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Goiaba aumenta a imunidade e ajuda a emagrecer

Com um cheiro inconfundível, a goiaba é uma fruta que traz inúmeros benefícios para a saúde. Além de minerais e vitaminas, possui quantidades consideráveis de fibras.

Benefícios da goiaba

Perda de peso

Devido a alta quantidade de fibra, a fruta ajuda a aumentar a saciedade, retarda a absorção de carboidratos, evitando picos de glicemia que favorecem o acúmulo de gordura, além de prevenir a constipação.

Melhora do sistema imunológico

A goiaba possui cerca de 4 vezes mais vitamina C do que a laranja; substância que ajuda a reforçar o sistema imunológico, garantindo a proteção contra infecções, gripes e resfriados.

Bom para quem tem diabetes

A goiaba possui um baixo índice glicêmico e é rica em fibras. Esses fatores auxiliam a evitar picos de glicose e insulina sanguíneas, que devem ser muito bem controlados em pacientes com diabetes.

Prevenção do câncer

A goiaba possui uma combinação de vitamina C, licopeno, quercetina e polifenóis. Todos esses compostos presentes na fruta são potentes antioxidantes e fazem com que a fruta seja um poderoso alimento na prevenção de diversos tipos de câncer, entre eles o de próstata, de mama, de pele, de cólon e pulmonar.

Anti-envelhecimento

Vitaminas A e C, licopeno, caroteno e outros antioxidantes presentes na fruta protegem contra os danos de radicais livres que levam ao envelhecimento precoce, formação de rugas e marcas de expressão. Consumir a goiaba auxilia também na renovação celular.

Saúde do coração

O potássio é um nutriente importante para a saúde do coração e vasos sanguíneos, e está bastante presente na fruta. Seu consumo ajuda a melhorar o balanceamento entre entre sódio e potássio no organismo, ajuda a reduzir a pressão arterial em pacientes hipertensos, a reduzir triglicérides e colesterol ruim (LDL), a aumentar o colesterol bom (HDL) e com isso prevenir uma série de doenças cardiovasculares em que esses podem ser fatores de risco.

Melhora da saúde dos olhos

O elevado índice de vitamina A da fruta é extremamente importante para a saúde visual, ela previne a degeneração macular, o desenvolvimento de cataratas e de cegueira noturna.

Favorece o desenvolvimento fetal

Para as grávidas, a fruta pode ser uma ótima opção porque possui ácido fólico, essencial para a formação do sistema nervoso do feto.

Conteúdo tirado do site Vix

Macarrão pode ajudar a emagrecer, diz estudo

Graças à popularidade de dietas pobres em carboidratos, alimentos como macarrão são amplamente vistos como o inimigo número um quando se trata de perda de peso. Mas um estudo que relaciona macarrão com perda de peso sugere que o alimento dos domingos foi erroneamente difamado.

Macarrão na dieta: o fator glicêmico

De acordo com pesquisadores do St. Michael’s Hospital, em Toronto, no Canadá, tudo se resume ao Índice Glicêmico, que é um sistema usado para avaliar a rapidez com que um alimento afeta os níveis de açúcar no sangue. O açúcar em alimentos com alto índice glicêmico, como arroz branco, pão branco e batatas, é digerido e absorvido pelo corpo, enquanto alimentos com baixo IG, como verduras e lentilhas, são queimados lentamente.

Macarrão incompreendido

Pesquisadores investigaram a suposta ligação entre o consumo de macarrão e o ganho de peso avaliando 30 ensaios clínicos controlados, com quase 2.5 mil participantes considerados saudáveis. Os participantes do estudo comeram porções específicas de massa por semana.

Ao analisar o peso corporal dos participantes, o IMC, a gordura corporal e as medidas da cintura, os pesquisadores chegaram à conclusão que o consumo da massa não contribuiu para o ganho de peso ou aumento dos níveis de gordura. Os resultados poderiam ser explicados pelo fato de que os alimentos com IG mais baixo saciam melhor a fome e, portanto, impedem as pessoas de consumirem mais alimentos, de acordo com os autores.

Falso vilão?

Os pesquisadores observaram que, embora existam muitos tipos de massa, todos eles geralmente têm um status gastrointestinal mais baixo do que outros alimentos ricos em amido, como o pão branco. O estudo enfatizou que embora seja relativamente pobre em fibras, o macarrão tem uma classificação IG semelhante a alimentos ricos em fibras, como aveia e legumes, e uma classificação inferior ao pão integral e batatas com casca. Para esses pesquisadores, parece que o macarrão não é tão ruim assim, certo?

Conteúdo tirado do Site Vix

Aveia ajuda a emagrecer e reduz colesterol ruim

Se você está lutando contra o colesterol elevado, provavelmente já ouviu falar dos poderes da aveia para combater este mal. Por ser rico em fibras solúveis, que se ligam à água e se transformam em um gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e impedir que elas sejam absorvidas pelo intestino, o cereal reduz as taxas de LDL (colesterol ruim) e, de quebra, previne o câncer de intestino.

E esses não são os únicos benefícios para quem enche a tigela de aveia. Ela é um cereal rico em diversos nutrientes: fibras, ferro, cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, vitaminas (principalmente vitamina E) e proteínas, lista a especialista da Setha Consultora Nutricional, Selva Sierro. “Dentre tantas substâncias positivas para a saúde, as fibras solúveis merecem destaque pelas atividades que exercem. Para sentir os efeitos, basta consumi-las diariamente”, diz a nutricionista Roberta Stella.

Com isso, seu intestino fica tinindo e sua saúde comemora. “É no intestino que acontece absorção dos nutrientes necessários ao organismo e a eliminação daqueles que não servem para nada”, diz Selva. Os diabéticos também podem se aliar à aveia, já que suas fibras unem-se ao açúcar dos alimentos, fazendo com que ele demore mais tempo para cair na corrente sanguínea. Quem quer emagrecer tem nela mais uma aliada: A aveia dá uma sensação de saciedade mais rápida e você come menos, explica a nutricionista da Setha.

Resultados à vista

Para desfrutar de tudo isso, Selva afirma que a recomendação para pessoas adultas varia entre 20 e 30 gramas diárias. “Uma colher de sopa cheia de aveia tem em média 20 gramas. Essa quantidade equivale a um grama de fibra”, fala sobre o nutriente que mais se destaca no cereal. O nutriente ainda está presente em outros alimentos, como frutas, vegetais, massas e pães em suas versões integrais. Já o consumo entre as crianças varia de acordo com a idade. “Ele deve começar a partir dos dois anos, salvo recomendação médica”, ressalta Selva. O cálculo é simples: basta somar à idade da criança o número cinco. Se seu filho tem 2 anos, por exemplo, 7 gramas (2 da idade + 5) são suficientes para o aproveitamento dos nutrientes da aveia.

As formas para ingerir o cereal são tão variadas quanto as melhoras que ele traz à saúde. Você pode escolher como vai rechear seu cardápio: com os flocos, o farelo ou a farinha de aveia. “Comparando os três, o farelo é o mais nutritivo, seguido pelos flocos e, depois, pela farinha. Mas as diferenças são mínimas, o importante é ter prazer nas refeições”, conclui Selva.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Benefícios do abacate para a saúde

Por muito tempo o abacate foi considerado um verdadeiro inimigo da alimentação, visto como uma fruta gordurosa e calórica. No entanto, hoje já se sabe que as gorduras encontradas no abacate, mesmo sendo calóricas, são responsáveis pela redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos no organismo, podendo prevenir doenças cardíacas e até o câncer.

Benefícios do abacate

O abacate pode agir como anti-inflamatório natural e antienvelhecimento, além de reduzir os níveis de glicose no sangue diminuindo o estresse. A ação anti-inflamatória que a ingestão do abacate proporciona é graças a vitamina E. Outra substância importante encontrada na fruta é o beta sitosterol, responsável no controle do hormônio do estresse, o cortisol. Além disso, ajuda na hidratação adequada da pele e dos cabelos (veja aqui como hidratar o cabelo com a fruta).

Também é uma fruta calórica e rica em lipídeos: 77% das calorias no abacate são de gordura. No entanto, as gorduras presente nesse alimento são de alta qualidade, se assemelhando às propriedades físico-químicas do azeite de oliva. A maior parte da gordura presente no abacate é ácido oleico. Este é um ácido graxo monoinsaturado, que tem sido associado à inflamação reduzida e tem demonstrado efeitos benéficos sobre os genes ligados ao câncer. O óleo de abacate apresenta diversos compostos bioativos, possuindo carotenóides, ácido ascórbico, compostos fenólicos, tocoferóis, fitoesteróis, entre outros. O abacate é rico em:

  • Cálcio
  • Potássio
  • Vitamina C
  • Fósforo
  • Manganês
  • Magnésio
  • Lipídios
  • Ferro
  • Cobre
  • Zinco
  • Vitamina E
  • Vitamina A (4, 5)

Abacate ajuda a emagrecer

O abacate é fonte de ômega 6, ômega 9 e ômega 7. Esses nutrientes mantém o equilíbrio no organismo, auxiliando a perda de gordura corporal. Além disso, ele pode ser incluído na dieta porque é rico em fibras, o que garante o funcionamento do intestino, além de saciar a fome. Um estudo conduzido pelo pesquisador Wien M (2013) mostrou que as pessoas que comeram abacate se sentiram 23% mais satisfeitas e tiveram um desejo 28% mais baixo de comer durante as próximas 5 horas, quando comparado com o grupo que consumiu outro alimento.

Melhora o rendimento nos treinos

O abacate ajuda a melhorar o rendimento do treino porque é um alimento muito calórico. Quando consumido antes da atividade física, o abacate ajuda na hipertrofia muscular, pois fornece energia para o treino. Além disso, contém proteína, macronutriente que ajuda na recuperação muscular. Sem contar que repõe sais minerais e ajuda a prevenir cãibras em corredores.

O potássio, também presente nessa fruta, é indicado para a recuperação muscular, ajuda na absorção das proteínas, é rico em ácido fólico, auxiliando na formação do tecido muscular, e atua nos hormônios aumentando os níveis de testosterona, que resulta em ganho de massa magra.

O abacate ainda auxilia na redução da inflamação das células, o que minimiza as dores causadas pelo exercício (fadiga). Pode ser consumido antes do treino para ter energia e depois dos exercícios, para repor os sais minerais, atuando como isotônico natural. (4, 5)

Abacate tem alto teor de fibras

Ricos em fibras, uma porção de 100 gramas de abacate contém 7 gramas de fibra, o que corresponde a 27% da quantidade diária recomendada. Grande parte da fibra do abacate é solúvel, devido a presença de gorduras monoinsaturadas (ácido oleico), que ajudam a reduzir significativamente os níveis de colesterol total, do triglicérides do sangue, além de controlar o colesterol LDL (considerado ruim) e aumentar o HDL (o colesterol bom).

Ajuda no controle do colesterol e do triglicérides

Por ser rico em ácidos graxos monoinsaturados e em fibras solúveis, o abacate auxilia no controle e na prevenção de doenças cardíacas, já que promove a redução e o controle do colesterol LDL (colesterol ruim), aumenta colesterol HDL (colesterol bom) e reduz níveis de triglicerídeos. A presença de antioxidantes e minerais também auxilia na melhora da circulação sanguínea, favorecendo a saúde cardíaca.

O ácido oléico e o B-sitosterol do abacate são utilizadas como coadjuvantes no tratamento da hipercolesterolemia, impedindo a absorção de parte do colesterol no intestino e diminuindo a síntese hepática. Além disso, estudos comprovaram redução no risco de doenças cardiovasculares associadas ao consumo de óleo de abacate.

O b-sitosterol do abacate auxilia na redução dos níveis de colesterol, porque compete pelos mesmos campos de absorção. Assim, ele diminui sua própria absorção no intestino e sua produção no fígado também é reduzida. Por ter 63% de ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, o abacate promove esse controle.

O abacate também melhora o perfil lipídico de uma forma geral. Suas fibras auxiliam na redução e controle do triglicérides, mas para notar o benefício é preciso diminuir o consumo de gorduras consideradas prejudiciais e a ingestão de alimentos ricos em açúcar.

Impede o surgimento de gases

A polpa do abacate tem propriedade carminativa (reduz a produção de gases) e é útil contra o ácido úrico. O chá das folhas, casca e sementes raladas ou moídas é considerado como diurético, favorecendo a digestão gástrica, além de ser estimulante da vesícula biliar. Portanto, pode ser utilizado em casos de prisão de ventre, diarreia e flatulências. As folhas do abacateiro também são altamente digestivas.

Abacate ajuda o funcionamento do cérebro

A presença das gorduras benéficas e de antioxidantes no abacate promove o bom funcionamento cerebral. Destacam-se a luteína (carotenóide) e o ômega 3, aliados importantes para otimizar a memória, por estimularem a renovação das células cerebrais.

Abacate pode ser consumido na gravidez?

O abacate é fonte de vitaminas do complexo B, E e ácido fólico, além de gorduras importantes como ômega 3, 6 e 9 e, especificamente para as gestantes, pode trazer muitos benefícios:

  • Bom funcionamento intestinal, porque é fonte de fibras
  • Trazer saciedade, fator importante para manter o peso nesse período, já que a progesterona pode aumentar a fome
  • Reduz o colesterol ruim por meio dos fitoesteróis que competem pelo mesmo campo de absorção
  • Fortalece o sistema imunológico por sua composição de vitaminas
  • Oferece boa ingestão de gorduras ômegas, relacionadas à melhor função cognitiva do bebê

Vale ressaltar que, apesar das vantagens, o consumo não deve ultrapassar 100g ao dia, por causa do alto valor calórico. Ou seja, se consumido em excesso pode favorecer o ganho de peso.

Diferenças do abacate e do avocado

O avocado é uma variedade do abacate, sendo menos calórico, com cerca de 10% a menos de calorias que o abacate. O avocado é bem menor que o abacate, além de ter a casca mais grossa e bem mais escura. Em comparação com sua versão comum, o avocado possui:

  • Maior quantidade de potássio e fibras
  • Mais vitaminas E e B6
  • Mais gordura saudável
  • Menos água

Como consumir o abacate para emagrecer

O abacate pode aumentar a produção de GH, o hormônio do crescimento, que auxilia a formação de músculos. Estes, por sua vez, gastam mais calorias, principalmente se consumido à noite, quando há pico na produção desse hormônio. A quantidade que deve ser consumida para obter o benefício é de uma a três colheres do fruto. O abacate pode ser ingerido de 2 a 3 vezes por semana, sozinho ou como complemento de outras refeições, como saladas ou lanches, desde que seja respeitada a quantidade de 100g do fruto.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Comer 1 ovo por dia faz crianças crescerem mais altas e fortes

Uma pesquisa realizada pela saúde pública dos Estados Unidos e do Equador apontou que as crianças que tiveram ovos incluídos diariamente na alimentação, a partir do sexto mês de vida, ficaram maiores e mais altas.

O estudo foi realizado com 163 bebês, de 6 a 9 meses, e foi feito em uma região humilde do Equador, sendo que peso e altura de todos os participantes foram avaliados toda semana.

Os resultados também mostraram que aqueles que comeram ovos reduzem em 74% as chances de ficarem abaixo do peso e em 47% as chances de serem raquíticas ou sofrerem atrofia muscular.

Bebê pode comer ovo?

Muito citado quando o assunto é alimentação saudável, o ovo é fonte muito rica de nutrientes. “Ele tem um valor biológico de proteína que é ótimo, tem nutrientes chamados colina e luteína, que são complexos B que ajudam no desenvolvimento do cérebro, dos músculos e do coração, além de também auxiliar o melhor funcionamento do sistema nervoso central. A luteína, por exemplo, presente na gema, está ligada ao desenvolvimento da visão”, esclarece a nutricionista infantil Priscila Maximino, do Hospital Sabará de São Paulo.

Para a especialista em alimentação infantil, incluir o ovo diariamente na rotina alimentar dos bebês é interessante, quando acompanhado de outros alimentos importantes. A introdução de alimentos na rotina das crianças acontece aos poucos.

Introdução alimentar

Primeiro, inclui-se as frutas, que devem ser amassadas e dadas uma vez ao dia. Depois, aumenta-se a frequência, passando para duas vezes ao dia.

No sétimo mês, os alimentos gerais são incorporados. “Esses momentos são de descoberta e é preciso observar a criança, é um período em que ela pode desenvolver alergia aos alimentos, então é preciso cuidado. Costumo indicar pelo menos um alimento de cada grupo alimentar como cereal, proteína, carboidrato”, conta a nutricionista.

Antes disso, o aleitamento exclusivo, período em que os médicos indicam que as mães amamentem os recém-nascidos unicamente com leite, dura em média seis meses. “É interessante respeitar esse período, porque quando damos comidinhas antes disso, os bebês costumam rejeitar”, explica Priscila.

Na hora de colocar o ovo nas refeições do bebê, Priscila ainda lembra que o ideal é fazê-lo cozido ou mexido e deve ser oferecido junto com os demais alimentos, como batatas, macarrão e vegetais.

Conteúdo tirado do Site Vix

Benefícios do kiwi

A origem do kiwi está nas regiões montanhosas do Sudeste da China e no Brasil, a fruta foi introduzida no interior do estado de São Paulo, no município de Campos do Jordão, no ano de 1970, no entanto, a cultura alcançou maior expansão nos estados localizados no sul do país, mais precisamente no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para que haja frutificação, há necessidade de se plantar variedades que produzem flores femininas (produtoras) e aquelas que produzem flores masculinas (polinizadoras).

O kiwi é uma cultura de introdução relativamente recente em nosso país. Os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Minas Gerais são atualmente os maiores produtores, mas o país importa grande parte das suas necessidades do Chile.

Os frutos possuem um sabor levemente azedo, tem formato oval e achatado. Possui uma casca de cor marrom clara, coberta por pequenos pelos. A polpa da fruta é de cor esverdeada, apresentando diversas sementes pequenas e pretas no centro e devem ser colhidos ainda bem firmes e mantidos em depósito para completar a sua maturação. Completado esse procedimento, estarão aptos para o consumo.

Nutrientes do kiwi

O kiwi possui pectina, uma fibra importante para controlar os níveis de colesterol no sangue. O alimento não possui colesterol e contem magnésio, cobre, vitamina B6, niacina, vitamina A, riboflavina, cálcio, zinco, ferro, potássio, fósforo e os aminoácidos glutamato e arginina.

As categorias principais de fitoquímicos encontrados no kiwi incluem B-caroteno, compostos fenólicos e flavonoides, entre outros, que possuem capacidade antioxidante. É uma das poucas frutas de coloração verde quando madura, sendo a clorofila responsável pela cor verde.

O kiwi é uma fonte muito importante de ácido fólico. Na gravidez, em fase de crescimento e em situações de cicatrização, o ácido fólico tem um papel fundamental. Possui baixo teor calórico – cada 100 gramas tem aproximadamente 50 calorias. Todos estes compostos reunidos oferecem um potencial anticancerígeno e anti-inflamatório, que auxiliam no aumento da imunidade dos indivíduos que têm por hábito a frequência na ingestão dessa fruta.

Os kiwis são uma boa fonte de vitamina E, antioxidante conhecido por proteger a pele da degeneração. Estudos indicam que comer dois kiwis por dia ajuda a reduzir o potencial de coagulação do sangue. A fruta também possui boas quantidades de vitamina C, uma unidade e meia já possui as quantidades necessárias do nutriente por dia. A vitamina C melhora a imunidade, a absorção de ferro, evita problemas de visão e derrames.

As fibras do Kiwi ajudam a ligar e mover as toxinas do seu trato intestinal e auxiliam na digestão, evitam a prisão de ventre e outros problemas intestinais. O potássio presente no kiwi ajuda a manter nossos eletrólitos em equilíbrio e conter os efeitos do sódio. O baixo índice glicêmico e alto teor de fibras, não eleva o açúcar no sangue rapidamente, sendo um alimento seguro para os diabéticos.

Consumo do kiwi

Há relatos de alergia ao kiwi. As sementinhas pretas podem ser alergênicas para algumas pessoas. Caso elas sejam retiradas, não há problemas em consumir a fruta. A casca do kiwi pode ser consumida pura ou junto com a fruta, às fibras presentes nela ajuda pessoas que apresentem problemas de intestino preso. Uma boa higienização antes de consumir o fruto com a casca é indicada. O ideal é que o consumo da fruta seja realizado após aberta para evitar as perdas de nutrientes.

As principais formas de consumo do kiwi é ao natural, na forma de fruta fresca ou sucos naturais e industrializados, na forma de conserva enlatada, sorvetes, geleias, vinagre, vinho e aguardente. Sendo que a melhor forma de ingeri-lo é ao natural.

Conteúdo publicado pelo Site Minha Vida

Estudo aponta 5 piores e melhores alimentos para dieta

Uma pesquisa feita pela área de medicina da faculdade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que a perda de peso vai muito além da dieta e dos exercícios. Fazendo uma análise profunda dos hábitos alimentares de mais de 120 mil pessoas com idades entre 37 e 52 anos, foi possível identificar alimentos que engordam mais e outros que até ajudam na perda de peso, incluindo hábitos que contribuem para uma vida mais saudável.

Os médicos agruparam participantes de outros três estudos, e avaliaram, a cada quatro anos, a relação entre mudanças nos hábitos de estilo de vida e peso. Ao final do estudo, eles encontraram cinco alimentos que são uma grande armadilha para quem quer perder peso e outros cinco que são grandes aliados.

Os alimentos associados ao ganho de peso no período do estudo foram batatas fritas; outras batatas; bebidas adoçadas com açúcar; carne vermelha não processada e carnes vermelhas processadas. Os alimentos ligados ao menor ganho de peso e até mesmo à perda dele – em alguns casos – foram legumes; grãos integrais; frutas; oleaginosas e iogurte.

Os pesquisadores afirmam que a quantidade de gordura total desses alimentos não está fortemente ligada a perda ou ganho de peso, mas sim a qualidade destes.

Além disso, eles notaram que a adoção de outros hábitos, como dormir de 6 a 8 horas por noite, fazer exercícios e assistir menos a TV auxiliaram na perda de peso.

Emagreça mais mantendo um diário sobre a sua dieta

Manter um diário da dieta, anotando tudo o que se come, é mais um artifício que ajuda na redução de peso. A eficácia dessa técnica foi comprovada por uma pesquisa feita nos Estados Unidos. O estudo revelou que quem registra os alimentos que ingere emagrece em dobro.

No Brasil, a técnica é também recomendado por profissionais ligados à saúde alimentar. “Quando anotamos o que comemos, prestamos mais atenção em nossas escolhas. Assim, podemos reduzir o consumo calórico diário. Essa queda pode chegar a 30%”, diz a nutricionista Ligia Henriques.

A falta de uma ideia real do total de comida ingerida durante o dia acontece porque a memória tende a ser seletiva quando se trata de pequenas porções. Um docinho que um colega ofereceu, uma bolacha que você mastigou enquanto fechava um relatório e um refrigerante que tomou ao longo da tarde não costumam entrar na conta das calorias ingeridas.

Tudo isso deve estar registrado no diário. Como o objetivo é corrigir equívocos na alimentação e eliminá-los na sequência, o ideal é que você anote em detalhes o que come e bebe.

Dentre as anotações devem estar informações como quantas vezes por dia você ingeriu algo, os horários, as quantidades e as sensações relacionadas a cada refeição – se estava com fome antes ou não, se comeu rápido ou devagar, se estava sozinha ou acompanhada, se foi em um lugar tranquilo ou cheio de gente, se ficou satisfeita ou cheia demais etc.

Colocar o seu peso, não necessariamente diariamente, mas de vez em quando, também é uma boa saída para controlá-lo. Além disso, caso goste de escrever, você pode estender os assuntos para questões emocionais, que estão quase sempre relacionadas com o sucesso dos regimes.

De acordo com a pesquisa americana, o diário não precisa necessariamente ser feito em um caderno. Somente o ato de registrar o que você comeu, seja em um post-it, em um email enviado para você mesma ou até em um SMS, pode ser suficiente. O essencial é ser disciplinada para não esquecer nada e sincera para não burlar as regras.

A vantagem de manter o controle organizado é que, eventualmente, você pode levá-lo para seu nutricionista analisar. “O profissional consegue extrair informações importantes. É um excelente instrumento para orientar o paciente através dos erros e acertos. Eu sempre calculo o registro e sugiro substituições”, conta Ligia.

É bom lembrar que monitorar o que come não é um pré-requisito para emagrecer e, sim, um instrumento. Se você consegue controlar mentalmente seus hábitos alimentares, escrever cada item que ingere pode ser um incômodo extra no mar de preocupações que dietas, inevitavelmente, trazem.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

7 opções para substituir o açúcar

Bolos, tortas, doces, sorvetes e sobremesas são guloseimas que levam na receita o açúcar, componente apontado como vilão da alimentação saudável. Apesar de ser agradável ao paladar, o açúcar branco e refinado não carrega quantidades significativas de nutrientes e ainda recebe aditivos químicos no seu processo de industrialização. O resultado? Isso faz dele um alimento nocivo ao funcionamento do organismo. Tanto é que segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) o açúcar é tão perigoso quanto o álcool e o cigarro, e seu consumo também deveria ser controlado. Em artigo publicado pela revista Nature, os cientistas afirmam que ele é o responsável por problemas de saúde que vão além da obesidade e diabetes, também provoca a elevação do triglicérides, alterações no fígado e na hipertensão arterial.

Mas há uma saída para manter a saúde sem tirar o doce da alimentação: o jeito é substituir esse vilão por adoçantes (químicos ou naturais) mais saudáveis, que agregam valor nutricional à sua alimentação.

Mas vale lembrar que o abuso dos adoçantes também deve ser evitado, já que, em excesso, eles ativam os receptores de glicose no intestino. “Esse processo aumenta a glicemia – predispondo o diabetes – e o acúmulo de gordura no tecido adiposo”, explica a nutricionista Thais Souza, da rede de lojas Mundo Verde. Conheça alguns adoçantes saudáveis e escolha o que melhor se adapta a sua rotina alimentar. Eles ainda são a melhor opção, principalmente quando comparados com o ciclamato, que, de acordo com uma série de pesquisas, contém substâncias possivelmente cancerígenas.

Stévia

Os adoçantes feitos à base de stévia são extraídos da folha da Stevia rebaudiana, uma planta de origem sulamericana. Essa opção figura entre as mais saudáveis, já que é de origem natural e não causa qualquer alteração na glicemia. “Ela adoça cerca de 300 vezes mais que o açúcar sem adicionar calorias à dieta”, explica a nutricionista Bruna Pinheiro, do programa de emagrecimento Dieta e Saúde, que recomenda o uso em sucos, sorvetes, chás e pratos cozidos ou assados.

Açúcar mascavo

Para quem não tem diabetes, o açúcar branco pode ser substituído pelo açúcar mascavo. “Esse alimento é obtido das primeiras extrações da cana, por isso possui menos calorias e mais minerais – como cálcio, magnésio, potássio e fósforo – que o açúcar branco” explica Bruna.

Ele pode ser utilizado da mesma maneira que o açúcar branco, mas vale ressaltar que ele contém calorias e por isso deve ser usado com moderação.

A compra desse alimento também merece atenção, já que pode ser feita a granel, em que o produto fica exposto. Nesse caso o risco de contaminação é maior. Prefira comprar o produto embalado e confira os dados de lote e prazo de validade.

Açúcar demerara

Também chamado de cristal dourado, o açúcar demerara é levemente refinado, ficando entre o açúcar mascavo e o refinado. “A principal vantagem é que ele não recebe aditivos químicos”, explica Thaís. Seus grãos são maiores e um pouco mais difíceis de diluir. Uma sugestão é triturá-lo no liquidificador antes de consumir. Seu valor nutricional é semelhante ao do açúcar mascavo.

Sucralose

“A sucralose é elaborada a partir da modificação da molécula do açúcar. Apesar de não conter nutrientes, ela não tem os efeitos nocivos do açúcar, já que não altera a taxa glicêmica” explica a nutricionista da rede Mundo Verde. Os adoçantes de mesa feitos à base de sucralose possuem poder adoçante 600 vezes maior que o açúcar, têm sabor agradável e podem ser utilizados em preparações quentes e frias.

Mel

Constituído por frutose e glicose, ele é fonte de carboidratos, vitaminas do complexo B e minerais. Também é conhecido pelas suas ações antifúngica e bactericida. Mas possui elevado valor calórico, portanto não deve ser consumido em grande quantidade. “Quando é aquecido, o mel pode sofrer uma perda significativa dos nutrientes. Por isso, prefira consumi-lo sem cozinhar”, explica a nutricionista Thais

Açúcar orgânico

O açúcar orgânico é cultivado e processado sem o uso de qualquer aditivo químico. “Isso garante que o alimento seja mais nutritivo que a versão refinada, e livre de substâncias que fazem mal ao organismo”, explica Bruna. No entanto, seu consumo também deve ser moderado, já que também aumenta a taxa glicêmica no sangue.

Acessulfame-K

Este adoçante é derivado do potássio e tem poder adoçante entre 130 e 200 vezes maior do que o açúcar branco. Ele pode ser adicionado à comida e bebida. Também está presente nos chicletes que não levam adição de açúcar. Apesar de não adicionar nutrientes à alimentação, não há estudos comprovando seu efeito nocivo ao organismo.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida

Benefícios da tapioca, como preparar e receitas

A tapioca é feita com a fécula da mandioca que é aquecida na frigideira e derrete um pouco, formando uma casca que pode ser utilizada como um crepe. O principal macronutriente presente na tapioca é o carboidrato.

Este alimento tipicamente brasileiro está em destaque nos últimos anos por não conter glúten. Assim, a tapioca tem sido muito utilizada como substituta do clássico pãozinho. O glúten é uma proteína encontrada junto com o amido em cereais como o trigo, centeio, cevada e malte. Assim, todos os alimentos derivados destes cereais, como o pão francês, possuem glúten. Apesar de muitas pessoas acreditarem que o glúten favorece o ganho de peso, isto não é verdade.

Principais nutrientes

A tapioca é rica em amido que é uma ótima fonte de carboidratos. Ao ingerimos carboidratos, temos glicose na corrente sanguínea constantemente, esta é a principal molécula que fornece energia para as células do corpo.

Os carboidratos também são essenciais para o funcionamento do cérebro. Eles ainda são aliados do bom humor. A diminuição do consumo de carboidratos pode afetar a produção de serotonina, um neurotransmissor capaz de influenciar o humor e o bem-estar dos indivíduos. A tapioca também conta com um pouco de zinco e potássio.

Benefícios da tapioca

O principal benefício da tapioca é ser uma fonte rápida e prática de energia para o organismo. Assim, ela é boa para quem acabou de realizar uma atividade física intensa, pois fornece com velocidade a energia que havia sido perdida. Também é uma ótima alternativa para pessoas que tem intolerância ao glúten, já que não possui esta substância.

Os problemas do consumo da tapioca

A tapioca possui altos índice e carga glicêmicos. Carga glicêmica é a quantidade de glicose que o alimento possui, enquanto o índice glicêmico é a velocidade com que a glicose entra no organismo.

Quando um alimento possui carga e índice glicêmicos altos isto pode levar a problemas de saúde como: obesidade, diabetes tipo 2, problemas na cognição e problemas cardiovasculares. A obesidade ocorre porque com maiores carga e índice glicêmicos, a quantidade de insulina no corpo aumenta. Esses excesso de insulina no corpo leva ao acúmulo de gorduras. O excesso de peso favorece o diabetes tipo 2. Além disso, se o corpo produzir insulina em excesso constantemente, torna-se necessário uma quantidade cada vez maior deste hormônio para cumprir sua função. Isto pode gerar uma sobrecarga no pâncreas, que é o responsável por secretar a insulina, o que causa o diabetes tipo 2. Por isso, a tapioca não é orientada para pessoas com diabetes ou pré-diabetes.

Pão X tapioca

Atualmente, há a crença de que a tapioca seria mais saudável do que o pão. Contudo, isto só é válido para pessoas com intolerância ao glúten. Tanto os pães quanto a tapioca possuem muitas calorias. 100 gramas de pão francês contam com 300 calorias, segundo a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos da Unicamp, enquanto a mesma quantidade de tapioca possui 240 calorias, de acordo com a TACO. O pão francês possui um índice glicêmico um pouco menor do que a tapioca. Assim, ambos são fontes de carboidratos e afetam o organismo de forma similar.

Contudo, o pão integral é uma escolha mais saudável do que a tapioca. Isto porque ele possui um índice glicêmico muito menor do que a tapioca e ainda tem proteínas e vitaminas do grupo B.

Quantidade recomendada

Não há uma orientação sobre o consumo da tapioca especificamente. Mas há uma recomendação sobre a quantidade de cereais ingeridos no dia. Recomenda-se entre duas e quatro porções, sendo que o melhor é manter a média de três porções no dia.

Como consumir

Como a tapioca não possui muitos nutrientes, é importante adicionar fontes de fibras e proteínas nela. Boas opções de fibras são chia, aveia, linhaça e gergelim que podem ser adicionados na massa. Para o recheio, boas opções são atum, frango desfiado, ovo (desde que não seja frito), queijo branco e outros. Vegetais e legumes também podem ser adicionados no recheio.

Contraindicação

A tapioca não é orientada para pessoas com diabetes e também pré-diabetes. Quem tem obesidade também deve evitar grandes quantidade de tapioca, já que ela favorece o ganho de peso.

Conteúdo tirado do Site Minha Vida