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Estudo aponta 5 piores e melhores alimentos para dieta

Uma pesquisa feita pela área de medicina da faculdade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que a perda de peso vai muito além da dieta e dos exercícios. Fazendo uma análise profunda dos hábitos alimentares de mais de 120 mil pessoas com idades entre 37 e 52 anos, foi possível identificar alimentos que engordam mais e outros que até ajudam na perda de peso, incluindo hábitos que contribuem para uma vida mais saudável.

Os médicos agruparam participantes de outros três estudos, e avaliaram, a cada quatro anos, a relação entre mudanças nos hábitos de estilo de vida e peso. Ao final do estudo, eles encontraram cinco alimentos que são uma grande armadilha para quem quer perder peso e outros cinco que são grandes aliados.

Os alimentos associados ao ganho de peso no período do estudo foram batatas fritas; outras batatas; bebidas adoçadas com açúcar; carne vermelha não processada e carnes vermelhas processadas. Os alimentos ligados ao menor ganho de peso e até mesmo à perda dele – em alguns casos – foram legumes; grãos integrais; frutas; oleaginosas e iogurte.

Os pesquisadores afirmam que a quantidade de gordura total desses alimentos não está fortemente ligada a perda ou ganho de peso, mas sim a qualidade destes.

Além disso, eles notaram que a adoção de outros hábitos, como dormir de 6 a 8 horas por noite, fazer exercícios e assistir menos a TV auxiliaram na perda de peso.

Emagreça mais mantendo um diário sobre a sua dieta

Manter um diário da dieta, anotando tudo o que se come, é mais um artifício que ajuda na redução de peso. A eficácia dessa técnica foi comprovada por uma pesquisa feita nos Estados Unidos. O estudo revelou que quem registra os alimentos que ingere emagrece em dobro.

No Brasil, a técnica é também recomendado por profissionais ligados à saúde alimentar. “Quando anotamos o que comemos, prestamos mais atenção em nossas escolhas. Assim, podemos reduzir o consumo calórico diário. Essa queda pode chegar a 30%”, diz a nutricionista Ligia Henriques.

A falta de uma ideia real do total de comida ingerida durante o dia acontece porque a memória tende a ser seletiva quando se trata de pequenas porções. Um docinho que um colega ofereceu, uma bolacha que você mastigou enquanto fechava um relatório e um refrigerante que tomou ao longo da tarde não costumam entrar na conta das calorias ingeridas.

Tudo isso deve estar registrado no diário. Como o objetivo é corrigir equívocos na alimentação e eliminá-los na sequência, o ideal é que você anote em detalhes o que come e bebe.

Dentre as anotações devem estar informações como quantas vezes por dia você ingeriu algo, os horários, as quantidades e as sensações relacionadas a cada refeição – se estava com fome antes ou não, se comeu rápido ou devagar, se estava sozinha ou acompanhada, se foi em um lugar tranquilo ou cheio de gente, se ficou satisfeita ou cheia demais etc.

Colocar o seu peso, não necessariamente diariamente, mas de vez em quando, também é uma boa saída para controlá-lo. Além disso, caso goste de escrever, você pode estender os assuntos para questões emocionais, que estão quase sempre relacionadas com o sucesso dos regimes.

De acordo com a pesquisa americana, o diário não precisa necessariamente ser feito em um caderno. Somente o ato de registrar o que você comeu, seja em um post-it, em um email enviado para você mesma ou até em um SMS, pode ser suficiente. O essencial é ser disciplinada para não esquecer nada e sincera para não burlar as regras.

A vantagem de manter o controle organizado é que, eventualmente, você pode levá-lo para seu nutricionista analisar. “O profissional consegue extrair informações importantes. É um excelente instrumento para orientar o paciente através dos erros e acertos. Eu sempre calculo o registro e sugiro substituições”, conta Ligia.

É bom lembrar que monitorar o que come não é um pré-requisito para emagrecer e, sim, um instrumento. Se você consegue controlar mentalmente seus hábitos alimentares, escrever cada item que ingere pode ser um incômodo extra no mar de preocupações que dietas, inevitavelmente, trazem.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

7 opções para substituir o açúcar

Bolos, tortas, doces, sorvetes e sobremesas são guloseimas que levam na receita o açúcar, componente apontado como vilão da alimentação saudável. Apesar de ser agradável ao paladar, o açúcar branco e refinado não carrega quantidades significativas de nutrientes e ainda recebe aditivos químicos no seu processo de industrialização. O resultado? Isso faz dele um alimento nocivo ao funcionamento do organismo. Tanto é que segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) o açúcar é tão perigoso quanto o álcool e o cigarro, e seu consumo também deveria ser controlado. Em artigo publicado pela revista Nature, os cientistas afirmam que ele é o responsável por problemas de saúde que vão além da obesidade e diabetes, também provoca a elevação do triglicérides, alterações no fígado e na hipertensão arterial.

Mas há uma saída para manter a saúde sem tirar o doce da alimentação: o jeito é substituir esse vilão por adoçantes (químicos ou naturais) mais saudáveis, que agregam valor nutricional à sua alimentação.

Mas vale lembrar que o abuso dos adoçantes também deve ser evitado, já que, em excesso, eles ativam os receptores de glicose no intestino. “Esse processo aumenta a glicemia – predispondo o diabetes – e o acúmulo de gordura no tecido adiposo”, explica a nutricionista Thais Souza, da rede de lojas Mundo Verde. Conheça alguns adoçantes saudáveis e escolha o que melhor se adapta a sua rotina alimentar. Eles ainda são a melhor opção, principalmente quando comparados com o ciclamato, que, de acordo com uma série de pesquisas, contém substâncias possivelmente cancerígenas.

Stévia

Os adoçantes feitos à base de stévia são extraídos da folha da Stevia rebaudiana, uma planta de origem sulamericana. Essa opção figura entre as mais saudáveis, já que é de origem natural e não causa qualquer alteração na glicemia. “Ela adoça cerca de 300 vezes mais que o açúcar sem adicionar calorias à dieta”, explica a nutricionista Bruna Pinheiro, do programa de emagrecimento Dieta e Saúde, que recomenda o uso em sucos, sorvetes, chás e pratos cozidos ou assados.

Açúcar mascavo

Para quem não tem diabetes, o açúcar branco pode ser substituído pelo açúcar mascavo. “Esse alimento é obtido das primeiras extrações da cana, por isso possui menos calorias e mais minerais – como cálcio, magnésio, potássio e fósforo – que o açúcar branco” explica Bruna.

Ele pode ser utilizado da mesma maneira que o açúcar branco, mas vale ressaltar que ele contém calorias e por isso deve ser usado com moderação.

A compra desse alimento também merece atenção, já que pode ser feita a granel, em que o produto fica exposto. Nesse caso o risco de contaminação é maior. Prefira comprar o produto embalado e confira os dados de lote e prazo de validade.

Açúcar demerara

Também chamado de cristal dourado, o açúcar demerara é levemente refinado, ficando entre o açúcar mascavo e o refinado. “A principal vantagem é que ele não recebe aditivos químicos”, explica Thaís. Seus grãos são maiores e um pouco mais difíceis de diluir. Uma sugestão é triturá-lo no liquidificador antes de consumir. Seu valor nutricional é semelhante ao do açúcar mascavo.

Sucralose

“A sucralose é elaborada a partir da modificação da molécula do açúcar. Apesar de não conter nutrientes, ela não tem os efeitos nocivos do açúcar, já que não altera a taxa glicêmica” explica a nutricionista da rede Mundo Verde. Os adoçantes de mesa feitos à base de sucralose possuem poder adoçante 600 vezes maior que o açúcar, têm sabor agradável e podem ser utilizados em preparações quentes e frias.

Mel

Constituído por frutose e glicose, ele é fonte de carboidratos, vitaminas do complexo B e minerais. Também é conhecido pelas suas ações antifúngica e bactericida. Mas possui elevado valor calórico, portanto não deve ser consumido em grande quantidade. “Quando é aquecido, o mel pode sofrer uma perda significativa dos nutrientes. Por isso, prefira consumi-lo sem cozinhar”, explica a nutricionista Thais

Açúcar orgânico

O açúcar orgânico é cultivado e processado sem o uso de qualquer aditivo químico. “Isso garante que o alimento seja mais nutritivo que a versão refinada, e livre de substâncias que fazem mal ao organismo”, explica Bruna. No entanto, seu consumo também deve ser moderado, já que também aumenta a taxa glicêmica no sangue.

Acessulfame-K

Este adoçante é derivado do potássio e tem poder adoçante entre 130 e 200 vezes maior do que o açúcar branco. Ele pode ser adicionado à comida e bebida. Também está presente nos chicletes que não levam adição de açúcar. Apesar de não adicionar nutrientes à alimentação, não há estudos comprovando seu efeito nocivo ao organismo.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Benefícios da tapioca, como preparar e receitas

A tapioca é feita com a fécula da mandioca que é aquecida na frigideira e derrete um pouco, formando uma casca que pode ser utilizada como um crepe. O principal macronutriente presente na tapioca é o carboidrato.

Este alimento tipicamente brasileiro está em destaque nos últimos anos por não conter glúten. Assim, a tapioca tem sido muito utilizada como substituta do clássico pãozinho. O glúten é uma proteína encontrada junto com o amido em cereais como o trigo, centeio, cevada e malte. Assim, todos os alimentos derivados destes cereais, como o pão francês, possuem glúten. Apesar de muitas pessoas acreditarem que o glúten favorece o ganho de peso, isto não é verdade.

Principais nutrientes

A tapioca é rica em amido que é uma ótima fonte de carboidratos. Ao ingerimos carboidratos, temos glicose na corrente sanguínea constantemente, esta é a principal molécula que fornece energia para as células do corpo.

Os carboidratos também são essenciais para o funcionamento do cérebro. Eles ainda são aliados do bom humor. A diminuição do consumo de carboidratos pode afetar a produção de serotonina, um neurotransmissor capaz de influenciar o humor e o bem-estar dos indivíduos. A tapioca também conta com um pouco de zinco e potássio.

Benefícios da tapioca

O principal benefício da tapioca é ser uma fonte rápida e prática de energia para o organismo. Assim, ela é boa para quem acabou de realizar uma atividade física intensa, pois fornece com velocidade a energia que havia sido perdida. Também é uma ótima alternativa para pessoas que tem intolerância ao glúten, já que não possui esta substância.

Os problemas do consumo da tapioca

A tapioca possui altos índice e carga glicêmicos. Carga glicêmica é a quantidade de glicose que o alimento possui, enquanto o índice glicêmico é a velocidade com que a glicose entra no organismo.

Quando um alimento possui carga e índice glicêmicos altos isto pode levar a problemas de saúde como: obesidade, diabetes tipo 2, problemas na cognição e problemas cardiovasculares. A obesidade ocorre porque com maiores carga e índice glicêmicos, a quantidade de insulina no corpo aumenta. Esses excesso de insulina no corpo leva ao acúmulo de gorduras. O excesso de peso favorece o diabetes tipo 2. Além disso, se o corpo produzir insulina em excesso constantemente, torna-se necessário uma quantidade cada vez maior deste hormônio para cumprir sua função. Isto pode gerar uma sobrecarga no pâncreas, que é o responsável por secretar a insulina, o que causa o diabetes tipo 2. Por isso, a tapioca não é orientada para pessoas com diabetes ou pré-diabetes.

Pão X tapioca

Atualmente, há a crença de que a tapioca seria mais saudável do que o pão. Contudo, isto só é válido para pessoas com intolerância ao glúten. Tanto os pães quanto a tapioca possuem muitas calorias. 100 gramas de pão francês contam com 300 calorias, segundo a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos da Unicamp, enquanto a mesma quantidade de tapioca possui 240 calorias, de acordo com a TACO. O pão francês possui um índice glicêmico um pouco menor do que a tapioca. Assim, ambos são fontes de carboidratos e afetam o organismo de forma similar.

Contudo, o pão integral é uma escolha mais saudável do que a tapioca. Isto porque ele possui um índice glicêmico muito menor do que a tapioca e ainda tem proteínas e vitaminas do grupo B.

Quantidade recomendada

Não há uma orientação sobre o consumo da tapioca especificamente. Mas há uma recomendação sobre a quantidade de cereais ingeridos no dia. Recomenda-se entre duas e quatro porções, sendo que o melhor é manter a média de três porções no dia.

Como consumir

Como a tapioca não possui muitos nutrientes, é importante adicionar fontes de fibras e proteínas nela. Boas opções de fibras são chia, aveia, linhaça e gergelim que podem ser adicionados na massa. Para o recheio, boas opções são atum, frango desfiado, ovo (desde que não seja frito), queijo branco e outros. Vegetais e legumes também podem ser adicionados no recheio.

Contraindicação

A tapioca não é orientada para pessoas com diabetes e também pré-diabetes. Quem tem obesidade também deve evitar grandes quantidade de tapioca, já que ela favorece o ganho de peso.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Erva doce ajuda a reduzir inchaço e diminui cólicas

A erva doce, também conhecida funcho e finocchio, é uma espécie de herbácea aromática comestível utilizada na culinária, em perfumaria e como aromatizante de bebidas. A erva doce ajuda a reduzir os gases, o inchaço e melhora a digestão.

Principais nutrientes da erva doce

A erva doce conta com boas quantidades de potássio um eletrólito importante que se concentra no interior da célula. O potássio conta com propriedades vasoprotetoras, que ajudam a controlar a pressão arterial e a equilibrar o ritmo de batimentos cardíacos.

Além disso, ela contém vitamina C que ajuda o organismo a desenvolver resistência contra agentes infecciosos e prejudiciais e a combater os radicais livres pró-inflamatórios. A erva doce também apresenta pequenas quantidades de vitamina A, vitamina B6, ácido fólico, niacina, riboflavina, tiamina, cobre, ferro, cálcio, magnésio, manganês e zinco.

A erva doce conta com o ácido málico. Esta substância é um ácido derivado de alimentos de origem vegetal e as formas de sais de ácido málico, conhecidos como malatos, são intermediários do ciclo de Krebs, e assim ajudam no processo de produção de energia intracelular.

O ácido málico pode ser usado para melhorar as funções digestivas do estômago através do fornecimento de hidrogênio suficiente para a acidificação do estômago. Uma baixa produção de ácido clorídrico (ácido gástrico) é uma condição muito comum e potencialmente grave, chamada hipocloridria, que pode resultar em inúmeras condições de saúde e deficiências de nutrientes. Vários nutrientes minerais são dependentes de quantidades adequadas de ácido clorídrico, incluindo o cálcio, magnésio, zinco, sódio, cromo, cobre, manganês e selênio.

Em adição a estes benefícios, o ácido málico pode também ajudar a desintoxicação celular de metais tóxicos, em especial de alumínio e estrôncio.

O ácido cafeico, substância antioxidante, está presente na erva doce. Os flavonoides também estão nesta erva e são importantes porque aumentam o nível de glutationa, nossa principal defesa antioxidante, sendo também um supressor eficaz da inflamação crônica. A erva doce ainda conta com fibras que retardam o esvaziamento gástrico, evitando picos glicêmicos e contribuindo para o melhor funcionamento do intestino.

A erva doce ainda possui anetol, que estimula as glândulas e a musculatura do tubo digestivo, aumentando a salivação, secreções pancreáticas e biliares e aumentando a competência digestória, diminuindo gases e cólicas.

Benefícios comprovados da erva doce

Reduz os gases: A infusão da folha ou semente é usada para indigestão e flatulência. Isto porque o anetol presente na erva doce aumenta a competência digestória, diminuindo assim os gases.

Diminui problemas estomacais: A erva doce conta com o ácido málico, que melhora as funções digestivas do estômago através do fornecimento de hidrogênio suficiente para a acidificação do estômago. Uma baixa produção de ácido clorídrico (ácido gástrico) é uma condição muito comum e potencialmente grave, chamada hipocloridria, que pode resultar em inúmeras condições de saúde e deficiências de nutrientes. Vários nutrientes minerais são dependentes de quantidades adequadas de ácido do estômago, incluindo o cálcio, magnésio, zinco, sódio, cromo, cobre e manganês.

Diminui cólicas: Por apresentar um efeito calmante, a erva doce ajuda a reduzir as cólicas intestinais.

Reduz o inchaço: A erva doce conta com um efeito diurético e por isso ajuda a diminuir o inchaço.

Além disso, a erva doce também apresenta propriedades antioxidante, anti-inflamatória, antimicrobiana, antibacteriana e antifúngica.

Benefícios em estudo de erva doce

Boa em casos de gripes: A erva doce pode ser utilizada como um gargarejo para dor de garganta, ou como um antisséptico bucal. Também ajuda na parte respiratória por reduzir a quantidade de muco.

Boa para pacientes em tratamento de câncer: As sementes de erva doce apresentam um efeito calmante sobre o corpo. Os pacientes com câncer que passaram por quimioterapia e outros tipos de radiação para parar o crescimento das células cancerosas são recomendados a consumir sementes de erva-doce para obterem este efeito calmante.

Como consumir a erva doce

É possível consumir o caule, as folhas e as sementes da erva doce. Ela pode ser consumida em saladas, sucos, sopas, molhos e chás.

Chá de erva doce com sementes: para preparar este chá, coloque um litro de água filtrada para aquecer, mas não deixe ferver, depois acrescente três colheres de sopa de sementes de erva doce seca. Desligue o fogo e deixe a mistura descansar por cinco minutos. Por fim, coe e consuma.

Chá de erva doce com folhas: para elaborar este chá, coloque um litro de água filtrada para aquecer, mas ferver não, depois, acrescente 8 colheres de sopa de folhas de erva doce e deixe cerca de 30 segundos fervendo em recipiente tampado. Só então apague o fogo. Deixe a mistura descansar por 5 minutos para que a substância ativa se solte na água.

Riscos do consumo excessivo

Caso os óleos essenciais retirados da erva doce sejam consumidos em excesso há o risco de hipersensibilidade cutânea, respiratória e gastrointestinal. Também há o risco de paralisias musculares, congestão cerebral e outros distúrbios. O consumo do óleo não devem ultrapassar cinco gotas de óleo essencial a cada dose e as doses diárias não podem ser mais que três.

Interações

Evite consumir a erva doce associada com anti-inflamatórios não esteroidais e corticoides. Não é indicado associar a erva a finasterida, sinvastatina, verapamil e ciprofloxacina.

Contraindicações

A erva doce não é orientada para gestantes, especialmente na versão de chá, nem por pacientes epiléticos, bebês e crianças muito pequenas.

Fontes consultadas:

Nutricionista Paula Crook, da PB Consultoria em Nutrição.

Nutricionista Rute Mercurio, da Clínica Aspin.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Açafrão-da-terra: benefícios, informações nutricionais e como consumir

O açafrão-da-terra, também conhecido como cúrcuma, açafrão da índia e gengibre amarelo, é uma raiz da família do gengibre. No mundo todo há mais de 100 espécies da família Cúrcuma, mas o açafrão que consumimos vem da Curcuma longa. A raiz sido utilizado há mais de 4000 anos no Oriente Médio e na Ásia, tanto na Medicina Ayurvedica como na Medicina Tradicional Chinesa, como um potente fitoterápico.

Este tempero se destaca pela ação antienvelhecimento e antioxidante e segundo uma pesquisa da Universidade da Califórnia é capaz de reduzir o risco da doença de Alzheimer. A cúrcuma também protege contra diversos tipos de câncer e tem ação anti-inflamatória.

Tome cuidado para não confundir o açafrão-da-terra com o açafrão vermelho. Este último é oriundo dos pistilos de uma flor e é considerado a especiaria mais cara do mundo, o açafrão-da-terra é muito mais acessível.

Nutrientes do açafrão-da-terra

O açafrão contém diversos minerais e vitaminas, com destaque para o potássio, que ajuda a controlar a pressão arterial e previne derrames. Também é fonte de vitaminas C, aliada da imunidade, e vitamina B6, que é benéfica para o cérebro.

O tempero ainda conta com ferro, que previne anemias, manganês, essencial para o metabolismo do colesterol e para o crescimento, cálcio, que é aliado dos ossos e dentes, e magnésio, importante para o metabolismo de glicose. Proteína, boa para os músculos, gordura e um elevado teor de fibra solúvel, que melhora o trânsito intestinal, também estão presentes no açafrão-da-terra. No entanto, o seu grande valor reside na curcumina, um polifenol com ação antioxidante e anti-inflamatória, responsável pela cor amarela intensa do açafrão.

São inúmeros os benefícios da curcumina, principalmente pelo seu efeito antioxidante e anti-inflamatório. Ela contribui para o combate ao câncer de próstata, mama, melanoma, pâncreas, diminui o risco de leucemia e mieloma múltiplo, e a ocorrência de metástases em diversos tumores. Desintoxica o fígado, é benéfico para o coração, ajuda no controle do diabetes, neutraliza radicais livres, reduz a inflamação da artrite, tem ação analgésica, antisséptica e antibacteriana. Age no metabolismo das gorduras auxiliando na perda de peso, ajuda na acne, na psoríase e outras doenças de pele, e acelera a cicatrização. Previne a doença de Alzheimer, combate a depressão e a esclerose múltipla. Todos estes efeitos são documentados por inúmeros estudos científicos.

Benefícios em estudos do açafrão-da-terra

Forte ação anti-inflamatória: A curcumina é considerada o principal agente farmacológico no açafrão. Em numerosos estudos os efeitos anti-inflamatórios da curcumina são comparáveis aos da hidrocortisona, diclofenaco e fenilbutazona (drogas anti-inflamatórias potentes). Ao contrário destes medicamentos, que estão associados a efeitos colaterais significativos, formação de úlcera, diminuição do número de células brancas do sangue, sangramento intestinal, a curcumina não produz nenhuma toxicidade.

Ação antioxidante: Estudos clínicos têm comprovado que a curcumina exerce um efeito antioxidante muito poderoso. Assim ela é capaz de neutralizar os radicais livres, substâncias químicas que causam danos às células.

Aliado contra a artrite: Devido à ação antioxidante da curcumina, o açafrão-da-terra ajuda a aliviar a artrite. Isto porque nesta doença os radicais livres são responsáveis pela degeneração e inflamação das articulações. A combinação do efeito antioxidante e anti-inflamatório do açafrão reduz os sintomas da artrite, como a rigidez matinal, o edema (inchaço) e a dor.

Bom contra o câncer: A ação antioxidante da curcumina presente no açafrão-da-terra protege as células de radicais livres que podem danificar o DNA celular, cuja alteração leva ao crescimento de células cancerígenas. Este polifenol também ajuda o corpo a destruir as células cancerosas desgarradas evitando metástases. A curcumina ainda age inibindo a síntese de proteínas que atuam na formação do tumor e evita a angiogênese, que é a formação de novos vasos sanguíneos para alimentar o crescimento de células cancerígenas.

Bom para o cérebro: Os resultados de um estudo recente, publicado em 2014 na revista Stem Cell Research & Therapy, mostram que o açafrão-da-terra pode ajudar a reparar o cérebro após uma lesão e também pode ser usado para tratar doenças neurodegenerativas. Para examinar os efeitos da cúrcuma em células cerebrais, os cientistas banharam as células-tronco do cérebro adulto em um extrato contendo turmerona, um polifenol encontrado no açafrão-da-terra. O crescimento de células-tronco foi superior a 80% quando comparado com o controle.

Pesquisadores da Michigan State University descobriram que a cúrcuma ou açafrão da terra é capaz de impedir a formação de compostos destrutivos (proteínas alfa-sinucleína) que estão presentes no cérebro em doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer.

A curcumina também reduz o risco da doença de Alzheimer, segundo pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Ela age reduzindo a formação de placas amiloides. A doença de Alzheimer resulta do acúmulo de uma proteína chamada beta-amilóide, que se deposita nas células do cérebro produzindo inflamação e estresse oxidativo, formando placas entre as células nervosas (neurônios) no cérebro e perturbando o seu funcionamento.

Bom para o coração: A curcumina é capaz de evitar a oxidação do colesterol no organismo. O colesterol oxidado é o que danifica os vasos sanguíneos e se acumula em placas endurecidas que podem levar a um ataque cardíaco ou derrame. Esta ação impedindo a oxidação do colesterol pode ajudar a reduzir a progressão da aterosclerose e de outras doenças cardíacas.

Age contra a depressão: Um estudo publicado na revista Phytotherapy Research confirmou através de ensaio clínico em 60 pacientes que a curcumina é segura e eficaz no tratamento de estados graves de depressão comparada com a fluoxetina. A eficácia da curcumina foi semelhante ao do medicamento antidepressivo, no entanto, a curcumina não apresenta nenhum dos efeitos colaterais associados com a droga e ainda fornece benefícios adicionais à saúde. Estes resultados estão de acordo com outra pesquisa, publicada na revista Psychopharmacology, mostrando que a curcumina aumenta os níveis de neurotransmissores como serotonina e dopamina, responsáveis pela sensação de bem-estar.

Bom contra a acne: Cúrcuma é eficaz no tratamento de acne devido a suas propriedades antissépticas e antibacterianas: ela combate espinhas, controla a oleosidade e proporciona um brilho saudável para a pele. Para obter este benefício a orientação é a aplicação tópica do açafrão-da-terra, converse com seu médico sobre a melhor maneira de utilizá-lo.

Ajuda na perda de peso: Um estudo publicado pelo Journal of Nutrition mostrou a ação da cúrcuma na inibição da lipogênese, produção de gordura pelo corpo. O tempero reduziu o percentual de gordura corporal no grupo que ingeriu o condimento. A dose usada no estudo foi de cinco gramas por dia, equivalente a uma colher de chá rasa.

Outros estudos sinalizam que a ação anti-inflamatória da curcumina é um dos mecanismos que ajudam na perda de peso. Uma pesquisa publicada no European Journal of Nutrition sugere que curcumina pode ser útil no tratamento e prevenção de doenças crônicas relacionadas com a obesidade porque a curcumina interage em vários caminhos metabólicos capazes de reverter a resistência à insulina (pré-diabetes), hiperglicemia (açúcar alto no sangue), hiperlipidemia (colesterol elevado) e outros sintomas inflamatórios associados a obesidade.

Quantidade recomendada

Caso compre a raiz inteira utilize uma ou duas rodelas por dia. Se for ingerir o pó de açafrão a orientação é uma colher de chá, cerca de 5 gramas, diariamente caso exista algum problema de saúde. Pessoas saudáveis podem usar o quanto considerarem mais conveniente, o importante é a regularidade, que o açafrão-da-terra faça parte da rotina alimentar.

Como consumir

Quando a pessoa adquire a raiz inteira a orientação é usar as rodelas no suco, ralado na salada ou na preparação de outros pratos. Use o tempero em pó à vontade em sopas, pães, bolos, biscoitos, omeletes, tapiocas, e também em aves, carnes e cozidos, legumes, arroz, feijão, ervilha, etc. A versão em pó também pode ser utilizada em sucos.

Por ser um pó, não é bom consumir o açafrão a seco, polvilhado na salada, por exemplo. Isto porque há maior risco de engasgue. Ele pode ser misturado em qualquer tipo de líquido, como no preparo dos alimentos ou na confecção de molhos para salada. Vale misturar com azeite, óleo de coco, maionese, leite, iogurte, manteiga, etc.

Combinações

É interessante combinar a cúrcuma com a pimenta do reino a fim de aumentar a biodisponibilidade (absorção). A pimenta do reino é rica em um flavonoide chamado piperina, que aumenta a absorção de outros nutrientes. O curry é feito com cúrcuma e pimenta, e também pode ser incorporado no dia a dia.

Cuidados ao consumir

É melhor comprar o açafrão-da-terra em lojas de produto naturais e ao fazê-lo, verifique a validade. Isto porque quanto mais fresco, mais rico em polifenois. A cúrcuma é indicada para todas as pessoas, com restrição apenas nos casos raros de alergias a este tempero.

Riscos do consumo em excesso

Não há efeitos colaterais no consumo da cúrcuma e ainda não foram descobertos problemas no consumo em excesso do tempero.

Fontes consultadas

Nutróloga e médica ortomolecular, Tamara Mazaracki.

Pesquisas consultadas pela especialista para realização das matérias:

  • Curcumin inhibits the activation of NF-kappaB, a regulatory molecule that signals genes to produce inflammatory molecules (including TNF, COX-2 and IL-6) that promote cancer cell growth. Biochemical Pharmacology 2005
  • Turmeric compound boosts regeneration of brain stem cells. Stem Cell Research Therapy 2014
  • Curcuminoids enhance amyloid-beta uptake by macrophages of Alzheimer’s disease patients. Journal of Alzheimers Disease 2006
  • Efficacy and safety of curcumin in major depressive disorder. Phytotherapy Research 2013
  • Antidepressant activity of curcumin: involvement of serotonin and dopamine system. Psychopharmacology 2008
  • New mechanisms and the anti-inflammatory role of curcumin in obesity and obesity-related metabolic diseases. European Journal of Nutrition 2011
  • Turmeric Extract Suppresses Fat Tissue Growth in Rodent Models. The Journal of Nutrition 2009.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Leite de coco: benefícios, como usar, contraindicações e receita caseira

O leite de coco é extraído da polpa do fruto do coqueiro, um dos principais recursos vegetais da humanidade. Rico em nutrientes essenciais, o leite é muito usado para fins medicinais, alimentícios e agroindustriais.

Ele é rico em gordura saturada boa, que é rapidamente digerida e transformada em energia. Metade das gorduras boas do leite de coco é composta por ácido láurico, que melhora o colesterol e possui efeito contra vírus e bactérias. Além disso, o leite de coco apresenta uma pequena quantidade de vitamina C, cálcio, magnésio, fósforo, zinco, proteína e uma boa quantidade de potássio, ferro e ácido láurico.

O leite de coco pode ser feito em casa, usando a fruta. Dessa maneira você consegue a bebida sem nenhum aditivo e ainda pode aproveitar todos os nutrientes. Confira os benefícios desse alimentos e como fazê-lo em casa:

Benefícios do leite de coco

Perda de peso: Novas pesquisas vêm mostrando que as pessoas que incluem mais gorduras saudáveis ??em sua dieta, como os triglicérides de cadeia média (TCM), comem menos do que aqueles que não consomem gordura.

O consumo da gordura do coco associada a uma dieta equilibrada auxilia na perda de peso, pois os TCM são absorvidos no intestino e transportados para o fígado, onde são oxidados e rapidamente se transformam em energia, logo, não há armazenamento dessa gordura no corpo. Além disso, os TCM induzem a saciedade, auxiliando assim no controle da fome.

Pele e cabelos saudáveis: Os ácidos graxos no leite de coco são um antisséptico natural e podem ajudar a tratar a caspa, infecções de pele, feridas e pele seca e pruriginosa. Além disso, o alto teor de ácidos graxos no leite de coco serve como um hidratante natural para a pele saudável e pode ajudar a reparar rugas e flacidez no envelhecimento da pele.

Um estudo realizado em 2003 mostrou que o óleo de coco, presente no leite de coco, tem potencial hidratante e pode promover melhora na elasticidade da pele. Por conter ação antioxidante, também age contra a ação dos radicais livres que estão associados com o envelhecimento precoce da pele. Este mesmo estudo também relaciona o uso de óleo de coco na redução do dano capilar, porém a ação não é bem esclarecida.

Ajuda a reduzir os riscos de anemia: O leite de coco apresenta 1,6 mg de ferro por 100g de alimento. Esta quantidade é significativa e pode sim ajudar a reduzir os riscos de anemia.

Controle do colesterol: Estudos vêm mostrando que sua gordura saturada não aumenta o colesterol como era a grande preocupação. Ou seja, ele não aumenta, o que acaba ajudando a manter o controle do colesterol.

Fortalece o sistema imunológico: A gordura do leite de coco é importante no fortalecimento do sistema imunológico. O leite de coco contém ácido láurico, lípidos antimicrobianos e ácido cáprico, que possuem propriedades antibacterianas, antifúngicas e antivirais. O corpo converte ácido láurico em monolaurina, que pode combater os vírus e bactérias.

Como usar o leite de coco

O leite de coco pode ser utilizado substituindo o leite de vaca e consumido puro. Pode ser acompanhado de cacau em pó, canela ou café. Além disso, ele é utilizado como uma base de cozimento em várias receitas, como bolos e panquecas.

Outras opções são para o preparo de mingau ou sopas, e no preparo de peixes e legumes.

Não existe quantidade ideal a ser consumida, porém nenhum alimento deve ser consumido em grandes quantidades. Devemos ter uma alimentação variada. O leite de coco deve ser introduzido no lugar do leite.

O leite de coco também pode ser usado para hidratação da pele e cuidados com o cabelo. Por ser extremamente nutritivo, ele pode deixar a pele saudável e ajudar na recuperação da flacidez. Além disso, é um hidratante natural para os cabelos, além de possuir ácidos graxos, o que pode ajudar no combate contra a caspa e feridas,

Contraindicações

Embora seja um alimento muito nutritivo, é calórico e deve ser consumido com moderação.

Perguntas frequentes

Em termos nutricionais, o leite de coco pode substituir o leite materno?

R: Não. O leite materno apresenta uma composição única e perfeita para os bebês. Porém, o leite de coco pode ser adicionado ao plano alimentar quando o bebê passar a ingerir outros líquidos e alimentos. Isso porque o ácido láurico da bebida também está presente no leite materno. Ele é responsável por combater infecções e impulsionar a imunidade.

O leite de coco pode substituir o leite de vaca em casos específicos, como de intolerância à lactose?

R: O leite de coco caseiro é uma opção saudável e saborosa para pessoas com intolerância à lactose ou alergia aos compostos do leite de vaca. Estudos científicos mostram que grande consumo de leite de vaca, somado a uma alimentação rica em açúcares e refinados, pode gerar processos alérgicos e inflamatórios. O leite vegetal, por ser natural e puro, não contém aditivos alimentares ou substâncias químicas. Além disso, ele contém mais nutrientes quando comparado com leite de vaca industrializado.

Receita de Leite de coco caseiro

O leite de coco pode ser preparado na cozinha de casa, apenas batendo no liquidificador a polpa do coco e adicionando água quente para então coá-lo. O preparo pode ser repetido algumas vezes para conseguir consistências diferentes: mais concentrados ou com sabor mais leve.

  • Rendimento da receita: 1 litro de leite de coco

Ingredientes

  • 1 xícara de polpa de coco ralada ou picados
  • 5 xícaras de água quente

Preparo

Coloque a água para ferver. Apague o fogo e adicione o coco. Você pode ralar o coco para facilitar no preparo. Deixe por 15 minutos na água. Liquidifique essa mistura e em seguida coe com a ajuda de um coador de pano próprio para coar. Se quiser o leite mais concentrado, reduza a quantidade de água e repita o processo por mais 2 vezes usando o mesmo coco do início da receita.

O resíduo da polpa do coco que sobrar poderá ser usado em receitas ou desidratado no forno. Guarde o leite de coco pronto em uma garrafa com tampa sob refrigeração por até 3 dias.

Fontes

  • Paula Crook, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição
  • Izabelle Coe, especializada em Nutrição Esportiva, com MBA em Segurança Alimentar

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Benefícios da melancia

A Melancia apresenta uma boa fonte de vitaminas A, B6, C, potássio e fitoquimicos importantes como o licopeno e a citrulina.

A cor avermelhada da polpa da melancia tem grande concentração de um poderoso antioxidante chamado licopeno, que neutraliza os radicais livres (substâncias nocivas ao corpo e os grandes responsáveis pelo envelhecimento da pele e aparecimento de diversos tipos de câncer). Além disso, a melancia também contém quantidades moderadas de potássio, um mineral essencial para o bom funcionamento de todas as células do corpo, órgãos e tecidos. Outro fitoquímico importante presente na melancia é chamado citrulina que é convertida em arginina, um aminoácido importante na entrega de nutrientes para o músculo.

Benefícios da melancia

A quantidade de vitamina B6 (piridoxina) presente na melancia é significativa e contribui no mecanismo de geração de energia do corpo e regulação do sistema nervoso. Uma deficiência desta vitamina pode causar dificuldades para dormir e para aprender.

O gosto adocicado da melancia vem da frutose, açúcar natural fonte de carboidrato que funciona no organismo como um estoque de energia, ajudando no ótimo funcionamento do cérebro, nervos, medula óssea e nos glóbulos vermelhos. Também é importante na hidratação corporal, já que é composta por aproximadamente 93% de água.

Além dos benefícios da melancia, as sementes da fruta também não devem ser desprezadas, pois apresentam propriedades nutricionais que fazem bem para a saúde. Elas são ricas em zinco, mineral que ajuda a aumentar a imunidade do organismo e em ácidos graxos, que contribuem para o bom funcionamento do metabolismo regulando os hormônios.

Comer melancia é uma ótima forma de conseguir estas vitaminas de uma forma natural.

Quantidade recomendada

Não existe informação sobre a quantidade diária recomendada de melancia. No entanto, sabemos que é importante fazer um rodízio, variando o consumo de frutas diariamente.

Como consumir a melancia

A melancia pode ser consumida de várias maneiras, seja ao natural, em forma de suco, espetinho de frutas, acrescentada na salada de frutas ou pode fazer parte de uma salada com folhas verdes e um molho de hortelã e nozes, por exemplo. Além disso, sua semente pode ser torrada e consumida como aperitivo.

Mito da melancia

Não existem alimentos exclusivamente indigestos para todas as pessoas. Cada indivíduo é mais sensível a esse ou aquele ingrediente. No entanto, a melancia tem fama injusta de indigesta. A impressão de que a fruta causa má digestão vem dos movimentos intestinais que ela causa em função de suas fibras insolúveis. Na verdade, a digestão da melancia é fácil, já que ela é composta basicamente por água.

*Artigo elaborado com a colaboração da nutricionista Paula Crook, da Patrícia Bertolucci Consultoria em Nutrição.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Excesso de açúcar aumenta risco de doenças cardíacas

Comer doce faz mal? Médicos explicam que o consumo de açúcar em excesso está associado a diversas doenças, como o risco é de hiperglicemia, diabetes e até derrame cerebral e infarto. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde descobriu que os brasileiros estão comendo mais açúcar do que deveriam, principalmente os jovens. Cerca de 30% deles consomem doces, refrigerantes e sucos artificiais cinco dias por semana, o que é considerado um consumo excessivo.

A Associação Americana do Coração recomenda que nenhuma criança com menos de dois anos coma doces. Além disso, crianças maiores e adultos só devem consumir 25g de açúcar por dia. De acordo como a associação, a principal fonte de açúcar adicionado são as bebidas açucaradas, como refrigerantes, chás, sucos industrializados e bebidas energéticas.

Preparar a lancheira de uma criança deve ser algo pensado adequadamente. Por exemplo: uma caixinha de néctar de uva e cinco biscoitos recheados teriam um total de 34g de açúcar, ultrapassando a quantidade recomendada e contribuindo para a obesidade infantil, ocasionando outras doenças.

O açúcar não contém nenhum nutriente, por isso é rapidamente digerido pelo organismo e transformado em glicose. Quando consumido em excesso, irá gerar gordura, que naturalmente cairá na circulação e entupirá as artérias, podendo levar ao infarto e derrame cerebral. Os médicos alertam que é preciso seguir a dieta recomendada, para que o problemas futuros sejam prevenidos.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Mulher mostra efeitos de beber 3 litros de água por dia

O consumo regular de água durante o dia ajuda o corpo a funcionar melhor, previne problemas de saúde e pode, inclusive, te deixar mais bonito. Então se você está querendo emagrecer ou deixar sua pele e cabelo mais saudáveis o segredo pode ser aumentar o consumo de água. Para testar essa hipótese, uma mulher inglesa, chamada Sarah Smith, passou por essa experiência e relatou o que mudou em sua vida.

Depois de sentir fortes dores de cabeça e estomacais durante anos, ela decidiu procurar um neurologista para saber o motivo destes incômodos constantes. A primeira pergunta do médico foi: “Quanto você bebe de água por dia?”. E Sarah respondeu: “No máximo um litro”.

Então, o médico recomendou que a mulher passasse a ingerir 3 litros de água por dia. Caso os sintomas persistissem, eles marcariam uma nova consulta, e se Sarah tivesse melhoras, a solução seria apenas água. Com o objetivo de tentar realizar o pedido médico, Sarah se jogou na experiência e aproveitou para registrar tudo.

Antes de realizar um processo que duraria 4 semana, Sarah tirou uma fotografia dela na época, com 42 anos de idade, mostrando sem pudores todos os problemas na pele: olheiras, rugas, manchas vermelhas ao redor do rosto e a pele quase sem brilho.

“Minhas filhas, Alice, de oito anos e Betty, de quatro, disseram que, nesta foto, parece que eu tenho 100 anos. E eu tenho que concordar. Meus lábios parecem murchos”, disse ao Daily Mail.

Primeira semana

Peso: 53,4 kg

Cintura: 71 cm

Na primeira semana condicionou-se a encher um jarro de litro três vezes ao dia para ter controle de sua ingestão. Para ter melhores resultados, ela começou também a cuidar da pele e do corpo fazendo esfoliações e ioga.

Segunda semana

Peso: 53 kg

Cintura: 71 cm

Na semana seguinte as mudanças em seu rosto já começavam a aparecer. Ela notou que seus olhos estavam menos escuros, sua pele com uma cor mais uniforme e seu hálito mais agradável, com uma suavidade na boca. No entanto, Sarah teve alguns problemas nessa fase já que ia ao banheiro a todo instante e nem sempre tinha lugar apropriado para ir. Além disso, ela achava que com a quantidade de líquido ingerida por dia pudesse se sentir mais inchada, mas, na verdade, sentiu-se mais confortável que o habitual.

Terceira semana

Peso: 53 kg

Cintura: 69,8 cm

Na terceira semana as olheiras e manchas tinha praticamente desaparecido e sua pele estava mais brilhosa “Meu amigo, que é terapeuta de beleza, diz que isso é porque a água está ajudando a regenerar as células da pele de forma mais eficiente. Tenho notado que eu tenho parado de esfregar os olhos pela manhã quando acordo. Eles costumavam estar secos e cheios de sono. Mas agora não. Toda esta água os mantem úmidos”, comenta.

Quarta semana

Peso: 52,6 kg

Cintura: 68,5 cm

O resultado dessa mudança ficou ainda mais claro nesta semana. Ao maquiar-se, Sarah sentiu que sua pele estava com mais elasticidade e ficou até mais gostoso de passar um delineador nos olhos. “O resultado é totalmente diferente. Eu não consigo acreditar na diferença do meu rosto. Eu pareço outra mulher. Não tenho mais manchas escuras nem vermelhas. Minha pele está tão úmida que parece de criança. Sinto-me mais magra e em forma”.

As transformações em sua vida não estavam evidentes apenas em sua pele: “sinto-me mais apta, disposta, magra e saudável. Meu marido e amigos dizem que pareço dez anos mais jovem”.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida 

Castanha de caju ajuda a emagrecer e é aliada da dieta

Saborosa, calórica e com alto teor de gordura, fica difícil acreditar que a castanha-de-caju seja uma aliada da dieta, certo? Pois saiba que a oleaginosa possui sim propriedades que contribuem para o emagrecimento e melhora da saúde, desde que consumida da maneira correta.

Castanha-de-caju ajuda a emagrecer

A castanha-de-caju, de fato, é rica em gordura, mas da chamada “gordura boa”, ou seja, as monoinsaturadas, que ajudam a equilibrar o nível de insulina liberada pelo pâncreas e que converte o estoque de gordura corporal em energia, sem resultar em acúmulo de adiposidade que aumenta o peso e prejudica a saúde.

O alimento possui grande quantidade de fibras e proteínas que, além de ajudar no bom funcionamento do intestino e, consequentemente, no processo de emagrecimento, ainda promovem saciedade.

Como comer castanha-de-caju sem engordar

Não se preocupe com os números elevados de calorias presentes na castanha-de-caju. Com moderação, mesmo sendo rica em gorduras, ela contribui para o emagrecimento. O grande segredo está no controle das porções diárias.

De acordo com a nutricionista Flávia Cyfer, um adulto pode comer, no máximo, uma colher de sopa (cerca de cinco unidades) de castanha-de-caju por dia para não ganhar peso ou comprometer a saúde.

É importante ainda aprender a fazer a escolha certa ao comprar a castanha-de-caju. Tome cuidado com o sal presente no produto, pois oleaginosas vendidas em saquinhos no mercado costumam ter alto teor de sódio, que provoca inchaço e retenção de líquidos se ingerido em excesso.

Conteúdo tirado do Site Vix