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Açafrão-da-terra: benefícios, informações nutricionais e como consumir

O açafrão-da-terra, também conhecido como cúrcuma, açafrão da índia e gengibre amarelo, é uma raiz da família do gengibre. No mundo todo há mais de 100 espécies da família Cúrcuma, mas o açafrão que consumimos vem da Curcuma longa. A raiz sido utilizado há mais de 4000 anos no Oriente Médio e na Ásia, tanto na Medicina Ayurvedica como na Medicina Tradicional Chinesa, como um potente fitoterápico.

Este tempero se destaca pela ação antienvelhecimento e antioxidante e segundo uma pesquisa da Universidade da Califórnia é capaz de reduzir o risco da doença de Alzheimer. A cúrcuma também protege contra diversos tipos de câncer e tem ação anti-inflamatória.

Tome cuidado para não confundir o açafrão-da-terra com o açafrão vermelho. Este último é oriundo dos pistilos de uma flor e é considerado a especiaria mais cara do mundo, o açafrão-da-terra é muito mais acessível.

Nutrientes do açafrão-da-terra

O açafrão contém diversos minerais e vitaminas, com destaque para o potássio, que ajuda a controlar a pressão arterial e previne derrames. Também é fonte de vitaminas C, aliada da imunidade, e vitamina B6, que é benéfica para o cérebro.

O tempero ainda conta com ferro, que previne anemias, manganês, essencial para o metabolismo do colesterol e para o crescimento, cálcio, que é aliado dos ossos e dentes, e magnésio, importante para o metabolismo de glicose. Proteína, boa para os músculos, gordura e um elevado teor de fibra solúvel, que melhora o trânsito intestinal, também estão presentes no açafrão-da-terra. No entanto, o seu grande valor reside na curcumina, um polifenol com ação antioxidante e anti-inflamatória, responsável pela cor amarela intensa do açafrão.

São inúmeros os benefícios da curcumina, principalmente pelo seu efeito antioxidante e anti-inflamatório. Ela contribui para o combate ao câncer de próstata, mama, melanoma, pâncreas, diminui o risco de leucemia e mieloma múltiplo, e a ocorrência de metástases em diversos tumores. Desintoxica o fígado, é benéfico para o coração, ajuda no controle do diabetes, neutraliza radicais livres, reduz a inflamação da artrite, tem ação analgésica, antisséptica e antibacteriana. Age no metabolismo das gorduras auxiliando na perda de peso, ajuda na acne, na psoríase e outras doenças de pele, e acelera a cicatrização. Previne a doença de Alzheimer, combate a depressão e a esclerose múltipla. Todos estes efeitos são documentados por inúmeros estudos científicos.

Benefícios em estudos do açafrão-da-terra

Forte ação anti-inflamatória: A curcumina é considerada o principal agente farmacológico no açafrão. Em numerosos estudos os efeitos anti-inflamatórios da curcumina são comparáveis aos da hidrocortisona, diclofenaco e fenilbutazona (drogas anti-inflamatórias potentes). Ao contrário destes medicamentos, que estão associados a efeitos colaterais significativos, formação de úlcera, diminuição do número de células brancas do sangue, sangramento intestinal, a curcumina não produz nenhuma toxicidade.

Ação antioxidante: Estudos clínicos têm comprovado que a curcumina exerce um efeito antioxidante muito poderoso. Assim ela é capaz de neutralizar os radicais livres, substâncias químicas que causam danos às células.

Aliado contra a artrite: Devido à ação antioxidante da curcumina, o açafrão-da-terra ajuda a aliviar a artrite. Isto porque nesta doença os radicais livres são responsáveis pela degeneração e inflamação das articulações. A combinação do efeito antioxidante e anti-inflamatório do açafrão reduz os sintomas da artrite, como a rigidez matinal, o edema (inchaço) e a dor.

Bom contra o câncer: A ação antioxidante da curcumina presente no açafrão-da-terra protege as células de radicais livres que podem danificar o DNA celular, cuja alteração leva ao crescimento de células cancerígenas. Este polifenol também ajuda o corpo a destruir as células cancerosas desgarradas evitando metástases. A curcumina ainda age inibindo a síntese de proteínas que atuam na formação do tumor e evita a angiogênese, que é a formação de novos vasos sanguíneos para alimentar o crescimento de células cancerígenas.

Bom para o cérebro: Os resultados de um estudo recente, publicado em 2014 na revista Stem Cell Research & Therapy, mostram que o açafrão-da-terra pode ajudar a reparar o cérebro após uma lesão e também pode ser usado para tratar doenças neurodegenerativas. Para examinar os efeitos da cúrcuma em células cerebrais, os cientistas banharam as células-tronco do cérebro adulto em um extrato contendo turmerona, um polifenol encontrado no açafrão-da-terra. O crescimento de células-tronco foi superior a 80% quando comparado com o controle.

Pesquisadores da Michigan State University descobriram que a cúrcuma ou açafrão da terra é capaz de impedir a formação de compostos destrutivos (proteínas alfa-sinucleína) que estão presentes no cérebro em doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer.

A curcumina também reduz o risco da doença de Alzheimer, segundo pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Ela age reduzindo a formação de placas amiloides. A doença de Alzheimer resulta do acúmulo de uma proteína chamada beta-amilóide, que se deposita nas células do cérebro produzindo inflamação e estresse oxidativo, formando placas entre as células nervosas (neurônios) no cérebro e perturbando o seu funcionamento.

Bom para o coração: A curcumina é capaz de evitar a oxidação do colesterol no organismo. O colesterol oxidado é o que danifica os vasos sanguíneos e se acumula em placas endurecidas que podem levar a um ataque cardíaco ou derrame. Esta ação impedindo a oxidação do colesterol pode ajudar a reduzir a progressão da aterosclerose e de outras doenças cardíacas.

Age contra a depressão: Um estudo publicado na revista Phytotherapy Research confirmou através de ensaio clínico em 60 pacientes que a curcumina é segura e eficaz no tratamento de estados graves de depressão comparada com a fluoxetina. A eficácia da curcumina foi semelhante ao do medicamento antidepressivo, no entanto, a curcumina não apresenta nenhum dos efeitos colaterais associados com a droga e ainda fornece benefícios adicionais à saúde. Estes resultados estão de acordo com outra pesquisa, publicada na revista Psychopharmacology, mostrando que a curcumina aumenta os níveis de neurotransmissores como serotonina e dopamina, responsáveis pela sensação de bem-estar.

Bom contra a acne: Cúrcuma é eficaz no tratamento de acne devido a suas propriedades antissépticas e antibacterianas: ela combate espinhas, controla a oleosidade e proporciona um brilho saudável para a pele. Para obter este benefício a orientação é a aplicação tópica do açafrão-da-terra, converse com seu médico sobre a melhor maneira de utilizá-lo.

Ajuda na perda de peso: Um estudo publicado pelo Journal of Nutrition mostrou a ação da cúrcuma na inibição da lipogênese, produção de gordura pelo corpo. O tempero reduziu o percentual de gordura corporal no grupo que ingeriu o condimento. A dose usada no estudo foi de cinco gramas por dia, equivalente a uma colher de chá rasa.

Outros estudos sinalizam que a ação anti-inflamatória da curcumina é um dos mecanismos que ajudam na perda de peso. Uma pesquisa publicada no European Journal of Nutrition sugere que curcumina pode ser útil no tratamento e prevenção de doenças crônicas relacionadas com a obesidade porque a curcumina interage em vários caminhos metabólicos capazes de reverter a resistência à insulina (pré-diabetes), hiperglicemia (açúcar alto no sangue), hiperlipidemia (colesterol elevado) e outros sintomas inflamatórios associados a obesidade.

Quantidade recomendada

Caso compre a raiz inteira utilize uma ou duas rodelas por dia. Se for ingerir o pó de açafrão a orientação é uma colher de chá, cerca de 5 gramas, diariamente caso exista algum problema de saúde. Pessoas saudáveis podem usar o quanto considerarem mais conveniente, o importante é a regularidade, que o açafrão-da-terra faça parte da rotina alimentar.

Como consumir

Quando a pessoa adquire a raiz inteira a orientação é usar as rodelas no suco, ralado na salada ou na preparação de outros pratos. Use o tempero em pó à vontade em sopas, pães, bolos, biscoitos, omeletes, tapiocas, e também em aves, carnes e cozidos, legumes, arroz, feijão, ervilha, etc. A versão em pó também pode ser utilizada em sucos.

Por ser um pó, não é bom consumir o açafrão a seco, polvilhado na salada, por exemplo. Isto porque há maior risco de engasgue. Ele pode ser misturado em qualquer tipo de líquido, como no preparo dos alimentos ou na confecção de molhos para salada. Vale misturar com azeite, óleo de coco, maionese, leite, iogurte, manteiga, etc.

Combinações

É interessante combinar a cúrcuma com a pimenta do reino a fim de aumentar a biodisponibilidade (absorção). A pimenta do reino é rica em um flavonoide chamado piperina, que aumenta a absorção de outros nutrientes. O curry é feito com cúrcuma e pimenta, e também pode ser incorporado no dia a dia.

Cuidados ao consumir

É melhor comprar o açafrão-da-terra em lojas de produto naturais e ao fazê-lo, verifique a validade. Isto porque quanto mais fresco, mais rico em polifenois. A cúrcuma é indicada para todas as pessoas, com restrição apenas nos casos raros de alergias a este tempero.

Riscos do consumo em excesso

Não há efeitos colaterais no consumo da cúrcuma e ainda não foram descobertos problemas no consumo em excesso do tempero.

Fontes consultadas

Nutróloga e médica ortomolecular, Tamara Mazaracki.

Pesquisas consultadas pela especialista para realização das matérias:

  • Curcumin inhibits the activation of NF-kappaB, a regulatory molecule that signals genes to produce inflammatory molecules (including TNF, COX-2 and IL-6) that promote cancer cell growth. Biochemical Pharmacology 2005
  • Turmeric compound boosts regeneration of brain stem cells. Stem Cell Research Therapy 2014
  • Curcuminoids enhance amyloid-beta uptake by macrophages of Alzheimer’s disease patients. Journal of Alzheimers Disease 2006
  • Efficacy and safety of curcumin in major depressive disorder. Phytotherapy Research 2013
  • Antidepressant activity of curcumin: involvement of serotonin and dopamine system. Psychopharmacology 2008
  • New mechanisms and the anti-inflammatory role of curcumin in obesity and obesity-related metabolic diseases. European Journal of Nutrition 2011
  • Turmeric Extract Suppresses Fat Tissue Growth in Rodent Models. The Journal of Nutrition 2009.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Leite de coco: benefícios, como usar, contraindicações e receita caseira

O leite de coco é extraído da polpa do fruto do coqueiro, um dos principais recursos vegetais da humanidade. Rico em nutrientes essenciais, o leite é muito usado para fins medicinais, alimentícios e agroindustriais.

Ele é rico em gordura saturada boa, que é rapidamente digerida e transformada em energia. Metade das gorduras boas do leite de coco é composta por ácido láurico, que melhora o colesterol e possui efeito contra vírus e bactérias. Além disso, o leite de coco apresenta uma pequena quantidade de vitamina C, cálcio, magnésio, fósforo, zinco, proteína e uma boa quantidade de potássio, ferro e ácido láurico.

O leite de coco pode ser feito em casa, usando a fruta. Dessa maneira você consegue a bebida sem nenhum aditivo e ainda pode aproveitar todos os nutrientes. Confira os benefícios desse alimentos e como fazê-lo em casa:

Benefícios do leite de coco

Perda de peso: Novas pesquisas vêm mostrando que as pessoas que incluem mais gorduras saudáveis ??em sua dieta, como os triglicérides de cadeia média (TCM), comem menos do que aqueles que não consomem gordura.

O consumo da gordura do coco associada a uma dieta equilibrada auxilia na perda de peso, pois os TCM são absorvidos no intestino e transportados para o fígado, onde são oxidados e rapidamente se transformam em energia, logo, não há armazenamento dessa gordura no corpo. Além disso, os TCM induzem a saciedade, auxiliando assim no controle da fome.

Pele e cabelos saudáveis: Os ácidos graxos no leite de coco são um antisséptico natural e podem ajudar a tratar a caspa, infecções de pele, feridas e pele seca e pruriginosa. Além disso, o alto teor de ácidos graxos no leite de coco serve como um hidratante natural para a pele saudável e pode ajudar a reparar rugas e flacidez no envelhecimento da pele.

Um estudo realizado em 2003 mostrou que o óleo de coco, presente no leite de coco, tem potencial hidratante e pode promover melhora na elasticidade da pele. Por conter ação antioxidante, também age contra a ação dos radicais livres que estão associados com o envelhecimento precoce da pele. Este mesmo estudo também relaciona o uso de óleo de coco na redução do dano capilar, porém a ação não é bem esclarecida.

Ajuda a reduzir os riscos de anemia: O leite de coco apresenta 1,6 mg de ferro por 100g de alimento. Esta quantidade é significativa e pode sim ajudar a reduzir os riscos de anemia.

Controle do colesterol: Estudos vêm mostrando que sua gordura saturada não aumenta o colesterol como era a grande preocupação. Ou seja, ele não aumenta, o que acaba ajudando a manter o controle do colesterol.

Fortalece o sistema imunológico: A gordura do leite de coco é importante no fortalecimento do sistema imunológico. O leite de coco contém ácido láurico, lípidos antimicrobianos e ácido cáprico, que possuem propriedades antibacterianas, antifúngicas e antivirais. O corpo converte ácido láurico em monolaurina, que pode combater os vírus e bactérias.

Como usar o leite de coco

O leite de coco pode ser utilizado substituindo o leite de vaca e consumido puro. Pode ser acompanhado de cacau em pó, canela ou café. Além disso, ele é utilizado como uma base de cozimento em várias receitas, como bolos e panquecas.

Outras opções são para o preparo de mingau ou sopas, e no preparo de peixes e legumes.

Não existe quantidade ideal a ser consumida, porém nenhum alimento deve ser consumido em grandes quantidades. Devemos ter uma alimentação variada. O leite de coco deve ser introduzido no lugar do leite.

O leite de coco também pode ser usado para hidratação da pele e cuidados com o cabelo. Por ser extremamente nutritivo, ele pode deixar a pele saudável e ajudar na recuperação da flacidez. Além disso, é um hidratante natural para os cabelos, além de possuir ácidos graxos, o que pode ajudar no combate contra a caspa e feridas,

Contraindicações

Embora seja um alimento muito nutritivo, é calórico e deve ser consumido com moderação.

Perguntas frequentes

Em termos nutricionais, o leite de coco pode substituir o leite materno?

R: Não. O leite materno apresenta uma composição única e perfeita para os bebês. Porém, o leite de coco pode ser adicionado ao plano alimentar quando o bebê passar a ingerir outros líquidos e alimentos. Isso porque o ácido láurico da bebida também está presente no leite materno. Ele é responsável por combater infecções e impulsionar a imunidade.

O leite de coco pode substituir o leite de vaca em casos específicos, como de intolerância à lactose?

R: O leite de coco caseiro é uma opção saudável e saborosa para pessoas com intolerância à lactose ou alergia aos compostos do leite de vaca. Estudos científicos mostram que grande consumo de leite de vaca, somado a uma alimentação rica em açúcares e refinados, pode gerar processos alérgicos e inflamatórios. O leite vegetal, por ser natural e puro, não contém aditivos alimentares ou substâncias químicas. Além disso, ele contém mais nutrientes quando comparado com leite de vaca industrializado.

Receita de Leite de coco caseiro

O leite de coco pode ser preparado na cozinha de casa, apenas batendo no liquidificador a polpa do coco e adicionando água quente para então coá-lo. O preparo pode ser repetido algumas vezes para conseguir consistências diferentes: mais concentrados ou com sabor mais leve.

  • Rendimento da receita: 1 litro de leite de coco

Ingredientes

  • 1 xícara de polpa de coco ralada ou picados
  • 5 xícaras de água quente

Preparo

Coloque a água para ferver. Apague o fogo e adicione o coco. Você pode ralar o coco para facilitar no preparo. Deixe por 15 minutos na água. Liquidifique essa mistura e em seguida coe com a ajuda de um coador de pano próprio para coar. Se quiser o leite mais concentrado, reduza a quantidade de água e repita o processo por mais 2 vezes usando o mesmo coco do início da receita.

O resíduo da polpa do coco que sobrar poderá ser usado em receitas ou desidratado no forno. Guarde o leite de coco pronto em uma garrafa com tampa sob refrigeração por até 3 dias.

Fontes

  • Paula Crook, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição
  • Izabelle Coe, especializada em Nutrição Esportiva, com MBA em Segurança Alimentar

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Benefícios da melancia

A Melancia apresenta uma boa fonte de vitaminas A, B6, C, potássio e fitoquimicos importantes como o licopeno e a citrulina.

A cor avermelhada da polpa da melancia tem grande concentração de um poderoso antioxidante chamado licopeno, que neutraliza os radicais livres (substâncias nocivas ao corpo e os grandes responsáveis pelo envelhecimento da pele e aparecimento de diversos tipos de câncer). Além disso, a melancia também contém quantidades moderadas de potássio, um mineral essencial para o bom funcionamento de todas as células do corpo, órgãos e tecidos. Outro fitoquímico importante presente na melancia é chamado citrulina que é convertida em arginina, um aminoácido importante na entrega de nutrientes para o músculo.

Benefícios da melancia

A quantidade de vitamina B6 (piridoxina) presente na melancia é significativa e contribui no mecanismo de geração de energia do corpo e regulação do sistema nervoso. Uma deficiência desta vitamina pode causar dificuldades para dormir e para aprender.

O gosto adocicado da melancia vem da frutose, açúcar natural fonte de carboidrato que funciona no organismo como um estoque de energia, ajudando no ótimo funcionamento do cérebro, nervos, medula óssea e nos glóbulos vermelhos. Também é importante na hidratação corporal, já que é composta por aproximadamente 93% de água.

Além dos benefícios da melancia, as sementes da fruta também não devem ser desprezadas, pois apresentam propriedades nutricionais que fazem bem para a saúde. Elas são ricas em zinco, mineral que ajuda a aumentar a imunidade do organismo e em ácidos graxos, que contribuem para o bom funcionamento do metabolismo regulando os hormônios.

Comer melancia é uma ótima forma de conseguir estas vitaminas de uma forma natural.

Quantidade recomendada

Não existe informação sobre a quantidade diária recomendada de melancia. No entanto, sabemos que é importante fazer um rodízio, variando o consumo de frutas diariamente.

Como consumir a melancia

A melancia pode ser consumida de várias maneiras, seja ao natural, em forma de suco, espetinho de frutas, acrescentada na salada de frutas ou pode fazer parte de uma salada com folhas verdes e um molho de hortelã e nozes, por exemplo. Além disso, sua semente pode ser torrada e consumida como aperitivo.

Mito da melancia

Não existem alimentos exclusivamente indigestos para todas as pessoas. Cada indivíduo é mais sensível a esse ou aquele ingrediente. No entanto, a melancia tem fama injusta de indigesta. A impressão de que a fruta causa má digestão vem dos movimentos intestinais que ela causa em função de suas fibras insolúveis. Na verdade, a digestão da melancia é fácil, já que ela é composta basicamente por água.

*Artigo elaborado com a colaboração da nutricionista Paula Crook, da Patrícia Bertolucci Consultoria em Nutrição.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Excesso de açúcar aumenta risco de doenças cardíacas

Comer doce faz mal? Médicos explicam que o consumo de açúcar em excesso está associado a diversas doenças, como o risco é de hiperglicemia, diabetes e até derrame cerebral e infarto. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde descobriu que os brasileiros estão comendo mais açúcar do que deveriam, principalmente os jovens. Cerca de 30% deles consomem doces, refrigerantes e sucos artificiais cinco dias por semana, o que é considerado um consumo excessivo.

A Associação Americana do Coração recomenda que nenhuma criança com menos de dois anos coma doces. Além disso, crianças maiores e adultos só devem consumir 25g de açúcar por dia. De acordo como a associação, a principal fonte de açúcar adicionado são as bebidas açucaradas, como refrigerantes, chás, sucos industrializados e bebidas energéticas.

Preparar a lancheira de uma criança deve ser algo pensado adequadamente. Por exemplo: uma caixinha de néctar de uva e cinco biscoitos recheados teriam um total de 34g de açúcar, ultrapassando a quantidade recomendada e contribuindo para a obesidade infantil, ocasionando outras doenças.

O açúcar não contém nenhum nutriente, por isso é rapidamente digerido pelo organismo e transformado em glicose. Quando consumido em excesso, irá gerar gordura, que naturalmente cairá na circulação e entupirá as artérias, podendo levar ao infarto e derrame cerebral. Os médicos alertam que é preciso seguir a dieta recomendada, para que o problemas futuros sejam prevenidos.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Mulher mostra efeitos de beber 3 litros de água por dia

O consumo regular de água durante o dia ajuda o corpo a funcionar melhor, previne problemas de saúde e pode, inclusive, te deixar mais bonito. Então se você está querendo emagrecer ou deixar sua pele e cabelo mais saudáveis o segredo pode ser aumentar o consumo de água. Para testar essa hipótese, uma mulher inglesa, chamada Sarah Smith, passou por essa experiência e relatou o que mudou em sua vida.

Depois de sentir fortes dores de cabeça e estomacais durante anos, ela decidiu procurar um neurologista para saber o motivo destes incômodos constantes. A primeira pergunta do médico foi: “Quanto você bebe de água por dia?”. E Sarah respondeu: “No máximo um litro”.

Então, o médico recomendou que a mulher passasse a ingerir 3 litros de água por dia. Caso os sintomas persistissem, eles marcariam uma nova consulta, e se Sarah tivesse melhoras, a solução seria apenas água. Com o objetivo de tentar realizar o pedido médico, Sarah se jogou na experiência e aproveitou para registrar tudo.

Antes de realizar um processo que duraria 4 semana, Sarah tirou uma fotografia dela na época, com 42 anos de idade, mostrando sem pudores todos os problemas na pele: olheiras, rugas, manchas vermelhas ao redor do rosto e a pele quase sem brilho.

“Minhas filhas, Alice, de oito anos e Betty, de quatro, disseram que, nesta foto, parece que eu tenho 100 anos. E eu tenho que concordar. Meus lábios parecem murchos”, disse ao Daily Mail.

Primeira semana

Peso: 53,4 kg

Cintura: 71 cm

Na primeira semana condicionou-se a encher um jarro de litro três vezes ao dia para ter controle de sua ingestão. Para ter melhores resultados, ela começou também a cuidar da pele e do corpo fazendo esfoliações e ioga.

Segunda semana

Peso: 53 kg

Cintura: 71 cm

Na semana seguinte as mudanças em seu rosto já começavam a aparecer. Ela notou que seus olhos estavam menos escuros, sua pele com uma cor mais uniforme e seu hálito mais agradável, com uma suavidade na boca. No entanto, Sarah teve alguns problemas nessa fase já que ia ao banheiro a todo instante e nem sempre tinha lugar apropriado para ir. Além disso, ela achava que com a quantidade de líquido ingerida por dia pudesse se sentir mais inchada, mas, na verdade, sentiu-se mais confortável que o habitual.

Terceira semana

Peso: 53 kg

Cintura: 69,8 cm

Na terceira semana as olheiras e manchas tinha praticamente desaparecido e sua pele estava mais brilhosa “Meu amigo, que é terapeuta de beleza, diz que isso é porque a água está ajudando a regenerar as células da pele de forma mais eficiente. Tenho notado que eu tenho parado de esfregar os olhos pela manhã quando acordo. Eles costumavam estar secos e cheios de sono. Mas agora não. Toda esta água os mantem úmidos”, comenta.

Quarta semana

Peso: 52,6 kg

Cintura: 68,5 cm

O resultado dessa mudança ficou ainda mais claro nesta semana. Ao maquiar-se, Sarah sentiu que sua pele estava com mais elasticidade e ficou até mais gostoso de passar um delineador nos olhos. “O resultado é totalmente diferente. Eu não consigo acreditar na diferença do meu rosto. Eu pareço outra mulher. Não tenho mais manchas escuras nem vermelhas. Minha pele está tão úmida que parece de criança. Sinto-me mais magra e em forma”.

As transformações em sua vida não estavam evidentes apenas em sua pele: “sinto-me mais apta, disposta, magra e saudável. Meu marido e amigos dizem que pareço dez anos mais jovem”.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida 

Castanha de caju ajuda a emagrecer e é aliada da dieta

Saborosa, calórica e com alto teor de gordura, fica difícil acreditar que a castanha-de-caju seja uma aliada da dieta, certo? Pois saiba que a oleaginosa possui sim propriedades que contribuem para o emagrecimento e melhora da saúde, desde que consumida da maneira correta.

Castanha-de-caju ajuda a emagrecer

A castanha-de-caju, de fato, é rica em gordura, mas da chamada “gordura boa”, ou seja, as monoinsaturadas, que ajudam a equilibrar o nível de insulina liberada pelo pâncreas e que converte o estoque de gordura corporal em energia, sem resultar em acúmulo de adiposidade que aumenta o peso e prejudica a saúde.

O alimento possui grande quantidade de fibras e proteínas que, além de ajudar no bom funcionamento do intestino e, consequentemente, no processo de emagrecimento, ainda promovem saciedade.

Como comer castanha-de-caju sem engordar

Não se preocupe com os números elevados de calorias presentes na castanha-de-caju. Com moderação, mesmo sendo rica em gorduras, ela contribui para o emagrecimento. O grande segredo está no controle das porções diárias.

De acordo com a nutricionista Flávia Cyfer, um adulto pode comer, no máximo, uma colher de sopa (cerca de cinco unidades) de castanha-de-caju por dia para não ganhar peso ou comprometer a saúde.

É importante ainda aprender a fazer a escolha certa ao comprar a castanha-de-caju. Tome cuidado com o sal presente no produto, pois oleaginosas vendidas em saquinhos no mercado costumam ter alto teor de sódio, que provoca inchaço e retenção de líquidos se ingerido em excesso.

Conteúdo tirado do Site Vix 

7 alimentos para substituir o pão francês

Para a maioria das pessoas, o café da manhã e o lanche da tarde perdem a graça se ele fica de fora. Fácil de combinar, barato e – além de tudo! – muito gostoso, o pão francês é uma ótima fonte de carboidratos para a dieta. Mas, nem sempre, ele cabe na sua cota de calorias e é preciso fazer substituições que não prejudiquem a alimentação. “Cada unidade de pão francês tem, aproximadamente, 150 calorias. É possível pensar em muitas opções nutritivas e saborosas que permanecem nesta faixa”, afirma a endocrinologista Glaucia Duarte, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Mas se a sua vontade é comer pão, tem alternativa bem gostosa e mais nutritiva – e não estamos falando de pão de forma multigrãos. “Essa variedade de pão tem muitas fibras, mas não conta com a crocância e a maciez combinadas do pãozinho de sal”, afirma Glaucia. Veja as dicas de uma equipe de especialistas para incrementar seu cardápio com sugestões cheias de energia e bem saborosas. Aproveite!

Tapioca com recheio leve

Já pensou em incluir tapioca no seu café da manhã ou no lanche da tarde, sem culpa na consciência? A massa ou biju, como é chamado em alguns estados, é feita à base de farinha de polvilho e água, fornecendo os carboidratos necessários para uma refeição. Para não fugir da dieta, basta escolher um recheio light, como ricota e blanquet de peru. “Queijos amarelos devem ficar de fora, eles são fonte de muita gordura e, portanto, de calorias”, completa a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult.

Cereal de flocos integrais de milho com leite

Os cereais, assim como o pão francês, são fontes de energia. Para adicionar mais nutrientes à sua refeição, o ideal é buscar versões integrais dos grãos, mais nutritivas por conter substâncias como antioxidantes, vitaminas, minerais, fibras, proteínas e lipídios, além dos carboidratos. A combinação deste cereal com o cálcio do leite é um substituto ideal para o pãozinho.

Pão de centeio

Não tem jeito, o que você quer mesmo é comer pão? Uma boa variação, de acordo com a especialista, é o pão de centeio, feito com farinha integral e rico em minerais, complexo B e fibras alimentares, que ajudam na regulação da função digestiva – benefício mal atendido pelo pão francês, que só fornece carboidratos (nutriente transformado em energia para as atividades diárias). “A receita básica do pãozinho é à base de farinha branca e quase não contém fibras. Ao ser ingerido, ele aumenta a glicemia (açúcar no sangue), estimula a liberação de insulina e, com o tempo, esse mecanismo acaba se refletindo em acúmulo de gordura corporal”, afirma Daniela.

Aveia batida com leite e frutas

A nutricionista Andréia Ceschin de Avelar, especialista em Nutrição Materno Infantil pela Unifesp, sugere uma vitamina de aveia batida com leite e frutas como substituta para o pão francês. “A aveia é fonte de fibras e alguns estudos mostraram que ela traz benefícios ao coração se consumida regularmente. Duas colheres de sopa do grão é a quantidade ideal”, afirma a especialista. As frutas completam essa vitamina, acrescentando um sabor especial e muitas vitaminas.

Iogurte natural com granola

O iogurte natural é rico em vitaminas, como vitamina A e as vitaminas do complexo B. Além disso, é uma grande fonte de cálcio e não contém glúten. Já experimentou misturá-lo com granola? Esse mix traz cereais diversos, castanhas e frutas secas – a versão light, sem açúcar, é ainda mais indicada para quem quer emagrecer. Dentre as castanhas, geralmente estão incluídas castanha-do-pará e castanha de caju, fontes de antioxidantes (substâncias que, que ajudam a retardar o envelhecimento). Das frutas secas, uva passa, banana passa e maçã são as mais comuns. “Não existe uma receita padrão de granola, mas todas as variedades levam alimentos ricos em fibras (cevada, aveia, farelo e gérmen de trigo, flocos de milho, de arroz ou trigo, linhaça)”, afirma a nutricionista Rosana Farah, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. “A granola oferece os mesmos carboidratos do pãozinho, mas com benefícios extras de com fibras e vitaminas”. Meia xícara de chá é a quantidade ideal a ser consumida por refeição.

Vitamina de aveia, linhaça e leite

A receita traz nutrientes poderosos. O leite é fonte de cálcio, mineral indispensável à boa saúde dos ossos. Opte pelo leite desnatado, com menos gorduras que o integral. Uma colher de sopa de aveia e outra de linhaça completam a mistura rica ômega 3, nutriente que retarda o envelhecimento, a e fibras solúveis ? ideais para controlar os níveis de colesterol, além da função digestiva.

Muesli

Você conhece o muesli? De origem suíça, este cereal reúne flocos de aveia crus, frutas e frutos secos. Há dois tipos: o muesli fresco e o seco. O seco é uma mistura de aveia e pedacinhos de frutas desidratadas, nozes e sementes. Já o fresco é uma mistura de aveia macerada em água ou sucos de fruta, misturado com frutas frescas picadas. Ele contém uma grande variedade de nutrientes, como fibras e vitaminas, e pode ser consumido com leite, frutas ou iogurte natural.

 

Conteúdo tirado do site Minha Vida

10 alimentos fonte de cálcio

Quando se fala em cálcio, instantaneamente nos lembramos do leite. Não é à toa. Ele é a principal fonte desse nutriente em nossa dieta. Vale lembrar, entretanto, que não é a única e aqueles que sofrem de alergia ao leite ou intolerância à lactosedevem ficar atentos a isso. Mas, afinal, por que ele é tão importante? Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia, o cálcio é fundamental, entre outras funções, para a formação da massa óssea, para a coagulação sanguínea e para a contração muscular. Ele explica também que a necessidade diária desse mineral varia conforme a idade, chegando a 1.200 miligramas por dia após os 50 anos. Para garantir o consumo recomendado, portanto, listamos outras boas fontes de cálcio que não contém leite:

Tofu

De acordo com o nutrólogo Roberto, o tofu apresenta maior quantidade de cálcio do que o leite. Enquanto 100 g de leite contém 100 mg de cálcio, em 100 g de tofu há 159 mg de cálcio. O problema, segundo o especialista é a biodisponibilidade. “Absorvemos melhor o cálcio de alimentos de origem animal do que os de origem vegetal”, explica, Mesmo assim, esse derivado da soja é uma boa fonte do nutriente, assim como é rico em proteínas, fósforo e magnésio. Para completar, ele ainda oferece poucas calorias: apenas 70 kcal em 100 g.

Brócolis

brócolis cru contém 400 mg de cálcio em 100 g, mas consumido desta maneira diminui a eficiência da tireoide, podendo até levar a um quadro de hipotireoidismo. Por isso, recomenda-se ingerir o alimento cozido ou no vapor. “Ao submetê-lo ao cozimento, entretanto, ele perde cerca de 70% da quantidade inicial de cálcio, enquanto que, no vapor, ele perde cerca de 25% da quantidade inicial do nutriente”, explica o nutrólogo Roberto. Prefira, portanto, consumir o brócolis no vapor e aproveite outros nutrientes, como ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A e C.

Sardinha

“A sardinha, assim como outros peixes de água fria, é conhecida por ser fonte de uma gordura boa para o coração: o ômega 3“, afirma a nutricionista Cátia Medeiros, da Atual Nutrição, em São Paulo. Mas o alimento, que pode ser consumido assado, grelhado ou até em patê, também é rico em cálcio. Cada 100 g de sardinha oferece 500 mg do mineral. O peixe também é um alimento de fácil digestão e altamente recomendado para atingir as recomendações diárias de ingestão das vitaminas A e D.

Espinafre

Alimento antioxidante e fonte de fibras, o espinafre também é rico em cálcio. Cada 100 g do vegetal contém 160 mg do nutriente. “Outra característica do espinafre é o alto teor de ferro que faz com que ele seja bastante indicado a pessoas que sofrem de anemia ferropriva“, aponta a nutricionista Cátia. A hortaliça pode ser consumida sozinha em saladas ou lanches simples ou cozido.

Semente de gergelim

A semente de gergelim costuma ganhar destaque por atuar como coadjuvante na perda de peso graças a alta concentração de fibras, conhecidas por proporcionar saciedade. Entretanto, outros nutrientes, como o cálcio, também podem ser encontrados na semente: 400 mg de cálcio em cada 100 g do alimento. Nutricionistas também a recomendam para regularizar o trânsito intestinal e controlar a glicemia. Por fim, estudos mostram que as gorduras insaturadas presentes na semente de gergelim agem de forma positiva na regulação do colesterol e do triglicérides.

Soja

Alimento inseparável dos vegetarianos, a soja também se mostrou importante na dieta de mulheres na menopausa. “As isoflavonas, espécie de hormônio vegetal, nela presentes ajudam a diminuir as ondas de calor e outras alterações típicas dessa fase da vida feminina”, explica o nutrólogo Roberto. O vegetal também é rico em cálcio, apresentando 90 mg do mineral a cada 100 g. Sua versão em farinha ou leite, entretanto, apresentam o nutriente em maior concentração. São 280 mg de cálcio a cada 100 g de farinha ou leite de soja.

Linhaça

Uma porção de 100 g de linhaça contém 200 mg de cálcio, mas, segundo o nutrólogo Roberto, é recomendado ficar atento a esse alimento por ser altamente calórico. Essa mesma quantidade oferece cerca de 490 calorias. “A linhaça também é fonte da gordura poli-insaturada ômega-3 que previne contra doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista Cátia.

Grão de bico

“Da família das leguminosas, o grão de bico proporciona benefícios similares aos da soja, exceto pela isoflavona”, aponta o nutrólogo Roberto. A cada 100 g do alimento, são obtidos 120 mg de cálcio. Outras vantagens do consumo é a sensação de saciedade, melhora do fluxo intestinal e obtenção de proteínas.

Aveia

Por não ser cara e oferecer maior quantidade de fibras dentre os cereais, a aveia não costuma ficar de fora do cardápio de quem está de dieta. “Um benefício de destaque do alimento, entretanto, é a diminuição do colesterol ruim (LDL)”, lembra a nutricionista Cátia. O que pouca gente sabe é que ela também é rica em cálcio, oferecendo 300 mg do mineral a cada 100 g do cereal. O alimento cai bem em receitas de pães e bolos e misturado com mingau ou frutas.

Chia

Semente rica em ômega 3, fibras, ferro e proteínas, a chia não podia ficar de fora da lista. Cada 100 g do alimento contém 556,8 mg do mineral. A chia ainda é conhecida por proteger o coração, melhorar o sistema imunológico, combater cãibras e auxiliar no funcionamento do sistema nervoso.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

7 sinais de que você tem compulsão alimentar

Você é do tipo que se limita a consumir apenas o que coloca no prato ou não resiste a beliscar o que sobrou na mesa ou mesmo repetir a refeição? Quando percebe que está comendo demais consegue fechar a boca imediatamente ou passa a comer longe dos outros para não repararem? A maneira como um indivíduo lida com a comida pode denunciar que ele se tornou vítima de um transtorno alimentar chamado compulsão alimentar. Embora a maior parte das pessoas esteja sujeita a episódios esporádicos de gula, a forma como eles são encarados e suas consequências podem indicar a necessidade de buscar ajuda.

Segundo o psiquiatra Adriano Segal, responsável pelo departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Abeso, há duas principais definições de compulsão alimentar. A princípio, ela pode ser entendida como um episódio de descontrole, em que são consumidas grandes quantidades de comida com sensação de perda de controle sobre o quanto se come. Em casos mais graves, ela recebe o nome de Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica, quadro que apresenta as características descritas anteriormente, mas com mais frequência e, além disso, gera desconforto. Para entender se você sobre do problema, veja se você se identifica com as situações abaixo descritas:

Comer escondido

“Comer escondido é uma tentativa de fugir do julgamento alheio e até próprio”, explica a psicóloga clínica Marisa de Abreu, de São Paulo. Desta maneira, o indivíduo busca fugir de críticas quanto à qualidade do que ingere e a velocidade com que o faz. Não confunda o hábito com um estado de sonambulismo, em que a pessoa come de madrugada, mas não se recorda de o ter feito. Neste caso, o isolamento é premeditado por vergonha da dificuldade de autocontrole.

Comer rápido

Consumir os alimentos com rapidez é um quesito que faz parte dos critérios para diagnóstico da compulsão alimentar. “Embora a origem do hábito possa ser interpretada de várias maneiras, uma coisa é certa: quem come rápido tende a comer mais”, aponta o psiquiatra Adriano. Isso acontece porque a sinalização da saciedade decorrente da liberação de determinados hormônios demora algum tempo para acontecer. Quanto mais rápido uma pessoa comer, portanto, mais comida ela irá ingerir até que se sinta saciada.

Comer sem estar com fome

“O ato de comer nem sempre tem relação com a fome para quem sofre de compulsão alimentar”, explica a psicóloga Marisa. Nesses casos, inclusive, é mais comum que a pessoa prefira consumir alimentos ricos em gorduras e carboidratos simples. Frituras, bolos, doces, fast food, ganham espaço. A comida deixa de funcionar como um combustível necessário para as funções vitais do organismo e passa a ser apenas fonte de prazer.

Comer até se sentir mal

“O desconforto pelo consumo excessivo de alimentos acontece por conta da distensão gástrica sofrida pelo estômago”, alerta o psiquiatra Adriano. O exagero, por sua vez, costuma ser decorrente da rápida ingestão de comida. Além disso, o indivíduo não come muito mais por satisfação emocional do que por necessidade física.

Estar sempre comendo

Quem sofre de compulsão alimentar pode sentir necessidade de comer com mais frequência, já que a falta de comida cria um vazio emocional. “A sensação pode até ser a de fome, mas seu corpo não precisa de comida”, aponta a psicóloga Marisa. Desta maneira, ele repete refeições e costuma estar sempre beliscando alguma guloseima.

Comer para se sentir emocionalmente bem

“Diante de situações que causem sentimentos negativos ou muito positivos, é comum que a pessoa com compulsão alimentar desencadeie um episódio de descontrole”, afirma o psiquiatra Adriano. Segundo ele, isso neutraliza o sofrimento, mas também serve como forma de comemoração ou recompensa.

Sentir culpa após um episódio de descontrole

A sensação de culpa após um episódio de descontrole diante da comida é consequência da percepção de uma atitude que o indivíduo reconhece estar errada e diante da qual se sente incapaz de mudar. Isso também é normal acontecer com pessoas que se submetem a uma dieta muito restritiva. Em um dia colocam em risco semanas de dedicação.

 

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

7 fotos que provam que o importante não é comer pouco, mas comer melhor

Há quem acredite que para emagrecer é preciso comer pouco, mas a nutricionista Flávia Gonçalves Micali revelou em sua dissertação de mestrado, realizada na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, que escolher os alimentos certos para a dieta é mais importante do que a quantidade.

Sob orientação da professora Rosa Wanda Diez Garcia, a nutricionista decidiu mostrar em fotos a diferença entre alimentos saudáveis e aqueles que fazem mal a saúde por conter muita gordura, como é o caso dos alimentos processados. No artigo, Flávia também compara a quantidade de calorias encontradas nas comidas industrializadas e em opções naturais.

O resultado indica, por exemplo, que alguns doces, como o sorvete, possuem muito açúcar e gordura. Por isso, uma taça de sundae contém a mesma quantidade de gordura que um prato de comida saudável: aproximadamente 26g. Além disso, se uma pessoa tomar duas caixinhas de suco (250 ml) todos os dias, a quantidade de açúcar consumida no período de um ano será equivalente a 22 kg. Por isso é importante saber substituir os alimentos de maneira equilibrada.

Veja algumas fotos dos estudos!

Conteúdo tirado do Site Minha Vida