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8 exercícios que garantem seios mais firmes

Fisiologistas e profissionais de educação física possuem uma lista de ótimos exercícios para definir os seios sem precisar recorrer ao silicone, mas antes é preciso saber que nenhuma dessas séries trabalha especificamente o peito. Na verdade, as mamas são compostas por glândulas mamárias e gordura, sem músculo que possa ser trabalhado. O que se trabalha, portanto, é a musculatura da região peitoral, dos ombros e até das costas para garantir seios mais firmes. Quer saber como? Então confira as oito sugestões de exercícios a seguir que você pode fazer até em casa.

1- Supino reto e supino inclinado

Não pule esses exercícios com medo de ficar forte demais e parecer masculina – um professor de educação física poderá determinar uma carga e frequência suficiente para que você atinja o resultado sem exageros. “O supino reto trabalha todo o grupo muscular do peitoral, que ajuda na sustentação dos seios, enquanto o supino inclinado dá ênfase na região superior do peitoral”, explica a personal trainer e instrutora de pilates Bianca Berlotti.

Ela dá a dica de como fazer: deite em um banco horizontal (supino reto) ou com inclinação de no máximo 45 graus (supino inclinado), segure uma barra ou duas anilhas afastadas um pouco mais que a altura dos seus ombros. Desça o objeto na direção do seu peitoral inspirando o ar e suba novamente, soltando o ar. Também há aparelhos em academias que possibilitam um trabalho semelhante

2- Remada alta

O músculo peitoral não será diretamente trabalhado na remada: o exercício é voltado para o trapézio e melhora a postura, deixando o tronco “erguido” e projetando os seios para cima e para frente. “Ele é realizado com o auxílio de barra, halteres e polia, que são elevados na frente do corpo ultrapassando a linha dos ombros”, explica o professor de educação física Diego Rebolo, da Edge Life Sports, em São Paulo.

3- Crucifixo inclinado

Segundo Diego Rebolo, esse exercício trabalha o músculo superior do peitoral que sustenta as mamas. Deitado sobre o banco de até 45º de inclinação, deixe os braços aproximados aos cotovelos um pouco flexionados e os halteres na linha dos olhos. Afaste simultaneamente os braços até a linha dos ombros e volte à posição inicial. “O movimento é como se você fosse dar um abraço”, compara o professor de educação física. “Em casa, você pode usar garrafas cheias ou sacos de alimentos.”

4- Desenvolvimento lateral

Quanto melhor a postura, mais firmes os seios vão parecer, certo? Então invista no desenvolvimento lateral, que trabalha a região dos ombros e facilitam a postura correta. “O exercício é executado elevando os braços lateralmente, acima da cabeça, e voltando até o ponto inicial na altura dos ombros, com os cotovelos flexionados”, conta a fisiologista e profissional de educação física Luciana Mankel, da Curves Academia.

5- Elevação frontal

Inicie com os braços estendidos e abaixados, segurando um peso. Eleve os braços na frente do corpo até a altura dos ombros e volte à posição inicial. “Com esse exercício, você trabalha principalmente ombros e peitoral maior, deixando os seios ‘para cima'”, afirma a fisiologista Luciana.

6- Pullover

Outro ótimo exercício que ajuda a trabalhar o peitoral. Você deve realizá-lo deitada, com as duas mãos segurando um halter ou anilha acima da cabeça e os braços estendidos (mas cotovelos levemente dobrados). Mova o peso para frente, na linha dos ombros e volte à posição anterior.

7- Flexão de braço

É outro exercício que não irá deixá-la forte demais – desde que você não incorpore um treinamento militar e se esbalde em flexões em um mesmo dia. Com a frequência certa, que um personal poderá determinar para você, é possível trabalhar o peitoral. “Apoie-se contra a parede ou a pia e utilize o peso do corpo para fazer movimentos de flexão dos cotovelos”, explica Diego Rebolo.

8- Isométrico de peitoral

A fisiologista Luciana conta que o exercício é bem simples: basta manter uma postura ereta, sentada ou de pé, e encostar as palmas das mãos no ponto médio da região peitoral (como se você estivesse rezando). “Faça força de uma mão contra a outra e relaxe, sem realizar movimentos”, diz a profissional da Curves. Isso já poderá trazer resultados para o peitoral.

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

 

 

Prancha isométrica melhora postura, acelera metabolismo e tem mais 4 benefícios incríveis

Prática, eficiente e rápida, a prancha isométrica pode ser feita sem sair de casa, sem nenhum tipo de aparelho ou acessório e ainda exercita o seu corpo inteiro. Que tal incluí-la na sua rotina? Abaixo, conheça os benefícios que o exercício trará para o seu corpo:

1. Deixa o seu corpo mais forte

Esse exercício consegue trabalhar uma região muito importante do corpo: o core, o cinturão que envolve a região do abdômen a coluna e que é integrado por 29 pares de músculos. “Essa região central traz muitos benefícios para o corpo inteiro”, conta o professor Fabrício Reimberg, da academia Just Fit. Ao exercitar esse grupo muscular, você fortalecerá o abdômen, a lombar, os glúteos e os oblíquos, ganhando mais força para realizar outros exercícios do seu treino.

2. Acelera o metabolismo

Os exercícios isométricos consistem em ficar parado em uma posição por alguns segundos (e até minutos), justamente o que ocorre na execução da prancha. “Por ser uma isometria, você vai trabalhar o corpo todo para sustentar a posição e essa estabilização para manter o equilíbrio acaba acelerando o metabolismo“, reforça o professor.

3. Previne lesões

“Com o fortalecimento do core, a prancha ajudará na prevenção de lesões na hérnia de disco, na coluna e na lombar, por exemplo”, conta Fabrício. Inclusive, o Conselho Americano de Exercício recomenda a prancha para reduzir as famosas dores nas costas, pois o seu alto poder de fortalecimento auxilia do suporte da região superior do corpo.

4. Melhora a postura

Além de um corpo definido, você pode conquistar também uma postura correta com a prática da prancha. “Isso acontece porque quando você tem a musculatura forte da região central do corpo e dos músculos abdominais, o movimento natural do corpo é de deixar a postura mais ereta, por causa da sustentação”, afirma Fabrício.

5. Trará equilíbrio

Sabe quando você vai se alongar e precisa ficar apoiado em uma perna só, mas em poucos segundos perde o equilíbrio? Isso pode ser solucionado pela prancha. “O desafio de manter-se estabilizado durante o exercício, sem sair da posição, deixará o corpo mais equilibrado com o passar do tempo e da prática”, destaca o professor.

6. Você ficará mais motivado

Por envolver diversos níveis de dificuldade e variações, a prancha costuma ser desafiadora. Com a evolução da prática, você se colocará metas para aguentar mais tempo. “O desafio que você criará para você mesmo traz um ganho emocional e motivador”, revela Reimberg.

Dicas para começar

Nos primeiros dias, você pode fazer o exercício com os joelhos apoiados no chão. “Com o passar do tempo, vá aumentando o nível de dificuldade”, diz Fabrício. Para dificultar, você pode acrescentar mais segundos na posição a cada semana ou até realizar o exercício com um dos pés ou uma das mãos levantados, por exemplo.

Posso fazer todos os dias?

“Sim, pode. Não conseguimos determinar um tempo específico para cada execução, pois ele varia muito para cada pessoa. Portanto, mantenha a posição durante o tempo que aguentar”, dá a dica o professor. Dessa forma, na primeira semana comece com três séries de quantos segundos suportar (sem sair da postura certo, ok?). “Mesmo que o tempo seja baixo, o importante é a estabilização do corpo, deixá-lo todo alinhado, com o tronco ereto e sem a elevação do quadril. Isso sim trará benefícios”, completa Reimberg.

Vantagens a longo prazo

Com o tempo, você sentirá o seu corpo de transformar. “Além de sentir o abdômen mais forte, dependendo do nível e da intensidade da realização da prancha, a musculatura da região ficará mais definida. Isso, claro, mediante uma dieta controlada para proporcionar a perda de gordura da região”, ressalta o profissional. Portanto, exercícios + alimentação equilibrada = fórmula do sucesso.

Erros para evitar

Ao tentar se manter na prancha por mais tempo, muitas pessoas acabam saindo da posição. “Ficar com o pescoço tensionado ou tentar aguentar mais tempo do que o corpo suporta pode gerar lesões”, alerta o especialista. Na dúvida, evolua no exercício somente quando sentir que a execução está ficando mais “confortável”, quando estiver quase fácil. Só então aumente o desafio.

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Como diminuir a gordura das costas

A gordura que é acumulada nas costas, próximo às axilas e escápulas incomodam muita gente. Além de ser um fator genético e hereditário, tem muita relação com a falta de exercícios, a rotina alimentar e má postura.

Um Programa de exercícios bem elaborado, onde você fará exercícios musculares para melhora do tônus e postura, e exercícios aeróbios para metabolização da gordura fará muita diferença.

A maior parte das pessoas concentram o foco somente nas áreas como o abdômen, os glúteos, e as pernas, esquecendo que também existem outras partes importantes, como as costas, onde se deve perder gordura para conseguir uma imagem esteticamente melhor.

Os incômodos são percebidos quando usam um sutiã, um biquíni, um maiô ou um vestido muito justo. O importante é equilibrar o treinamento muscular e não esquecer dos músculos que compõem essa região (romboides, dorsal, redondo menor).

A facilidade em eliminar ou ganhar gordura nessa região é influenciada por fatores genéticos, cada um tem um biótipo. Mas, podemos diminuí-la com atitudes como:

  • Seguir um plano de exercícios diários (musculares e aeróbios). Os exercícios aeróbicos mais indicados são a natação, o remo, o stand up paddle, pois trabalham muito a região das costas, e definem muito bem essas musculaturas
  • Cuidar da alimentação, ideal que procure uma nutricionista e siga um programa alimentar para que os índices de gordura corporal diminuam
  • Focar em exercícios posturais, pois uma boa postura irá melhorar muito a estética dessa região

Inicie seus exercícios de maneira progressiva, faça exercícios simples e sem carga, apenas com o peso corporal e progrida para exercícios mais complexos com pesos, elásticos ou aparelhos.

Abaixo estão alguns exercícios que irão ajudar diminuir o acúmulo de gordura na região:

Exercícios posturais e de fortalecimento:

  1. Remada Alta: segure dois halteres em pronação, inicie o exercício em pé com os halteres em frente aos quadris, puxe os halteres para cima até ao nível do peitoral com os cotovelos a apontar para os lados e para cima;

2. Flexão de Braços: com as mãos e pés no chão em posição de prancha, estenda os cotovelos e posicione os braços a uma distância levemente superior à largura dos ombros. Você pode deixá-los separados também, o que ficar mais estável para você. Comece a descer o tronco até que o peitoral toque o chão ou fique muito próximo, levante até a posição inicial.

3. Superman: inicie o exercício deitado com o ventre para baixo no solo, corpo todo apoiado. Eleve os dois braços e ao mesmo tempo as coxas, pernas e pés, segure por 15“ e descanse, faça 4 séries.

4. Treinamento com Peso (Musculação): um Programa de Treinos específico para o seu objetivo irá incluir exercícios musculares, pois eles irão trabalhar a sua massa muscular, e ao mesmo tempo ativará o metabolismo que facilita a eliminação de gordura, inclusive estando em repouso.

5. Treinos Intervalados de Cardio: muitos estudos já comprovaram a eficácia dos treinos intervalados em metabolizar gordura corporal. Faça treinos com variações de intensidade, caminhar e trotar no mesmo treino é uma excelente escolha

6. Abdominais: os exercícios que envolvem o tronco em geral irão ajudar no seu objetivo. Exercícios cruzados, como o movimento do LENHADOR são excelentes para trabalhar a região das costas

7. Natação: esse exercício trabalha muito as musculaturas da região que você quer eliminar as gorduras. Nos quatro estilos de nado são solicitados o tempo todo de prática musculaturas que envolvem os dorsais, latíssimos do dorso, braços.

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Como fazer os músculos crescerem mais rápido

Durante a musculação, ou em outra atividade para ganhar força, as fibras musculares sofrem algumas pequenas lesões e vem da recuperação delas a hipertrofia do músculo. Como os músculos têm uma excelente capacidade regenerativa, após 24 horas de descanso, o corpo já está pronto para uma nova série de exercícios exercício.

Para que os músculos cresçam e fiquem definidos, entretanto, alguns cuidados são necessários nesse intervalo. “Respeitar o tempo de repouso para o músculo se regenerar e manter a alimentação correta são alguns exemplos”, afirma o educador físico Gustavo Abade, da Assessoria Branca Esportes. Veja os bons hábitos capazes de deixar seu corpo mais adaptado à atividade física.

1. Tenha uma boa noite de sono

O hormônio GH, também chamado de hormônio do crescimento, ajuda diretamente no crescimento, principalmente durante a puberdade. À medida que você envelhece, o GH continua sendo produzido, em quantidades menores, mas ainda com um papel muito importante. Ele otimiza a regeneração muscular, desde que existam algumas horas de sono, pois é apenas nesse momento que o GH é liberado. “Costumo dizer aos meus atletas que o sono faz parte do treino”, afirma o educador físico Gustavo Abade.

2. Descanse logo após o exercício

É fato que a correria do dia a dia torna quase impossível um bom descanso depois do treino. Mas vale a pena achar uma brecha na agenda para relaxar após a atividade física. “O período em repouso melhora a oxigenação das células musculares, o que acelera bastante a recuperação das microlesões das fibras musculares”, afirma o educador físico Adriano Braga, personal trainer em São Paulo. Se não der mesmo para fazer a pausa, opte por treinar depois do trabalho, período em que você já se livrou de todos os compromissos do dia e pode ficar mais relaxado.

3. Entre os treinos

Treinar muito forte num dia e fazer tudo novamente no dia seguinte vai quebrar o ciclo normal de reparação das fibras musculares – fundamental para a hipertrofia. “Para atividades leves e moderadas recomendamos um intervalo de segurança de 24 horas e, para atividades mais intensas e com maiores cargas, esse intervalo de descanso deve ser de 48 horas”, afirma Gustavo Abade. Fazer um exercício aeróbio leve, como uma caminhada, está liberado e pode ajudar na reabsorção de ácido lático (produzido pelos músculos frente ao esforço excessivo), amenizando as dores.

4. Alimentação

“Os carboidratos atuam diretamente na regeneração muscular e as proteínas são muito importantes para estrutura muscular”, diz o educador físico Gustavo. Então combinar esses nutrientes é uma boa pedida após o treino. Aposte em shakes e barrinhas ricas nesses nutrientes. O especialista sugere que esses componentes sejam ingeridos até duas horas após a atividade, preferencialmente com orientação de uma nutricionista – a dica profissional ajuda a combinar doses certas de nutrientes, evitando sobrepeso e falta de nutrientes.

5. Hidratação

A água compõe, aproximadamente, 70% dos músculos. Caso você não esteja ingerindo a quantidade ideal de água por dia, seus músculos podem sentir as consequências. “Em caso de desidratação extrema, a célula muscular vai diminuir (sendo assim os músculos diminuem ou murcham)”, diz Gustavo Abade. Além disso, sem esse combustível básico para a atividade celular, o desempenho durante o exercício certamente será menor do que poderia ser. Consuma aproximadamente 35ml de líquido por quilo de peso ao dia para manter o organismo diariamente hidratado.

6. Faça alongamento cruzado

O alongamento é uma ótima atividade para evitar o encurtamento muscular. Mas, fazê-lo depois de uma solicitação muscular extrema, pode aumentar as microlesões que ocorreram durante o treino. O educador físico Adriano Braga dá a dica: “Faça um alongamento cruzado, se você trabalhou as pernas, alongue os braços, e vice-versa”. Isso, de acordo com os especialistas, mantém os músculos saudáveis sem machucá-los mais.

7. Massageie os músculos

Uma massagem leve, além de relaxante, aumenta a circulação de sangue nos músculos, ajudando na reparação das fibras musculares. Mas é preciso muito cuidado na hora de fazer a massagem, já que existem diversos tipos, e se forem feitas da maneira errada, elas podem aumentar a lesão, em vez de reparar os músculos. Invista em movimentos direcionados aos gânglios, ou seja, ascendentes nas pernas, em direção às axilas nos braços e no sentido horário no abdômen. “Para atividades mais intensas, colocar uma bolsa de gelo envolto em uma toalha no músculo utilizado pode ser uma boa opção”, diz Gustavo Abade.

Conteúdo tirado do site Minha Vida

Dançar traz 3 benefícios incríveis para o cérebro

Aprender, memorizar e se equilibrar: o que essas habilidades têm em comum? Bem, todas estão relacionadas com o hipocampo, área do cérebro que pode ficar comprometida com o envelhecimento. Mas um estudo do Centro Alemão para Doenças Neurodegenerativas revelou uma prática especialmente bem-vinda para essa região: a dança.

Os pesquisadores compararam a atividade com treinos de resistência e flexibilidade. Aí perceberam que, principalmente em termos de equilíbrio, mexer o corpo ao ritmo da música é mais vantajoso. Isso porque as mudanças de movimento típicas do bailado aprimoraram essa função mais do que os exercícios clássicos.

Fora que os mais velhos precisavam se lembrar das coreografias – o que, de quebra, favorecia a memória. “Dançar ainda melhora a autoestima e o estado de espírito”, nota Cristiane Peixoto, educadora física especializada em envelhecimento da Cia Athletica, em São Paulo.

Dance com segurança

As aulas de dança são ótimas, mas, como qualquer atividade física, demandam cuidados. “Você pode se esforçar e ficar cansado, mas não deve sentir dor”, enfatiza Cristiane. É preciso respeitar os limites do corpo. Sempre!

Mais 5 dicas para preservar o cerébro

1. Fique longe do cigarro

2. Não exagere no álcool

3. Inclua azeite, peixe, castanhas e frutas na dieta

4. Invista em atividades culturais – clubes de leitura, por exemplo, são uma boa

5. Não deixe de socializar. Ouça e compartilhe experiências

 

Conteúdo tirado do site Saúde Abril

Quanto devo correr por semana para emagrecer?

Quanto é necessário correr para perder de peso? Essa questão foi a base de um estudo feito durante um ano, que analisou qual é a distância semanal que uma pessoa deve correr para eliminar gordura, juntamente com uma alimentação saudável. O trabalho foi publicado no “The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness”.

Os pesquisadores da Universidade de Aahrus, na Dinamarca, coletaram os dados durante 12 meses através de exames de bioimpedância elétrica (exame para analisar a composição corporal) e das taxas de gordura de 538 corredores novatos. A distância foi medida pelo uso constante de GPS. Já os hábitos alimentares foram acompanhados por questionários online.

Ao final do período, os resultados apontaram que aqueles que correram 5 km ou mais, junto de uma mudança na dieta, que incluía mais saladas e vegetais crus, cortando grande parte dos carboidratos, gorduras e açúcares, perderam em média 5,58kg. Já aqueles que correram a mesma distância, sem uma mudança na alimentação, perderam 3,55kg.

 Desta forma, os pesquisadores concluíram que, para corredores iniciantes que querem perder peso, a distância suficiente para correr é de 5 km semanalmente para obter resultados.
Conteúdo tirado do site Minha Vida

Exercícios para tornear as pernas

Coxas bem firmes e torneadas são seu sonho de beleza? Você não está sozinha. Segundo o educador físico Níkolas Chaves, especialista do Minha Vida, esse é um dos pedidos mais frequentes das mulheres nas academias. E para conquistar belas pernas não tem jeito, você terá que ir além da esteira, do pilates e da aeróbica: é preciso investir pesado na musculação.

Mas antes que você coloque a carga nas alturas, nós já vamos avisando: não existe milagre. O educador físico Rafael Lago explica que leva um tempo para atingir um nível avançado de treinamento e conseguir treinar pesado efetivamente. Então comece devagar, sem exagerar no peso, e mãos à obra. Com os oito exercícios que escolhemos para você, fica mais fácil chegar lá.

1- Agachamento livre

Como o próprio nome já diz, esse exercício começa com você agachado, com os joelhos flexionados em aproximadamente 90 graus e o quadril também flexionado. Lembre-se sempre de alinhar as partes internas dos pés com os ombros, evitando sobrecargas. Com a contração dos músculos da coxa e dos glúteos, ocorre a extensão dos joelhos e do quadril até a posição final (em pé).

Turbine o exercício: o especialista Níkolas Chaves dá a dica: “Manter o tronco o mais verticalizado possível vai aumentar a exigência dos músculos da coxa em relação aos glúteos”.

Fique atenta: Outros músculos serão solicitados para ajudar na postura do corpo durante esse exercício. É o caso dos paravertebrais, que ficam na região da coluna, dos músculos que ajudam a estabilizar o quadril e da musculatura abdominal, que equilibra a coluna lombar pela frente. Por isso é fundamental observar se a contração deles está adequada – na dúvida chame o seu professor. A boa notícia é que além de te proteger contra lesões, eles também ficarão mais fortes e definidos.

2- Agachamento guiado

No agachamento livre o movimento acontece para cima e para baixo, para frente e para trás e para os lados, o que exige da praticante bastante equilíbrio. Já no agachamento guiado só ocorre o movimento para cima e para baixo, o que facilita a execução. Por isso, dá para pegar mais peso nesse exercício.

Turbine o exercício: Aqui, o truque para dar ênfase ao treinamento dos músculos da coxa está no posicionamento dos pés, que devem estar mais avançados. Assim o músculo da coxa será bastante exigido em comparação com os glúteos.

Fique atenta: o educador físico Nikolas Chaves explica que os agachamentos profundos utilizando a barra guiada, realizados com movimentos amplos, devem ser feitos com muita cautela, pois pode haver a retroversão da pelve, isso é, um posicionamento que aumenta a pressão na parte anterior dos discos intervertebrais – um possível fator para a ocorrência de hérnia discal. Por isso, sempre que possível peça ajuda ao professor da sala de musculação para acompanhá-la durante a execução do exercício.

3- Agachamento Nakagym

O Agachamento nakagym surge com a proposta de dar mais liberdade de movimentos do que o agachamento guiado com mais equilíbrio do que o agachamento livre. “Na execução deste agachamento além de os movimentos serem realizados para cima e para baixo, também há movimentos para trás e para frente, mas não há movimentos para os lados”, explica Nikolas Chaves. Com isso, além de ser um ótimo exercício para o treinamento da musculatura das coxas, o agachamento Nakagym também é excelente para o treinamento dos músculos dos glúteos.
Fique atenta: É preciso cuidado ao executar este exercício, principalmente com a contração dos músculos abdominais, que devem proteger a coluna lombar, pois o aparelho projeta a executante para trás aumentando a exigência sobre a região da lombar. O educador físico Rafael Lago lembra ainda que a carga imposta depende muito do nível de condicionamento e do tempo que a mulher treina. “É fundamental que o praticante respeite a sua individualidade biológica”, explica Rafael. “Cada pessoa possui um biótipo diferente, para alguns uma certa carga pode ser leve, enquanto para outras nem tanto”. Então nada de invejar a carga do colega do equipamento ao lado, respeite seus limites.

4- Hack machine

O exercício com o Hack machine já é turbinado por si só, com ele os músculos das coxas vão ser muito trabalhados. Isso porque o tronco permanece na posição verticalizada, exigindo pouco trabalho dos glúteos e da musculatura paravertebral e mais esforço do músculo quadríceps da coxa. Um ponto positivo deste agachamento é o apoio existente para a coluna lombar que dá mais segurança para as praticantes durante a execução.

Fique atenta: as praticantes iniciantes devem ter cuidado com os joelhos durante esse exercício, pois a pressão na articulação é muito grande neste exercício. Rafael Lago conta que esse exercício não é o único que chama atenção para essa articulação. “É preciso ter atenção com outras articulações em qualquer treino pesado”, recomenda.

5- Leg press vertical

O Leg press vertical não é um aparelho muito comum na maioria das academias, mas é um excelente exercício para treinar a musculatura das coxas e os glúteos.

Turbine o exercício: “Uma dica de execução para esse exercício é não parar em cima após cada repetição da série, fazendo com que a musculatura da coxa seja colocado em uma tensão contínua”, conta Níkolas Chaves

Fique atenta: quando a praticante tem encurtamento dos músculos posteriores da coxa e executa o exercício com os glúteos encostados no apoio do banco é possível que haja um pequeno desconforto na região da lombar. Desencostar os glúteos do apoio do banco, subindo um pouco, é uma manobra de segurança sugerida neste caso. Como este é um exercício com inversão corporal não é indicado para pessoas hipertensas.

6- Leg press 45

Esse aparelho é popular e concorrido nas academias, e não é pra menos. O Leg press 45 proporciona um grande estímulo para os músculos da coxa e glúteos. Uma curiosidade sobre este exercício é que o peso colocado no aparelho não é a carga levantada de verdade. Se uma praticante coloca 200 quilos na máquina, na verdade ela está carregando 142 kg. Para descobrir o peso real carregado no Leg press 45 multiplique o peso colocado por 0,71.

Turbine o exercício: “Uma dica para aumentar a exigência das pernas é posicionar os pés mais para baixo na plataforma de apoio, com isso haverá uma menor participação dos glúteos”, recomenda Níkolas Chaves.

Fique atenta: é preciso cuidado ao executar o Leg press 45 com amplitudes maiores do que 90 graus de flexão de joelhos na posição inicial para não aumentar as sobrecargas nos ligamentos dos joelhos.

7- Leg press horizontal

Existem aparelhos de Leg press horizontal com características diferentes. Alguns modelos tem o movimento na plataforma onde os pés são apoiados, enquanto em outros o movimento ocorre na cadeira onde a praticante está sentada.

Turbine o exercício: neste caso, para aumentar o estímulo para a coxa, o encosto deve ser regulado mais para baixo e para trás. Posicionar os pés mais para baixo na plataforma de apoio também aumenta o estimulo para o quadríceps sendo está uma boa estratégia para praticantes que tem o objetivo de desenvolver a força neste grupo muscular.

Fique atenta: em alguns modelos o encosto é móvel, o que possibilita regulagens diferentes. Peça ajuda ao professor para fazer esse ajuste, evitando sobrecargas.

8- Banco extensor

O banco extensor de joelhos trabalha muito bem o músculo da coxa. Colocando uma pequena almofada no banco em baixo do glúteo – fazendo com que o ângulo de flexão de quadril fique em aproximadamente 90 graus – possibilita treinar com mais peso.

Turbine o exercício: quanto mais para baixo estiver o apoio dos pés, mais difícil ficará o exercício. “A dica para fazer ‘queimar’ as coxas é realizar a série do banco extensor com 12 repetições com um segundo de pausa entre cada repetição – além disso, controle a duração da repetição em um segundo para subir dois para descer”, recomenda Nikolas Chaves.

Fique atenta: muita gente adota a flexão dorsal do tornozelo (pés flexionados para cima) durante esse exercício, o que pode dificultar a extensão dos joelhos caso a praticante tenha encurtamento dos músculos da panturrilha. Se for o seu caso, mantenha os pés numa posição neutra.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Exercícios para substituir abdominais

Por muito tempo acreditou-se que os famosos abdominais, realizados no chão com repetidas elevações do tronco, eram a única maneira de conquistar a barriga chapada. No entanto, outros exercícios, realizados sem foco exclusivo na região abdominal, mas também com outras partes do corpo, têm se mostrado igualmente eficientes no fortalecimento desses músculos, com a vantagem de fortalecer outros músculos, como os dos braços e das pernas.

“Os exercícios abdominais clássicos não se tornam dispensáveis diante dos novos exercícios para fortalecimento do abdômen”, explica o educador físico Victor Valente, da academia Runner. “O fato é que muitos tipos de abdominais, quando comparados a exercícios que gerem grande instabilidade do tronco, como a prancha, podem ativar menos a musculatura e não trazer o resultado esperado”.

O benefício acontece, principalmente, pela dificuldade de equilíbrio que o exercício gera, exigindo dos músculos abdominais contrações intensas para que o tronco se mantenha estável e compense o efeito da gravidade. Pronto para experimentar? A seguir, confira quais são os melhores substitutos do abdominal e como praticá-los.

1. Prancha frontal

“As pranchas são ótimos exercícios para o fortalecimento abdominal, pois quem a pratica deve manter seus músculos abdominais contraídos o tempo todo para sustentar o quadril fora do chão”, explica Victor Valente. Além dos músculos abdominais mais superficiais, como reto abdominal e oblíquos, as pranchas ativam também músculos mais profundos, como o transverso do abdômen, e os músculos da coluna responsáveis por manter a estabilidade da coluna lombar e assim prevenir lesões.

Como fazer: a prancha frontal é feita com os cotovelos flexionados e os antebraços apoiados no chão, assim como os pés. O quadril deve ser elevado até o nível dos ombros e deve ser mantido nesta posição por um determinado tempo. O tempo é determinado de acordo com o condicionamento físico de cada um. Inicialmente é feito um teste para determinar esse tempo, que varia entre 30 segundos até o tempo máximo que cada pessoa aguentar.

Turbine o exercício: “Os praticantes em nível avançado podem colocar uma base instável, como uma bola ou uma prancha de equilíbrio como apoio das pernas (embaixo das canelas), durante os movimentos de pranchas, são ótimas estratégias para intensificar o treino e aumentar a ativação do abdômen garantindo um bom fortalecimento de toda a musculatura”, recomenda Victor Valente.

Atenção: é importante manter o corpo alinhado durante esse exercício, caso contrário os músculos lombares acabam exercendo a função do abdômen. Sustente de forma equilibrada e correta o quadril e lembre-se de contrair o abdômen o tempo todo.

2. Prancha lateral

“Os exercícios de prancha lateral funcionam da mesma maneira que a prancha frontal, mas nesse caso o fortalecimento tem ênfase nos músculos oblíquos (mais laterais) e no músculo quadrado lombar, que fica localizado na parte posterior do abdômen”, explica o educador físico Victor Valente. Eles são os mais ativados nessa posição para manter o tronco estável.

Como fazer: posicione-se lateralmente no solo com o cotovelo de um dos braços flexionado e o antebraço apoiado no chão, as pernas estendidas, apoiadas no chão – a perna contrária ao braço apoiado no chão deve estar ligeiramente a frente. O quadril deve ser elevado e assim mantido na mesma linha do ombro. O braço que fica solto pode ficar alongado ou apoiado junto ao corpo. O tempo mínimo de execução é de 30 segundos e o que limita o tempo máximo é a exaustão de cada pessoa.

Turbine o exercício: quanto menor a distância entre os pés, mais difícil se torna o exercício. Assim como na prancha frontal, é possível utilizar superfícies instáveis, como uma prancha de equilíbrio ou um bosu, uma espécie de meia bola que possui base plana e topo arredondado. Essa intensificação do exercício deve ser feita somente por quem já realiza o exercício normal com facilidade.

3. Agachamento com pulo (burpee)

“Este exercício é muito usado na modalidade Cross Fit e tem como objetivo não só fortalecer o abdômen, mas também os braços e as pernas, e ainda proporcionar uma elevação considerável da frequência cardíaca”, explica Victor Valente. Ou seja, este amplo exercício une queima calórica e fortalecimento muscular. Neste caso, o fortalecimento do abdômen é resultado da necessidade de estabilizar o tronco principalmente durante a flexão de braço e o agachamento.

Como fazer: o Burpee inclui três exercícios: a flexão de braços, o agachamento e um salto, nesta sequência. Inicia-se o movimento realizando uma flexão de braço até encostar o peito no chão, em seguida flexiona-se o quadril na posição do agachamento e executa- se um salto. Em geral o número de séries varia de quatro (iniciante) a oito (avançado) e o número de repetições em cada uma delas de oito (iniciante) a quinze (avançado).

Atenção: o burpee deve ser feito com segurança, dentro dos limites individuais. Faça o exercício no tempo que conseguir e o número de repetições que for possível.

4. Agachamento comum

“O objetivo primário do agachamento comum é o fortalecimento dos glúteos e da musculatura extensora da coxa”, explica o educador físico Ricardo Burgatti, coordenador da academia K2. “Porém, como durante o movimento ocorre uma flexão no quadril junto à flexão do joelho, a manutenção da coluna em uma posição neutra é muito importante e para isso o abdômen tem que estar firme e fortalecido”.

Como fazer: deixe os pés afastados na linha dos ombros. A postura precisa estar ereta e você deve olhar sempre para frente. Faça um agachamento na amplitude máxima do movimento (como se você fosse se sentar em uma cadeira), mas sem tirar os calcanhares do chão e mantendo o abdômen contraído. Volte à posição inicial, expirando o ar ao realizar esse movimento. Comece com três séries de quinze repetições.

Turbine o exercício: o exercício fica mais intenso com o uso de halteres, que devem ser carregados nas costas, mas só por quem já está no nível avançado do exercício.

Atenção: jamais deixe o seu joelho ultrapassar a linha das pontas dos pés. Ao acrescentar pesos e objetos nos membros superiores, cuidado com a carga usada para não sobrecarregar demais a coluna. Se o objeto for pesado a ponto de fazer você arredondar as costas, curvando-a para frente, é melhor diminuir a carga.

5. Ponte

“No exercício de ponte, o tronco fica instável e se faz necessária a contração dos músculos abdominais, responsáveis por estabelecer a coluna e o quadril”, explica Victor Valente. A barriga é a responsável pela sustentação do movimento de forma equilibrada.

Como fazer: deitado de barriga para cima, com os joelhos flexionados, os pés no chão e as mãos ao longo do corpo, inicie uma elevação do quadril partindo o movimento da lombar até apoiar o peso do corpo sobre as escápulas (na parte alta das costas), em seguida retorne a coluna até a posição inicial. Inicie a prática com três séries de quinze repetições.

Turbine o exercício: para quem a versão simples já ficou fácil, é possível deixar o exercício um pouco mais difícil, coloque uma caneleira de meio ou um quilo sobre o abdômen.

6. Flexão lateral de tronco

A flexão lateral de coluna tem como foco específico o fortalecimento dos músculos oblíquos do abdômen (mais laterais) e também do quadrado lombar. É muito importante realizar esse movimento de forma adequada para não lesionar a coluna.

Como fazer: de pé, com o corpo alinhado, flexione o tronco para o lado. Comece com três séries de 15 repetições. No início, faça apenas um trabalho sem nenhuma resistência, utilizando apenas o peso do próprio corpo. “Só isso já fortalece o abdômen e ajuda na aprendizagem do movimento”, explica Victor Valente. Em seguida aumente as repetições ou o tempo de permanência na posição curvada para o lado, isso eleva a intensidade do exercício.

Turbine o exercício: use pequenos pesos nas mãos. “O uso de pesos aumenta a intensidade dos exercícios abdominais, mas devem ser utilizados de forma progressiva”, explica o educador físico Victor Valente. Comece por pesos mais leves, de meio ou um quilo, e aumente de meio em meio quilo quando sentir que o peso está leve.

Toda atenção na respiração

A respiração é muito importante para o fortalecimento do abdômen. Isso porque os músculos abdominais se fixam às últimas costelas, ou seja, são parte da caixa torácica. Com o movimento adequado da caixa torácica durante a respiração no momento do exercício físico, a ativação dessa musculatura é mais efetiva e consistente. “O ideal é sempre expirar, soltar o ar, durante o movimento para aumentar a pressão dentro do abdômen, e inspirar (puxar o ar) toda vez que o corpo estiver voltando desse movimento”, explica Victor Valente. “Esse aumento de pressão leva à contração de mais músculos responsáveis pela estabilização da coluna durante o movimento”.

Durante os exercícios em que não há um grande movimento, como as pranchas frontal e lateral, a respiração deve ser calma, com inspiração pelo nariz e expiração pela boca. O ideal é que a respiração seja feita com o abdômen, que deve se expandir, e não com o tórax. Quanto à frequência, obedeça à solicitação do seu corpo e respire quantas vezes julgar necessário.

Conteúdo retirado do site Minha Vida

Exercícios físicos diminuem a vontade de comer doce, diz estudo

A resposta para o vício no açúcar pode estar nos exercícios

A primeira coisa que você tem que ter em mente é que é possível, sim, emagrecer sem ter que deixar de comer aqueles doces que você ama! Com uma reeducação alimentar bem feita, você perde peso de maneira natural e sem privações exageradas! E se você ainda duvida que isso é possível, clique aqui para ver vários depoimentos de pessoas que emagreceram sem ter de deixar que comer o que gostam!

Agora, vamos a parte dos exercícios! Confira o texto publicado pelo site Minha Vida, que mostrou os resultados de uma pesquisa feita pela Universidade de Leeds, na Inglaterra.

Para o trabalho, feito com 180 participantes, foram avaliadas a capacidade respiratória das pessoas, sua composição corporal e seus índices metabólicos. Depois, foram criados três grupos, entre os que praticavam alguma atividade de alta intensidade, média intensidade e baixa intensidade.

O próximo passo foi registrar o apetite de cada participante, incluindo seus gostos pessoais e grau de saciedade. Na análise, foi possível observar que os participantes mais ativos esportivamente consideravam em até 15% das vezes comidas gordurosas como menos atraentes do que os menos ativos.
Apesar dessa análise, os autores do estudo destacam que ainda são necessários novos testes. “O que nós descobrimos é que existe uma clara relação entre a intensidade da atividade física, aumentando a frequência cardíaca, produzindo suor e o desejo de comer itens cheios de gordura”, disse o pesquisador Graham Finlayson, em entrevista para o jornal The Telegraph.
“Podemos especular que aqueles que já ganham sua recompensa e alegria diárias ao se exercitarem são menos propensos a sucumbir às tentações das junk foods”, finaliza ele.

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8 tipos de Ioga e seus benefícios

Técnica milenar que trabalha o corpo e a mente

Todo mundo já ouviu falar de Ioga, mas poucos sabem que ela tem tantos “estilos” diferentes hoje em dia. Essa prática milenar que teve origem na Índia já conquistou muitos adeptos! Se você tem vontade de se tornar um praticante, continue lendo a matéria e escolha o estilo que mais te agradar!

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1. Ioga clássica

No Ocidente, a vertente mais popular é o Hatha, termo sânscrito que faz alusão à união entre corpo e espírito. Posturas (asanas), gestuais (mudras), técnicas de controle respiratório (pranayamas), contração dos músculos e órgãos (bandhas) e exercícios de concentração e purificação (shatkarmas) fazem parte das aulas, que seguem um ritmo tranquilo, ideal para iniciantes, gestantes e idosos. “Trata-se de uma jornada rumo ao autoconhecimento”, resume a educadora física especializada em atividades rítmicas Sílvia Deutsch, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro.

2. Power ioga

Surgiu como uma alternativa mais comercial ao Ashtanga Vinyasa, ramificação da ioga tradicional que tem ritmo mais agitado. Diferentemente da versão original, não há sequências pré-definidas, e a música ambiente é bem-vinda, o que a fez cair no gosto de quem prefere algo mais dinâmico. Pessoas que buscam exercícios intensos também aprovam a power ioga, já que ela intercala posições que exigem força e equilíbrio. Blocos, cordas, cintos, pesos e outros acessórios são utilizados tanto para facilitar a vida dos novatos quanto para potencializar o esforço e os ganhos dos veteranos.

3. Hot ioga

Na sala, o termômetro registra até 40 °C. Os instrutores garantem: altas temperaturas resguardam a musculatura e desintoxicam o organismo por meio do suor. “De fato, o calor atua nos músculos, aumentando a flexibilidade, mas não existe comprovação científica para benefícios além desse”, diz Ivan Pacheco, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, no Rio Grande do Sul.O médico lembra que, se não houver preparo, há risco de hipertermia, queda de pressão e desmaio. Para quem já está mais condicionado, pode ser a pedida para superar limites. Só não vale esquecer de beber água, baixar o ritmo ao final da aula e evitar choque térmico na saída.

4. Superioga

Elaborada pelo educador físico Paulo Junqueira, de São Paulo, é um método de fortalecimento físico e psicológico composto de oito séries fixas de aproximadamente 50 posturas simples da ioga clássica, executadas com permanências, repetições e inclusão de movimentos para deixá-las mais dinâmicas. Daí a comparação com aulas de ginástica, que deu visibilidade à prática. “Criei a superioga nos anos 1990 com o objetivo de incentivar as pessoas a buscar uma melhor qualidade de vida, principalmente na terceira idade, quando costuma faltar força e disposição para o dia a dia”, conta Junqueira.

5. Acro ioga

Surgiu por volta de 1990 no Canadá e nos Estados Unidos e desembarcou no Brasil em meados de 2007. Como o nome sugere, essa modalidade alia posturas da ioga clássica a movimentos acrobáticos. É também um baita exercício para aprender a trabalhar em equipe, uma vez que grande parte dos movimentos é feita em dupla. “A presença do outro serve ainda como fonte de motivação e apoio”, diz a terapeuta psicocorporal Eliane Lilli, do estúdio Acro Yoga Brasil, na capital paulista. Essa linha não é recomendada quando a pessoa não pode abusar no esforço físico ou tem lesão em articulações ou ligamentos.

6. Aero ioga

O diferencial fica por conta de tecidos presos ao teto, como acontece em aulas ou atrações circenses. “Eles potencializam a sensação de relaxamento e servem de ferramenta para a execução das posturas tradicionais, evitando impacto sobre a coluna e facilitando o alongamento”, destaca Eliane. Com sequências específicas e sob supervisão profissional, a prática pode ser introduzida a partir dos 4 anos de idade e é indicada até para pessoas com lesões em alguma parte do corpo ou fragilidade óssea, articular ou muscular. “Basta evitar pressão sobre a região que está com problema”, orienta a professora.

7. Ioga dance

Com duração de até duas horas, as aulas são divididas em sete partes, trabalhando cada um dos chacras, pontos de energia no corpo, e cinco elementos (terra, água, fogo, ar e éter) por meio de determinados estilos, letras e variações de notas. Nas três primeiras etapas, o ritmo é crescente e instiga estabilidade, criatividade e empoderamento. Depois, é hora de cantar, ouvir, relaxar, refletir e agradecer. “A proposta é combinar a liberdade da dança com a consciência da ioga, entregando-se inteiramente ao que se está fazendo no momento”, conta a professora de ioga e criadora da modalidade Fernanda Cunha, de São Paulo.

8. Sup ioga

Na onda do stand up paddle, esporte em que se rema em pé sobre uma prancha, muitos praticantes de ioga trocaram as salas espelhadas pelo contato com a natureza. “Priorizamos águas calmas e posturas de permanência, sem movimentos, para manter o equilíbrio”, explica a atleta e precursora da atividade no país, Bianca Guimarães, de Minas Gerais. Onde encontrar? Nas praias de Maceió, João Pessoa, Búzios (RJ), Florianópolis e Ilhabela (SP). Não pode viajar? Basta uma piscina larga e funda para conseguir praticar.

*Conteúdo publicado originalmente no site da Saúde *