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Carne moída de forno light

Aprenda a fazer uma saborosa carne moída de forno light. Receita da culinarista Malu Lobo do site Pé da Cozinha.

Ingredientes:

  • 500 g carne moída magra (alcatra ou patinho sem gordura)
  • 1 colher de sobremesa de alho amassado
  • Orégano a gosto
  • 1 cebola média picada
  • 1/2 pimentão amarelo picado em cubos
  • 1 colher de sopa de raspas de limão siciliano
  • 2 tomates sem semente picados
  • 2 xícaras de farinha de aveia ou integral ou de amaranto
  • 1 colher de sopa de azeite extra virgem e mais um pouco para untar
  • 1 pote de requeijão light
  • Queijo mussarela light ralado a gosto
  • Azeitonas fatiadas
  • Tomatinhos cereja.

Modo de preparo:

Refogue a cebola, o alho e o tomate até dourarem, desligue o fogo e coloque esse refogado em cima da carne moída crua,misture bem. Acrescente o orégano, raspas de limão,pimentão e vá adicionando a farinha aos poucos, até obter a consistência de massa, mas não muito seca. Unte o pirex. No pirex e coloque uma camada não muito grossa, cubra com uma camada de requeijão light, espalhe as azeitonas e cubra com o mussarela light. Leve ao forno pré-aquecido por 40-45 minutos ou até dourar!! Se ficar água no fundo deixe assar mais um pouco!

Qual a diferença entre light, diet, funcionais e suplementos?

Confira as 5 dúvidas mais comuns sobre esses tipos de alimentos

O que é diet?

Produtos diet são dirigidos a públicos específicos. Por exemplo, pessoas diabéticas que hipertensas. São alimentos especialmente formulados para se adequar à utilização de pessoas com quadros clínicos específicos. Podem ser produtos sem açúcar para diabéticos ou com restrição de sódio e gordura, no caso de hipertensos.

O que é light?

Light é todo aquele alimento que possui, no mínimo, 25% de redução calórica, quando comparado à sua versão comum.

Posso consumir produtos diet e light?

O alimento diet é desenvolvido para atender indivíduos com necessidades específicas. Se você não se encaixa nesse perfil e se seu médico não recomendou, não consuma. Já os alimentos “light” podem ser consumidos, de maneira geral, por qualquer pessoa.

O que são alimentos funcionais?

Alimentos que, além de produzir as funções básicas, possuem um nutriente ou substância que tem papel metabólico ou fisiológico no crescimento, desenvolvimento, manutenção ou outros efeitos que fazem bem para o organismo.

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Nutrientes com propriedades funcionais

Fibras

Função: Reduz o risco de câncer de intestino e dos níveis de colesterol no sangue.
Exemplos: frutas, legumes, verduras e cereais integrais.

Betacaroteno

Função: antioxidante que diminui o risco de câncer e de doenças cardiovasculares.
Exemplos: abóbora, cenoura, mamão, manga, damasco, espinafre, couve.

Flavonóides

Função: antioxidante relacionado à diminuição do risco de câncer de próstata.
Exemplos: suco natural de uva, vinho tinto.

Pro-bióticos

Função: ajudam no equilíbrio da flora intestinal e inibem o crescimento de microorganismos patogênicos.
Exemplos: iogurtes, leite fermentado.

O que são suplementos alimentares?

São produtos recomendados para complementar a dieta. Como o próprio nome diz, suplementar a alimentação. Embora não precise de orientação profissional para fazer uso desses produtos, é recomendável consultar um especialista antes de sair comprando qualquer coisa.

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Natal com mais sabor e menos pontos!

Veja como tornar sua ceia mais nutritiva sem abrir mão das delícias

Você pode tornar o cardápio do Natal no seu aliado na perda de peso. Parece impossível? Não se as escolhas foram feitas de maneira sensata. E não pense que pratos mais saudáveis são, necessariamente, sem graça. Dá uma olhadinha e veja como tudo pode ficar uma delícia!

  1. Acerte nas carnes

As que têm mais ?cara? de Natal são o peru e o tender. O pernil também pode fazer parte da festa, mas nada de exageros. Caso haja mais que uma opção de carne, opte apenas por uma. E lembre-se: independentemente da sua escolha, deixe sempre a pele de lado. Ainda que seja a parte mais saborosa,  também é a mais rica em gordura.

  1. Oleaginosas, sim!

Além de características dessa época do ano, também são ótimas fontes de gorduras boas, vitaminas e minerais, que irão proteger o seu coração. Em contrapartida, são alimentos calóricos. Por isso, evite servi-las como aperitivos. Uma dica é utilizá-las com o arroz ou a salada, deixando as preparações diferentes e mais saborosas.

  1. E a farofa?

Para ser um acompanhamento saudável para a sua ceia, evite preparações com bacon, calabresa, ovos fritos e embutidos como o presunto. Use a criatividade e invista em damasco, ameixa, uva-passa e até castanhas. Outra ideia é acrescentar vegetais como cenoura ralada, abobrinha e couve, que deixam sua receita leve e colorida.

  1. Saladas e mais saladas!

São as melhores opções de entrada para qualquer refeição, em qualquer época do ano! Ricas em vitaminas, minerais e fibras, dão sensação de saciedade, evitando exageros durante a noite. Monte sua mesa com no mínimo três opções diferentes e evite servi-las com molhos à base de maionese ou creme de leite, dando preferência para os feitos com iogurte desnatado.

  1. Sobremesas magrinhas

Frutas frescas como melão, melancia, uva, kiwi, morango, cereja e ameixa fornecem poucas calorias e diversos nutrientes. Mas maneire nas versões secas e cristalizadas, que contêm o dobro de calorias. Pensando nos doces, o ideal é preparar uma única opção de sobremesa, evitando, assim, os exageros.

  1. Os brindes da noite

Aproveite o calor da época para preparar sucos refrescantes e diferentes. Uma ideia é fazer coquetéis de frutas sem álcool e até um ponche de frutas. Na hora do brinde, que tal trocar o champanhe por vinho tinto gelado, cheio de antioxidantes? E lembre-se: moderação é sinônimo de sucesso, por isso, limite-se a apenas uma taça.

 

Bruna Pinheiro

Nutricionista Dieta e Saúde

CRN3: 35001

9 dúvidas esclarecidas sobre alimentos diet, light, funcionais e suplementos alimentares

Tanta denominação para os alimentos gera confusões na hora da compra. Nesta matérias, elas são esclarecidas.

1. O que é um produto diet?

Os produtos diet são aqueles especialmente formulados e que sofreram modificação no conteúdo de nutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas, sódio) e açúcares adequando-os à utilização a que se destina e, ao mesmo tempo, atendendo às necessidades das pessoas que apresentam alguma necessidade específica.

O conteúdo desses nutrientes deve ser de:

– Alimentos para dietas com restrição de carboidratos: no máximo, 0,5 g do carboidrato por 100 g ou 100 mL.

– Alimentos para dietas com restrição de gorduras: no máximo, 0,5 g de gordura total por 100 g ou 100 mL.

– Alimentos para dietas com restrição de proteínas: deve ser isento de proteína relacionada ao distúrbio. Por exemplo, pessoas portadoras de fenilcetonúria devem consumir alimentos isentos de fenilalanina. Pessoas portadoras de doença celíaca devem utilizar alimentos isentos de glúten.

– Alimentos com restrição de açúcar: não devem ser adicionados açúcares no produto, mas pode conter o açúcar naturalmente presente nos ingredientes do produto. Por exemplo, uma geléia de frutas apresentará, naturalmente, a frutose (açúcar da fruta), mas para ser classificada como diet, ela não poderá acrescentar açúcares (por exemplo, sacarose).

Além desses alimentos, os que são formulados para o controle de peso como, por exemplo, shakes, também podem receber a designação de diet se atenderem as recomendações feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

 
2. O que é um produto light?

Para a classificação do alimento light é necessário um alimento de comparação. O alimento será definido como light quando apresentar uma diferença mínima, para menos, de 25% no valor energético ou de nutrientes em relação ao alimento comparado.

Além do método comparativo, é possível classificar o alimento como light de acordo com os valores absolutos.
Por exemplo:

Para a quantidade de calorias:
Alimento sólido: no máximo, 40 calorias por 100 g do alimento.
Alimento líquido: no máximo, 20 calorias por 100 mL do alimento.

Para a quantidade de gorduras totais:
Alimento sólido: máximo de 3 g de gorduras por 100 g do alimento.
Alimento líquido: máximo de 1,5 g de gorduras por 100 mL do alimento.

Para cada nutriente há os valores limites de classificação. Os dois valores acima são exemplos. Não é necessário que todos os nutrientes ou valor calórico sejam atingidos ao mesmo tempo. Se um for atingido, o alimento já pode ser classificado como light.

 
3. Quem deve consumir produtos diet e quem deve consumir produtos light?

Tanto o alimento light quanto o alimento diet devem ser consumidos de acordo com a necessidade individual. O alimento diet é desenvolvido para atender pessoas com alguma necessidade metabólica (diabéticos, fenilcetonúricos, celíacos). Por outro lado, o alimento light pode ser utilizado por essas pessoas também. Por exemplo, um pão light que não tem adição de açúcar pode ser utilizado pelos diabéticos.

Como vimos, uma alimento light ou diet não significa, necessariamente, que ele seja reduzido em calorias. A designação light ou diet pode ser em decorrência a restrição de algum nutriente e não da quantidade de calorias. Por isso, é importante ler o rótulo e verificar se o alimento irá atender as necessidades.

 
4. Há alguma situação em que é arriscado consumir diet ou light (infância, gravidez)? Em qual (quais) e por quê?

Não existe nenhuma proibição em relação aos alimentos diet e light, até mesmo em relação à utilização de adoçantes. Entretanto, como é possível ter uma alimentação equilibrada sem a utilização de adoçantes, o recomendado é para que as gestantes e as crianças os consumam em pequenas quantidades, evitando fazer o uso diário e em grande quantidade deles.

 
5. Há quem simplesmente limita a dieta a alimentos de baixa caloria como forma de perder peso. Isso é recomendável?

A restrição de calorias é o princípio básico de quem deseja emagrecer. A restrição calórica é necessária para que haja o emagrecimento. Entretanto, é importante conciliar uma alimentação com baixas calorias com uma elevada qualidade nutricional dos alimentos. Não é correto, por exemplo, ingerir doces, bolos, tortas diariamente, mesmo estando dentro da quantidade calórica necessária para a eliminação de peso.

 
6. O que são alimentos funcionais?

Os alimentos funcionais são aqueles que, além de produzir as funções básicas, apresentam um nutriente ou substância que tem papel metabólico ou fisiológico no crescimento, desenvolvimento, manutenção ou outros efeitos benéficos para o organismo.

Abaixo estão descritos alguns nutrientes ou substância com propriedades funcionais.

* Betacaroteno
Ação no organismo: Antioxidante que diminui o risco de câncer e de doenças cardiovasculares.
Fontes alimentares: Abóbora, cenoura, mamão, manga, damasco, espinafre, couve.

* Licopeno
Ação no organismo: Antioxidante relacionado à diminuição do risco de câncer de próstata.
Fonte alimentar: Tomate.

* Fibras
Ação no organismo: Redução do risco ao câncer de intestino e dos níveis de colesterol sangüíneo.
Fontes alimentares: Frutas, legumes e verduras em geral e cereais integrais.

* Flavonóides
Ação no organismo: Antioxidantes que diminuem o risco de câncer e de doenças cardiovasculares.
Fontes alimentares: Suco natural de uva, vinho tinto.

* Isoflavonas
Ação no organismo: Redução dos níveis de colesterol sangüíneo e do risco de doenças cardiovasculares.
Fonte alimentar: Soja.

* Ácido graxo ômega-3
Ação no organismo: Redução dos níveis de colesterol sangüíneo e do risco de doenças cardiovasculares.
Fontes alimentares: Peixes, óleo de peixes.

* Probióticos
Ação no organismo: Ajudam no equilíbrio da flora intestinal e inibem o crescimento de microrganismos patogênicos.
Fontes Alimentares: Iogurtes, leite fermentado.

 
7. O que devemos fazer para obter os benefícios dos alimentos funcionais? É preciso comê-los como se fossem “remédios”?

Os alimentos funcionais não devem ser confundidos com “remédios”. Os funcionais têm como função a prevenção de doença e, por isso, é incorreto a comparação de que eles atuam como “remédios”. Os medicamentos servem para tratar doenças já estabelecidas e, por outro lado, os alimentos funcionais atuam na prevenção para o desenvolvimento de patologias.

Os alimentos funcionais são os encontrados no dia a dia. Por isso, é importante o estímulo diário para seguir uma alimentação saudável e variada, incluindo frutas, legumes, verduras, peixes, carnes magras, leites e derivados.

 
8. O que são suplementos alimentares?

Os suplementos ou complementos alimentares são produtos indicados para, como o nome diz, complementar a dieta de pessoas que não apresentam nenhuma doença ou deficiência alimentar, ou seja, eles complementam a dieta de uma pessoa saudável, visando atingir o valor diário recomendado dos nutrientes.

 
9. É seguro consumir suplementos alimentares sem orientação médica?

Os complementos não são utilizados para tratar deficiências nutricionais e não possuem, portanto, indicação medicamentosa. Assim, eles não precisam ser utilizados sob orientação de um profissional, apesar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) exigir a seguinte informação no rótulo do alimento “Consumir preferencialmente sob orientação profissional”. O ideal é que o indivíduo procure a orientação de um nutricionista para que possa ter esclarecimentos sobre possíveis efeitos de uma superdosagem ou, ainda, se o produto é adequado para o perfil do paciente.

Roberta Stella
Nutricionista responsável
CRN3 9788