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Conheça o APP que vai ajudar a cuidar da saúde do seu filho

É com muito orgulho que o Dieta e Saúde apresenta…DS Kids =)
Agora, além de cuidar da alimentação dos pais, o Dieta e Saúde quer dar uma vida mais saudável para as crianças também!

Você já teve alguma dúvida sobre o que colocar na lancheira do seu filho? Ou, em algum momento, já pensou se o almoço que você preparou tem todos os nutrientes que seu filho precisa para crescer forte e saudável? E mais: Já se questionou se deve dar doce de sobremesa para as crianças?

Foi pensando em todas as dúvidas que os pais têm sobre alimentação saudável e também sonhando com um futuro melhor para as nossas crianças, que nasceu o aplicativo DS Kids! Com o DS Kids você vai poder contar com dicas da psicóloga e nutricionista para cuidar da saúde do seu filho, acompanhar o seu crescimento, contar com dicas para montar lancheiras, receitas e brincadeiras para estimular a criançada a ter hábitos mais saudáveis e muito mais!

Tudo muito bem escolhido e feito com muito carinho pelo nosso time de nutricionistas e psicóloga.

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Combate à obesidade Infantil: Essa causa também é nossa!

Por que essa causa também é nossa?

A questão é tão grave que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera a obesidade infantil um dos desafios mais graves de saúde pública do século 21. De acordo com a OMS, em 2013 havia em todo o mundo mais de 42 milhões de crianças com excesso de peso antes de completarem os primeiros cinco anos de idade.

Atualmente uma em cada três crianças no Brasil está pesando mais do que deveria. Um dos grandes dramas no combate à obesidade infantil é o fato de ser muito comum o problema ser negligenciado na infância. Diferentemente dos adultos que naturalmente se cobram (ou são cobrados) para manter o peso seja pela saúde, por razões estéticas ou por outros motivos, as crianças são culturalmente poupadas na grande maioria dos casos. O conceito antigo (e errado) de que criança gordinha é criança saudável acaba protelando a preocupação dos pais. Além disso, muitos adultos acreditam que os quilos a mais irão embora com a fase de crescimento na adolescência. Mas as estatísticas provam a cada dia que essa não é realidade. A cada 5 crianças com obesidade, quatro delas continuaram com essa condição na vida adulta, como comprovou um estudo publicado no New England Journal of Medicine.

Nem sempre as causas do excesso de peso em crianças são por questões fisiológicas. Especialistas afirmam que cerca de 15% dos casos tem relação com disfunções hormonais e outras doenças, por exemplo. A grande maioria dos casos envolve fatores genéticos, maus hábitos alimentares, sedentarismo ou a combinação desses elementos. Também é muito comum perceber que quando uma criança é gordinha, os pais também estão acima do peso. Mais isso nem sempre tem a ver com a herança genética, e sim com os hábitos da família como um todo. E é justamente nessa questão que gera um dos problemas centrais da obesidade infantil.

No Brasil quase não existem políticas públicas e programas sociais consistentes de combate à obesidade infantil. Ainda assim, especialistas afirmam que é principalmente em casa que a criança aprende hábitos alimentares saudáveis e quando os pais e familiares são ativos fica mais fácil mostrar para os pequenos a importância de movimentar o corpo. Ou seja, as chances de uma criança comer mais frutas, vegetais e legumes ou então trocar o biscoito por uma maçã se adultos do seu convívio não fazem o mesmo é praticamente nula. Se há um conceito antigo que nunca esteve tão certo é que o exemplo vem de casa.

Os pais têm grande influência na obesidade dos filhos e a prevenção começa na gravidez: mulheres que ganham mais de 20 kg durante a gestação tem mais chances de ter um bebê com peso elevado. A amamentação também é importante, já que quando o bebê mama no peito, aprende a controlar sua saciedade, algo que ele não consegue ter quando é alimentado com mamadeira.

A principal causa da obesidade infantil atualmente são os maus hábitos, tanto alimentares quanto o sedentarismo. O consumo em excesso de açúcar, sódio, gordura saturada e gordura trans é o grande vilão da alimentação. Essa lista engloba itens como refrigerantes, lanches fast food, bebidas açucaradas, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, bolinhos, bisnaguinhas, doces de todo tipo, além das marcas, tamanhos, cores, sabores e preços para todos os bolsos.

Para agravar o quadro ainda a mais, as crianças se movimentam muito pouco. A regrinha de ouro do gaste mais do que você consome também é válida para elas quando o assunto é queimar calorias.
O problema é que a criançada vem apresentando um estilo de vida cada vez mais sedentário com o passar dos anos e só a educação física do colégio não é o suficiente para gastar as calorias extras consumidas. A OMS recomenda que crianças e adolescentes de 5 a 17 anos pratiquem pelo menos uma hora diária de atividade física, moderada ou intensa. Os médicos ainda ressaltam que a maior parte da atividade física diária deve ser aeróbica, como natação, vôlei e caminhada. Mas não é só isso. O objetivo maior é conscientizar a criançada sobre a importância dos exercícios. É por isso que as atividades devem ser diversificadas, prazerosas e adequadas para a idade da criança. Isso significa que vale brincar de pega-pega, andar de bicicleta e jogar futebol? Claro que sim!

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