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Estudo aponta 5 piores e melhores alimentos para dieta

Uma pesquisa feita pela área de medicina da faculdade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que a perda de peso vai muito além da dieta e dos exercícios. Fazendo uma análise profunda dos hábitos alimentares de mais de 120 mil pessoas com idades entre 37 e 52 anos, foi possível identificar alimentos que engordam mais e outros que até ajudam na perda de peso, incluindo hábitos que contribuem para uma vida mais saudável.

Os médicos agruparam participantes de outros três estudos, e avaliaram, a cada quatro anos, a relação entre mudanças nos hábitos de estilo de vida e peso. Ao final do estudo, eles encontraram cinco alimentos que são uma grande armadilha para quem quer perder peso e outros cinco que são grandes aliados.

Os alimentos associados ao ganho de peso no período do estudo foram batatas fritas; outras batatas; bebidas adoçadas com açúcar; carne vermelha não processada e carnes vermelhas processadas. Os alimentos ligados ao menor ganho de peso e até mesmo à perda dele – em alguns casos – foram legumes; grãos integrais; frutas; oleaginosas e iogurte.

Os pesquisadores afirmam que a quantidade de gordura total desses alimentos não está fortemente ligada a perda ou ganho de peso, mas sim a qualidade destes.

Além disso, eles notaram que a adoção de outros hábitos, como dormir de 6 a 8 horas por noite, fazer exercícios e assistir menos a TV auxiliaram na perda de peso.

Emagreça mais mantendo um diário sobre a sua dieta

Manter um diário da dieta, anotando tudo o que se come, é mais um artifício que ajuda na redução de peso. A eficácia dessa técnica foi comprovada por uma pesquisa feita nos Estados Unidos. O estudo revelou que quem registra os alimentos que ingere emagrece em dobro.

No Brasil, a técnica é também recomendado por profissionais ligados à saúde alimentar. “Quando anotamos o que comemos, prestamos mais atenção em nossas escolhas. Assim, podemos reduzir o consumo calórico diário. Essa queda pode chegar a 30%”, diz a nutricionista Ligia Henriques.

A falta de uma ideia real do total de comida ingerida durante o dia acontece porque a memória tende a ser seletiva quando se trata de pequenas porções. Um docinho que um colega ofereceu, uma bolacha que você mastigou enquanto fechava um relatório e um refrigerante que tomou ao longo da tarde não costumam entrar na conta das calorias ingeridas.

Tudo isso deve estar registrado no diário. Como o objetivo é corrigir equívocos na alimentação e eliminá-los na sequência, o ideal é que você anote em detalhes o que come e bebe.

Dentre as anotações devem estar informações como quantas vezes por dia você ingeriu algo, os horários, as quantidades e as sensações relacionadas a cada refeição – se estava com fome antes ou não, se comeu rápido ou devagar, se estava sozinha ou acompanhada, se foi em um lugar tranquilo ou cheio de gente, se ficou satisfeita ou cheia demais etc.

Colocar o seu peso, não necessariamente diariamente, mas de vez em quando, também é uma boa saída para controlá-lo. Além disso, caso goste de escrever, você pode estender os assuntos para questões emocionais, que estão quase sempre relacionadas com o sucesso dos regimes.

De acordo com a pesquisa americana, o diário não precisa necessariamente ser feito em um caderno. Somente o ato de registrar o que você comeu, seja em um post-it, em um email enviado para você mesma ou até em um SMS, pode ser suficiente. O essencial é ser disciplinada para não esquecer nada e sincera para não burlar as regras.

A vantagem de manter o controle organizado é que, eventualmente, você pode levá-lo para seu nutricionista analisar. “O profissional consegue extrair informações importantes. É um excelente instrumento para orientar o paciente através dos erros e acertos. Eu sempre calculo o registro e sugiro substituições”, conta Ligia.

É bom lembrar que monitorar o que come não é um pré-requisito para emagrecer e, sim, um instrumento. Se você consegue controlar mentalmente seus hábitos alimentares, escrever cada item que ingere pode ser um incômodo extra no mar de preocupações que dietas, inevitavelmente, trazem.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Dieta e Saúde é destaque na App Store

Quando o assunto é dieta, nós estamos entre os preferidos da App Store! A seguir, confira o artigo escrito pelo próprio pessoal da Apple sobre o nosso aplicativo.

Emagrecer comendo de tudo

Apostamos que você já ouviu falar nisso em algum lugar e, provavelmente, se perguntou: Mas será possível? Quem usa o Dieta e Saúde garante que sim. Dê uma olhada nas opiniões sobre ele aqui na App Store e você vai ver muita gente atestando a eficácia do app, mas também lembrando que foco e dedicação são ingredientes fundamentais para mudar seus hábitos alimentares.

Se nesse começo de ano você está determinado a perder aqueles quilinhos extras, mas não sabe muito bem por onde começar, você está no lugar certo. Vamos contar um pouquinho sobre como o app funciona.

O primeiro passo é cadastrar seus dados básicos, como peso e altura, e a sua meta. Com essas informações, o Dieta e Saúde vai determinar qual deve ser sua pontuação diária e estimar uma data para você chegar ao novo peso.

Em seguida, na aba “Diário”, você vai montar seu cardápio dia a dia, buscando por alimentos que você comeu ou quer comer, sem ultrapassar o limite de pontos recomendado para você. Cada alimento traz sua própria tabela nutricional para você saber o quanto está ingerindo de calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, etc. Depois de montar seus menus, basta habilitar as notificações do app para ser notificado a cada refeição e seguir seu plano à risca.

O app é grátis, mas algumas funcionalidades, como cardápio personalizado, treinos físicos e suporte de nutricionistas via chat, estão disponíveis apenas para assinantes – a assinatura anual do DS está com desconto de 38%, então aproveite porque é por tempo limitado. Com acesso a todas essas funcionalidades, seguir uma dieta regrada e saudável vai ser ainda mais fácil.

Vale lembrar que o uso do Dieta e Saúde não exclui a necessidade de ir ao médico e fazer seus exames de rotina, mas o app pode ser muito útil para te auxiliar no controle da sua alimentação e despertar seu interesse por conhecer melhor as características dos alimentos. Coma bem, viva melhor e perca peso em 2018!

7 sinais de que você tem compulsão alimentar

Você é do tipo que se limita a consumir apenas o que coloca no prato ou não resiste a beliscar o que sobrou na mesa ou mesmo repetir a refeição? Quando percebe que está comendo demais consegue fechar a boca imediatamente ou passa a comer longe dos outros para não repararem? A maneira como um indivíduo lida com a comida pode denunciar que ele se tornou vítima de um transtorno alimentar chamado compulsão alimentar. Embora a maior parte das pessoas esteja sujeita a episódios esporádicos de gula, a forma como eles são encarados e suas consequências podem indicar a necessidade de buscar ajuda.

Segundo o psiquiatra Adriano Segal, responsável pelo departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Abeso, há duas principais definições de compulsão alimentar. A princípio, ela pode ser entendida como um episódio de descontrole, em que são consumidas grandes quantidades de comida com sensação de perda de controle sobre o quanto se come. Em casos mais graves, ela recebe o nome de Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica, quadro que apresenta as características descritas anteriormente, mas com mais frequência e, além disso, gera desconforto. Para entender se você sobre do problema, veja se você se identifica com as situações abaixo descritas:

Comer escondido

“Comer escondido é uma tentativa de fugir do julgamento alheio e até próprio”, explica a psicóloga clínica Marisa de Abreu, de São Paulo. Desta maneira, o indivíduo busca fugir de críticas quanto à qualidade do que ingere e a velocidade com que o faz. Não confunda o hábito com um estado de sonambulismo, em que a pessoa come de madrugada, mas não se recorda de o ter feito. Neste caso, o isolamento é premeditado por vergonha da dificuldade de autocontrole.

Comer rápido

Consumir os alimentos com rapidez é um quesito que faz parte dos critérios para diagnóstico da compulsão alimentar. “Embora a origem do hábito possa ser interpretada de várias maneiras, uma coisa é certa: quem come rápido tende a comer mais”, aponta o psiquiatra Adriano. Isso acontece porque a sinalização da saciedade decorrente da liberação de determinados hormônios demora algum tempo para acontecer. Quanto mais rápido uma pessoa comer, portanto, mais comida ela irá ingerir até que se sinta saciada.

Comer sem estar com fome

“O ato de comer nem sempre tem relação com a fome para quem sofre de compulsão alimentar”, explica a psicóloga Marisa. Nesses casos, inclusive, é mais comum que a pessoa prefira consumir alimentos ricos em gorduras e carboidratos simples. Frituras, bolos, doces, fast food, ganham espaço. A comida deixa de funcionar como um combustível necessário para as funções vitais do organismo e passa a ser apenas fonte de prazer.

Comer até se sentir mal

“O desconforto pelo consumo excessivo de alimentos acontece por conta da distensão gástrica sofrida pelo estômago”, alerta o psiquiatra Adriano. O exagero, por sua vez, costuma ser decorrente da rápida ingestão de comida. Além disso, o indivíduo não come muito mais por satisfação emocional do que por necessidade física.

Estar sempre comendo

Quem sofre de compulsão alimentar pode sentir necessidade de comer com mais frequência, já que a falta de comida cria um vazio emocional. “A sensação pode até ser a de fome, mas seu corpo não precisa de comida”, aponta a psicóloga Marisa. Desta maneira, ele repete refeições e costuma estar sempre beliscando alguma guloseima.

Comer para se sentir emocionalmente bem

“Diante de situações que causem sentimentos negativos ou muito positivos, é comum que a pessoa com compulsão alimentar desencadeie um episódio de descontrole”, afirma o psiquiatra Adriano. Segundo ele, isso neutraliza o sofrimento, mas também serve como forma de comemoração ou recompensa.

Sentir culpa após um episódio de descontrole

A sensação de culpa após um episódio de descontrole diante da comida é consequência da percepção de uma atitude que o indivíduo reconhece estar errada e diante da qual se sente incapaz de mudar. Isso também é normal acontecer com pessoas que se submetem a uma dieta muito restritiva. Em um dia colocam em risco semanas de dedicação.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Alimentos que sabotam a dieta

A mudança dos hábitos alimentares é um dos fatores principais para ter sucesso na dieta. Exige que você consuma mais frutas e legumes, priorize alimentos mais nutritivos e faça escolhas mais saudáveis, reduzindo o consumo de açúcares e gorduras. Os resultados são compensadores. Bastam pequenos ajustes para sentir a diferença no corpo, para as roupas ficarem mais largas e você sentir mais disposição. O esforço costuma surtir efeito na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança emperra, as pessoas se indagam sobre o que estão fazendo de errado. Você já pensou que a resposta para a estagnação pode estar na listinha de compras do regime?

1. Granola

Este mix de cereais, frutas secas e castanhas leva fibras e vitaminas que dão saciedade e energia, mas também contém açúcar. Invista na versão diet/light da mistura. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, 100 g de granola tem 421 calorias. Seguindo a tabela da dieta dos pontos, meia xícara (chá) apresenta quatro pontos. “O recomendado por dia é 25 gramas”, diz a especialista. Prefira comer a granola no café da manhã para ganhar mais disposição e ainda ter um dia inteiro para gastar as calorias consumidas.

2. Água de sabor

Beber água para hidratar o corpo é essencial para a nossa sobrevivência e para a dieta. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber até 2 litros de líquidos por dia. É pensando nisso que muita gente acaba abusando das águas de sabor. De limão, morango e até mesmo de maçã-verde e lichia, elas contém aditivos, adoçantes e, às vezes, até açúcar. Não deve ser consumida em grande quantidade, no máximo, dois copos por dia.

3. Saladas perigosas

A saladinha costuma ser uma opção leve e refrescante para os dias de verão, mas segundo a nutricionista Rosana Farah, aquelas temperadas com molhos prontos, azeite, queijos, azeitonas e croutons devem ser evitadas porque costumam carregar muitas calorias e gordurosas saturadas. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.

4. Açaí

A fruta da região amazônica faz sucesso, sobretudo entre praticantes de esportes que adoram se refrescar depois dos exercícios. Apesar de ser rico em nutrientes (principalmente: cálcio, ferro, vitamina B1), o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são 248 calorias em 100 gramas. Um copo de açaí tem 2 pontos e a tigela de açaí (com banana, granola e mel- 1 colher de sopa) tem 4 pontos. Os complementos na hora de consumi-lo também costumam tornar ainda mais calórica a fruta, dentre eles: granola, banana picada e leite condensado. “O ideal é consumir o açaí puro e, se for substituir o lanche da manhã ou da tarde por ele, coma uma tacinha pequena de 50 gramas”, explica a nutricionista Rosana Farah.

5. Comida japonesa

Um dos alimentos que as pessoas mais gostam da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser feito com alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos como o cream cheese. Sem contar as versões fritas. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é que come-se muitos de uma vez só. Uma unidade tanto de atum quanto de salmão apresenta 1 ponto. A recomendação da nutricionista é “No seu almoço ou jantar, limite o consumo até quatro unidades, assim você pode desfrutar do restante do cardápio oferecido no restaurante japonês”, aponta Rosana.

6. Refrigerante light ou zero

Os refrigerantes desse tipo não possuem calorias, mas um outro elemento do refrigerante causa preocupação nos especialistas: o adoçante. A nutricionista Rosana Farah ainda alerta que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces. “Estudos apontam o efeito do adoçante nas papilas gustativas fazendo com que fiquem mais receptivas ao sabor doce”, diz ela.

7. Barrinhas de cereais

As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as com mais calorias (e pontos). No caso das barrinhas de cereais (dependendo da marca), a pontuação varia de 0 a 3 pontos.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Comer um ovo por dia ajuda a ganhar músculos e perder gordura

Quando pensa no consumo de proteínas, pouca gente se lembra dele, mas o ovo é uma alternativa bastante saudável para repor os aminoácidos essenciais ao funcionamento do organismo. “As proteínas são de extrema importância para o nosso organismo por sua função construtora e reparadora, além de participarem da formação de hormônios, enzimas e anticorpos”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf, do Centro Brasileiro De Nutrição Funcional.

A variedade de opções no preparo (cozido, mexido ou em omeletes) conta a favor de inclusão do ovo na dieta, que ainda ganha reforço de vitaminas, minerais e lipídios (presentes em grandes quantidades na gema). “Mais de 50% da vitamina B2 do ovo está na clara, de fácil digestão e ideal para quem treina e quer desenvolver músculos”, afirma a especialista. “Nunca coma ovos crus, prevenindo a salmonela (bactéria que traz infecção intestinal).

Entre a turma da academia, o xodó é a albumina: esta proteína tem alto valor biológico, excelente biodisponibilidade (é facilmente aproveitada pelo organismo e fácil digestão. A albumina possui os nove aminoácidos necessários para o processo de anabolismo (aumento de massa muscular), contribui para a regeneração de tecidos musculares, unhas, pele e cabelo (faz crescer cabelos), revitaliza funções orgânicas devido ao seu valor energético e impulsiona o sistema imunológico. A albumina está contida, principalmente, na clara. “A clara também dispõe de leucina, um aminoácido que ajuda a manter os músculos e diminui a massa gorda (gordura).

A gema, por sua vez, é rica em ômega 3, gordura excelente para o cérebro e que estimula o equilíbrio da insulina com a glicose, mais um fator para regular a compulsão e a resistência insulínica, que é o maior fator de risco para a Síndrome Metabólica. Ela também age no combate da anemia. “O ovo combate não apenas a anemia por deficiência ferro, mas também a chamada anemia perniciosa graças à presença de vitamina B 12”, diz a nutricionista.

Consumo diário

Para contar com esses benefícios, o ideal é incluir ao menos um ovo (de galinha) por dia na sua alimentação o de codorna é ainda mais rico em colesterol comparado com o de galinha. Em cada 50 gramas (o equivalente a cinco ovinhos), há 422 miligramas da substância. Mas não é só: ele também tem maior quantidade de fósforo e ferro do que seu concorrente e só perde no quesito vitamina A.

Apesar da digestão mais lenta, o ovo pode ser ingerido no jantar e é um ótimo substituto para as carnes vermelhas (principalmente entre as pessoas de idade mais avançada e com dificuldade para mastigar). “Mas minha recomendação é consumo de um ovo no café da manhã, porque ele traz saciedade e evita que o paciente fique besliscando”, afirma a nutricionista.

Quanto à cor da casca, não há com o que se preocupar: ela indica apenas a cor da galinha. As brancas põem ovos brancos, as vermelhas põem ovos vermelhos. E não há diferença nutricional relevante entre os ovos de granja e os chamados caipiras, que têm uma coloração mais amarelada. Isso se deve ao tipo de alimentação. A especialista lembra que as galinhas caipiras são criadas soltas e comem o que encontram pela frente, incluindo vegetais mais coloridos, enquanto as de granja se alimentam apenas de ração.

O colesterol

Por muitos anos, o ovo foi visto como inimigo do coração. Mas pesquisas recentes comprovam que não há risco de doença cardiovascular para pessoas que consomem até um ovo por dia, de acordo com a nutricionista. Para preservar sua saúde, evite o consumo de ovos fritos, que têm mais calorias totalmente dispensáveis.

Amigo da memória

O ovo também é fundamental à mesa de quem tem mania de esquecer tudo. Isso acontece porque ele é uma ótima fonte de colina, proteína que melhora a memória e a cognição. Além disso, ele tem as vitaminas B2, B6, B12, E, K, D e ácido fólico. Zinco, cálcio, selênio ( boa quantidade), fósforo e ferro também estão presentes. “Devido a todos esses nutrientes, o ovo deve fazer parte da dieta de todos os indivíduos, salvo aqueles com alguma intolerância ou alergia alimentar”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Alimentos Low Carb: conheça os 32 melhores

Seguir uma dieta Low Carb é muito mais fácil do que você pensa. Confira essa lista com 32 alimentos super acessíveis, gostosos e, em sua maioria, baratos:

  1. Ovos

Os ovos estão entre os alimentos mais saudáveis e mais nutritivos do planeta.

Eles são carregados com todos os tipos de nutrientes, incluindo importantes nutrientes cerebrais e compostos que podem melhorar a saúde ocular. Carboidratos: quase zero.

2. Carne de vaca

Todos os tipos de carne estão perto de zero carboidrato. Uma exceção são os órgão, como o fígado, que é cerca de 5% carboidratos. Carne é altamente saciante e rica em nutrientes importantes como ferro e B12. Existem dezenas de diferentes tipos de carne bovina, de bife a carne moída. Carboidratos: zero.

3. Cordeiro

Como carne de vaca, a carne de cordeiro contém inúmeros nutrientes benéficos, incluindo ferro e B12. O cordeiro é frequentemente alimentado com erva, e tende a ser rico em um ácido gordo benéfico chamado ácido linoleico conjugado . Carboidratos: zero.

4. Frango

Outro alimento low carb é a carne de frango. A galinha é uma das carnes mais populares do mundo. É rica em muitos nutrientes benéficos, e uma excelente fonte de proteínas. Carboidratos: zero.

5. Carne de porco 

A carne de porco é um outro tipo delicioso de carne, e o bacon é um alimento favorito de muitas pessoas em low-carb. Bacon é uma carne processada,no entanto, é geralmente aceitável comer quantidades moderadas de bacon em uma dieta baixa em carboidratos. Basta comprar o seu bacon localmente, sem ingredientes artificiais, e certifique-se de não queimar seu bacon ao cozinhá-lo. Carboidratos: zero. Mas leia o rótulo e evite bacon que é curado com açúcar.

Peixe e frutos do mar

Peixes e outros frutos do mar tendem a ser incrivelmente nutritivos e saudáveis. Eles são particularmente ricos em B12, iodo e ácidos graxos omega-3, nutrientes que muitas pessoas não recebem o suficiente na alimentação. Como a carne, praticamente todos os peixes e frutos do mar contém nenhum carboidrato.

6. Salmão

O salmão está entre os tipos mais populares de peixes entre indivíduos que procuram melhorar a saúde, por uma boa razão. Ele é um tipo de peixe gordo, o que significa que contém quantidades significativas de gorduras saudáveis para o coração, neste caso os ácidos graxos omega-3. Salmão também é rico em B12, iodo, e contém uma quantidade significativa de vitamina D3. Carboidratos: zero.

 

7. Truta 

Como o salmão, a truta é um tipo de peixe gordo que é rico em ácidos graxos omega-3 e outros nutrientes importantes. Carboidratos: zero.

8. Sardinha

Sardinhas são peixes oleosos que são geralmente comidos quase inteiros, com ossos e tudo. Estão entre os alimentos mais nutritivos, e contêm quase todos os nutrientes que o corpo humano precisa. Carboidratos: zero.

9. Crustáceos

É uma pena que o marisco raramente faz parte da alimentação das pessoas. Entretanto, estão entre os alimentos mais nutritivos do mundo, e contêm pequenas quantidades de carboidratos. Carboidratos: 4-5 gramas de carboidratos a cada 100 gramas de marisco.

Outros peixes e frutos do mar low carb:

  • Camarão;
  • Lagosta;
  • Arenque;
  • Atum;
  • Bacalhau;
  • Linguado.

Legumes

A maioria dos vegetais são baixos em carboidratos. Folhas verdes e vegetais crucíferos são particularmente baixos, com a maioria dos carboidratos neles consistindo de fibra. Por outro lado, legumes com amido, como batatas, são ricos em carboidratos.

10. Brócolis

O brócolis é um vegetal crucífero saboroso que pode ser comido cru ou cozido, ele também considerado um dos ótimos alimentos low carb. É rico em vitamina C, vitamina K e fibra, e também contém compostos que ajudam a combater o câncer. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas.

11. Tomates

Os tomates são tecnicamente frutas, mas são geralmente consumidos como legumes. Eles são ricos em vitamina C e potássio. Eles são considerados alimentos low carb. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas.

12. Cebolas

As cebolas são deliciosas e adicionam sabor às receitas. Elas são ricos em fibras, antioxidantes e vários compostos antiinflamatórios. Carboidratos: 9 gramas a cada 100 gramas.

13. Couve de bruxelas

As couves-de-bruxelas são vegetais altamente nutritivos, relacionados ao brócolis e à couve. São muito ricos em vitamina C e vitamina K, e contêm inúmeros compostos de plantas benéficas. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas.

14. Couve-flor

A couve-flor é um vegetal saboroso e versátil que pode ser usado para fazer todos os tipos de coisas interessantes na cozinha. É rico em vitamina C, vitamina K e folato. Carboidratos: 5 gramas a cada 100 gramas.

15. Couve

A couve é um vegetal muito popular entre os indivíduos saudáveis. É carregado com fibra, vitamina C, vitamina K e antioxidantes. Por isso, possui inúmeros benefícios para a saúde. Carboidratos: 10 gramas a cada 100 gramas.

16. Berinjela

Berinjela é outra fruta que é comumente consumida como um vegetal. Ela possui usos interessantes na alimentação e é rica em fibras. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

17. Pepino

Pepino é um vegetal popular com um sabor suave. Consiste principalmente de água, com uma pequena quantidade de vitamina K. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas.

18. Pimentões

Os pimentões são muito ricos em fibra, vitamina C e antioxidantes. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

19. Aspargo

Aspargo é um vegetal rico em fibra, vitamina C, folato, vitamina K e antioxidantes. Também é muito rico em proteínas em comparação com a maioria dos vegetais.

Carboidratos: 2 gramas a cada 100 gramas.

Outros legumes de baixo teor de carboidratos

  • Aipo;
  • Espinafre;
  • Abobrinha;
  • Acelga;
  • Repolho.

Com a exceção de vegetais de raiz amiláceos, praticamente todos os vegetais são pobres em carboidratos.

20. Abacate

As frutas são saudáveis, mas nem sempre são indicadas para uma alimentação low carb. Isso porque a maioria das frutas tendem a ser ricas em carboidratos em relação aos vegetais. No entanto, isso não se aplica a frutas gordurosas como abacates ou azeitonas. Frutas com baixo teor de açúcar, como morangos, também são excelentes. O abacate é um tipo único de fruta. Em vez de ser rico em carboidratos, ele é rico em gorduras saudáveis. Eles também são extremamente ricos em fibras e potássio, e contém quantidades decentes de todos os tipos de outros nutrientes. Uma ótima opção de alimentos low carb. Carboidratos: 8,5 gramas a cada 100 gramas. Tenha em mente que a maioria (cerca de 78%) dos carboidratos no abacate são fibras.

21. Azeitonas

A azeitona é outra fruta deliciosa com alto teor de gordura. É muito rica em ferro e cobre, e contém vitamina E. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas.

22. Morangos

Morangos estão entre as frutas mais pobres em carboidratos. Eles são muito ricos em vitamina C, manganês e vários antioxidantes. Carboidratos: 8 gramas a cada 100 gramas.

23. Damasco

Cada damasco contém pouco carboidrato, mas muita vitamina C e potássio.

Carboidratos: 11 gramas a cada 100 gramas.

Outros frutos low carb:

  • Limões;
  • Kiwi;
  • Laranjas;
  • Framboesas.

Nozes e sementes

Nozes e sementes são muito populares em dietas de baixo teor de carboidratos. Eles são ricos em gordura, fibras, proteínas e vários micronutrientes.

24. Amêndoas

Amêndoas são incrivelmente saborosas. Elas são ricas em fibra, vitamina E e estão entre as melhores fontes do mundo de magnésio. Além disso, as amêndoas podem ajudar promover a perda de peso. Carboidratos: 22 gramas a cada 100 gramas.

25. Nozes

As nozes são ricas em ácido graxo omega-3, elas também podem ser consumidas sem medo por serem low carb. Carboidratos: 14 gramas a cada 100 gramas.

26. Gorduras e óleos

Uma vez demonizada pelo alto teor de gordura saturada, estudos têm mostrado que a manteiga é na verdade um alimento saudável quando consumido sem exageros. Existem muitas gorduras e óleos saudáveis que são aceitáveis em uma alimentação low carb e baseada em alimentos de verdade. Apenas certifique-se de evitar óleos vegetais refinados como óleo de soja, óleo de milho e outros.

Carboidratos: zero.

27. Azeite extra virgem

O azeite virgem é outro exemplo de gordura saudável e faz parte dos alimentos low carb. É rico em antioxidantes poderosos e compostos antiinflamatórios, e tem benefícios impressionantes para a saúde cardiovascular. Carboidratos: zero.

28. Óleo de coco

Óleo de coco é uma gordura muito saudável, carregado com ácidos graxos de cadeia média que têm poderosos efeitos benéficos sobre o metabolismo. Ele também é um alimento low carb. O consumo de óleo de coco pode reduzir o apetite e aumentar a queima de gordura.  Carboidratos: zero.

Bebidas

29. Água

Obviamente, água é sempre a melhor opção de bebida, não importa qual o estilo de alimentação que você siga. Carboidratos: zero.

30. Café

O café também faz parte dos alimentos low car. Ele é uma das melhores fontes de antioxidantes na dieta, beber café diminui o risco de várias doenças graves, incluindo diabetes tipo 2, doença de Parkinson e Alzheimer. Apenas certifique-se de não adicionar nada insalubre ao seu café, como açúcar. Carboidratos: zero.

31. Chá

Chá, especialmente chá verde, possui vários tipos de benefícios de saúde impressionantes. Também pode aumentar a queima de gordura ligeiramente . Carboidratos: zero.

32. Ervas, especiarias e condimentos

Há uma infinita variedade de deliciosas ervas, especiarias e condimentos que você pode comer. A maioria deles é muito baixa em carboidratos, como sal, pimenta, alho, gengibre, canela, mostarda e orégano.

 

 

Conteúdo tirado do site Dr Juliano Pimentel

Não deixe o seu humor abalar a dieta

Você sabia que o seu humor pode afetar bastante a sua dieta? É comum, qualquer tipo de alteração na rotina fazer o humor oscilar: seja por conta do trânsito, do despertador que não tocou, da mancha de café que apareceu na camisa branca, etc. E é só mudar seu estado de espírito que logo aparece aquela vontade incontrolável, e aparentemente sem motivos, de comer doces, comidas incrementadas e até de passar o dia inteiro beliscando. Uma vontade, aparentemente, sem motivos. “A busca por determinado alimento tira a atenção que seria concentrada na emoção”, diz a nutricionista Daniela Hueb. Veja algumas reações, citadas pela especialista, que fazem você comer compulsivamente.

Fim à tristeza

Quando a felicidade sai de cena, a busca por petiscos provoca uma sensação momentânea de que o sentimento não está ali. “Passar o dia beliscando é uma tentativa de direcionar a atenção a algo que não seja a emoção do momento”, explica a nutricionista.

Chega pra lá na ansiedade

Antes de uma entrevista de emprego ou daquele passeio que está sendo programado a dias, a ansiedade aparece e a busca por chocolates e doces suculentos, em geral, aumenta. “Eles são fáceis de ingerir e causam tranquilidade momentânea”, explica Daniela Hueb.

Passa fora no desânimo

Problemas na empresa, brigas com o namorado e algumas discussões com a família podem fazer o desânimo aparecer. Alimentos coloridos deixam o dia mais alegre quando ele parece não fazer sentido. “Essa emoção faz a pessoa buscar, por exemplo, sanduíches grandes e sorvetes com diversas coberturas”, explica a nutricionista.

Pontapé no nervosismo

Quando o nervosismo aparece, a vontade de comer alimentos crocantes cresce. “Esse tipo de alimento precisa ser mastigado com maior força, tornando-se mais atraente quando a pessoa está nervosa”, completa a especialista.

Para não cair na tentação

Quando a alimentação serve de válvula de escape para o descontrole dos sentimentos, seguir o regime parece ser uma tarefa difícil. Organizar o dia a dia é fundamental para não cair na cilada. “Observar o que está causando a alteração de humor e mudar os hábitos lentamente vai ajudar a não ceder às emoções”, completa Daniela Hueb.

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Veja algumas dicas da nutricionista para que seu humor não sabote a balança:

– Faça da alimentação uma rotina: coma sempre no mesmo horário; caso sinta fome, mesmo tendo se alimentado há poucas horas, espere um pouco e tome um copo cheio de água gelada.

– Crie um diário alimentar: anote nele tudo o que for consumido, a quantidade e o que sentiu em cada momento.

– Planeje lazer para si mesmo: tenha eventos agradáveis.

– Cuidado com o que guarda na despensa: chocolates e doces podem ser uma tentação quando o humor oscilar e a vontade súbita aparecer. “Tenha em mãos doces ou sorvetes em versões light, mas, mesmo assim, não é para abusar”, alerta a nutricionista.

– Pratique esportes: a atividade física, ao menos duas vezes por semana, provocará uma sensação de descanso. Se não tiver tempo, separe-a para os finais de semana. (Para ajudar, nós temos vários vídeos de exercícios aqui no blog, como este aqui!)

Para ajudar a seguir firme e forte na dieta, nós temos reuniões online com nutricionistas e psicóloga toda semana, sabia?  São abordados vários temas que super legais para o suporte ao emagrecimento. Faça aqui uma avaliação de peso gratuita e comece a emagrecer com a gente! 😉

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1. Não tenha pressa

Se está acima do peso, pergunte-se há quanto tempo carrega esse excesso.
Então, para que eliminar peso do dia para a noite?

2. Anote tudo o que come

Anote em um aplicativo ou caderno tudo o que comer nos dias úteis e também nos finais de semana. Após visualizar, dê uma nota de 0 a 10 para suas refeições. Sua nota não foi próxima a 10? É hora de mudar seus hábitos alimentares;

Quer ajuda na hora de anotar suas refeições? Assine o aplicativo do Dieta e Saúde e comece agora a emagrecer

3. Não exclua de um dia para outro aquele alimento que só de pensar dá água na boa

Na verdade, nunca o exclua, mas saiba quando e quanto pode ingeri-lo.

4. Deixe o seu prato colorido.

Saladas e legumes devem estar presentes diariamente no almoço e jantar. Preencha metade do seu prato com essas opções que tem pouquíssimas calorias e dão bastante saciedade;

5. Desembale menos e descasque mais

Já ouviu essa frase? Significa que é pra você ter como base da sua alimentação os alimentos frescos e não os que vem dentro de pacotinhos, latinhas etc;

6. Mastigue bem os alimentos

Coma devagar e mastigue bastante os alimentos. Isso é super importante para melhorar sua percepção de saciedade. Se você devora um prato em menos de 10 minutos, não dá tempo do seu cérebro perceber que você se alimentou e é nesse momento que surge aquela necessidade de um doce após a refeição;

7. Evite o consumo de bebidas alcoólicas

Mas se gosta muito, tente reduzir pela metade a quantidade que consome atualmente;

8. Controle a ansiedade.

Encontre uma distração ou um hobby que faça com que a sua atenção desvie da comida. Confira aqui 6 alimentos que combatem a ansiedade

9. Programe-se

Reserve uma hora do seu domingo para deixar legumes e verduras lavados e picados para toda a semana. Dessa forma, você elimina aquela famosa “preguiça de lavar salada” e terá vegetais em todo almoço e jantar;

10. Beba muita água.

Coloque o celular para despertar a cada x horas com o título: tomar água. No aplicativo do Dieta e Saúde, você tem alerta para lembrar o consumo de água. Você também pode saborizar a água com frutas e especiarias que gosta;

11. Confie em você!

Tenha sempre uma atitude positiva. Estar determinada e confiante é mais do que meio caminho andado para atingir o seu objetivo.

12. Amigos da dieta

Rodeie-se de pessoas que torcem pelo seu emagrecimento. Avise sua família e seus colegas de trabalho que essa é a sua meta. Ninguém merece aquela “amiga” que te oferece doces o tempo todo e nem aquele marido que quer pedir pizza 3x na semana;

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O que comer à noite para não engordar?

O que comer à noite?

Aprenda a lidar com a fome noturna e manter-se firme na dieta

Sentir muita fome à noite pode ser um problema sério para quem está querendo emagrecer. E, não, não é porque “comer à noite engorda”. Na verdade, esse é apenas um dos inúmeros mitos que cercam o cenário nutricional. O problema aqui está no excesso, e não no simples ato de comer durante a noite.
Pessoas que sentem fome excessiva durante o período noturno, normalmente, sentem essa fome – digna de um leão – porque não comeram de maneira correta durante o dia. E, obviamente, se você come pouco durante o dia, pode apostar que, ao cair da noite, você cairá matando em tudo que vier pela frente. E o que acontece quando comemos quando estamos com muita fome? Bom, quase sempre, nós passamos (muito) da conta. Afinal, quando estamos com muita fome, temos uma tendência a comer mais rapidamente. Ao comer rápido demais, nosso cérebro não consegue “entender” que o corpo está sendo saciado – daí a importância de comer devagar. Só depois de muita comida, quando já estamos estufados, é que notamos que não precisávamos ter comido tanto. Assim, o arrependimento bate, a culpa nos consome e nos sentimos péssimos por ter desperdiçado todo aquele esforço que foi feito durante o dia.

Comer muito pouco durante o dia não adianta
Portanto, depois de tudo o que foi dito acima, essa é a primeira lição. Comer pouco durante o dia é pedir para compensar tudo à noite, comer mais do que precisa e, claro, acabar engordando.

Pular refeições não ajuda a emagrecer

Pular o café da manhã, o almoço ou qualquer outra refeição só vai te atrapalhar. Em primeiro lugar, porque você vai ficar com fome, causando um estresse desnecessário e, possivelmente, fraqueza e dor de cabeça. E, em segundo lugar, porque isso só vai ajudar seu metabolismo a ficar mais lento. Ao privar seu corpo dos nutrientes necessários, ele entra em um “modo de defesa”. Como assim? Bom, nosso corpo ainda é o mesmo de quando nossos ancestrais – vulgo homens da caverna – caçavam e lutavam contra animais para não morrer de fome. Sendo assim, eles não tinham uma “rotina” alimentar como a maioria de nós temos. Comiam quando conseguiam – e nunca sabiam quando isso seria possível. E é exatamente por isso que temos uma certa tendência a armazenar gordura. Gordura é um estoque de calorias que, em caso de falta de alimentos, nos ajuda a sobreviver. Como nosso corpo não “evoluiu”, ele não sabe que nós não precisamos ficar armazenando gordura – afinal, ao contrário de nossos ancestrais, não corremos o risco de morrer de fome.
Então, resumindo, pare de pular refeições se você quer emagrecer. O segredo não é comer menos: é comer de maneira correta.

O que não comer à noite

Agora que você já absorveu algumas lições importantíssimas, vamos falar dos alimentos. Mas, antes de saber o que comer, é importante saber o que deve ser evitado.
Alimentos com alto teor de gordura, frituras, embutidos (linguiças, salsichas, salames) e queijos amarelos podem ser riscados da sua lista. E não, necessariamente, porque eles podem contribuir para um ganho de peso – lembre-se que tudo é permitido, desde que você saiba se alimentar de maneira inteligente. O que acontece é que esse tipo de comida pode – e vai – prejudicar sua digestão e seu sono. E, como você já sabe, esses fatores são importantes para quem busca o emagrecimento.

O que comer à noite para emagrecer

Vamos listar aqui alguns alimentos que podem ser bons aliados da sua dieta. Contudo, tenha em mente que nenhum alimento por si só emagrece. O que emagrece é uma boa alimentação no geral, e não alimentos isolados.

Leite

Você já ouviu falar no triptofano? Ele é aminoácido precursor da serotonina! Caso você não saiba o que é serotonina, temos certeza de que você ficará feliz em descobrir que ela é uma substância diretamente relacionada à sensação de prazer e bem-estar. E, sim, o leite é riquíssimo em triptofano! Além de ser rico em melatonina, que é um hormônio que atua na nossa regulação do sono. Agora, que tal optar por um copinho de leite antes de dormir? Se puder, dê preferência às versões desnatadas, que possuem menos gordura.

Queijo branco

Se o leite está na lista, é claro que o queijo branco não ficaria de fora, né? Afinal, assim como o leite, ele também é rico em triptofano e melatonina. Ricota e cottage também são boas opções!

Aveia

Mais uma vez, vamos falar do triptofano. Fazer o que se é uma substância tão boa para o nosso corpo, né? A aveia contém vitamina B6, que aumenta a ação do triptofano. Que tal uni-la a um derivado do leite? Iogurte desnatado com aveia é uma ótima pedida!

Chá de camomila ou erva doce

Que tal ir dormir tranquilo com uma ajudinha dos efeitos calmantes que esses chás proporcionam?

Maracujá

Não é necessário comentar sobre o efeito calmante dessa fruta. certo? Aliás, temos aqui mais uma ótima combinação para fazer: bater a polpa da fruta com leite!

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O almoço e o jantar são refeições nas quais espera-se que o consumo de energia e nutrientes seja maior, e é exatamente por isso que são consideradas grandes refeições que merecem lugar garantido no cardápio do dia. Além de ajudar a recarregar as energias para te dar aquele pique e seguir na rotina do dia, nessas refeições normalmente ocorre o consumo de nutrientes que não estão presentes nas outras, como é o caso do ferro presente em carnes, leguminosas e vegetais verde escuro.

Normalmente a dúvida é saber qual a quantidade certa e tipos de alimentos é preciso colocar no prato. Esse é também sua dificuldade? Aqui no Dieta e Saúde separamos um ótimo truque para te ajudar!

Por onde começar?

Comece imaginando uma linha divide o prato ao meio. Metade do prato você deve preencher com alimentos fontes de vitaminas, minerais e fibras, enquanto a outra metade complete com carboidratos e proteínas.

O primeiro a ir para o prato é o grupo de legumes e verduras. Capriche nas cores, tipos e sabores até completar uma metade do prato. Combine crus e cozidos para estimular a mastigação, e comece a refeição por eles. Para temperar aposte nos temperos naturais como azeite, sal, limão e ervas.

Divida ao meio a outra metade do prato e escolha um alimento ou preparação do grupo de cereais tubérculos ou raízes, as grandes fontes de carboidratos. Arroz integral, macarrão, purês, mandioca, batata, farofa, polenta, risotos, lasanhas são alguns exemplos. Se você não consegue escolher entre o arroz e o purê, diminua a quantidade de cada um.

A parte que falta do prato, complete com um alimento ou preparação do grupo de carnes e ovos, como filé de frango, omelete, estrogonofe, carne assada, entre outros. Acrescente ainda uma porção de leguminosas, ou preparações feitas com elas. Se preferir, você pode incluir as leguminosas na salada e assim acompanhar uma massa que por exemplo, substituiu o arroz. Olha aqui alguns exemplos de pratos montados assim! 🙂

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Inove nas escolhas

Bom, se você é daqueles que não gosta de comer, ou não tem muito tempo de preparar arroz e feijão no jantar e prefere um sanduiche, pode ficar tranquilo. Desde que você faça um “lanche” com cara de jantar, ou seja, de acordo a variedade de nutrientes dos pratos, não há problema algum em se deliciar com um sanduíche na última refeição do dia.

Portanto, nada de comer algumas unidades de biscoito água e sal com margarina e café puro no jantar, faça um sanduíche caprichado com pão integral, atum, tomate picado, cebola, alface, cenoura e molho de iogurte por exemplo. Já sei, vamos aos exemplos para te inspirar!

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O que achou dessas sugestões?

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