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Alimentos para diabéticos: 10 melhores opções

Uma boa dieta para quem sofre com essa doença deve conter alimentos com baixo índice glicêmico e fornecer nutrientes essenciais. Dentre esses nutrientes, cabe destacar a importância das fibras solúveis, que ajudam a reduzir a absorção de glicose e a concentração de açúcar no sangue, aumentar a sensibilidade à insulina, controlar o colesterol e ainda ativar a sensação de saciedade por mais tempo!

A Associação Americana de Diabetes listou os melhores alimentos para quem sofre com diabetes! Vale a pena conferir:

  • Batata Doce: possui baixo índico glicêmico, contém vitamina A e fibras solúveis;
  • Canela: Estudos comprovam que a canela combate o diabetes, e o consumo diário de 1 colher de chá pode reduzir a taxa de glicose no sangue em até 26%;
  • Feijão: é rico em fibras e proteínas;
  • Frutas Cítricas (abacaxi, acerola, laranja, limão, tangerina, kiwi, lima, morango e uva são alguns exemplos): contém vitamina C e fibras; *Observação pessoas com inflamação no esôfago ou azia devem evitar esse tipo de fruta;
  • Gorduras Saudáveis (amêndoas, amendoim, nozes, sementes de linhaça, castanhas, óleo de coco, abacate e azeite são alguns exemplos): são fontes de ômega 3; *São alimentos calóricos, porém pequenas quantidades já são suficientes para absorver os nutrientes necessários;
  • Leite (desnatado) e laticínios sem gordura (magros): são fonte de cálcio e vitamina D; *O queijo quanto mais branco menos gordura tem, já o queijo amarelado, como por exemplo o queijo cheddar, quanto mais amarelo mais gordura ele possui;
  • Peixes (tilápia, atum, salmão são algumas opções): são fontes de ômega 3 e ácidos graxos; *Evite consumir frito ou empanado, dê preferência para o grelhado;
  • Tomate: é rico em vitamina C e E, licopeno, ferro e ainda é um forte antioxidante;
  • Grãos Integrais (aveia): são ricos em potássio e fibras;
  • Vegetais de folha Verde Escura (rúcula, espinafre, couve): são fontes de vitamina A;

Quais desses alimentos fazem parte da sua rotina? Conta pra gente! 😉

Obesidade, hipertensão, diabetes e depressão: o que elas têm em comum?

Graves doenças que estão muito mais relacionadas do que você pensa

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 1 bilhão de pessoas em todo o mundo têm pressão alta. No Brasil, cerca de 30% da população sofre com pressão alta – um dos principais fatores de risco para as doenças do coração e primeira causa de mortes no país.
Enquanto isso, o diabetes já atinge cerca de 350 milhões de pessoas no mundo, segundo estimativas da própria OMS. Em território nacional, cerca de 10% da população sofre com a doença.

Obesidade no Brasil

De acordo com o “Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e Caribe”, mais da metade dos brasileiros estão com sobrepeso. Entre eles, a obesidade chega a atingir 20% dos adultos. O documento, que baseia-se em dados da OMS, mostra que o sobrepeso em adultos no Brasil passou de 51,1% (2010) para 54,1% (2014).
As mulheres que apresentam quadro de obesidade encontram-se em maior número do que os homens. Além disso, estima-se que 7,3% das crianças com menos de 5 anos estão acima do peso – mais uma vez, sendo as meninas as mais afetadas.

Obesidade e hipertensão

Não é fácil identificar uma única causa para a origem dessa doença. Afinal, vários fatores – isolados ou em conjunto – podem contribuir para o avanço desse quadro clínico. Alguns deles são: excesso de sal, sedentarismo e, claro, excesso de peso. A abundância de tecido adiposo (gordura) na região do abdômen está diretamente ligada ao aumento da pressão arterial.
A obesidade aumenta os níveis de insulina no sangue e, também, a retenção de sódio pelos rins.

Obesidade e diabetes

O diabetes está diretamente relacionado não só à obesidade, mas ao sedentarismo. Dados da Federação Mundial de Diabetes – recolhidos em 2013 – apontam que 80% dos 11,9 milhões de brasileiros adultos que sofrem com diabetes também apresentam sobrepeso.
O indivíduo obeso, como já vimos, tem maior resistência à insulina. Uma vez resistente a esse hormônio e pronto: você está no caminho certo para ficar diabético. Afinal, é isso que acontece quando seu pâncreas não consegue mais fazer insulina suficiente para lidar com essa resistência. Assim, os níveis de açúcar no sangue começam a subir loucamente, podendo acarretar diversas outras doenças graves, além da clássica diabetes tipo 2,

Obesidade e depressão

A Organização Mundial da Saúde define depressão como um transtorno mental comum caracterizado por tristeza, perda de interesse, ausência de prazer, oscilações entre sentimentos de culpa e baixa autoestima.
Cerca de 30% das pessoas que buscam emagrecer apresentam algum grau de depressão. É fato que pessoas obesas correm maior risco de adquirirem essa doença.
A própria depressão pode trazer sintomas que levam à obesidade, como compulsão alimentar ou aumento de apetite. Além disso, estar com depressão faz com que a circulação do cortisol no nosso organismo aumente, fazendo com que células de gordura sejam acumuladas mais facilmente.

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Dia Mundial da Diabetes: Entenda mais sobre essa doença

No dia 14/11 é comemorado o Dia Mundial da Diabetes e aproveitando, vamos falar um pouquinho sobre essa doença que acomete grande parte da sociedade.

Diabetes é uma doença crônica, caracterizada pela não produção ou produção insuficiente de insulina. Sendo assim, o corpo não consegue adequar a quantidade de glicose no sangue, causando a hiperglicemia, que se não tratada, pode causar danos nos órgãos, vasos sanguíneos e nervos.

– Dados recentes da Organização Mundial de Saúde demonstram que uma a cada dez pessoas tem diabetes. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, em 2014 haviam 387 milhões de casos de diabetes, tendo uma projeção de 592 milhões em 2035. No Brasil existem 11,6 milhões de pessoas diagnosticadas com diabetes.

– Sabe-se que uns dos fatores que influência no aumento de casos é o sobrepeso e a obesidade, decorrente de uma má alimentação ou ainda por falta de informação.

– Para que possamos prevenir e controlar essa doença, seguem os tipos de diabetes e suas diferenças e de que maneira conseguimos auxiliar com a alimentação.

– Diabetes tipo 1 ? Também conhecida como insulinodependente, é quando pouca ou nenhuma insulina é liberada no corpo. Logo, o nível de glicose no sangue aumenta. A diabetes tipo 1 caracteriza entre 5 e 10% das pessoas com a doença, que geralmente aparece na infância e adolescência, podendo também, surgir na fase adulta.

– Diabetes tipo 2 ? Aparece quando o organismo não consegue utilizar adequadamente a insulina produzida. Cerca de 90% das pessoas tem diabetes tipo 2. Geralmente se manifesta na fase adulta, porém pode aparecer em adolescentes e crianças. Pode ser tratado somente com planejamento alimentar e atividade física, porém dependendo da gravidade, se faz necessário o uso de medicação.

– Diabetes gestacional ? Durante a gestação, a produção hormonal da mulher aumenta para que ela possa suprir as necessidades do bebê, e em algumas mulheres, esse processo não ocorre e elas desenvolvem a diabetes gestacional. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal), e consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até obesidade e diabetes na fase adulta.

Alguns cuidados com a alimentação podem prevenir o aparecimento da diabetes, tais como: consumir alimentos ricos em fibras (cereais integrais, frutas, verduras e legumes), evitar ficar longos períodos de jejum, se alimentar de 3 em 3 horas, evitar o consumo frequente e excessivo de açúcar (doces, bolos, sorvetes), evitar refrigerantes, balas, chicletes e sucos industrializados, não ingerir bebidas alcoólicas e evitar o consumo de alimentos ricos em gordura . Além disso, a prática de atividade física é importante para a manutenção de peso e para a liberação hormonal adequada.

Nutricionista Thalita Monzani
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN3 33083

Você utiliza adoçantes em seu dia a dia?

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No dia mundial de combate à diabetes, conheça um pouco mais sobre os adoçantes.

No mundo, estima-se que exista cerca de 246 milhões de pessoas com Diabetes. É uma doença silenciosa, que acomete desde crianças até idosos, e caso não seja tratada acarreta em danos ao organismo, como olhos, rins, nervos, coração e vasos sanguíneos. Por esse motivo seu controle é muito importante!

Para o tratamento, além do controle feito por medicamentos, é necessária a perda de peso e uma alimentação equilibrada, que incluí a diminuição da utilização do açúcar, que pode ser trocado por adoçantes.

Entretanto, os adoçantes não são indicados e utilizados apenas por diabéticos ou com pré diabetes, seu uso pode, e deve ser feito também por pessoas que querem emagrecer ou manter o peso.

Há adoçantes artificiais e naturais. Dentre os adoçantes artificiais mais conhecidos, estão:

Aspartame: 180 a 200 vezes mais doce que o açúcar. Resistente a altas temperaturas, podendo ser utilizado em preparações quentes. Um dos poucos adoçantes que possui valor calórico, sendo 1 grama equivalente a 4 calorias, considerado pouco.

– Ciclamato: 30 vezes mais doce que o açúcar. Resiste a altas temperaturas e dissolve facilmente em líquidos. Não possui calorias.

– Sacarina: 300 vezes mais doce que o açúcar. Resistente a altas e baixas temperaturas. Não possui calorias.

– Acesulfame-K: 150 vezes mais doce que o açúcar. Sabor residual amargo, é resistente ao calor e não possui calorias. É o adoçante mais utilizado nas bebidas dietéticas industrializadas.

Entre os adoçantes naturais mais conhecidos estão:

-Sucralose: O único dos adoçantes que pode ser utilizado sem maiores restrições, não possui calorias, dissolve facilmente em líquidos, resistente a variação de temperatura e é 600 vezes mais doce que o açúcar.

– Stévia: 300 vezes mais doce que o açúcar. Resistente ao calor, não possui calorias e tem sabor residual amargo quando utilizado em grandes quantidades.

-Frutose: É encontrado naturalmente em frutas, possui o dobro do poder de adoçar se comparado ao açúcar, possui calorias, sendo que 1 grama equivale a 4 calorias.

Vale lembrar que não basta reduzir as calorias de sua alimentação apenas com o uso de adoçantes. Uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais e carnes magras, associada a pratica de atividades físicas, irão garantir a manutenção e controle de peso, além de manter os níveis de glicemia.

 

Bruno Machado
Nutricionista do Dieta e Saúde
CRN3: 35680/P