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Dançar traz 3 benefícios incríveis para o cérebro

Aprender, memorizar e se equilibrar: o que essas habilidades têm em comum? Bem, todas estão relacionadas com o hipocampo, área do cérebro que pode ficar comprometida com o envelhecimento. Mas um estudo do Centro Alemão para Doenças Neurodegenerativas revelou uma prática especialmente bem-vinda para essa região: a dança.

Os pesquisadores compararam a atividade com treinos de resistência e flexibilidade. Aí perceberam que, principalmente em termos de equilíbrio, mexer o corpo ao ritmo da música é mais vantajoso. Isso porque as mudanças de movimento típicas do bailado aprimoraram essa função mais do que os exercícios clássicos.

Fora que os mais velhos precisavam se lembrar das coreografias – o que, de quebra, favorecia a memória. “Dançar ainda melhora a autoestima e o estado de espírito”, nota Cristiane Peixoto, educadora física especializada em envelhecimento da Cia Athletica, em São Paulo.

Dance com segurança

As aulas de dança são ótimas, mas, como qualquer atividade física, demandam cuidados. “Você pode se esforçar e ficar cansado, mas não deve sentir dor”, enfatiza Cristiane. É preciso respeitar os limites do corpo. Sempre!

Mais 5 dicas para preservar o cerébro

1. Fique longe do cigarro

2. Não exagere no álcool

3. Inclua azeite, peixe, castanhas e frutas na dieta

4. Invista em atividades culturais – clubes de leitura, por exemplo, são uma boa

5. Não deixe de socializar. Ouça e compartilhe experiências

 

Conteúdo tirado do site Saúde Abril

Exercícios que garantem resultados mais rápidos

Desafie seus limites com 4 exercícios simples

Você já desistiu de alguma atividade física por não ver resultados logo? Separamos 4 exercícios simples que, além de altamente eficazes, podem ser feitos em sua própria casa!
Nada de ter que frequentar ambientes que você não gosta e de ter que pagar taxas de matrícula abusivas. Ponha uma roupa leve, calce seu tênis e vamos começar.

Abdominais

Deite num colchonete ou num tapete dobrado. Deixe os joelhos flexionados e os pés apoiados no chão. Com os braços esticados em cima da cabeça, eleve o tronco em direção aos joelhos, contraindo o abdômen. Cuidado para não forçar o pescoço e lembre-se de que não vale encostar a cabeça no chão antes de terminar a série!

Flexão de braços

Com os joelhos em um colchonete ou tape, abra os braços e apoie as mãos no chão, alinhadas aos ombros. Flexione os cotovelos como se fosse encostar o peito no chão.

Agachamento

Fique em pé. Separe as pernas e alinhe-as com o quadril. Pés devem estar ligeiramente “para fora”, passando um pouco da linha dos ombros. Agache, vagarosamente, e depois levante em velocidade normal. Contraia bem todos os músculos, principalmente o abdômen.

Elevação de calcanhar

Com as pernas levemente fechadas, fique de pé na frente de uma cadeira. Eleve os calcanhares e volte sem encostá-los no chão.

Exemplo de treino para iniciantes

Comece fazendo 5 repetições para cada exercício. Mantenha a proporção “um dia sim e o outro não”, e vá intercalando mais 2 ou 3 a cada semana que passar – ou até você sentir que já está ficando fácil. Quando estiver completando 15 repetições tranquilamente, faça assim:

1ºdia – 1×15;
2ºdia – Caminhada ou dança;
3ºdia – 2×15;
4ºdia – Caminhada ou dança;
5ºdia – Forte repetição de cada exercício;
6ºdia – Caminhada ou dança
7ºdia – DESCANSO.

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Dor depois dos exercícios

Aprenda como agir para amenizar a dor.

Muitas pessoas reclamam de dor depois de uma atividade física, principalmente quem está iniciando. E muitas até desistem da atividade física, devido à dor que sentem. A dor é inevitável tanto para iniciantes como para atletas, mas o importante é saber até que ponto ela é considerada normal ou se está sendo prejudicial.
Se você é iniciante, se está sem praticar exercícios há muito tempo, qualquer atividade irá causar dores musculares no dia seguinte podendo se prolongar até mais dois dias. Isto porque o organismo precisa de um tempo para se adaptar a novos esforços. Mas se esta dor for muito forte, é sinal de que você precisa ir devagar, fazendo uma atividade mais leve e aumentar a intensidade aos poucos.

No sistema muscular, irá ocorrer micro rupturas nos grupos musculares solicitados durante o exercício e acúmulo de ácido láctico, gerando no organismo um processo de defesa que leva a um processo inflamatório. Além da parte muscular, você também irá sentir novas adaptações em outros sistemas como o metabólico, o cardiovascular, etc…
Se você fizer o mesmo treino por um determinado período (em média de 2 a 3 meses) o seu organismo irá se adaptar a intensidade do exercício feito e esta dor irá desaparecer aos poucos.

Mas sempre que você fizer exercícios físicos ou atividades físicas diferentes ou aumentar a intensidade dos exercícios que já está fazendo ou ainda ficar um tempo sem fazer os exercícios e voltar aos mesmos proporcionando novos estímulos ao corpo, esta dor aparecerá.

Os treinos mais intensos darão maior probabilidade a que isto aconteça, por isso os atletas também aprendem a conviver com a dor e evitar lesões. Não é preciso sentir dor para ter benefícios ou um resultado melhor, aliás, se você sente dor durante o exercício é sinal de que está forçando além do que deve ou que já é hora de parar e diminuir o ritmo ou a intensidade do exercício.

Agora, se você quer melhorar a sua performance, aumentar a massa muscular e melhorar o seu condicionamento cardiorrespiratório, deverá trabalhar com limites e treinos mais intensos podendo causar estas dores musculares nos dias seguintes ao exercício executado.

Se você treinou e sentiu dor no dia seguinte, procure treinar outros grupos musculares ou fazer atividades com menor intensidade para não piorar a situação. Por isso é muito importante fazer uma avaliação física antes de iniciar os exercícios e conhecer exatamente o seu nível de condicionamento, trabalhando de forma adequada com a intensidade certa que possa lhe proporcionar melhora no rendimento sem causar lesões, respeitando o seu limite.

Fazer compressas de gelo, que é um processo antiinflamatório, pode ajudar a diminuir a inflamação nos músculos. Faça pelo menos 2 vezes por dia por 10 minutos.

Algumas pessoas precisam tomar antiinflamatório, mas nestes casos é essencial que um médico faça a prescrição do melhor medicamento para você.

Não esqueça de fazer muito alongamento antes e depois dos exercícios, pois estes também ajudam a relaxar a musculatura depois do esforço.

Respeite o período de repouso não treinando o mesmo grupo muscular em dias seguidos ou alternando atividades intensas com atividades moderadas em dias seguidos.

Se estiver com muita dor não treine. Descanse! Se a dor persistir, procure um médico especialista em medicina esportiva.

Valéria Alvim
Personal trainer Dieta e Saúde

Alimentação e atividade física

Faça a combinação certa e obtenha resultados melhores.

A prática de atividade física é de extrema importância para ter uma vida mais saudável, e a alimentação adequada para o tipo de atividade que você faz é essencial para que você obtenha o resultado esperado.

 
Jamais devemos treinar de estômago vazio, essa atitude pode levar a casos de tontura, queda da pressão arterial ou crises de hipoglicemia, é importante lembrar que para se exercitar o corpo necessita de energia.
Por isso, é fundamental consumir pelo menos 30 minutos antes do exercício, alimentos fontes de carboidrato, que nos dão energia para praticar a atividade física, além de fornecer oxigênio, evitando a fadiga dos músculos. A recomendação é que esse nutriente faça parte de cerca de 45 a 65% da nossa alimentação diária.

 
Dê preferência aos carboidratos complexos: arroz integral, pão integral, barra de cereais, frutas são boas opções, pois saciam por mais tempo, por serem ricos em fibras.
Após o exercício, você deve consumir alimentos fontes de carboidrato e de proteína. O carboidrato contribui para a reposição dos estoques de energia do nosso organismo.

 
Já a proteína é fundamental para a formação massa muscular, e sua recomendação é de 10 a 35% da alimentação diária. Na maioria dos casos, somente com a alimentação é possível atingir essa recomendação. Fique atento somente um nutricionista presencial, poderá analisar a necessidade de suplementação ou de aumentar o consumo de alimentos fontes desse nutriente. A proteína é encontrada principalmente em alimentos de origem animal como leite e derivados, carnes e ovos, uma fonte vegetal de proteína são as leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, soja).

 
Enquanto a proteína é importante para a formação de massa muscular gordura se destaca pela sua função energética é através dela que obtemos as vitaminas lipossolúveis A, D, E e K. O excesso de gordura pode prejudicas a digestão e também causar mal estar durante a prática de exercícios. Sua recomendação diária de ingestão é de 20 a 35% do valor calórico total da alimentação.

 
Além disso, é importante ficar de olho no consumo de água. É necessário beber água antes, durante e após a atividade física, para evitar a desidratação.

Gabriela Mendes Taveiros
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN3 32089

Começando uma atividade física

Saiba como dar os primeiros passos

Muitas pessoas têm dúvidas de como começar um atividade física. A grande maioria opta pela caminhada, que além de ser uma atividade eficaz e que traz muitos benefícios a saúde, é fácil de fazer, além de não necessitar de equipamentos. Mas mesmo para começar a caminhada, é essencial procurar um médico especialista em medicina esportiva para fazer uma avaliação completa, incluindo teste ergométrico entre outros.

O médico irá dar muitas dicas, além de prescrever as melhores atividades para você e também o que você deve evitar. Se estiver tudo ok e você estiver liberada para as atividades, terá algumas opções.

Se for sedentária,o ideal seria começar com caminhada em dias alternados por 2 semanas de 10 a 20 minutos e depois, aumentar para 5x por semana de 15 a 30 minutos, sempre com alongamentos depois.

Quando estiver fazendo 30 minutos seguidos, comece a aumentar a velocidade da caminhada ou a incluir subida de 2 minutos a cada4 minutos.

Depois de 6 meses, seria legal incluir outra atividade aeróbia como hidroginástica, bicicleta, dança no minimo 3x por semana em dias alternados a caminhada, para dar novos estímulos ao corpo.

Você também poderá ir para uma academia, fazer uma avalição física e montar um programa de exercícios incluindo:

1. Exercícios aeróbios (caminhada, bicicleta ou transport, para começar) de 10 a 20 minutos em dias alternados.
2. Musculação iniciante.
3. Alongamentos depois dos exercícios.

Outra opção seria ter o acompanhamento de um Personal Trainer, que fará sua avaliação e montará um programa incluindo exercícios aeróbios, exercícios com pesos ou de fortalecimento muscular e alongamentos.

A cada 2 meses em média é importante aumentar a intensidade do exercício, dando novos estímulos ao corpo. Para isto, você precisa, aumentar a intensidade dos exercícios que já está fazendo, aumentando a velocidade, a carga, o nível, incluindo subidas ou exercícios mais puxados. Você pode ainda incluir exercícios diferentes no seu programa para dar estímulos novos e diferentes dos estímulos já conhecidos.

Valéria Alvim
Personal trainer Dieta e Saúde

A força das proteínas para os exercícios físicos

No organismo, as proteínas estão presentes principalmente nos músculos. São elas que formam todas as estruturas musculares e que consequentemente provocam a força necessária para segurar um objeto como um copo ou caneta, caminhar, pedalar, correr, nadar ou mesmo suspender um peso durante o treino de musculação.

Manter uma adequada ingestão diária de proteínas pela dieta é fundamental para garantir a saúde e o desenvolvimento dos músculos, por isso se seu objetivo é manter ou aumentar a massa muscular, inclua alimentos fontes de proteínas em seu dia a dia, principalmente em sua refeição pós-treino.

Durante a prática do exercício, a musculatura pode sofrer pequenas lesões devido ao grande esforço empregado, e é exatamente por meio da refeição pós-treino que o corpo encontrará a proteína necessária para reestruturar e reparar a musculatura atingida, com isso o desenvolvimento do músculo tende a ocorrer. Lembre-se também que nos músculos há estoques de carboidratos (responsáveis por fornecer energia durante o treino) e água, por isso monte uma refeição que inclua esses itens também.

As proteínas podem também ser usadas pelo organismo como fonte de energia durante ou após o exercício, sobretudo se os níveis de carboidratos estiverem reduzidos. Com a queda dos estoques da principal fonte de energia do corpo, há um consumo maior de proteínas com o objetivo de repor a energia perdida com o exercício, o que ocasiona a perda de proteína muscular e com isso a diminuição dos músculos. Buscar o equilíbrio no consumo dos nutrientes é essencial, tanto proteínas quanto carboidratos são importantes para a saúde dos músculos e corpo.

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Mas cuidado! Não é porque você precisa manter um adequado consumo de proteínas que necessariamente será preciso iniciar o uso de um suplemento, até porque esse tipo de produto tem como público-alvo, atletas cuja necessidade de proteínas é elevada devido ao treinamento intenso.

A quantidade de proteínas recomendada segue características individuais como peso, estado de saúde, intensidade, frequência e duração do exercício físico praticado. O excesso de proteínas pode aumentar o risco para doenças renais e a carência prejudicar a recuperação após o treino.

Se pretende aumentar a quantidade de proteínas de sua dieta, e assim contribuir com o desenvolvimento ou manutenção de sua musculatura, o mais indicado é buscar o acompanhamento presencial de um nutricionista. A partir de uma análise detalhada de seu consumo alimentar e sua rotina de treinos, o profissional poderá adequar seu consumo a sua necessidade, evitando excesso ou carência do nutriente.

 
Ana Carolina Icó
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN-3 34133

Alimentação x Atividade Física

Hoje vim falar de um assunto muito bacana: Atividade física!

E falar em atividade física é falar dos inúmeros benefícios que ela traz a nós, certo? Então vamos lá!

– Ajuda a diminuir e controlar o peso.
– Diminui o risco de doenças do coração e outras (pressão alta, osteoporose, diabetes e obesidade)
– Melhora os níveis de colesterol sanguíneo.
– Aumenta as taxas do bom colesterol.
– Aumenta a resistência muscular.
– Bem-estar mental.
– Alivia o estresse e a ansiedade.
– Ajuda a produzir serotonina – o hormônio do bem-estar.

Associar atividade física com uma alimentação saudável, sem dúvidas, garante um melhor desempenho físico e também melhores resultados na perda de peso. Pensando nisso, vim deixar algumas dicas sobre alimentação antes e depois do treino e também falar um pouquinho sobre a hidratação nestes períodos, ok?

Na alimentação, ANTES da atividade física é importante respeitar o tempo de digestão da refeição, uma vez que, iniciar o treino com o estômago muito cheio pode trazer sensações desagradáveis como por exemplo náuseas, vômitos e empachamento. Vale lembrar que realizar qualquer atividade física em jejum pode causar mal-estar, fraqueza, indisposição e até mesmo fadiga, que são sintomas característicos da hipoglicemia. Então, neste período prefira fazer o consumo de alimentos ricos em carboidratos de alto índice glicêmico, esses alimentos são facilmente quebrados no processo digestivo e assim fornecem a energia imediata que você precisa para realizar o seu exercício. Veja alguns exemplos: Pão branco, bolo simples, frutas, suco de frutas, frutas secas, geleia de frutas, mel e biscoitos.

DEPOIS da atividade física, o ideal é consumir alimentos ricos em proteínas, associada a uma fonte carboidrato simples. Essa combinação de nutrientes contribui para recuperação muscular e melhora do desempenho físico para o próximo treino, além de favorecer a formação muscular e evitar a quebra das proteínas.  Neste período, prefira realizar refeições mais completas, como o café da manhã, almoço ou jantar. Algumas sugestões para esse período é o consumo de pão branco com patê de atum e suco natural de frutas, carne magra com batatas ou macarrão, peito de frango com arroz, torradas com queijo branco e iogurte com frutas.

Agora vocês já estão prontos para montar os lanches, certo? Outro ponto fundamental que não podemos deixar de falar é sobre o consumo de água nestes períodos!
Para a garantia da hidratação antes da atividade física, minha sugestão é que vocês façam o consumo de cerca de 250 a 500ml de água, 2 horas antes do exercício. Durante a atividade, nos primeiros 15 minutos e depois a cada 30 minutos o consumo sugerido é de pelo menos 250ml de água e depois do seu treino o consumo deve continuar para compensar as perdas de água pelo suor e urina!

E aí gostaram do post?

 

Jacqueline Coelho
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN-3 37486/P