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Goiaba aumenta a imunidade e ajuda a emagrecer

Com um cheiro inconfundível, a goiaba é uma fruta que traz inúmeros benefícios para a saúde. Além de minerais e vitaminas, possui quantidades consideráveis de fibras.

Benefícios da goiaba

Perda de peso

Devido a alta quantidade de fibra, a fruta ajuda a aumentar a saciedade, retarda a absorção de carboidratos, evitando picos de glicemia que favorecem o acúmulo de gordura, além de prevenir a constipação.

Melhora do sistema imunológico

A goiaba possui cerca de 4 vezes mais vitamina C do que a laranja; substância que ajuda a reforçar o sistema imunológico, garantindo a proteção contra infecções, gripes e resfriados.

Bom para quem tem diabetes

A goiaba possui um baixo índice glicêmico e é rica em fibras. Esses fatores auxiliam a evitar picos de glicose e insulina sanguíneas, que devem ser muito bem controlados em pacientes com diabetes.

Prevenção do câncer

A goiaba possui uma combinação de vitamina C, licopeno, quercetina e polifenóis. Todos esses compostos presentes na fruta são potentes antioxidantes e fazem com que a fruta seja um poderoso alimento na prevenção de diversos tipos de câncer, entre eles o de próstata, de mama, de pele, de cólon e pulmonar.

Anti-envelhecimento

Vitaminas A e C, licopeno, caroteno e outros antioxidantes presentes na fruta protegem contra os danos de radicais livres que levam ao envelhecimento precoce, formação de rugas e marcas de expressão. Consumir a goiaba auxilia também na renovação celular.

Saúde do coração

O potássio é um nutriente importante para a saúde do coração e vasos sanguíneos, e está bastante presente na fruta. Seu consumo ajuda a melhorar o balanceamento entre entre sódio e potássio no organismo, ajuda a reduzir a pressão arterial em pacientes hipertensos, a reduzir triglicérides e colesterol ruim (LDL), a aumentar o colesterol bom (HDL) e com isso prevenir uma série de doenças cardiovasculares em que esses podem ser fatores de risco.

Melhora da saúde dos olhos

O elevado índice de vitamina A da fruta é extremamente importante para a saúde visual, ela previne a degeneração macular, o desenvolvimento de cataratas e de cegueira noturna.

Favorece o desenvolvimento fetal

Para as grávidas, a fruta pode ser uma ótima opção porque possui ácido fólico, essencial para a formação do sistema nervoso do feto.

Conteúdo tirado do site Vix

Macarrão pode ajudar a emagrecer, diz estudo

Graças à popularidade de dietas pobres em carboidratos, alimentos como macarrão são amplamente vistos como o inimigo número um quando se trata de perda de peso. Mas um estudo que relaciona macarrão com perda de peso sugere que o alimento dos domingos foi erroneamente difamado.

Macarrão na dieta: o fator glicêmico

De acordo com pesquisadores do St. Michael’s Hospital, em Toronto, no Canadá, tudo se resume ao Índice Glicêmico, que é um sistema usado para avaliar a rapidez com que um alimento afeta os níveis de açúcar no sangue. O açúcar em alimentos com alto índice glicêmico, como arroz branco, pão branco e batatas, é digerido e absorvido pelo corpo, enquanto alimentos com baixo IG, como verduras e lentilhas, são queimados lentamente.

Macarrão incompreendido

Pesquisadores investigaram a suposta ligação entre o consumo de macarrão e o ganho de peso avaliando 30 ensaios clínicos controlados, com quase 2.5 mil participantes considerados saudáveis. Os participantes do estudo comeram porções específicas de massa por semana.

Ao analisar o peso corporal dos participantes, o IMC, a gordura corporal e as medidas da cintura, os pesquisadores chegaram à conclusão que o consumo da massa não contribuiu para o ganho de peso ou aumento dos níveis de gordura. Os resultados poderiam ser explicados pelo fato de que os alimentos com IG mais baixo saciam melhor a fome e, portanto, impedem as pessoas de consumirem mais alimentos, de acordo com os autores.

Falso vilão?

Os pesquisadores observaram que, embora existam muitos tipos de massa, todos eles geralmente têm um status gastrointestinal mais baixo do que outros alimentos ricos em amido, como o pão branco. O estudo enfatizou que embora seja relativamente pobre em fibras, o macarrão tem uma classificação IG semelhante a alimentos ricos em fibras, como aveia e legumes, e uma classificação inferior ao pão integral e batatas com casca. Para esses pesquisadores, parece que o macarrão não é tão ruim assim, certo?

Conteúdo tirado do Site Vix

Filtro de barro é o melhor para filtrar água, diz estudo

O livro “The Drinks Water Book”, de Colin Ingram conta com uma informação que vai deixar muitos brasileiros animados: o filtro de barro que costumamos usar na cozinha é o melhor sistema de filtragem de água que existe.

De acordo com o livro, os filtros tradicionais com câmara de filtragem de cerâmica apresentam muita eficiência na retenção do cloro, pesticidas, ferro, alumínio, chumbo (95% de retenção) e ainda retém 99% de Criptospordiose, um parasita causador de doença.

Além disso, os filtros de barro contam também com o recurso da filtragem por gravidade. Neles, a água passa pelo filtro e goteja em um reservatório inferior. Esse métodos possibilita que os microorganismos não passem pelo filtro devido a uma grande pressão exercida pelo fluxo de água.

O revestimento de barro também possibilita que a água fique sempre fresquinha. De acordo com a publicação a água fica até 5ºC mais fria em comparação com a temperatura ambiente. Por fim, os filtros de água também não utilizam eletricidade para funcionarem, possibilitando uma economia de dinheiro e energia.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Benefícios do abacate para a saúde

Por muito tempo o abacate foi considerado um verdadeiro inimigo da alimentação, visto como uma fruta gordurosa e calórica. No entanto, hoje já se sabe que as gorduras encontradas no abacate, mesmo sendo calóricas, são responsáveis pela redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos no organismo, podendo prevenir doenças cardíacas e até o câncer.

Benefícios do abacate

O abacate pode agir como anti-inflamatório natural e antienvelhecimento, além de reduzir os níveis de glicose no sangue diminuindo o estresse. A ação anti-inflamatória que a ingestão do abacate proporciona é graças a vitamina E. Outra substância importante encontrada na fruta é o beta sitosterol, responsável no controle do hormônio do estresse, o cortisol. Além disso, ajuda na hidratação adequada da pele e dos cabelos (veja aqui como hidratar o cabelo com a fruta).

Também é uma fruta calórica e rica em lipídeos: 77% das calorias no abacate são de gordura. No entanto, as gorduras presente nesse alimento são de alta qualidade, se assemelhando às propriedades físico-químicas do azeite de oliva. A maior parte da gordura presente no abacate é ácido oleico. Este é um ácido graxo monoinsaturado, que tem sido associado à inflamação reduzida e tem demonstrado efeitos benéficos sobre os genes ligados ao câncer. O óleo de abacate apresenta diversos compostos bioativos, possuindo carotenóides, ácido ascórbico, compostos fenólicos, tocoferóis, fitoesteróis, entre outros. O abacate é rico em:

  • Cálcio
  • Potássio
  • Vitamina C
  • Fósforo
  • Manganês
  • Magnésio
  • Lipídios
  • Ferro
  • Cobre
  • Zinco
  • Vitamina E
  • Vitamina A (4, 5)

Abacate ajuda a emagrecer

O abacate é fonte de ômega 6, ômega 9 e ômega 7. Esses nutrientes mantém o equilíbrio no organismo, auxiliando a perda de gordura corporal. Além disso, ele pode ser incluído na dieta porque é rico em fibras, o que garante o funcionamento do intestino, além de saciar a fome. Um estudo conduzido pelo pesquisador Wien M (2013) mostrou que as pessoas que comeram abacate se sentiram 23% mais satisfeitas e tiveram um desejo 28% mais baixo de comer durante as próximas 5 horas, quando comparado com o grupo que consumiu outro alimento.

Melhora o rendimento nos treinos

O abacate ajuda a melhorar o rendimento do treino porque é um alimento muito calórico. Quando consumido antes da atividade física, o abacate ajuda na hipertrofia muscular, pois fornece energia para o treino. Além disso, contém proteína, macronutriente que ajuda na recuperação muscular. Sem contar que repõe sais minerais e ajuda a prevenir cãibras em corredores.

O potássio, também presente nessa fruta, é indicado para a recuperação muscular, ajuda na absorção das proteínas, é rico em ácido fólico, auxiliando na formação do tecido muscular, e atua nos hormônios aumentando os níveis de testosterona, que resulta em ganho de massa magra.

O abacate ainda auxilia na redução da inflamação das células, o que minimiza as dores causadas pelo exercício (fadiga). Pode ser consumido antes do treino para ter energia e depois dos exercícios, para repor os sais minerais, atuando como isotônico natural. (4, 5)

Abacate tem alto teor de fibras

Ricos em fibras, uma porção de 100 gramas de abacate contém 7 gramas de fibra, o que corresponde a 27% da quantidade diária recomendada. Grande parte da fibra do abacate é solúvel, devido a presença de gorduras monoinsaturadas (ácido oleico), que ajudam a reduzir significativamente os níveis de colesterol total, do triglicérides do sangue, além de controlar o colesterol LDL (considerado ruim) e aumentar o HDL (o colesterol bom).

Ajuda no controle do colesterol e do triglicérides

Por ser rico em ácidos graxos monoinsaturados e em fibras solúveis, o abacate auxilia no controle e na prevenção de doenças cardíacas, já que promove a redução e o controle do colesterol LDL (colesterol ruim), aumenta colesterol HDL (colesterol bom) e reduz níveis de triglicerídeos. A presença de antioxidantes e minerais também auxilia na melhora da circulação sanguínea, favorecendo a saúde cardíaca.

O ácido oléico e o B-sitosterol do abacate são utilizadas como coadjuvantes no tratamento da hipercolesterolemia, impedindo a absorção de parte do colesterol no intestino e diminuindo a síntese hepática. Além disso, estudos comprovaram redução no risco de doenças cardiovasculares associadas ao consumo de óleo de abacate.

O b-sitosterol do abacate auxilia na redução dos níveis de colesterol, porque compete pelos mesmos campos de absorção. Assim, ele diminui sua própria absorção no intestino e sua produção no fígado também é reduzida. Por ter 63% de ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, o abacate promove esse controle.

O abacate também melhora o perfil lipídico de uma forma geral. Suas fibras auxiliam na redução e controle do triglicérides, mas para notar o benefício é preciso diminuir o consumo de gorduras consideradas prejudiciais e a ingestão de alimentos ricos em açúcar.

Impede o surgimento de gases

A polpa do abacate tem propriedade carminativa (reduz a produção de gases) e é útil contra o ácido úrico. O chá das folhas, casca e sementes raladas ou moídas é considerado como diurético, favorecendo a digestão gástrica, além de ser estimulante da vesícula biliar. Portanto, pode ser utilizado em casos de prisão de ventre, diarreia e flatulências. As folhas do abacateiro também são altamente digestivas.

Abacate ajuda o funcionamento do cérebro

A presença das gorduras benéficas e de antioxidantes no abacate promove o bom funcionamento cerebral. Destacam-se a luteína (carotenóide) e o ômega 3, aliados importantes para otimizar a memória, por estimularem a renovação das células cerebrais.

Abacate pode ser consumido na gravidez?

O abacate é fonte de vitaminas do complexo B, E e ácido fólico, além de gorduras importantes como ômega 3, 6 e 9 e, especificamente para as gestantes, pode trazer muitos benefícios:

  • Bom funcionamento intestinal, porque é fonte de fibras
  • Trazer saciedade, fator importante para manter o peso nesse período, já que a progesterona pode aumentar a fome
  • Reduz o colesterol ruim por meio dos fitoesteróis que competem pelo mesmo campo de absorção
  • Fortalece o sistema imunológico por sua composição de vitaminas
  • Oferece boa ingestão de gorduras ômegas, relacionadas à melhor função cognitiva do bebê

Vale ressaltar que, apesar das vantagens, o consumo não deve ultrapassar 100g ao dia, por causa do alto valor calórico. Ou seja, se consumido em excesso pode favorecer o ganho de peso.

Diferenças do abacate e do avocado

O avocado é uma variedade do abacate, sendo menos calórico, com cerca de 10% a menos de calorias que o abacate. O avocado é bem menor que o abacate, além de ter a casca mais grossa e bem mais escura. Em comparação com sua versão comum, o avocado possui:

  • Maior quantidade de potássio e fibras
  • Mais vitaminas E e B6
  • Mais gordura saudável
  • Menos água

Como consumir o abacate para emagrecer

O abacate pode aumentar a produção de GH, o hormônio do crescimento, que auxilia a formação de músculos. Estes, por sua vez, gastam mais calorias, principalmente se consumido à noite, quando há pico na produção desse hormônio. A quantidade que deve ser consumida para obter o benefício é de uma a três colheres do fruto. O abacate pode ser ingerido de 2 a 3 vezes por semana, sozinho ou como complemento de outras refeições, como saladas ou lanches, desde que seja respeitada a quantidade de 100g do fruto.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Benefícios do kiwi

A origem do kiwi está nas regiões montanhosas do Sudeste da China e no Brasil, a fruta foi introduzida no interior do estado de São Paulo, no município de Campos do Jordão, no ano de 1970, no entanto, a cultura alcançou maior expansão nos estados localizados no sul do país, mais precisamente no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para que haja frutificação, há necessidade de se plantar variedades que produzem flores femininas (produtoras) e aquelas que produzem flores masculinas (polinizadoras).

O kiwi é uma cultura de introdução relativamente recente em nosso país. Os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Minas Gerais são atualmente os maiores produtores, mas o país importa grande parte das suas necessidades do Chile.

Os frutos possuem um sabor levemente azedo, tem formato oval e achatado. Possui uma casca de cor marrom clara, coberta por pequenos pelos. A polpa da fruta é de cor esverdeada, apresentando diversas sementes pequenas e pretas no centro e devem ser colhidos ainda bem firmes e mantidos em depósito para completar a sua maturação. Completado esse procedimento, estarão aptos para o consumo.

Nutrientes do kiwi

O kiwi possui pectina, uma fibra importante para controlar os níveis de colesterol no sangue. O alimento não possui colesterol e contem magnésio, cobre, vitamina B6, niacina, vitamina A, riboflavina, cálcio, zinco, ferro, potássio, fósforo e os aminoácidos glutamato e arginina.

As categorias principais de fitoquímicos encontrados no kiwi incluem B-caroteno, compostos fenólicos e flavonoides, entre outros, que possuem capacidade antioxidante. É uma das poucas frutas de coloração verde quando madura, sendo a clorofila responsável pela cor verde.

O kiwi é uma fonte muito importante de ácido fólico. Na gravidez, em fase de crescimento e em situações de cicatrização, o ácido fólico tem um papel fundamental. Possui baixo teor calórico – cada 100 gramas tem aproximadamente 50 calorias. Todos estes compostos reunidos oferecem um potencial anticancerígeno e anti-inflamatório, que auxiliam no aumento da imunidade dos indivíduos que têm por hábito a frequência na ingestão dessa fruta.

Os kiwis são uma boa fonte de vitamina E, antioxidante conhecido por proteger a pele da degeneração. Estudos indicam que comer dois kiwis por dia ajuda a reduzir o potencial de coagulação do sangue. A fruta também possui boas quantidades de vitamina C, uma unidade e meia já possui as quantidades necessárias do nutriente por dia. A vitamina C melhora a imunidade, a absorção de ferro, evita problemas de visão e derrames.

As fibras do Kiwi ajudam a ligar e mover as toxinas do seu trato intestinal e auxiliam na digestão, evitam a prisão de ventre e outros problemas intestinais. O potássio presente no kiwi ajuda a manter nossos eletrólitos em equilíbrio e conter os efeitos do sódio. O baixo índice glicêmico e alto teor de fibras, não eleva o açúcar no sangue rapidamente, sendo um alimento seguro para os diabéticos.

Consumo do kiwi

Há relatos de alergia ao kiwi. As sementinhas pretas podem ser alergênicas para algumas pessoas. Caso elas sejam retiradas, não há problemas em consumir a fruta. A casca do kiwi pode ser consumida pura ou junto com a fruta, às fibras presentes nela ajuda pessoas que apresentem problemas de intestino preso. Uma boa higienização antes de consumir o fruto com a casca é indicada. O ideal é que o consumo da fruta seja realizado após aberta para evitar as perdas de nutrientes.

As principais formas de consumo do kiwi é ao natural, na forma de fruta fresca ou sucos naturais e industrializados, na forma de conserva enlatada, sorvetes, geleias, vinagre, vinho e aguardente. Sendo que a melhor forma de ingeri-lo é ao natural.

Conteúdo publicado pelo Site Minha Vida

Estudo aponta 5 piores e melhores alimentos para dieta

Uma pesquisa feita pela área de medicina da faculdade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que a perda de peso vai muito além da dieta e dos exercícios. Fazendo uma análise profunda dos hábitos alimentares de mais de 120 mil pessoas com idades entre 37 e 52 anos, foi possível identificar alimentos que engordam mais e outros que até ajudam na perda de peso, incluindo hábitos que contribuem para uma vida mais saudável.

Os médicos agruparam participantes de outros três estudos, e avaliaram, a cada quatro anos, a relação entre mudanças nos hábitos de estilo de vida e peso. Ao final do estudo, eles encontraram cinco alimentos que são uma grande armadilha para quem quer perder peso e outros cinco que são grandes aliados.

Os alimentos associados ao ganho de peso no período do estudo foram batatas fritas; outras batatas; bebidas adoçadas com açúcar; carne vermelha não processada e carnes vermelhas processadas. Os alimentos ligados ao menor ganho de peso e até mesmo à perda dele – em alguns casos – foram legumes; grãos integrais; frutas; oleaginosas e iogurte.

Os pesquisadores afirmam que a quantidade de gordura total desses alimentos não está fortemente ligada a perda ou ganho de peso, mas sim a qualidade destes.

Além disso, eles notaram que a adoção de outros hábitos, como dormir de 6 a 8 horas por noite, fazer exercícios e assistir menos a TV auxiliaram na perda de peso.

Emagreça mais mantendo um diário sobre a sua dieta

Manter um diário da dieta, anotando tudo o que se come, é mais um artifício que ajuda na redução de peso. A eficácia dessa técnica foi comprovada por uma pesquisa feita nos Estados Unidos. O estudo revelou que quem registra os alimentos que ingere emagrece em dobro.

No Brasil, a técnica é também recomendado por profissionais ligados à saúde alimentar. “Quando anotamos o que comemos, prestamos mais atenção em nossas escolhas. Assim, podemos reduzir o consumo calórico diário. Essa queda pode chegar a 30%”, diz a nutricionista Ligia Henriques.

A falta de uma ideia real do total de comida ingerida durante o dia acontece porque a memória tende a ser seletiva quando se trata de pequenas porções. Um docinho que um colega ofereceu, uma bolacha que você mastigou enquanto fechava um relatório e um refrigerante que tomou ao longo da tarde não costumam entrar na conta das calorias ingeridas.

Tudo isso deve estar registrado no diário. Como o objetivo é corrigir equívocos na alimentação e eliminá-los na sequência, o ideal é que você anote em detalhes o que come e bebe.

Dentre as anotações devem estar informações como quantas vezes por dia você ingeriu algo, os horários, as quantidades e as sensações relacionadas a cada refeição – se estava com fome antes ou não, se comeu rápido ou devagar, se estava sozinha ou acompanhada, se foi em um lugar tranquilo ou cheio de gente, se ficou satisfeita ou cheia demais etc.

Colocar o seu peso, não necessariamente diariamente, mas de vez em quando, também é uma boa saída para controlá-lo. Além disso, caso goste de escrever, você pode estender os assuntos para questões emocionais, que estão quase sempre relacionadas com o sucesso dos regimes.

De acordo com a pesquisa americana, o diário não precisa necessariamente ser feito em um caderno. Somente o ato de registrar o que você comeu, seja em um post-it, em um email enviado para você mesma ou até em um SMS, pode ser suficiente. O essencial é ser disciplinada para não esquecer nada e sincera para não burlar as regras.

A vantagem de manter o controle organizado é que, eventualmente, você pode levá-lo para seu nutricionista analisar. “O profissional consegue extrair informações importantes. É um excelente instrumento para orientar o paciente através dos erros e acertos. Eu sempre calculo o registro e sugiro substituições”, conta Ligia.

É bom lembrar que monitorar o que come não é um pré-requisito para emagrecer e, sim, um instrumento. Se você consegue controlar mentalmente seus hábitos alimentares, escrever cada item que ingere pode ser um incômodo extra no mar de preocupações que dietas, inevitavelmente, trazem.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

7 alimentos para substituir o pão francês

Para a maioria das pessoas, o café da manhã e o lanche da tarde perdem a graça se ele fica de fora. Fácil de combinar, barato e – além de tudo! – muito gostoso, o pão francês é uma ótima fonte de carboidratos para a dieta. Mas, nem sempre, ele cabe na sua cota de calorias e é preciso fazer substituições que não prejudiquem a alimentação. “Cada unidade de pão francês tem, aproximadamente, 150 calorias. É possível pensar em muitas opções nutritivas e saborosas que permanecem nesta faixa”, afirma a endocrinologista Glaucia Duarte, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Mas se a sua vontade é comer pão, tem alternativa bem gostosa e mais nutritiva – e não estamos falando de pão de forma multigrãos. “Essa variedade de pão tem muitas fibras, mas não conta com a crocância e a maciez combinadas do pãozinho de sal”, afirma Glaucia. Veja as dicas de uma equipe de especialistas para incrementar seu cardápio com sugestões cheias de energia e bem saborosas. Aproveite!

Tapioca com recheio leve

Já pensou em incluir tapioca no seu café da manhã ou no lanche da tarde, sem culpa na consciência? A massa ou biju, como é chamado em alguns estados, é feita à base de farinha de polvilho e água, fornecendo os carboidratos necessários para uma refeição. Para não fugir da dieta, basta escolher um recheio light, como ricota e blanquet de peru. “Queijos amarelos devem ficar de fora, eles são fonte de muita gordura e, portanto, de calorias”, completa a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult.

Cereal de flocos integrais de milho com leite

Os cereais, assim como o pão francês, são fontes de energia. Para adicionar mais nutrientes à sua refeição, o ideal é buscar versões integrais dos grãos, mais nutritivas por conter substâncias como antioxidantes, vitaminas, minerais, fibras, proteínas e lipídios, além dos carboidratos. A combinação deste cereal com o cálcio do leite é um substituto ideal para o pãozinho.

Pão de centeio

Não tem jeito, o que você quer mesmo é comer pão? Uma boa variação, de acordo com a especialista, é o pão de centeio, feito com farinha integral e rico em minerais, complexo B e fibras alimentares, que ajudam na regulação da função digestiva – benefício mal atendido pelo pão francês, que só fornece carboidratos (nutriente transformado em energia para as atividades diárias). “A receita básica do pãozinho é à base de farinha branca e quase não contém fibras. Ao ser ingerido, ele aumenta a glicemia (açúcar no sangue), estimula a liberação de insulina e, com o tempo, esse mecanismo acaba se refletindo em acúmulo de gordura corporal”, afirma Daniela.

Aveia batida com leite e frutas

A nutricionista Andréia Ceschin de Avelar, especialista em Nutrição Materno Infantil pela Unifesp, sugere uma vitamina de aveia batida com leite e frutas como substituta para o pão francês. “A aveia é fonte de fibras e alguns estudos mostraram que ela traz benefícios ao coração se consumida regularmente. Duas colheres de sopa do grão é a quantidade ideal”, afirma a especialista. As frutas completam essa vitamina, acrescentando um sabor especial e muitas vitaminas.

Iogurte natural com granola

O iogurte natural é rico em vitaminas, como vitamina A e as vitaminas do complexo B. Além disso, é uma grande fonte de cálcio e não contém glúten. Já experimentou misturá-lo com granola? Esse mix traz cereais diversos, castanhas e frutas secas – a versão light, sem açúcar, é ainda mais indicada para quem quer emagrecer. Dentre as castanhas, geralmente estão incluídas castanha-do-pará e castanha de caju, fontes de antioxidantes (substâncias que, que ajudam a retardar o envelhecimento). Das frutas secas, uva passa, banana passa e maçã são as mais comuns. “Não existe uma receita padrão de granola, mas todas as variedades levam alimentos ricos em fibras (cevada, aveia, farelo e gérmen de trigo, flocos de milho, de arroz ou trigo, linhaça)”, afirma a nutricionista Rosana Farah, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. “A granola oferece os mesmos carboidratos do pãozinho, mas com benefícios extras de com fibras e vitaminas”. Meia xícara de chá é a quantidade ideal a ser consumida por refeição.

Vitamina de aveia, linhaça e leite

A receita traz nutrientes poderosos. O leite é fonte de cálcio, mineral indispensável à boa saúde dos ossos. Opte pelo leite desnatado, com menos gorduras que o integral. Uma colher de sopa de aveia e outra de linhaça completam a mistura rica ômega 3, nutriente que retarda o envelhecimento, a e fibras solúveis ? ideais para controlar os níveis de colesterol, além da função digestiva.

Muesli

Você conhece o muesli? De origem suíça, este cereal reúne flocos de aveia crus, frutas e frutos secos. Há dois tipos: o muesli fresco e o seco. O seco é uma mistura de aveia e pedacinhos de frutas desidratadas, nozes e sementes. Já o fresco é uma mistura de aveia macerada em água ou sucos de fruta, misturado com frutas frescas picadas. Ele contém uma grande variedade de nutrientes, como fibras e vitaminas, e pode ser consumido com leite, frutas ou iogurte natural.

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

10 alimentos fonte de cálcio

Quando se fala em cálcio, instantaneamente nos lembramos do leite. Não é à toa. Ele é a principal fonte desse nutriente em nossa dieta. Vale lembrar, entretanto, que não é a única e aqueles que sofrem de alergia ao leite ou intolerância à lactosedevem ficar atentos a isso. Mas, afinal, por que ele é tão importante? Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia, o cálcio é fundamental, entre outras funções, para a formação da massa óssea, para a coagulação sanguínea e para a contração muscular. Ele explica também que a necessidade diária desse mineral varia conforme a idade, chegando a 1.200 miligramas por dia após os 50 anos. Para garantir o consumo recomendado, portanto, listamos outras boas fontes de cálcio que não contém leite:

Tofu

De acordo com o nutrólogo Roberto, o tofu apresenta maior quantidade de cálcio do que o leite. Enquanto 100 g de leite contém 100 mg de cálcio, em 100 g de tofu há 159 mg de cálcio. O problema, segundo o especialista é a biodisponibilidade. “Absorvemos melhor o cálcio de alimentos de origem animal do que os de origem vegetal”, explica, Mesmo assim, esse derivado da soja é uma boa fonte do nutriente, assim como é rico em proteínas, fósforo e magnésio. Para completar, ele ainda oferece poucas calorias: apenas 70 kcal em 100 g.

Brócolis

brócolis cru contém 400 mg de cálcio em 100 g, mas consumido desta maneira diminui a eficiência da tireoide, podendo até levar a um quadro de hipotireoidismo. Por isso, recomenda-se ingerir o alimento cozido ou no vapor. “Ao submetê-lo ao cozimento, entretanto, ele perde cerca de 70% da quantidade inicial de cálcio, enquanto que, no vapor, ele perde cerca de 25% da quantidade inicial do nutriente”, explica o nutrólogo Roberto. Prefira, portanto, consumir o brócolis no vapor e aproveite outros nutrientes, como ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A e C.

Sardinha

“A sardinha, assim como outros peixes de água fria, é conhecida por ser fonte de uma gordura boa para o coração: o ômega 3“, afirma a nutricionista Cátia Medeiros, da Atual Nutrição, em São Paulo. Mas o alimento, que pode ser consumido assado, grelhado ou até em patê, também é rico em cálcio. Cada 100 g de sardinha oferece 500 mg do mineral. O peixe também é um alimento de fácil digestão e altamente recomendado para atingir as recomendações diárias de ingestão das vitaminas A e D.

Espinafre

Alimento antioxidante e fonte de fibras, o espinafre também é rico em cálcio. Cada 100 g do vegetal contém 160 mg do nutriente. “Outra característica do espinafre é o alto teor de ferro que faz com que ele seja bastante indicado a pessoas que sofrem de anemia ferropriva“, aponta a nutricionista Cátia. A hortaliça pode ser consumida sozinha em saladas ou lanches simples ou cozido.

Semente de gergelim

A semente de gergelim costuma ganhar destaque por atuar como coadjuvante na perda de peso graças a alta concentração de fibras, conhecidas por proporcionar saciedade. Entretanto, outros nutrientes, como o cálcio, também podem ser encontrados na semente: 400 mg de cálcio em cada 100 g do alimento. Nutricionistas também a recomendam para regularizar o trânsito intestinal e controlar a glicemia. Por fim, estudos mostram que as gorduras insaturadas presentes na semente de gergelim agem de forma positiva na regulação do colesterol e do triglicérides.

Soja

Alimento inseparável dos vegetarianos, a soja também se mostrou importante na dieta de mulheres na menopausa. “As isoflavonas, espécie de hormônio vegetal, nela presentes ajudam a diminuir as ondas de calor e outras alterações típicas dessa fase da vida feminina”, explica o nutrólogo Roberto. O vegetal também é rico em cálcio, apresentando 90 mg do mineral a cada 100 g. Sua versão em farinha ou leite, entretanto, apresentam o nutriente em maior concentração. São 280 mg de cálcio a cada 100 g de farinha ou leite de soja.

Linhaça

Uma porção de 100 g de linhaça contém 200 mg de cálcio, mas, segundo o nutrólogo Roberto, é recomendado ficar atento a esse alimento por ser altamente calórico. Essa mesma quantidade oferece cerca de 490 calorias. “A linhaça também é fonte da gordura poli-insaturada ômega-3 que previne contra doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista Cátia.

Grão de bico

“Da família das leguminosas, o grão de bico proporciona benefícios similares aos da soja, exceto pela isoflavona”, aponta o nutrólogo Roberto. A cada 100 g do alimento, são obtidos 120 mg de cálcio. Outras vantagens do consumo é a sensação de saciedade, melhora do fluxo intestinal e obtenção de proteínas.

Aveia

Por não ser cara e oferecer maior quantidade de fibras dentre os cereais, a aveia não costuma ficar de fora do cardápio de quem está de dieta. “Um benefício de destaque do alimento, entretanto, é a diminuição do colesterol ruim (LDL)”, lembra a nutricionista Cátia. O que pouca gente sabe é que ela também é rica em cálcio, oferecendo 300 mg do mineral a cada 100 g do cereal. O alimento cai bem em receitas de pães e bolos e misturado com mingau ou frutas.

Chia

Semente rica em ômega 3, fibras, ferro e proteínas, a chia não podia ficar de fora da lista. Cada 100 g do alimento contém 556,8 mg do mineral. A chia ainda é conhecida por proteger o coração, melhorar o sistema imunológico, combater cãibras e auxiliar no funcionamento do sistema nervoso.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

7 sinais de que você tem compulsão alimentar

Você é do tipo que se limita a consumir apenas o que coloca no prato ou não resiste a beliscar o que sobrou na mesa ou mesmo repetir a refeição? Quando percebe que está comendo demais consegue fechar a boca imediatamente ou passa a comer longe dos outros para não repararem? A maneira como um indivíduo lida com a comida pode denunciar que ele se tornou vítima de um transtorno alimentar chamado compulsão alimentar. Embora a maior parte das pessoas esteja sujeita a episódios esporádicos de gula, a forma como eles são encarados e suas consequências podem indicar a necessidade de buscar ajuda.

Segundo o psiquiatra Adriano Segal, responsável pelo departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Abeso, há duas principais definições de compulsão alimentar. A princípio, ela pode ser entendida como um episódio de descontrole, em que são consumidas grandes quantidades de comida com sensação de perda de controle sobre o quanto se come. Em casos mais graves, ela recebe o nome de Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica, quadro que apresenta as características descritas anteriormente, mas com mais frequência e, além disso, gera desconforto. Para entender se você sobre do problema, veja se você se identifica com as situações abaixo descritas:

Comer escondido

“Comer escondido é uma tentativa de fugir do julgamento alheio e até próprio”, explica a psicóloga clínica Marisa de Abreu, de São Paulo. Desta maneira, o indivíduo busca fugir de críticas quanto à qualidade do que ingere e a velocidade com que o faz. Não confunda o hábito com um estado de sonambulismo, em que a pessoa come de madrugada, mas não se recorda de o ter feito. Neste caso, o isolamento é premeditado por vergonha da dificuldade de autocontrole.

Comer rápido

Consumir os alimentos com rapidez é um quesito que faz parte dos critérios para diagnóstico da compulsão alimentar. “Embora a origem do hábito possa ser interpretada de várias maneiras, uma coisa é certa: quem come rápido tende a comer mais”, aponta o psiquiatra Adriano. Isso acontece porque a sinalização da saciedade decorrente da liberação de determinados hormônios demora algum tempo para acontecer. Quanto mais rápido uma pessoa comer, portanto, mais comida ela irá ingerir até que se sinta saciada.

Comer sem estar com fome

“O ato de comer nem sempre tem relação com a fome para quem sofre de compulsão alimentar”, explica a psicóloga Marisa. Nesses casos, inclusive, é mais comum que a pessoa prefira consumir alimentos ricos em gorduras e carboidratos simples. Frituras, bolos, doces, fast food, ganham espaço. A comida deixa de funcionar como um combustível necessário para as funções vitais do organismo e passa a ser apenas fonte de prazer.

Comer até se sentir mal

“O desconforto pelo consumo excessivo de alimentos acontece por conta da distensão gástrica sofrida pelo estômago”, alerta o psiquiatra Adriano. O exagero, por sua vez, costuma ser decorrente da rápida ingestão de comida. Além disso, o indivíduo não come muito mais por satisfação emocional do que por necessidade física.

Estar sempre comendo

Quem sofre de compulsão alimentar pode sentir necessidade de comer com mais frequência, já que a falta de comida cria um vazio emocional. “A sensação pode até ser a de fome, mas seu corpo não precisa de comida”, aponta a psicóloga Marisa. Desta maneira, ele repete refeições e costuma estar sempre beliscando alguma guloseima.

Comer para se sentir emocionalmente bem

“Diante de situações que causem sentimentos negativos ou muito positivos, é comum que a pessoa com compulsão alimentar desencadeie um episódio de descontrole”, afirma o psiquiatra Adriano. Segundo ele, isso neutraliza o sofrimento, mas também serve como forma de comemoração ou recompensa.

Sentir culpa após um episódio de descontrole

A sensação de culpa após um episódio de descontrole diante da comida é consequência da percepção de uma atitude que o indivíduo reconhece estar errada e diante da qual se sente incapaz de mudar. Isso também é normal acontecer com pessoas que se submetem a uma dieta muito restritiva. Em um dia colocam em risco semanas de dedicação.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

7 fotos que provam que o importante não é comer pouco, mas comer melhor

Há quem acredite que para emagrecer é preciso comer pouco, mas a nutricionista Flávia Gonçalves Micali revelou em sua dissertação de mestrado, realizada na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, que escolher os alimentos certos para a dieta é mais importante do que a quantidade.

Sob orientação da professora Rosa Wanda Diez Garcia, a nutricionista decidiu mostrar em fotos a diferença entre alimentos saudáveis e aqueles que fazem mal a saúde por conter muita gordura, como é o caso dos alimentos processados. No artigo, Flávia também compara a quantidade de calorias encontradas nas comidas industrializadas e em opções naturais.

O resultado indica, por exemplo, que alguns doces, como o sorvete, possuem muito açúcar e gordura. Por isso, uma taça de sundae contém a mesma quantidade de gordura que um prato de comida saudável: aproximadamente 26g. Além disso, se uma pessoa tomar duas caixinhas de suco (250 ml) todos os dias, a quantidade de açúcar consumida no período de um ano será equivalente a 22 kg. Por isso é importante saber substituir os alimentos de maneira equilibrada.

Veja algumas fotos dos estudos!

Conteúdo tirado do Site Minha Vida