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Filtro de barro é o melhor para filtrar água, diz estudo

O livro “The Drinks Water Book”, de Colin Ingram conta com uma informação que vai deixar muitos brasileiros animados: o filtro de barro que costumamos usar na cozinha é o melhor sistema de filtragem de água que existe.

De acordo com o livro, os filtros tradicionais com câmara de filtragem de cerâmica apresentam muita eficiência na retenção do cloro, pesticidas, ferro, alumínio, chumbo (95% de retenção) e ainda retém 99% de Criptospordiose, um parasita causador de doença.

Além disso, os filtros de barro contam também com o recurso da filtragem por gravidade. Neles, a água passa pelo filtro e goteja em um reservatório inferior. Esse métodos possibilita que os microorganismos não passem pelo filtro devido a uma grande pressão exercida pelo fluxo de água.

O revestimento de barro também possibilita que a água fique sempre fresquinha. De acordo com a publicação a água fica até 5ºC mais fria em comparação com a temperatura ambiente. Por fim, os filtros de água também não utilizam eletricidade para funcionarem, possibilitando uma economia de dinheiro e energia.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Sopas para emagrecer: dicas de como preparar

O inverno é o momento ideal para se aquecer comendo aquela saborosa sopa. Este prato, além de delicioso, também pode te ajudar na perda de peso. Confira as dicas de especialistas sobre quais as melhores combinações, quais ingredientes utilizar e evitar e os cuidados necessários para preparar uma sopa magra. Aproveite e veja ótimas receitas de sopas aliadas da dieta.

Combinações
É essencial que uma sopa saudável e que ajude a perda de peso seja uma refeição completa. “Por isso, ela deve ter uma fonte de carboidratos, como arroz, macarrão e batata, uma fonte de leguminosas, como feijão, ervilha e soja, uma proteína, pode ser vegetal ou animal, e vegetais coloridos, como brócolis, chuchu, beterraba, couve, entre outros”, orienta a nutricionista Vivian Ragasso, do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte.

Para que a receita não ganhe muitas calorias, não inclua dois carboidratos na mesma sopa, como mandioquinha e batata ou batata e croutons.

Evite fazer sopas com apenas um ingrediente, como a de mandioquinha. Isto porque ela terá menos nutrientes do que as versões com mais alimentos, além disso, aquelas que levam somente carboidratos de alto índice glicêmico, como a batata, mandioquinha, cara, inhame, mandioca, fubá, macarrão e arroz branco, podem causar picos de glicose e consequentemente de insulina, favorecendo os ataques de fome.

Para algumas pessoas o vegetais crucíferos, como repolho, brócolis e couve-flor, e certas leguminosas, como feijão e lentilha, estimulam a fermentação excessiva e favorecem os gases. “Mas isso depende de como cada organismo reage a estes alimentos”, observa Ragasso.

Uma dica para evitar que o feijão cause gases é deixar este alimento de molho de um dia para o outro e descartar a água. Depois, comece a preparar o feijão normalmente e descarte a água quando chegar na metade do processo e coloque uma nova água. “Assim, você libera os fitatos do feijão que são as substâncias que favorecem os gases”, explica Ragasso.

 

Melhores vegetais para sopa

Existem uma série de vegetais que são benéficos para a sopa. “Procure incluir uma variedade deles, pois um alimento sempre vai oferecer uma coisa que o outro não pode, essa variedade vai te ajudar a emagrecer de forma saudável”, explica o nutrólogo André Veinert da Clínica Healthme – Gerenciamento de Perda de Peso.

Alguns legumes são interessantes porque agregam poucas calorias e ainda ajudam a deixar a sopa mais consistente. “Chuchu, brócolis, palmito, aspargos, pepino, tomate e cebola são alguns dos ingredientes que não alteram muito a quantidade calórica e ainda são ricos em nutrientes bons para a saúde”, destaca Ragasso.

As folhas escuras como couve e espinafre também são ótimas alternativas, pois são ricas em fibras, por isso, proporcionam maior saciedade. “Tente colocar na sopa também alguns ingredientes naturalmente diuréticos como talo de salsão, repolho e broto de feijão, esses alimentos vão ajudar a evitar o inchaço”, conta Ragasso.

É preciso ficar atento ao uso dos tubérculos ou raízes. Isto porque alguns possuem o índice glicêmico elevado. “O índice glicêmico elevado está relacionado com a velocidade de absorção da glicose, quando ele é elevado ocorrem picos de insulina, aqueles com baixo índice glicêmico evitam os picos glicêmicos e proporcionam mais saciedade. Por isso, prefira batata doce ou cenoura ao invés da batata comum ou da mandioquinha”, orienta Veinert.

É importante que a sopa tenha ao menos uma leguminosa, como feijão, ervilha e soja. Sendo que um dos melhores grãos para ser incluído é a quinoa, rica em proteínas e que ainda possui boas quantidades de ômega 3 e vitaminas do complexo B.

Melhores proteínas

Para que sua sopa seja uma refeição completa é importante que ela tenha proteínas. Uma boa fonte vegetal do macronutriente é a quinoa. “Mas se quiser incluir uma proteína de fonte animal, o peito de frango é uma boa alternativa, pois não tem muita gordura e por ter boas quantidades de proteína irá proporcionar saciedade”, explica Veinert.

Outros alimentos para incluir

Além dos vegetais citados, alguns outros alimentos funcionais podem ser incluídos na sopa para torná-la ainda mais magra. “Para engrossar a sopa, vale incluir um pouco de aveia, então ela ficaria como a fonte de carboidratos. Este alimento é bom por ser rico em fibras“, conta Ragasso.

Para substituir o creme de leite nas preparações, vale utilizar creme de ricota ou iogurte light. Este alimentos são ricos em cálcio e estudos recentes apontam que este nutriente impede um pouco a agregação de gorduras e estimula a sua queima.

Caso você já tenha utilizado uma fonte de carboidrato na preparação da sopa, mas esteja com vontade de incluir croutons para finalizar a preparação, existe outra alternativa igualmente crocante. “Inclua castanhas cortadas, elas são ótimas fontes de gorduras boas, mas não ultrapasse de duas unidades”, conta Ragasso.

Evite temperos prontos e muito sal

Evite incluir temperos prontos na sua sopa como os caldos de carne e legumes. “Eles têm monoglutamato de sódio que é um realçador de sabor, ele inibe o sensor de fome e saciedade, estimulando a fome e fazendo a pessoa comer por gula. Além disso, ele inibe a absorção de cálcio e de um monte de nutrientes bacanas que a sopa tem”, conta Ragasso. Esses temperos ainda contam com muito sódio, que em excesso favorece o inchaço e com o tempo aumenta o risco de hipertensão.

O sal também possui muito sódio, por isso, restrinja seu uso ao máximo. Evite colocar creme de leite, requeijão e farinha na sopa. Ao colocá-la no prato evite finalizá-la com pedaços de queijos amarelos e queijo ralado, ambos possuem grandes quantidades de gorduras saturadas. Também não abuse do azeite, pois ele é muito calórico. Um fio de azeite basta.

Temperos

Como os temperos prontos não são boas alternativas, é importante investir nos naturais. “A pimenta é uma ótima alternativa porque é termogênica, ou seja, estimula o gasto calórico”, conta Ragasso. Contudo, é importante que a pimenta seja ardida, pois são elas que possuem a capsaicina, composto que contribui para o aumento da termogênese.

Vale investir também no alho que tem ações antiviral, antioxidante, anti-inflamatório, protege o coração, melhora a glicemia e controla a pressão arterial. Invista também no manjericão, alecrim, manjerona e salsa, esta última tem ação diurética. O gengibre também é uma ótima alternativa, por possuir gengirol, substância que aumenta o gasto calórico em torno de 10%.
Caso tenha dificuldade em tirar o sal, procure ao menos menores quantidades e as versões light.

Cuidados ao preparar e consumir

Além dos cuidados já mencionados, como evitar o uso de temperos prontos e sal, ao preparar a sopa é importante observar mais alguns pontos. Caso vá incluir a beterraba, procure cozinhá-la antes. Na preparação da receita, o óleo mais indicado é o de canola.

Quando a sopa estiver pronta, evite batê-la no liquidificador. “Fazer uma sopa que te permita mastigar é bom porque aumenta a sua sensação de saciedade”, explica Veinert.

Por fim, de nada adianta para a dieta fazer uma sopa saudável e magra e ingerir grandes quantidades dela. O quanto comer da sopa varia de acordo com o peso, altura e sexo da pessoa. “Porém, normalmente recomendo 300 ml para a mulher e entre 400 e 450 ml para o homem”, diz Ragasso.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Mulher mostra efeitos de beber 3 litros de água por dia

O consumo regular de água durante o dia ajuda o corpo a funcionar melhor, previne problemas de saúde e pode, inclusive, te deixar mais bonito. Então se você está querendo emagrecer ou deixar sua pele e cabelo mais saudáveis o segredo pode ser aumentar o consumo de água. Para testar essa hipótese, uma mulher inglesa, chamada Sarah Smith, passou por essa experiência e relatou o que mudou em sua vida.

Depois de sentir fortes dores de cabeça e estomacais durante anos, ela decidiu procurar um neurologista para saber o motivo destes incômodos constantes. A primeira pergunta do médico foi: “Quanto você bebe de água por dia?”. E Sarah respondeu: “No máximo um litro”.

Então, o médico recomendou que a mulher passasse a ingerir 3 litros de água por dia. Caso os sintomas persistissem, eles marcariam uma nova consulta, e se Sarah tivesse melhoras, a solução seria apenas água. Com o objetivo de tentar realizar o pedido médico, Sarah se jogou na experiência e aproveitou para registrar tudo.

Antes de realizar um processo que duraria 4 semana, Sarah tirou uma fotografia dela na época, com 42 anos de idade, mostrando sem pudores todos os problemas na pele: olheiras, rugas, manchas vermelhas ao redor do rosto e a pele quase sem brilho.

“Minhas filhas, Alice, de oito anos e Betty, de quatro, disseram que, nesta foto, parece que eu tenho 100 anos. E eu tenho que concordar. Meus lábios parecem murchos”, disse ao Daily Mail.

Primeira semana

Peso: 53,4 kg

Cintura: 71 cm

Na primeira semana condicionou-se a encher um jarro de litro três vezes ao dia para ter controle de sua ingestão. Para ter melhores resultados, ela começou também a cuidar da pele e do corpo fazendo esfoliações e ioga.

Segunda semana

Peso: 53 kg

Cintura: 71 cm

Na semana seguinte as mudanças em seu rosto já começavam a aparecer. Ela notou que seus olhos estavam menos escuros, sua pele com uma cor mais uniforme e seu hálito mais agradável, com uma suavidade na boca. No entanto, Sarah teve alguns problemas nessa fase já que ia ao banheiro a todo instante e nem sempre tinha lugar apropriado para ir. Além disso, ela achava que com a quantidade de líquido ingerida por dia pudesse se sentir mais inchada, mas, na verdade, sentiu-se mais confortável que o habitual.

Terceira semana

Peso: 53 kg

Cintura: 69,8 cm

Na terceira semana as olheiras e manchas tinha praticamente desaparecido e sua pele estava mais brilhosa “Meu amigo, que é terapeuta de beleza, diz que isso é porque a água está ajudando a regenerar as células da pele de forma mais eficiente. Tenho notado que eu tenho parado de esfregar os olhos pela manhã quando acordo. Eles costumavam estar secos e cheios de sono. Mas agora não. Toda esta água os mantem úmidos”, comenta.

Quarta semana

Peso: 52,6 kg

Cintura: 68,5 cm

O resultado dessa mudança ficou ainda mais claro nesta semana. Ao maquiar-se, Sarah sentiu que sua pele estava com mais elasticidade e ficou até mais gostoso de passar um delineador nos olhos. “O resultado é totalmente diferente. Eu não consigo acreditar na diferença do meu rosto. Eu pareço outra mulher. Não tenho mais manchas escuras nem vermelhas. Minha pele está tão úmida que parece de criança. Sinto-me mais magra e em forma”.

As transformações em sua vida não estavam evidentes apenas em sua pele: “sinto-me mais apta, disposta, magra e saudável. Meu marido e amigos dizem que pareço dez anos mais jovem”.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida 

7 alimentos para substituir o pão francês

Para a maioria das pessoas, o café da manhã e o lanche da tarde perdem a graça se ele fica de fora. Fácil de combinar, barato e – além de tudo! – muito gostoso, o pão francês é uma ótima fonte de carboidratos para a dieta. Mas, nem sempre, ele cabe na sua cota de calorias e é preciso fazer substituições que não prejudiquem a alimentação. “Cada unidade de pão francês tem, aproximadamente, 150 calorias. É possível pensar em muitas opções nutritivas e saborosas que permanecem nesta faixa”, afirma a endocrinologista Glaucia Duarte, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Mas se a sua vontade é comer pão, tem alternativa bem gostosa e mais nutritiva – e não estamos falando de pão de forma multigrãos. “Essa variedade de pão tem muitas fibras, mas não conta com a crocância e a maciez combinadas do pãozinho de sal”, afirma Glaucia. Veja as dicas de uma equipe de especialistas para incrementar seu cardápio com sugestões cheias de energia e bem saborosas. Aproveite!

Tapioca com recheio leve

Já pensou em incluir tapioca no seu café da manhã ou no lanche da tarde, sem culpa na consciência? A massa ou biju, como é chamado em alguns estados, é feita à base de farinha de polvilho e água, fornecendo os carboidratos necessários para uma refeição. Para não fugir da dieta, basta escolher um recheio light, como ricota e blanquet de peru. “Queijos amarelos devem ficar de fora, eles são fonte de muita gordura e, portanto, de calorias”, completa a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult.

Cereal de flocos integrais de milho com leite

Os cereais, assim como o pão francês, são fontes de energia. Para adicionar mais nutrientes à sua refeição, o ideal é buscar versões integrais dos grãos, mais nutritivas por conter substâncias como antioxidantes, vitaminas, minerais, fibras, proteínas e lipídios, além dos carboidratos. A combinação deste cereal com o cálcio do leite é um substituto ideal para o pãozinho.

Pão de centeio

Não tem jeito, o que você quer mesmo é comer pão? Uma boa variação, de acordo com a especialista, é o pão de centeio, feito com farinha integral e rico em minerais, complexo B e fibras alimentares, que ajudam na regulação da função digestiva – benefício mal atendido pelo pão francês, que só fornece carboidratos (nutriente transformado em energia para as atividades diárias). “A receita básica do pãozinho é à base de farinha branca e quase não contém fibras. Ao ser ingerido, ele aumenta a glicemia (açúcar no sangue), estimula a liberação de insulina e, com o tempo, esse mecanismo acaba se refletindo em acúmulo de gordura corporal”, afirma Daniela.

Aveia batida com leite e frutas

A nutricionista Andréia Ceschin de Avelar, especialista em Nutrição Materno Infantil pela Unifesp, sugere uma vitamina de aveia batida com leite e frutas como substituta para o pão francês. “A aveia é fonte de fibras e alguns estudos mostraram que ela traz benefícios ao coração se consumida regularmente. Duas colheres de sopa do grão é a quantidade ideal”, afirma a especialista. As frutas completam essa vitamina, acrescentando um sabor especial e muitas vitaminas.

Iogurte natural com granola

O iogurte natural é rico em vitaminas, como vitamina A e as vitaminas do complexo B. Além disso, é uma grande fonte de cálcio e não contém glúten. Já experimentou misturá-lo com granola? Esse mix traz cereais diversos, castanhas e frutas secas – a versão light, sem açúcar, é ainda mais indicada para quem quer emagrecer. Dentre as castanhas, geralmente estão incluídas castanha-do-pará e castanha de caju, fontes de antioxidantes (substâncias que, que ajudam a retardar o envelhecimento). Das frutas secas, uva passa, banana passa e maçã são as mais comuns. “Não existe uma receita padrão de granola, mas todas as variedades levam alimentos ricos em fibras (cevada, aveia, farelo e gérmen de trigo, flocos de milho, de arroz ou trigo, linhaça)”, afirma a nutricionista Rosana Farah, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. “A granola oferece os mesmos carboidratos do pãozinho, mas com benefícios extras de com fibras e vitaminas”. Meia xícara de chá é a quantidade ideal a ser consumida por refeição.

Vitamina de aveia, linhaça e leite

A receita traz nutrientes poderosos. O leite é fonte de cálcio, mineral indispensável à boa saúde dos ossos. Opte pelo leite desnatado, com menos gorduras que o integral. Uma colher de sopa de aveia e outra de linhaça completam a mistura rica ômega 3, nutriente que retarda o envelhecimento, a e fibras solúveis ? ideais para controlar os níveis de colesterol, além da função digestiva.

Muesli

Você conhece o muesli? De origem suíça, este cereal reúne flocos de aveia crus, frutas e frutos secos. Há dois tipos: o muesli fresco e o seco. O seco é uma mistura de aveia e pedacinhos de frutas desidratadas, nozes e sementes. Já o fresco é uma mistura de aveia macerada em água ou sucos de fruta, misturado com frutas frescas picadas. Ele contém uma grande variedade de nutrientes, como fibras e vitaminas, e pode ser consumido com leite, frutas ou iogurte natural.

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

10 alimentos fonte de cálcio

Quando se fala em cálcio, instantaneamente nos lembramos do leite. Não é à toa. Ele é a principal fonte desse nutriente em nossa dieta. Vale lembrar, entretanto, que não é a única e aqueles que sofrem de alergia ao leite ou intolerância à lactosedevem ficar atentos a isso. Mas, afinal, por que ele é tão importante? Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia, o cálcio é fundamental, entre outras funções, para a formação da massa óssea, para a coagulação sanguínea e para a contração muscular. Ele explica também que a necessidade diária desse mineral varia conforme a idade, chegando a 1.200 miligramas por dia após os 50 anos. Para garantir o consumo recomendado, portanto, listamos outras boas fontes de cálcio que não contém leite:

Tofu

De acordo com o nutrólogo Roberto, o tofu apresenta maior quantidade de cálcio do que o leite. Enquanto 100 g de leite contém 100 mg de cálcio, em 100 g de tofu há 159 mg de cálcio. O problema, segundo o especialista é a biodisponibilidade. “Absorvemos melhor o cálcio de alimentos de origem animal do que os de origem vegetal”, explica, Mesmo assim, esse derivado da soja é uma boa fonte do nutriente, assim como é rico em proteínas, fósforo e magnésio. Para completar, ele ainda oferece poucas calorias: apenas 70 kcal em 100 g.

Brócolis

brócolis cru contém 400 mg de cálcio em 100 g, mas consumido desta maneira diminui a eficiência da tireoide, podendo até levar a um quadro de hipotireoidismo. Por isso, recomenda-se ingerir o alimento cozido ou no vapor. “Ao submetê-lo ao cozimento, entretanto, ele perde cerca de 70% da quantidade inicial de cálcio, enquanto que, no vapor, ele perde cerca de 25% da quantidade inicial do nutriente”, explica o nutrólogo Roberto. Prefira, portanto, consumir o brócolis no vapor e aproveite outros nutrientes, como ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A e C.

Sardinha

“A sardinha, assim como outros peixes de água fria, é conhecida por ser fonte de uma gordura boa para o coração: o ômega 3“, afirma a nutricionista Cátia Medeiros, da Atual Nutrição, em São Paulo. Mas o alimento, que pode ser consumido assado, grelhado ou até em patê, também é rico em cálcio. Cada 100 g de sardinha oferece 500 mg do mineral. O peixe também é um alimento de fácil digestão e altamente recomendado para atingir as recomendações diárias de ingestão das vitaminas A e D.

Espinafre

Alimento antioxidante e fonte de fibras, o espinafre também é rico em cálcio. Cada 100 g do vegetal contém 160 mg do nutriente. “Outra característica do espinafre é o alto teor de ferro que faz com que ele seja bastante indicado a pessoas que sofrem de anemia ferropriva“, aponta a nutricionista Cátia. A hortaliça pode ser consumida sozinha em saladas ou lanches simples ou cozido.

Semente de gergelim

A semente de gergelim costuma ganhar destaque por atuar como coadjuvante na perda de peso graças a alta concentração de fibras, conhecidas por proporcionar saciedade. Entretanto, outros nutrientes, como o cálcio, também podem ser encontrados na semente: 400 mg de cálcio em cada 100 g do alimento. Nutricionistas também a recomendam para regularizar o trânsito intestinal e controlar a glicemia. Por fim, estudos mostram que as gorduras insaturadas presentes na semente de gergelim agem de forma positiva na regulação do colesterol e do triglicérides.

Soja

Alimento inseparável dos vegetarianos, a soja também se mostrou importante na dieta de mulheres na menopausa. “As isoflavonas, espécie de hormônio vegetal, nela presentes ajudam a diminuir as ondas de calor e outras alterações típicas dessa fase da vida feminina”, explica o nutrólogo Roberto. O vegetal também é rico em cálcio, apresentando 90 mg do mineral a cada 100 g. Sua versão em farinha ou leite, entretanto, apresentam o nutriente em maior concentração. São 280 mg de cálcio a cada 100 g de farinha ou leite de soja.

Linhaça

Uma porção de 100 g de linhaça contém 200 mg de cálcio, mas, segundo o nutrólogo Roberto, é recomendado ficar atento a esse alimento por ser altamente calórico. Essa mesma quantidade oferece cerca de 490 calorias. “A linhaça também é fonte da gordura poli-insaturada ômega-3 que previne contra doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista Cátia.

Grão de bico

“Da família das leguminosas, o grão de bico proporciona benefícios similares aos da soja, exceto pela isoflavona”, aponta o nutrólogo Roberto. A cada 100 g do alimento, são obtidos 120 mg de cálcio. Outras vantagens do consumo é a sensação de saciedade, melhora do fluxo intestinal e obtenção de proteínas.

Aveia

Por não ser cara e oferecer maior quantidade de fibras dentre os cereais, a aveia não costuma ficar de fora do cardápio de quem está de dieta. “Um benefício de destaque do alimento, entretanto, é a diminuição do colesterol ruim (LDL)”, lembra a nutricionista Cátia. O que pouca gente sabe é que ela também é rica em cálcio, oferecendo 300 mg do mineral a cada 100 g do cereal. O alimento cai bem em receitas de pães e bolos e misturado com mingau ou frutas.

Chia

Semente rica em ômega 3, fibras, ferro e proteínas, a chia não podia ficar de fora da lista. Cada 100 g do alimento contém 556,8 mg do mineral. A chia ainda é conhecida por proteger o coração, melhorar o sistema imunológico, combater cãibras e auxiliar no funcionamento do sistema nervoso.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

7 sinais de que você tem compulsão alimentar

Você é do tipo que se limita a consumir apenas o que coloca no prato ou não resiste a beliscar o que sobrou na mesa ou mesmo repetir a refeição? Quando percebe que está comendo demais consegue fechar a boca imediatamente ou passa a comer longe dos outros para não repararem? A maneira como um indivíduo lida com a comida pode denunciar que ele se tornou vítima de um transtorno alimentar chamado compulsão alimentar. Embora a maior parte das pessoas esteja sujeita a episódios esporádicos de gula, a forma como eles são encarados e suas consequências podem indicar a necessidade de buscar ajuda.

Segundo o psiquiatra Adriano Segal, responsável pelo departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Abeso, há duas principais definições de compulsão alimentar. A princípio, ela pode ser entendida como um episódio de descontrole, em que são consumidas grandes quantidades de comida com sensação de perda de controle sobre o quanto se come. Em casos mais graves, ela recebe o nome de Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica, quadro que apresenta as características descritas anteriormente, mas com mais frequência e, além disso, gera desconforto. Para entender se você sobre do problema, veja se você se identifica com as situações abaixo descritas:

Comer escondido

“Comer escondido é uma tentativa de fugir do julgamento alheio e até próprio”, explica a psicóloga clínica Marisa de Abreu, de São Paulo. Desta maneira, o indivíduo busca fugir de críticas quanto à qualidade do que ingere e a velocidade com que o faz. Não confunda o hábito com um estado de sonambulismo, em que a pessoa come de madrugada, mas não se recorda de o ter feito. Neste caso, o isolamento é premeditado por vergonha da dificuldade de autocontrole.

Comer rápido

Consumir os alimentos com rapidez é um quesito que faz parte dos critérios para diagnóstico da compulsão alimentar. “Embora a origem do hábito possa ser interpretada de várias maneiras, uma coisa é certa: quem come rápido tende a comer mais”, aponta o psiquiatra Adriano. Isso acontece porque a sinalização da saciedade decorrente da liberação de determinados hormônios demora algum tempo para acontecer. Quanto mais rápido uma pessoa comer, portanto, mais comida ela irá ingerir até que se sinta saciada.

Comer sem estar com fome

“O ato de comer nem sempre tem relação com a fome para quem sofre de compulsão alimentar”, explica a psicóloga Marisa. Nesses casos, inclusive, é mais comum que a pessoa prefira consumir alimentos ricos em gorduras e carboidratos simples. Frituras, bolos, doces, fast food, ganham espaço. A comida deixa de funcionar como um combustível necessário para as funções vitais do organismo e passa a ser apenas fonte de prazer.

Comer até se sentir mal

“O desconforto pelo consumo excessivo de alimentos acontece por conta da distensão gástrica sofrida pelo estômago”, alerta o psiquiatra Adriano. O exagero, por sua vez, costuma ser decorrente da rápida ingestão de comida. Além disso, o indivíduo não come muito mais por satisfação emocional do que por necessidade física.

Estar sempre comendo

Quem sofre de compulsão alimentar pode sentir necessidade de comer com mais frequência, já que a falta de comida cria um vazio emocional. “A sensação pode até ser a de fome, mas seu corpo não precisa de comida”, aponta a psicóloga Marisa. Desta maneira, ele repete refeições e costuma estar sempre beliscando alguma guloseima.

Comer para se sentir emocionalmente bem

“Diante de situações que causem sentimentos negativos ou muito positivos, é comum que a pessoa com compulsão alimentar desencadeie um episódio de descontrole”, afirma o psiquiatra Adriano. Segundo ele, isso neutraliza o sofrimento, mas também serve como forma de comemoração ou recompensa.

Sentir culpa após um episódio de descontrole

A sensação de culpa após um episódio de descontrole diante da comida é consequência da percepção de uma atitude que o indivíduo reconhece estar errada e diante da qual se sente incapaz de mudar. Isso também é normal acontecer com pessoas que se submetem a uma dieta muito restritiva. Em um dia colocam em risco semanas de dedicação.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Como perder barriga sem perder bumbum

Perder gordura abdominal sem perder o bumbum é possível, isto porque boa parte da gordura abdominal é constituída pelo que chamamos de gordura de estoque, que nada mais é do que toda gordura que tem no nosso corpo e de alguma forma consegue ser transformada em energia. No entanto, por mais que ninguém goste, ela é uma reserva energética. Já o bumbum é constituído em sua maior parte pela gordura essencial que é uma gordura que assim como as das mamas não pode ser convertida em energia. No caso do bumbum é possível eliminar a gordura de estoque, ficar com a gordura essencial e ainda desenvolver mais a massa muscular da região.

O que tem que ficar claro é que quando uma pessoa realiza exercício a energia usada não sai só daquele local que está sendo ativado, principalmente se for gordura. Quando você faz um trabalho aeróbio, por exemplo, a gordura usada durante essa atividade vem do corpo todo, e quando você faz um exercício abdominal também, a diferença e que o exercício abdominal vai trazer mais força e uma possível hipertrofia para o músculo e com isso vai dar aquela sensação de definição o mesmo vale para o bumbum.

Diferenças entre os corpos

A distribuição de gorduras no corpo ocorre de maneira diferente em algumas regiões anatômicas. Na fase adulta quando as pessoas engordam normalmente vão ficar com dois formatos. O de pera e o de maçã, o de pera é chamado de ginoide, e são as pessoas que acumulam mais gordura na região das pernas e bumbum. O formato de maçã é chamado androide e nele as pessoas acumulam mais gordura na região abdominal.

Nesse último caso é possível imaginar que as pessoas com o perfil androide tenham muito mais dificuldades de perder barriga e mesmo quando isso acontece a chance de o bumbum ir junto é maior porque naturalmente ela já ocupa pouca gordura nessa região.

Os melhores exercícios para o bumbum

Agachamento profundo: coloque as pernas ligeiramente afastadas, pés ficam um pouco à frente da linha do quadril. Realize o movimento de flexão do joelho descendo o máximo que puder e jogando todo o peso nos membros inferiores.

Stiff: Pés ligeiramente afastados, halteres ou barra na frente do corpo, movimento de flexão do corpo com leve flexão do joelho. Cuidado para não ter hiperflexão lombar e não deixar os joelhos abrirem para os lados.

Afundo: Coloque uma perna na frente, outra atrás. O pé de trás deve ficar na ponta. Faça simultaneamente a flexão dos dois joelhos, a coluna deve ficar retinha.

Erros mais comuns

Fazer poucas séries: Para conseguir o crescimento dos glúteos, os cientistas recomendam fazer em torno de 15 séries semanais para este grupo muscular. Menos séries do que isso pode não proporcionar o efeito desejado.

Não aumentar a carga: Para continuar progredindo na hipertrofia muscular é importante sempre aumentar a carga do exercício. Isto irá estimular a progressão.

Alimentação errada: Junto com os exercícios é essencial ter uma dieta adequada. Por isso, é importante buscar a orientação de um nutricionista ou de um médico nutrólogo.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

3 passos para cumprir TODAS as suas resoluções de ano novo

Entramos em 2018! Imagino que, muito provavelmente, você já tenha pensado nas suas resoluções de ano novo. Normalmente, os objetivos costumam se repetir, ano após ano. Emagrecer, crescer profissionalmente, conhecer mais pessoas, encontrar um parceiro ou parceira, juntar dinheiro… nada muda. E isso é péssimo. Primeiro, porque, se os objetivos se repetem, isso significa que você vem tentando atingi-los há anos – e sem sucesso, obviamente. Mas há outro problema muito maior nisso tudo. E esse problema é exatamente a razão pela qual você nunca consegue alcançar seus propósitos. Quer saber o que é isso que está te impedindo e como resolver? Continue lendo!

Traçar metas é diferente de traçar objetivos

Eis a razão pela qual 99% das pessoas falha em suas resoluções de ano novo. Elas traçam objetivos, mas não traçam metas. Vou te explicar a diferença: basicamente, objetivo é aquilo que você pretende alcançar, enquanto meta é aquilo que você precisa fazer para alcançar seus objetivos. Por exemplo: se seu objetivo é emagrecer, sua metas devem ser coisas que te levarão a esse caminho, como se exercitar uma hora por dia ou trocar doces por frutas.

1. Seja específico

Você percebe que “emagrecer” é algo muito vago? Afinal, você quer emagrecer quanto? Em quanto tempo? Perdendo quantos quilos por mês ou por semana? Para ter sucesso com suas metas, é necessário saber exatamente o que você quer! Assim, seu comprometimento consigo mesmo será muito maior e você terá uma ideia clara do que precisa fazer para chegar onde deseja.

2. Não desista antes de tentar

Mas tentar de verdade! Muitas pessoas dizem que tentaram emagrecer e não conseguiram quando, na verdade, fizeram apenas uma dieta que durou pouco mais de uma semana – na melhor das hipóteses. Isso não é tentar. Tentar é insistir, se reinventar e até mesmo mudar suas estratégias, se for preciso. Dê o tempo necessário para que você possa se acostumar com os novos hábitos.

Como saber quanto tempo vou levar para me acostumar?

Infelizmente, a resposta não é tão simples. Incluir novos hábitos em nossa vida pode não ser uma tarefa tão fácil, mas está longe de ser algo impossível. Um estudo feito pela pesquisadora Phillippa Lally, da University College London demonstrou que o tempo para que um novo hábito se forme é de, em média, 66 dias. E isso, claro, depende de diversos fatores, como a dificuldade do novo hábito e a força de vontade do indivíduo. Portanto, depende só de você e do quanto você é capaz de persistir nos seus sonhos.

3. Escreva seus objetivos

Veja bem, não estou dizendo para, simplesmente, “anotar”, como numa pasta do seu celular. É para escrever mesmo, com papel e caneta. Essa técnica não se trata de achismo, mas de ciência! Um estudo feito na Universidade de Toronto com 700 estudantes comprovou o quão eficaz pode ser esse pequeno ato de redigir uma listinha. Boa parte dos objetivos daqueles estudantes era terminar a faculdade e conseguir boas notas. E, depois de 2 anos, os resultados indicaram que os estudantes que escreveram esses objetivos, de fato, conseguiram notas melhores! Isso porque escrever seus objetivos à mão te ajuda a internalizá-los mentalmente, te deixando ainda mais focada, mesmo que inconscientemente! Experimente fazer uma lista (à mão, lembre-se) de tudo que você quer alcançar nesse ano, todos os dias de manhã ou antes de dormir. A ciência garante que isso te ajudará muito!

O ano é novo, mas e você?

Sabe aquela péssima sensação de quando já chegamos em março e ainda não começamos nada do que tínhamos planejado no começo do ano? Sabe quando acaba toda aquela empolgação do ano novo e você se dá conta de que está seguindo os mesmos passos do ano passado? Não quero ver você passando por isso, hein! Tenho certeza de que você também não quer passar por essa situação novamente. Não se esqueça: o ano não vai ser diferente, se você continuar a mesma pessoa.

Quais são seus planos para 2018? Conta pra gente nos comentários! 

Autoconhecimento: 7 passos para se conhecer e se amar mais

Não se pode negar a importância do corpo. Um dos maiores desafios dos nossos tempos, talvez, seja o de compreender qual é o lugar do corpo para o indivíduo na sociedade. A seguir, acompanhe os ensinamentos da Psicóloga Lindaura Vieira:

O corpo é mutável desde o nosso nascimento até o envelhecimento. A visão assumiu um papel importante no que diz respeito à representação corporal, ou seja, a partir do olhar nosso corpo passou a ser percebido de formas diferentes.

E, na impossibilidade de alcançarem esse ideal, acabam vivenciando um grande vazio e acabam culpando o mundo ou a si mesmo por seus fracassos. Assim, desconhecendo suas reais possibilidades, desenvolvendo uma baixa autoestima.

Como você se vê é o que importa

Quando falamos de imagem corporal nos referimos à forma como a pessoa se percebe e se sente em relação ao seu próprio corpo e, principalmente, pensamentos e sentimentos positivos, negativos ou ambos que surgem desta percepção. Também é a forma como, muitas vezes, acreditamos que os outros nos veem.

Desta forma, o que se percebe é que o indivíduo vive não o corpo da forma como ele é, mas da forma como a sociedade muitas vezes impõe. Como uma representação mental que fazemos do nosso corpo espelhando-se muitas vezes em modelos fotográficos representantes da estética da perfeição.

Pessoas  que constroem uma  imagem corporal voltada para a aceitação do outro acabam por desenvolver um autoconceito fraco e inseguro, buscando no social o conceito que possam defini-las, dando-lhes a certeza de que assim serão aceitas.

Baseada no pensamento de Sartre, todo homem é livre para escolher e é responsável por suas escolhas. Entretanto, apropriar-se desses padrões pré-estabelecidos é fugir de sua condição de liberdade. É a percepção e a valorização que o indivíduo dá ao mundo e as situações que influenciarão em sua autoimagem. O meio tem o poder de influenciar condutas e opiniões, mas o indivíduo é livre para se posicionar diante desse quadro, através de um processo de conscientização e responsabilidade.

Estude a si mesmo

Esta insatisfação com sua imagem corporal funciona como um gatilho para desenvolver distúrbios alimentares  como: anorexia, bulimia, compulsão alimentar, busca por cirurgias plásticas, entre outros.

A insatisfação corporal é um processo interno, mas pode ser influenciado por vários fatores externos. Por exemplo, a família, amigos, bem como os meios de comunicação, que tem grande impacto sobre a forma como uma pessoa vê e se sente sobre si mesma e sua aparência.

Desejamos um corpo ideal e, na maioria das vezes, não poupamos esforços para isso em função da imagem que o corpo representa. Esta imagem é um dos determinantes da nossa identidade. A identidade é própria da construção do sujeito. Ela traz o desejo de existir e de ser reconhecido, e a necessidade de identificação com o outro.

Não se enquadrar ao padrão social pré-estabelecido pode ser motivo de angústia e tristeza. Desta forma, o ideal e o real acabam sendo distantes, e a pessoa se perde na sua própria imagem.

Nem sempre estamos livres das afetações que sofremos, seja social, ideológica, biológica, política ou mesmo familiar. Mas podemos ser livres para lidar com elas da forma que acharmos melhor.

A seguir, algumas dicas para lidar da melhor maneira possível com seu próprio corpo e, principalmente, com a imagem que faz dele:

  1. Reconhecer, ter consciência que precisa de ajuda é o primeiro passo para buscar ter uma imagem corporal positiva.
  2. Tornar-se capaz de aceitar, apreciar e respeitar seu próprio corpo.
  3. Trabalhar a Autoestima, que dita como uma pessoa se sente sobre si mesma, podendo influenciar todos os aspectos da vida, e contribuir para a felicidade e bem-estar.
  4. A autoaceitação, ou seja, sentir-se confortável e feliz da forma que as pessoas próximas a enxergam.
  5. Cobrar-se menos, diminuindo expectativas e projeções, tanto por imagens irreais nos meios de comunicação quanto pelas pressões sociais.
  6. Levar um estilo de vida equilibrado, com atitudes e práticas relativas à alimentação e exercícios te possibilitará maior sintonia com  as necessidades do seu corpo.
  7. E, por fim, todos nós podermos ter em nossos dias sentimentos estranhos ou desconfortáveis em relação ao nosso corpo, o segredo consiste em respeitar-se e principalmente aceitar a sua forma natural.

 

Texto escrito pela Psicóloga Lindaura Vieira

CRP: 06/104660

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6 proteínas vegetais para substituir a carne

Um estudo recente da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, concluiu que a melhor maneira para perder peso é ter uma dieta mais rica em proteínas magras, como com carnes brancas, legumes e derivados do leite com poucas gorduras. Segundo os pesquisadores, as proteínas podem evitar o ganho de peso, pois ajudam a regular o apetite. Além disso, as proteínas são fundamentais no organismo: “elas são macromoléculas que são quebradas em aminoácidos, fundamentais na produção de anticorpos e na formação dos músculos”, diz a nutricionista Marina Romanini, da Unifesp.

As proteínas ainda atuam na recuperação de tecidos e células, manutenção dos órgãos, da pele e do sistema imunológico, bem como para a produção de hormônios e enzimas. Além das carnes, as leguminosas também possuem proteínas, com menos gorduras e mais fibras (em pouca quantidade nas carnes), além de uma boa chance de variar seu cardápio com novas combinações.

“No entanto, quem opta por não ingerir mais a proteína de origem animal, vai estar consumindo pouco ferro, encontrado em maior quantidade na carne, do ácido fólico, essencial para o sistema nervoso e em maiores quantidades nas carnes e, principalmente, da vitamina B12, também importante no sistema nervoso, mas presente somente em alimentos de origem animal”, diz Marina.

Assim, quem vai seguir uma dieta totalmente livre de produtos de origem animal deve procurar orientação nutricional, pois provavelmente será indicado que haja uma suplementação desses nutrientes e vitaminas. É importante que exista o consumo de outros alimentos, ricos nos nutrientes em falta nas proteínas vegetais.

Confira a lista das proteínas vegetais que são mais ricas em fibras e que tem menos gorduras e menos calorias. Vale lembrar que a recomendação diária da ingestão de proteínas é de 75g, de acordo com Marina (não de quantidade de alimento, mas sim de proteína, que pode ser verificada nas tabelas nutricionais).

1- Soja

A variedade de consumo é uma das maiores qualidades dessa amiga da saúde feminina. Dá para consumir o leite de soja, tofu, queijo cottage de tofu e soja em grão. Todas essas variedades tem uma boa quantidade de proteínas. Para atingir o consumo diário, basta, por exemplo, consumir apenas 25 gramas diários de proteína de soja. A soja cozida tem 3,3 g de proteína a cada colher de sopa. Além das proteínas, a soja contém isoflavonas que atuam de forma semelhante ao estrógeno produzido pelas mulheres. “Isso significa que, com a ingestão de soja, sintomas característicos da menopausa, como ondas de calor, sudorese, insônia e irritabilidade, são amenizados”, de acordo com Roberta Stella.

2- Grão de bico

Não faça bico para essa leguminosa típica da culinária árabe. Apesar do preço nada atrativo aqui no Brasil, o grão de bico merece sim entrar no seu cardápio como um substituto da carne sem prejuízos. Além disso, a presença do triptofano, aminoácido essencial para a produção da serotonina, melhora o humor, pois a substância é responsável pelas sensações agradáveis do organismo. Ela ativa os neurotransmissores cerebrais que dão sensação de bem-estar, satisfação e confiança. E ele é realmente especial, pois o ferro dele é mais absorvível pelo organismo que o do feijão. “E menos que em menor quantidade que as outras leguminosas, a proteína do grão de bico é totalmente digerida”, explica Marina. Cuidado apenas com as calorias, o grão de bico é um dos mais calóricos da família das leguminosas.

3- Feijão

Com tantas comidas industrializadas, você anda relegando o feijão a segundo plano no seu prato? O feijão é uma boa fonte de proteínas, fazendo uma ótima combinação com os carboidratos do arroz. Além disso, é uma ótima fonte de fibras, principalmente o branco, que tem quase o dobro de proteínas e de fibras que o feijão carioquinha. O ferro é um atrativo, pois, das 6g diárias recomendadas, 100g de feijão cumprem pouco mais de um terço. Você pode aproveitá-lo não só no arroz com feijão de cada dia, mas também em saladas, como caldinho e farofa.

4- Cogumelos

Tradicionais da culinária japonesa, o shitake e o shimeji possuem poderosos antioxidantes. Além disso, são uma ótima substituição às carnes, por serem enriquecidos com o ácido fólico. Os dois tipos carregam uma considerável quantidade de ácido fólico. Em 100 gramas de cogumelo, há 1014 mg do nutriente, enquanto a ingestão diária recomendada é de 400 mg. Um bife de 100g de contrafilé carrega cerca de 13g de gorduras, enquanto a mesma quantidade de cogumelo não chega a um grama de gordura. Eles podem ser comprados frescos, em conserva ou secos, e utilizados em pratos variados, como carnes, molhos para massas, saladas e recheios de omeletes.

5- Olegaginosas

Com fama de calóricas, sementes como castanhas, nozes, amêndoas e pistache devem realmente ser consumidas com moderação – uma xícara pode conter até 100 calorias. No entanto, valem como um plus de proteína para acompanhar seus pratos e saladas, pois são fontes de gorduras boas, fortalecendo o coração. “O ômega 3 é importante para diminuir o colesterol ruim. Entre elas, o amendoim é o mais gorduroso”, explica Marina. Para tirar o maior proveito possível, a dica é substituir, em uma refeição, cinco vezes por semana, 210 calorias provenientes de gorduras saturadas por 30 g de alguma dessas sementes.

6- Quinoa

É um supercereal! A quinoa, além de ser ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável, contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica e que vão formar as proteínas. A quinoa é livre de glúten, isso significa que os celíacos pessoas com intolerância às proteínas presentes no glúten ou pessoas com sensibilidade ao glúten podem saborear pães, tortas e bolos feitos com a farinha de quinoa. Ela tem bem mais fibras que todos os cereais, além de possuir mais de 10g de ferro a cada 100 gramas.

Conteúdo tirado do site Minha Vida