nozes são ricas em ácido graxo omega-3, elas também podem ser consumidas sem medo por serem low carb. Carboidratos: 14 gramas a cada 100 gramas.

26. Gorduras e óleos

Uma vez demonizada pelo alto teor de gordura saturada, estudos têm mostrado que a manteiga é na verdade um alimento saudável quando consumido sem exageros. Existem muitas gorduras e óleos saudáveis que são aceitáveis em uma alimentação low carb e baseada em alimentos de verdade. Apenas certifique-se de evitar óleos vegetais refinados como óleo de soja, óleo de milho e outros.

Carboidratos: zero.

27. Azeite extra virgem

O azeite virgem é outro exemplo de gordura saudável e faz parte dos alimentos low carb. É rico em antioxidantes poderosos e compostos antiinflamatórios, e tem benefícios impressionantes para a saúde cardiovascular. Carboidratos: zero.

28. Óleo de coco

Óleo de coco é uma gordura muito saudável, carregado com ácidos graxos de cadeia média que têm poderosos efeitos benéficos sobre o metabolismo. Ele também é um alimento low carb. O consumo de óleo de coco pode reduzir o apetite e aumentar a queima de gordura.  Carboidratos: zero.

Bebidas

29. Água

Obviamente, água é sempre a melhor opção de bebida, não importa qual o estilo de alimentação que você siga. Carboidratos: zero.

30. Café

O café também faz parte dos alimentos low car. Ele é uma das melhores fontes de antioxidantes na dieta, beber café diminui o risco de várias doenças graves, incluindo diabetes tipo 2, doença de Parkinson e Alzheimer. Apenas certifique-se de não adicionar nada insalubre ao seu café, como açúcar. Carboidratos: zero.

31. Chá

Chá, especialmente chá verde, possui vários tipos de benefícios de saúde impressionantes. Também pode aumentar a queima de gordura ligeiramente . Carboidratos: zero.

32. Ervas, especiarias e condimentos

Há uma infinita variedade de deliciosas ervas, especiarias e condimentos que você pode comer. A maioria deles é muito baixa em carboidratos, como sal, pimenta, alho, gengibre, canela, mostarda e orégano.

 

 

Conteúdo tirado do site Dr Juliano Pimentel

Não deixe o seu humor abalar a dieta

Você sabia que o seu humor pode afetar bastante a sua dieta? É comum, qualquer tipo de alteração na rotina fazer o humor oscilar: seja por conta do trânsito, do despertador que não tocou, da mancha de café que apareceu na camisa branca, etc. E é só mudar seu estado de espírito que logo aparece aquela vontade incontrolável, e aparentemente sem motivos, de comer doces, comidas incrementadas e até de passar o dia inteiro beliscando. Uma vontade, aparentemente, sem motivos. “A busca por determinado alimento tira a atenção que seria concentrada na emoção”, diz a nutricionista Daniela Hueb. Veja algumas reações, citadas pela especialista, que fazem você comer compulsivamente.

Fim à tristeza

Quando a felicidade sai de cena, a busca por petiscos provoca uma sensação momentânea de que o sentimento não está ali. “Passar o dia beliscando é uma tentativa de direcionar a atenção a algo que não seja a emoção do momento”, explica a nutricionista.

Chega pra lá na ansiedade

Antes de uma entrevista de emprego ou daquele passeio que está sendo programado a dias, a ansiedade aparece e a busca por chocolates e doces suculentos, em geral, aumenta. “Eles são fáceis de ingerir e causam tranquilidade momentânea”, explica Daniela Hueb.

Passa fora no desânimo

Problemas na empresa, brigas com o namorado e algumas discussões com a família podem fazer o desânimo aparecer. Alimentos coloridos deixam o dia mais alegre quando ele parece não fazer sentido. “Essa emoção faz a pessoa buscar, por exemplo, sanduíches grandes e sorvetes com diversas coberturas”, explica a nutricionista.

Pontapé no nervosismo

Quando o nervosismo aparece, a vontade de comer alimentos crocantes cresce. “Esse tipo de alimento precisa ser mastigado com maior força, tornando-se mais atraente quando a pessoa está nervosa”, completa a especialista.

Para não cair na tentação

Quando a alimentação serve de válvula de escape para o descontrole dos sentimentos, seguir o regime parece ser uma tarefa difícil. Organizar o dia a dia é fundamental para não cair na cilada. “Observar o que está causando a alteração de humor e mudar os hábitos lentamente vai ajudar a não ceder às emoções”, completa Daniela Hueb.

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Veja algumas dicas da nutricionista para que seu humor não sabote a balança:

– Faça da alimentação uma rotina: coma sempre no mesmo horário; caso sinta fome, mesmo tendo se alimentado há poucas horas, espere um pouco e tome um copo cheio de água gelada.

– Crie um diário alimentar: anote nele tudo o que for consumido, a quantidade e o que sentiu em cada momento.

– Planeje lazer para si mesmo: tenha eventos agradáveis.

– Cuidado com o que guarda na despensa: chocolates e doces podem ser uma tentação quando o humor oscilar e a vontade súbita aparecer. “Tenha em mãos doces ou sorvetes em versões light, mas, mesmo assim, não é para abusar”, alerta a nutricionista.

– Pratique esportes: a atividade física, ao menos duas vezes por semana, provocará uma sensação de descanso. Se não tiver tempo, separe-a para os finais de semana. (Para ajudar, nós temos vários vídeos de exercícios aqui no blog, como este aqui!)

Para ajudar a seguir firme e forte na dieta, nós temos reuniões online com nutricionistas e psicóloga toda semana, sabia?  São abordados vários temas que super legais para o suporte ao emagrecimento. Faça aqui uma avaliação de peso gratuita e comece a emagrecer com a gente! 😉

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12 dicas para emagrecer de forma saudável e duradoura

Não sabe por onde começar a dieta? Está difícil manter o foco? Confira essas dicas:

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1. Não tenha pressa

Se está acima do peso, pergunte-se há quanto tempo carrega esse excesso.
Então, para que eliminar peso do dia para a noite?

2. Anote tudo o que come

Anote em um aplicativo ou caderno tudo o que comer nos dias úteis e também nos finais de semana. Após visualizar, dê uma nota de 0 a 10 para suas refeições. Sua nota não foi próxima a 10? É hora de mudar seus hábitos alimentares;

Quer ajuda na hora de anotar suas refeições? Assine o aplicativo do Dieta e Saúde e comece agora a emagrecer

3. Não exclua de um dia para outro aquele alimento que só de pensar dá água na boa

Na verdade, nunca o exclua, mas saiba quando e quanto pode ingeri-lo.

4. Deixe o seu prato colorido.

Saladas e legumes devem estar presentes diariamente no almoço e jantar. Preencha metade do seu prato com essas opções que tem pouquíssimas calorias e dão bastante saciedade;

5. Desembale menos e descasque mais

Já ouviu essa frase? Significa que é pra você ter como base da sua alimentação os alimentos frescos e não os que vem dentro de pacotinhos, latinhas etc;

6. Mastigue bem os alimentos

Coma devagar e mastigue bastante os alimentos. Isso é super importante para melhorar sua percepção de saciedade. Se você devora um prato em menos de 10 minutos, não dá tempo do seu cérebro perceber que você se alimentou e é nesse momento que surge aquela necessidade de um doce após a refeição;

7. Evite o consumo de bebidas alcoólicas

Mas se gosta muito, tente reduzir pela metade a quantidade que consome atualmente;

8. Controle a ansiedade.

Encontre uma distração ou um hobby que faça com que a sua atenção desvie da comida. Confira aqui 6 alimentos que combatem a ansiedade

9. Programe-se

Reserve uma hora do seu domingo para deixar legumes e verduras lavados e picados para toda a semana. Dessa forma, você elimina aquela famosa “preguiça de lavar salada” e terá vegetais em todo almoço e jantar;

10. Beba muita água.

Coloque o celular para despertar a cada x horas com o título: tomar água. No aplicativo do Dieta e Saúde, você tem alerta para lembrar o consumo de água. Você também pode saborizar a água com frutas e especiarias que gosta;

11. Confie em você!

Tenha sempre uma atitude positiva. Estar determinada e confiante é mais do que meio caminho andado para atingir o seu objetivo.

12. Amigos da dieta

Rodeie-se de pessoas que torcem pelo seu emagrecimento. Avise sua família e seus colegas de trabalho que essa é a sua meta. Ninguém merece aquela “amiga” que te oferece doces o tempo todo e nem aquele marido que quer pedir pizza 3x na semana;

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