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Alimentos que sabotam a dieta

A mudança dos hábitos alimentares é um dos fatores principais para ter sucesso na dieta. Exige que você consuma mais frutas e legumes, priorize alimentos mais nutritivos e faça escolhas mais saudáveis, reduzindo o consumo de açúcares e gorduras. Os resultados são compensadores. Bastam pequenos ajustes para sentir a diferença no corpo, para as roupas ficarem mais largas e você sentir mais disposição. O esforço costuma surtir efeito na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança emperra, as pessoas se indagam sobre o que estão fazendo de errado. Você já pensou que a resposta para a estagnação pode estar na listinha de compras do regime?

1. Granola

Este mix de cereais, frutas secas e castanhas leva fibras e vitaminas que dão saciedade e energia, mas também contém açúcar. Invista na versão diet/light da mistura. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, 100 g de granola tem 421 calorias. Seguindo a tabela da dieta dos pontos, meia xícara (chá) apresenta quatro pontos. “O recomendado por dia é 25 gramas”, diz a especialista. Prefira comer a granola no café da manhã para ganhar mais disposição e ainda ter um dia inteiro para gastar as calorias consumidas.

2. Água de sabor

Beber água para hidratar o corpo é essencial para a nossa sobrevivência e para a dieta. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber até 2 litros de líquidos por dia. É pensando nisso que muita gente acaba abusando das águas de sabor. De limão, morango e até mesmo de maçã-verde e lichia, elas contém aditivos, adoçantes e, às vezes, até açúcar. Não deve ser consumida em grande quantidade, no máximo, dois copos por dia.

3. Saladas perigosas

A saladinha costuma ser uma opção leve e refrescante para os dias de verão, mas segundo a nutricionista Rosana Farah, aquelas temperadas com molhos prontos, azeite, queijos, azeitonas e croutons devem ser evitadas porque costumam carregar muitas calorias e gordurosas saturadas. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.

4. Açaí

A fruta da região amazônica faz sucesso, sobretudo entre praticantes de esportes que adoram se refrescar depois dos exercícios. Apesar de ser rico em nutrientes (principalmente: cálcio, ferro, vitamina B1), o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são 248 calorias em 100 gramas. Um copo de açaí tem 2 pontos e a tigela de açaí (com banana, granola e mel- 1 colher de sopa) tem 4 pontos. Os complementos na hora de consumi-lo também costumam tornar ainda mais calórica a fruta, dentre eles: granola, banana picada e leite condensado. “O ideal é consumir o açaí puro e, se for substituir o lanche da manhã ou da tarde por ele, coma uma tacinha pequena de 50 gramas”, explica a nutricionista Rosana Farah.

5. Comida japonesa

Um dos alimentos que as pessoas mais gostam da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser feito com alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos como o cream cheese. Sem contar as versões fritas. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é que come-se muitos de uma vez só. Uma unidade tanto de atum quanto de salmão apresenta 1 ponto. A recomendação da nutricionista é “No seu almoço ou jantar, limite o consumo até quatro unidades, assim você pode desfrutar do restante do cardápio oferecido no restaurante japonês”, aponta Rosana.

6. Refrigerante light ou zero

Os refrigerantes desse tipo não possuem calorias, mas um outro elemento do refrigerante causa preocupação nos especialistas: o adoçante. A nutricionista Rosana Farah ainda alerta que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces. “Estudos apontam o efeito do adoçante nas papilas gustativas fazendo com que fiquem mais receptivas ao sabor doce”, diz ela.

7. Barrinhas de cereais

As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as com mais calorias (e pontos). No caso das barrinhas de cereais (dependendo da marca), a pontuação varia de 0 a 3 pontos.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Comer um ovo por dia ajuda a ganhar músculos e perder gordura

Quando pensa no consumo de proteínas, pouca gente se lembra dele, mas o ovo é uma alternativa bastante saudável para repor os aminoácidos essenciais ao funcionamento do organismo. “As proteínas são de extrema importância para o nosso organismo por sua função construtora e reparadora, além de participarem da formação de hormônios, enzimas e anticorpos”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf, do Centro Brasileiro De Nutrição Funcional.

A variedade de opções no preparo (cozido, mexido ou em omeletes) conta a favor de inclusão do ovo na dieta, que ainda ganha reforço de vitaminas, minerais e lipídios (presentes em grandes quantidades na gema). “Mais de 50% da vitamina B2 do ovo está na clara, de fácil digestão e ideal para quem treina e quer desenvolver músculos”, afirma a especialista. “Nunca coma ovos crus, prevenindo a salmonela (bactéria que traz infecção intestinal).

Entre a turma da academia, o xodó é a albumina: esta proteína tem alto valor biológico, excelente biodisponibilidade (é facilmente aproveitada pelo organismo e fácil digestão. A albumina possui os nove aminoácidos necessários para o processo de anabolismo (aumento de massa muscular), contribui para a regeneração de tecidos musculares, unhas, pele e cabelo (faz crescer cabelos), revitaliza funções orgânicas devido ao seu valor energético e impulsiona o sistema imunológico. A albumina está contida, principalmente, na clara. “A clara também dispõe de leucina, um aminoácido que ajuda a manter os músculos e diminui a massa gorda (gordura).

A gema, por sua vez, é rica em ômega 3, gordura excelente para o cérebro e que estimula o equilíbrio da insulina com a glicose, mais um fator para regular a compulsão e a resistência insulínica, que é o maior fator de risco para a Síndrome Metabólica. Ela também age no combate da anemia. “O ovo combate não apenas a anemia por deficiência ferro, mas também a chamada anemia perniciosa graças à presença de vitamina B 12”, diz a nutricionista.

Consumo diário

Para contar com esses benefícios, o ideal é incluir ao menos um ovo (de galinha) por dia na sua alimentação o de codorna é ainda mais rico em colesterol comparado com o de galinha. Em cada 50 gramas (o equivalente a cinco ovinhos), há 422 miligramas da substância. Mas não é só: ele também tem maior quantidade de fósforo e ferro do que seu concorrente e só perde no quesito vitamina A.

Apesar da digestão mais lenta, o ovo pode ser ingerido no jantar e é um ótimo substituto para as carnes vermelhas (principalmente entre as pessoas de idade mais avançada e com dificuldade para mastigar). “Mas minha recomendação é consumo de um ovo no café da manhã, porque ele traz saciedade e evita que o paciente fique besliscando”, afirma a nutricionista.

Quanto à cor da casca, não há com o que se preocupar: ela indica apenas a cor da galinha. As brancas põem ovos brancos, as vermelhas põem ovos vermelhos. E não há diferença nutricional relevante entre os ovos de granja e os chamados caipiras, que têm uma coloração mais amarelada. Isso se deve ao tipo de alimentação. A especialista lembra que as galinhas caipiras são criadas soltas e comem o que encontram pela frente, incluindo vegetais mais coloridos, enquanto as de granja se alimentam apenas de ração.

O colesterol

Por muitos anos, o ovo foi visto como inimigo do coração. Mas pesquisas recentes comprovam que não há risco de doença cardiovascular para pessoas que consomem até um ovo por dia, de acordo com a nutricionista. Para preservar sua saúde, evite o consumo de ovos fritos, que têm mais calorias totalmente dispensáveis.

Amigo da memória

O ovo também é fundamental à mesa de quem tem mania de esquecer tudo. Isso acontece porque ele é uma ótima fonte de colina, proteína que melhora a memória e a cognição. Além disso, ele tem as vitaminas B2, B6, B12, E, K, D e ácido fólico. Zinco, cálcio, selênio ( boa quantidade), fósforo e ferro também estão presentes. “Devido a todos esses nutrientes, o ovo deve fazer parte da dieta de todos os indivíduos, salvo aqueles com alguma intolerância ou alergia alimentar”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Marmitas saudáveis: 4 dicas para comer melhor

Cozinhar a própria comida é ótimo para a saúde, ainda mais se você seguir minhas dicas neste artigo. A tomada de consciência do cuidado com a alimentação e aquilo que irá nutrir o organismo permite a construção de um “relacionamento” positivo com a comida e transforma cozinhar num ato prazeroso. Mas na hora de consumir sua marmita, alguns cuidados podem beneficiar sua saúde, organização e, como consequência, o emagrecimento. Veja algumas dicas abaixo:

1. Antecipe-se para cozinhar

As refeições que compõem o cardápio da semana podem ser preparadas no dia anterior ou em um único dia (em que a pessoa dispõe de mais tempo disponível para se dedicar ao ato de cozinhar, como um dia do final de semana) e congeladas já nas porções determinadas de cada refeição, facilitando assim a logística em levar as refeições para os dias seguintes. Essa programação inclusive evita o desperdício dos alimentos disponíveis na geladeira e despensa.

2. Conserve sua marmita da forma correta

A refeição deve ser mantida sob refrigeração em geladeira e idealmente, numa bolsa térmica para transportar os alimentos, garantindo que não ocorra aumento da temperatura interna e risco aumentado de proliferação de micro-organismos.

O uso de recipientes e potes de vidro são indicados por não interferirem no sabor dos alimentos, serem de fácil higienização e, sobretudo, por permitirem o aquecimento em micro-ondas (ou forno ou banho-maria), diferentemente de potes plásticos que podem liberar algumas substâncias químicas que atuam como disruptores endócrinos, a exemplo do bisfenolA.

3. Como sempre à mesa

O ato de comer envolve também arrumar a própria mesa para a refeição bem como a arrumação de louças e talheres, despertando os sentidos de forma mais completa e proporcionando maior satisfação com a alimentação. Ressalta-se que preferir o uso no cotidiano de pratos, garfos, colheres e copos menores, pode auxiliar no melhor controle do tamanho de porções e até a mastigação mais lenta, prolongando o tempo de refeição.

4. Busque companhia

Comer à mesa favorece um dos elementos mais importantes de sociabilização que são as refeições em família ou com as pessoas próximas. Algumas pessoas que almoçam marmitas tendem a comer sozinhas, mas buscar quem também tenham esse hábito no seu ambiente de trabalho é uma ótima pedida.

As refeições em companhia beneficiam a melhor regulação do quanto se come, é um espaço que permite o estreitamento dos laços. Vale lembrar que após todos servidos e satisfeitos com a refeição, orienta-se evitar deixar à disposição do campo visual o que restou, que podem continuar a ser facilmente consumidos enquanto a conversa se prolonga e resultar num excesso alimentar.

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Alimentos para diabéticos: 10 melhores opções

Uma boa dieta para quem sofre com essa doença deve conter alimentos com baixo índice glicêmico e fornecer nutrientes essenciais. Dentre esses nutrientes, cabe destacar a importância das fibras solúveis, que ajudam a reduzir a absorção de glicose e a concentração de açúcar no sangue, aumentar a sensibilidade à insulina, controlar o colesterol e ainda ativar a sensação de saciedade por mais tempo!

A Associação Americana de Diabetes listou os melhores alimentos para quem sofre com diabetes! Vale a pena conferir:

  • Batata Doce: possui baixo índico glicêmico, contém vitamina A e fibras solúveis;
  • Canela: Estudos comprovam que a canela combate o diabetes, e o consumo diário de 1 colher de chá pode reduzir a taxa de glicose no sangue em até 26%;
  • Feijão: é rico em fibras e proteínas;
  • Frutas Cítricas (abacaxi, acerola, laranja, limão, tangerina, kiwi, lima, morango e uva são alguns exemplos): contém vitamina C e fibras; *Observação pessoas com inflamação no esôfago ou azia devem evitar esse tipo de fruta;
  • Gorduras Saudáveis (amêndoas, amendoim, nozes, sementes de linhaça, castanhas, óleo de coco, abacate e azeite são alguns exemplos): são fontes de ômega 3; *São alimentos calóricos, porém pequenas quantidades já são suficientes para absorver os nutrientes necessários;
  • Leite (desnatado) e laticínios sem gordura (magros): são fonte de cálcio e vitamina D; *O queijo quanto mais branco menos gordura tem, já o queijo amarelado, como por exemplo o queijo cheddar, quanto mais amarelo mais gordura ele possui;
  • Peixes (tilápia, atum, salmão são algumas opções): são fontes de ômega 3 e ácidos graxos; *Evite consumir frito ou empanado, dê preferência para o grelhado;
  • Tomate: é rico em vitamina C e E, licopeno, ferro e ainda é um forte antioxidante;
  • Grãos Integrais (aveia): são ricos em potássio e fibras;
  • Vegetais de folha Verde Escura (rúcula, espinafre, couve): são fontes de vitamina A;

Quais desses alimentos fazem parte da sua rotina? Conta pra gente! 😉

Berinjela diminui colesterol ruim e reduz gordura no fígado

A berinjela é um legume que contém a seguinte composição: vitamina B5 e sais minerais como cálcio, fósforo, ferro e fibra solúvel. A niacina (vitamina B5) protege a pele e ajuda a regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo. Enquanto os minerais cálcio, fósforo e ferro contribuem para a formação dos ossos e dentes, construção muscular e coagulação do sangue.

Poucas pessoas sabem, contudo, que ela é um vegetal com poder de diminuir o colesterol e reduzir a ação das gorduras sobre o fígado. Seu suco é utilizado nas inflamações dos rins, bexiga e uretra como poderoso diurético.

A berinjela é muito recomendada para quem sofre de artrite, gota, reumatismo, diabetese inflamações da pele em geral. Como tem poder laxante, aconselha-se nas indigestões e prisão de ventre.

Diabetes, colesterol e a berinjela

Dietas com alto teor de fibra alimentar têm apresentado resultados positivos em relação a tolerância à glicose, redução de hiperglicemia pós-prandial e taxa secretória de insulina em indivíduos diabéticos. A fração da fibra solúvel, que está presente na berinjela, é apontada como responsável por estes efeitos fisiológicos benéficos e vários mecanismos têm sido propostos para explicar sua ação. A alteração na velocidade de difusão da glicose, devido à formação de gel no lúmem intestinal é um deles. Já a alteração na estrutura da mucosa intestinal, com rarefação das criptas e vilosidades da mucosa intestinal e aumento da produção de mucina, que atua como uma barreira à absorção de glicose, é outro.

Atualmente, o extrato e o suco de berinjela, têm sido utilizados para diminuir as taxas de colesterol e de colesterol ruim, LDL. A produção de ácidos graxos de cadeia curta, como o acetato e o propionato, em decorrência da fermentação da fibra solúvel pelas bactérias do cólon, também exercem efeitos na diminuição das taxas de glicose e colesterol sanguíneo. O acetato inibe a lipólise do tecido adiposo que é responsável pelo excesso de ácidos graxos livres que chega ao fígado e acarreta a produção de acetoacetato em indivíduos diabéticos.

Diversos trabalhos científicos tem verificado se dietas ricas em berinjela apresentam efeito hipoglicêmico e uma melhora a tolerância à glicose, e se a presença de fibra solúvel (pectina solúvel) é um fator determinante nestes efeitos. Dietas ricas em berinjela apresentam efeito hipoglicêmico, e contribuem para o retardamento de absorção da glicose pós-prandial e a fração fibra solúvel está correlacionada com estes efeitos.

Experimentos realizados com a utilização de berinjela com casca e sem casca, e de casca de berinjela por um período de 42 dias. A glicose sangüínea foi determinada no início do experimento e aos 13, 21, 34 e 42 dias. Os testes orais de tolerância à glicose (TOTG) foram realizados no final do experimento.

Os resultados mostraram que as rações à base de farinha de berinjela com casca e de casca de berinjela apresentaram redução nos níveis de glicose. Este efeito não foi significativo para a ração à base de farinha de berinjela sem casca. Os animais do grupo com diabetes que receberam ração à base de berinjela com casca apresentaram menor área sob a curva de glicose, do que os dos grupos controle (ração à base de caseína e de berinjela com casca) e do que o do grupo diabético que recebeu a ração de caseína. Este efeito não foi observado nos animais que receberam ração à base de berinjela sem casca e casca de berinjela.

Estes resultados indicam a presença de um composto responsável pelo efeito hipoglicêmico na casca de berinjela e que a pectina solúvel da ração não foi suficiente para promover tal efeito, mas que a administração contínua de pectina solúvel contribuiu para a melhora da TOTG.

Experimentos mostraram que o suco de berinjela administrado a pacientes hipercolesterolêmicos, reduziu significantemente o peso corpóreo, o colesterol total, o colesterol ruim, LDL, e os triglicérides, assim como aumentou o relaxamento dependente do endotélio, melhorando a pressão arterial.

Compra, armazenamento e preparo

Na hora da compra, deve-se dar preferência às que se apresentam firmes, de cor roxa uniforme e lustrosa. As berinjelas devem ser guardadas em geladeira, dentro de sacos plásticos, assim se conservam em bom estado por duas semanas. As pessoas tem o hábito de mergulhá-las em água e sal antes de seu preparo, mas esse procedimento anula o sabor do legume e grande parte de suas propriedades nutritivas. O período de safra da berinjela vai de janeiro a maio.

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Escrito por Edson Credidio

Nutrologia – CRM 42445/SP

Alimentos ricos em proteínas

A proteína é uma molécula grande formada por aminoácidos (pequenas moléculas). A proteína possui um papel estrutural no organismo sendo importante para a construção e reparação muscular, formação de células, tecidos, alguns hormônios e outras estruturas do corpo.

O organismo usa os aminoácidos das proteínas que ingerimos para desempenhar suas funções. Os aminoácidos são divididos em essenciais (o corpo não produz, portanto precisamos ingerir pela alimentação) e não essenciais (o corpo pode produzir).

Tipos de proteína

  • Proteína animal: tem todos os aminoácidos essenciais que o corpo precisa
  • Proteínas vegetais: tem um menor valor biológico, com falta de alguns aminoácidos.

Além disso, o corpo digere e absorve melhor as proteínas de origem animal que as vegetais.

Uma proteína de alto valor biológico fornece quantidades adequadas de todos os aminoácidos essenciais, ou seja, aminoácidos que nosso organismo precisa adquirir através da alimentação, pois o corpo não produz.

Alimentos ricos em proteína animal

  • Carne de frango
  • Carne de vaca
  • Queijo
  • Salmão grelhado
  • Pescada
  • Ovo
  • Iogurte
  • Leite

Alimentos ricos em proteína vegetal

  • Soja
  • Quinoa
  • Trigo sarraceno
  • Millhete
  • Lentilhas
  • Tofu
  • Feijão
  • Ervilhas
  • Arroz cozido

A vantagem de consumir alimentos ricos nestas proteínas é que consumimos em apenas 1 alimento todos os aminoácidos limitantes no organismo. Alimentos de fonte animal (carnes de boi, frango, peixes, ovos, leite) contêm proteínas de alto valor biológico.

Normalmente uma alimentação variada em alimentos, mesmo que não contenha alimentos de origem animal ricos em aminoácidos essenciais, pode conter níveis adequados através da combinação de alimentos que fornecem os aminoácidos limitantes que o corpo não produz. É o caso dos vegetarianos e veganos, eles buscam a combinação de alimentos (grãos, vegetais, cereais e frutas) a fim de manter o equilíbrio e a ingestão desses aminoácidos. Uma dieta pobre em aminoácidos pode levar a baixa imunidade, indisposição, perda de massa muscular, entre outras implicações.

Ingestão de proteína para emagrecer

Para o emagrecimento e a definição muscular, alimentos fonte de proteína e de carboidratos devem ser consumidos ao longo do dia.

As proteínas podem ser ingeridas nas três principais refeições:

  • Café da manhã (leite, iogurte e queijos magros)
  • almoço e jantar (carnes sem gordura aparente, frango sem pele, peixes grelhados ou assados e ovos).

Assim, o indivíduo absorve proteínas ao longo do dia não sobrecarregando uma única refeição.

Necessidade diária de proteína

Segundo a última revisão da RDA (Recommended Dietary Allowances), a necessidade diária recomendada da ingestão de proteínas para os indivíduos é de 0,8g/kg de peso corporal/dia. Ou seja um indivíduo com 65 kg deve ingerir 52 g dia. Com essa ingestão, a maioria dos indivíduos normais estaria excluído de apresentar qualquer tipo de deficiência de proteínas, desde que seguindo uma dieta balanceada. Essa quantidade é muito fácil de alcançar, devido aos hábitos alimentares dos Brasileiros ricos em carnes, ovos, feijões, leite, etc.

Porém, à maior necessidade de proteínas apresentada por atletas, dependendo do tipo de exercício, a freqüência semanal, a duração e intensidade do esforço, assim como o tipo, a quantidade e o tempo de ingestão dos nutrientes (principalmente proteínas e carboidratos).

Segundo a American Dietetic Associacion, os requerimentos de proteína são maiores em indivíduos muito ativos (atletas com treinos diários e competições), podendo chegar a recomendação de até 35% das calorias vindas de proteína. Porém, a absorção de proteína é limitada pelo organismo.

Alguns estudos mostram que a ingestão máxima que irá ser utilizada pelo músculo é de 20 a 25g de proteína por refeição. Se em cada refeição o indivíduo consumir 2 filés de frango grelhados já vai estar consumindo aproximadamente de 50 a 60g de proteínas. O excesso de proteínas ou aminoácidos não é estocado no corpo, sendo assim uma dieta hiperproteica pode levar ao acúmulo de gordura e a sobrecarga renal uma vez que os produtos finais do metabolismo proteico (ureia e amônia) são filtrados nos rins.

Desta forma, a ingestão recomendada de proteínas para atletas gira em torno de 1,1 a 1,4g/kg/dia, ou seja, aproximadamente 38 a 75% acima da RDA e para atletas de resistência (praticantes de musculação) é de 1,8g por kg, sendo que com essa quantidade a síntese proteica aumenta mas quando a ingestão é superior a 2,4g por kg, nenhuma diferença é encontrada.

Para indivíduos que desejam um aumento de massa magra, a proteína, além de ser ingerida o longo do dia e também após os treinos, uma vez que durante o exercício as fibras musculares são quebradas e precisam ser repostas.

Absorção e digestão

Os alimentos proteicos possuem graus de digestibilidade diferentes que podem implicar em um maior tempo de digestão e absorção. Quando falamos em praticantes de atividade física precisamos de proteínas de alta digestibilidade a fim de recuperar a massa muscular em menor tempo possível.

Quando falamos em emagrecimento saudável o fator de digestibilidade refere-se apenas ao mal-estar gástrico (plenitude, empachamento) que alguns tipos de alimentos podem gerar.

O corpo digere e absorve melhor as proteínas de origem animal que as vegetais. As proteínas animais apresentam de 90 a 95% de digestibilidade, enquanto a da combinação de arroz e feijão, por exemplo, é de 80%. A presença de taninos, inibidores de tripsina e hemaglutininas ou lecitinas levam a diminuição da digestibilidade das proteínas das leguminosas.

Conteúdo tirado do site Minha Vida

6 dúvidas mais frequentes sobre exercícios e alimentação

Provavelmente, você já se fez algumas dessas perguntas

– Devo mudar minha alimentação se eu começar a fazer exercícios físicos?

Sim. A prática de atividade física aumenta o gasto energético. Assim, seu corpo irá precisar de mais nutrientes (proteínas, carboidratos, gorduras etc) do que uma pessoa sedentária.

– O que comer antes do treino?

Uma coisa importante para se ter em mente: nada de praticar atividade física em jejum. Isso vai fazer com que seu rendimento seja menor e você pode até passar mal. Procure ingerir carboidratos com índice glicêmico um pouco mais alto, pois eles irão te fornecer energia rapidamente.

– O que comer depois do treino?

É importante repor os carboidratos perdidos durante o exercício. Além disso, alimentos ricos em proteína são uma ótima pedida. Afinal, proteínas são essenciais para a reparação e crescimento dos nossos músculos. Dê preferência às carnes magras.

– Qual o papel do carboidrato?

Ao contrário do que muitos pensam, o carboidrato não é um vilão da dieta. Ele nos fornece energia e oxigênio na forma de glicose e glicogênio muscular. Assim, nosso rendimento não é prejudicado, evitando a fadiga muscular.

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– Carboidratos podem ajudar a emagrecer?

Sim, principalmente quando se trata de carboidratos de baixo índice glicêmico. Eles são ricos em fibras, promovem a sensação de saciedade e nos fazem sentir menos fome. Lembre-se de que é muito importante ingeri-los antes e depois da atividade física.

– Existe algum alimento que causa indisposição na hora do exercício?

Sim. O principal nutriente a ser evitado em excesso é a gordura. Ela pode prejudicar a digestão e causar mal estar durante o exercício. Quando for se exercitar, sempre evite alimentos gordurosos demais.

Saiba mais:

O que comer antes de dormir?

Como diminuir a vontade de comer doces?

Conheça os erros mais comuns cometidos na hora de se alimentar

Você sabia que ficar no computador, celular, televisão ou tablet, tira toda a atenção que devemos ter no momento das refeições? Um dos maiores problemas que existe hoje em dia são as atividades que realizamos ao mesmo tempo em que comemos. Mas você sabe quais problemas podemos ter com isso? Os malefícios são muitos, entre eles estão:

– Falta de controle do que está comendo
– Redução da saciedade
– Redução da mastigação
– Tendência a continuar com fome, mesmo após a refeição
– Aumento da ansiedade que pode levar a um descontrole da fome
– Redução do tempo da refeição

Todas essas interferências acabam influenciando negativamente na sua alimentação. Com isso, podem ocorrer exageros alimentares e consequentemente, dificuldades com a perda de peso.

Agora que você já conhece os malefícios causados pela influência dos aparelhos digitais no momento da alimentação, fique atento a essas dicas:

– Se possível desligue o celular, tablet e televisão
– Se não for possível, deixe o celular de lado e aprecie a sua refeição
– Sente longe da televisão ou tire o seu volume

Essas ações podem ser um diferencial para ajudar no controle da sua fome e consequentemente, no seu emagrecimento.

 
Bruno Machado
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN-3 35680

Como controlar a TPM

Olá pessoal, tudo bem?

A TPM pode acabar virando um grande vilão da reeducação alimentar, já que nesse momento as mulheres tendem a descuidar um pouco da alimentação. Esse post vai servir para que todas as mulheres consigam manter-se dentro da reeducação alimentar, evitando alguns sintomas como a ansiedade, alteração de humor e a irritabilidade, que atrapalham bastante o dia a dia e a relação com amigos e família.

Alguns alimentos são indicados para controlar problemas como:

– Retenção de liquido: Nesse momento, fuja dos alimentos ricos em sódio e evite deixar o sal sobre a mesa. Além disso, alimentos como Shoyo, temperos prontos, embutidos (presunto, salsicha, linguiça, mortadela), enlatados, macarrão e sopas instantâneas devem ser evitados.

E não esqueça da hidratação! Pelo menos 2 litros de água por dia. Além de outros alimentos que ajudam, como o abacaxi, abobrinha, melancia, laranja, tomate, melão, uva e chuchu.

– Irritabilidade e alteração de humor: Podem ser controlados com a ingestão da soja e de alguns de seus derivados, exatamente por ser um alimento rico em isoflavona que auxilia na regulação dos hormônios responsáveis por estes sintomas indesejados.

Evite estimulantes como o café, guaraná, chá mate e chá preto, pois estes alimentos tendem a aumentar o sintoma da irritabilidade!

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– Cólicas e Ansiedade: Alimentos calmantes, como chás de camomila, hortelã e erva doce, ajudam nesse controle. Além disso, alimentos como Castanha do Brasil, banana, aveia, leites e derivados, são ricos em triptofano (substância que ajuda a nos trazer o bem-estar).

E o chocolate?

Cuidado com ele! É comum se aumentar o consumo de chocolate durante este período, pois ao consumi-lo, ocorre a liberação da serotonina, hormônio relacionado ao prazer, que causa sensação de bem-estar. Porém, a ação da serotonina é rápida, logo depois a suas concentrações caem, e a busca pelo chocolate retorna, podendo causar um descontrole em relação ao seu consumo.

Para controlar a vontade de comer alimentos mais doces, principalmente o chocolate, consuma alimentos ricos em magnésio, como nozes, cereais integrais, damasco, abacate, amêndoas, castanha, tofu e folhas verde-escuras como agrião, rúcula e couve.

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Com alguns cuidados você pode passar por esse período, sem exageros!

 
Bruno Machado
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN-3 35680

Uma escolha saudável por refeição!

Reeducar hábitos alimentares que nos acompanha desde a infância ou por muitos anos não é tarefa fácil mas você sabia que pequenas mudanças em cada refeição além de deixar sua alimentação mais saudável contribui para perda de peso? Veja a listinha que algumas substituições que pode te ajudar!

 
– Troque o leite integral por leite semidesnatado ou desnatado
– Substitua o pão francês tradicional pelo pão francês integral
– Prefira iogurtes com redução de gordura e açucares…
– Experimente o arroz integral no lugar do arroz branco
– Retire a gordura aparente das carnes
– Prefira preparações assadas, cozidas ou grelhadas
– Experimente usar o creme de leite light ao tradicional
– Use adoçante ou açúcar light para adoçar suas preparações
– Evite consumo de refrigerantes, prefira suco de frutas
– Fracione os 2 litros de água em 6 a 8 copos de 200ml por dia ou 4 garrafinhas de 500ml
– Evite jejum prolongado, faça uma refeição a cada 3 horas

 

Jacqueline Coelho
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN-3 37486/P