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O que comer em cada refeição para emagrecer?

Um dos conselhos mais comuns dados por avós a netas que querem emagrecer é “no café da manhã, coma como uma rainha, no almoço, como uma princesa e, no jantar, como uma mendiga”. Mas será que a velha máxima ainda vale? Sim, garante o médico nutrólogo Edson Credidio. A manhã é mesmo o período do dia em que menos engordamos e a noite o momento em que o metabolismo desacelera e o acúmulo de gordura fica favorecido.

Uma pesquisa da Universidade de Minnesota (EUA), realizada com 2.200 adolescentes, confirmou a importância do café da manhã para o processo de emagrecimento ou de manutenção do peso. Cinco anos após o início do estudo, aqueles que tomavam café da manhã diariamente ganharam menos peso e apresentaram Índice de Massa Corpórea (IMC) menor do que os que não tomavam. Além disso, durante o período em que os jovens foram acompanhados, quem comia de manhã mantinha uma alimentação mais saudável ao longo do dia e era mais ativo fisicamente do que quem pulava a refeição.

Além de ajudar a emagrecer, o desjejum faz bem para a saúde. “Entre o intervalo da última refeição e a primeira do dia seguinte, há um longo período em jejum. Mas, também nesta fase, houve a queima de glicose e de glicogênio. Ao acordar, os níveis dessas substâncias estão muito baixos e precisam ser repostos”, explica a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella.

O café da manhã, portanto, deve ser bem caprichado, aconselha Credidio. “Dessa maneira, você começa o dia com disposição e dispõe de um bom rendimento nas atividades cotidianas”, completa Roberta. Para darem energia, os alimentos do café da manhã devem conter principalmente carboidratos, encontrados nos pães, nas frutas e nas geleias. Além disso, leite e derivados (queijos e iogurtes) fornecem proteínas e cálcio. As fibras, encontradas nas frutas, trazem saciedade e melhoram o funcionamento do intestino.
Segundo Credidio, um bom cardápio é café com leite, duas fatias de pão integral com queijo, cottage ou requeijão, um copo de iogurte com cereais, uma fruta (variar sempre) e oleaginosas (uma noz, uma castanha do Pará e cinco pistaches). Outra opção, mais contida, é uma fatia de pão integral, uma maçã, uma fatia média de queijo minas light e uma xícara de café com leite.

O almoço, a segunda refeição principal do dia, não deve ser omitido ou reduzido. “Ele irá fornecer energia para que possa seguir o dia desenvolvendo as atividades adequadamente. Muitas pessoas relatam que, à noite, sentem muita fome e cometem excessos nesse período. Normalmente, isso acontece quando o almoço foi deixado de lado”, afirma a nutricionista do Minha Vida.

Um exemplo de almoço balanceado é formado por 3 colheres (sopa) cheias de arroz cozido, meia concha média de feijão cozido, um filé médio de peixe cozido, uma colher (sopa) cheia de vagem cozida, uma colher (sopa) cheia de cenoura cozida, três colheres (sopa) cheias de rúcula, duas colheres (sopa) rasas de molho de iogurte e uma fatia pequena de melão de sobremesa.

O jantar, que fecha a alimentação do dia, deve suprir o corpo com os nutrientes que ficaram faltando. “Essa refeição prepara o corpo para o sono. Por isso, deve fornecer energia e volume alimentar adequados, evitando sobrecarregar o organismo”, orienta Roberta. Frutas e verduras são excelentes opções para o jantar. A sugestão do médico nutrólogo Credidio é uma coxa de frango, 100g de couve-flor cozida, 100g de alface, 100g de palmito, 100g de pepino e 100g de uma salada mista de legumes.

É importante lembrar que os lanches entre as refeições principais também são aliados de quem luta contra a balança. Frutas, barrinhas de cereais, iogurtes light, granola, sucos, pães integrais e torradas são alguns dos itens que podem compor os petiscos feitos ao longo do dia.

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

 

 

Bolinho de mandioca assado fit

Ingredientes

  • 300 g carne seca dessalgada
  • 500 g mandioca cozida e amassada
  • 1/2 xícara de biomassa de banana verde
  • 1 ovo
  • Sal marinho a gosto
  • Salsinha e cebolinha a gosto

Como fazer

Cozinhe a carne seca até que fique bem macia, deixe esfriar e desfie. Cozinhe a mandioca até ficar macia, escorra e passe no espremedor, retirando o talo central. Pré-aqueça o forno 180 C e unte uma assadeira. Em um bowl misture todos os ingredientes: a carne seca desfiada, mandioca, biomassa, ovo, sal marinho, salsinha e cebolinha. Molde os bolinhos e os disponha na assadeira, leve ao forno 20-25 minutos ou até dourarem.

Informações

Rendimento: 10 porções

Calorias: 114 kcal por porção

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Receita cedida pela chef Malu Lobo do site Nutra Saúde na Cozinha.

Mandioquinha é fonte de fibras e auxilia no emagrecimento

Batata-baroa, mandioquinha, cenoura-amarela… Não importa como você conhece o alimento que ilustra esta matéria, o importante é incluí-lo na dieta. Então já adiantamos que a leitora Cida Silva, que gostaria de saber se ele pode prejudicar o intestino, não tem com o que se preocupar.

Pelo contrário: trata-se de uma boa escolha para o sistema digestivo por ser fonte de fibras. Ou seja, junto com uma ingestão adequada de líquidos, ela regula o trânsito intestinal.

Isso sem mencionar que é um ótimo reduto de magnésio, cálcio e as vitaminas A, C e E, aliados de peso na prevenção de diversas doenças.

Sucesso nas academias

Aquele aporte de fibras, associado a um índice generoso de carboidrato, fez a mandioquinha cair no gosto de muita gente que puxa ferro, acabando com o monopólio da batata-doce. “Ambas são recomendadas para o pré-treino porque liberam energia aos poucos no organismo”, explica a nutricionista Thamyris Lima, da rede Hortifruti.

Já a batata inglesa seria a mais indicada depois da atividade física. Isso porque possui menos fibras e, portanto, repõe rapidamente os níveis de glicogênio, o combustível que fica armazenado nos músculos e no fígado.

Como preparar a mandioquinha

“Ela vai bem cozida no vapor com azeite e tomilho ou alecrim e em forma de purê, sopa ou creme”, ensina José Barattino, chef executivo do Eataly, shopping gastronômico de São Paulo. “Também é possível embrulhá-la com casca em papel alumínio e levá-la à churrasqueira”, completa.

Na hora da compra, o ideal é escolher as mais amareladas, cuja casca não apresenta depressões ou machucados. “Depois, você deve higienizá-las em água corrente antes de armazenar na gaveta de vegetais da geladeira, onde a temperatura não é tão baixa”, avisa a nutricionista Renata Guirau, do Oba Hortifruti. Assim, a mandioquinha é preservada por um tempo maior – até cinco dias.

 

Conteúdo tirado do site Saúde Abril

Alimentos para diabéticos: 10 melhores opções

Uma boa dieta para quem sofre com essa doença deve conter alimentos com baixo índice glicêmico e fornecer nutrientes essenciais. Dentre esses nutrientes, cabe destacar a importância das fibras solúveis, que ajudam a reduzir a absorção de glicose e a concentração de açúcar no sangue, aumentar a sensibilidade à insulina, controlar o colesterol e ainda ativar a sensação de saciedade por mais tempo!

A Associação Americana de Diabetes listou os melhores alimentos para quem sofre com diabetes! Vale a pena conferir:

  • Batata Doce: possui baixo índico glicêmico, contém vitamina A e fibras solúveis;
  • Canela: Estudos comprovam que a canela combate o diabetes, e o consumo diário de 1 colher de chá pode reduzir a taxa de glicose no sangue em até 26%;
  • Feijão: é rico em fibras e proteínas;
  • Frutas Cítricas (abacaxi, acerola, laranja, limão, tangerina, kiwi, lima, morango e uva são alguns exemplos): contém vitamina C e fibras; *Observação pessoas com inflamação no esôfago ou azia devem evitar esse tipo de fruta;
  • Gorduras Saudáveis (amêndoas, amendoim, nozes, sementes de linhaça, castanhas, óleo de coco, abacate e azeite são alguns exemplos): são fontes de ômega 3; *São alimentos calóricos, porém pequenas quantidades já são suficientes para absorver os nutrientes necessários;
  • Leite (desnatado) e laticínios sem gordura (magros): são fonte de cálcio e vitamina D; *O queijo quanto mais branco menos gordura tem, já o queijo amarelado, como por exemplo o queijo cheddar, quanto mais amarelo mais gordura ele possui;
  • Peixes (tilápia, atum, salmão são algumas opções): são fontes de ômega 3 e ácidos graxos; *Evite consumir frito ou empanado, dê preferência para o grelhado;
  • Tomate: é rico em vitamina C e E, licopeno, ferro e ainda é um forte antioxidante;
  • Grãos Integrais (aveia): são ricos em potássio e fibras;
  • Vegetais de folha Verde Escura (rúcula, espinafre, couve): são fontes de vitamina A;

Quais desses alimentos fazem parte da sua rotina? Conta pra gente! 😉

Alimentos ricos em proteínas

A proteína é uma molécula grande formada por aminoácidos (pequenas moléculas). A proteína possui um papel estrutural no organismo sendo importante para a construção e reparação muscular, formação de células, tecidos, alguns hormônios e outras estruturas do corpo.

O organismo usa os aminoácidos das proteínas que ingerimos para desempenhar suas funções. Os aminoácidos são divididos em essenciais (o corpo não produz, portanto precisamos ingerir pela alimentação) e não essenciais (o corpo pode produzir).

Tipos de proteína

  • Proteína animal: tem todos os aminoácidos essenciais que o corpo precisa
  • Proteínas vegetais: tem um menor valor biológico, com falta de alguns aminoácidos.

Além disso, o corpo digere e absorve melhor as proteínas de origem animal que as vegetais.

Uma proteína de alto valor biológico fornece quantidades adequadas de todos os aminoácidos essenciais, ou seja, aminoácidos que nosso organismo precisa adquirir através da alimentação, pois o corpo não produz.

Alimentos ricos em proteína animal

  • Carne de frango
  • Carne de vaca
  • Queijo
  • Salmão grelhado
  • Pescada
  • Ovo
  • Iogurte
  • Leite

Alimentos ricos em proteína vegetal

  • Soja
  • Quinoa
  • Trigo sarraceno
  • Millhete
  • Lentilhas
  • Tofu
  • Feijão
  • Ervilhas
  • Arroz cozido

A vantagem de consumir alimentos ricos nestas proteínas é que consumimos em apenas 1 alimento todos os aminoácidos limitantes no organismo. Alimentos de fonte animal (carnes de boi, frango, peixes, ovos, leite) contêm proteínas de alto valor biológico.

Normalmente uma alimentação variada em alimentos, mesmo que não contenha alimentos de origem animal ricos em aminoácidos essenciais, pode conter níveis adequados através da combinação de alimentos que fornecem os aminoácidos limitantes que o corpo não produz. É o caso dos vegetarianos e veganos, eles buscam a combinação de alimentos (grãos, vegetais, cereais e frutas) a fim de manter o equilíbrio e a ingestão desses aminoácidos. Uma dieta pobre em aminoácidos pode levar a baixa imunidade, indisposição, perda de massa muscular, entre outras implicações.

Ingestão de proteína para emagrecer

Para o emagrecimento e a definição muscular, alimentos fonte de proteína e de carboidratos devem ser consumidos ao longo do dia.

As proteínas podem ser ingeridas nas três principais refeições:

  • Café da manhã (leite, iogurte e queijos magros)
  • almoço e jantar (carnes sem gordura aparente, frango sem pele, peixes grelhados ou assados e ovos).

Assim, o indivíduo absorve proteínas ao longo do dia não sobrecarregando uma única refeição.

Necessidade diária de proteína

Segundo a última revisão da RDA (Recommended Dietary Allowances), a necessidade diária recomendada da ingestão de proteínas para os indivíduos é de 0,8g/kg de peso corporal/dia. Ou seja um indivíduo com 65 kg deve ingerir 52 g dia. Com essa ingestão, a maioria dos indivíduos normais estaria excluído de apresentar qualquer tipo de deficiência de proteínas, desde que seguindo uma dieta balanceada. Essa quantidade é muito fácil de alcançar, devido aos hábitos alimentares dos Brasileiros ricos em carnes, ovos, feijões, leite, etc.

Porém, à maior necessidade de proteínas apresentada por atletas, dependendo do tipo de exercício, a freqüência semanal, a duração e intensidade do esforço, assim como o tipo, a quantidade e o tempo de ingestão dos nutrientes (principalmente proteínas e carboidratos).

Segundo a American Dietetic Associacion, os requerimentos de proteína são maiores em indivíduos muito ativos (atletas com treinos diários e competições), podendo chegar a recomendação de até 35% das calorias vindas de proteína. Porém, a absorção de proteína é limitada pelo organismo.

Alguns estudos mostram que a ingestão máxima que irá ser utilizada pelo músculo é de 20 a 25g de proteína por refeição. Se em cada refeição o indivíduo consumir 2 filés de frango grelhados já vai estar consumindo aproximadamente de 50 a 60g de proteínas. O excesso de proteínas ou aminoácidos não é estocado no corpo, sendo assim uma dieta hiperproteica pode levar ao acúmulo de gordura e a sobrecarga renal uma vez que os produtos finais do metabolismo proteico (ureia e amônia) são filtrados nos rins.

Desta forma, a ingestão recomendada de proteínas para atletas gira em torno de 1,1 a 1,4g/kg/dia, ou seja, aproximadamente 38 a 75% acima da RDA e para atletas de resistência (praticantes de musculação) é de 1,8g por kg, sendo que com essa quantidade a síntese proteica aumenta mas quando a ingestão é superior a 2,4g por kg, nenhuma diferença é encontrada.

Para indivíduos que desejam um aumento de massa magra, a proteína, além de ser ingerida o longo do dia e também após os treinos, uma vez que durante o exercício as fibras musculares são quebradas e precisam ser repostas.

Absorção e digestão

Os alimentos proteicos possuem graus de digestibilidade diferentes que podem implicar em um maior tempo de digestão e absorção. Quando falamos em praticantes de atividade física precisamos de proteínas de alta digestibilidade a fim de recuperar a massa muscular em menor tempo possível.

Quando falamos em emagrecimento saudável o fator de digestibilidade refere-se apenas ao mal-estar gástrico (plenitude, empachamento) que alguns tipos de alimentos podem gerar.

O corpo digere e absorve melhor as proteínas de origem animal que as vegetais. As proteínas animais apresentam de 90 a 95% de digestibilidade, enquanto a da combinação de arroz e feijão, por exemplo, é de 80%. A presença de taninos, inibidores de tripsina e hemaglutininas ou lecitinas levam a diminuição da digestibilidade das proteínas das leguminosas.

Conteúdo tirado do site Minha Vida