Cuidados na cozinha ao preparar alimentos

7 precauções essenciais que você deve incluir na sua vida

1. Esqueça a colher de pau

Isso pode ser algo triste de se ler. Afinal, a colher de pau já é uma amiga antiga para muitos. No entanto, essa colher, aparentemente, inofensiva, pode ser um atalho para contaminações.
Os microorganismos se fixam nas ranhuras da madeira e dificilmente são eliminados na lavagem, além de sobreviverem por longos períodos. Isso faz com que o reuso da colher de pau possa ser perigoso.

2. Não misture as coisas

Alimentos possuem bactérias de sua própria natureza. Quando misturadas, essas bactérias podem contribuir para a deterioração do produto ou facilitar mutações prejudiciais ao nosso corpo. Por isso, não coloque diferentes alimentos em um mesmo recipiente e evite utilizar a mesma colher para todas as panelas.

3. Esteja com a higiene em dia

Provavelmente, você já sabe que limpar bem as mãos é essencial ao lidar com alimentos. Além disso, é preferível que as unhas estejam curtas, sem esmaltes e acessórios. Portanto, molhe bem as mãos e antebraços com água e lave-os com sabonete líquido neutro, espalhando bem o sabão entre a palma, unhas, espaços entre os dedos e antebraços.
E, claro, use uma toalha limpa para se secar.

4. Não quebre ovos na pia

Se a sua pia não estiver devidamente higienizada, nem pense em fazer isso. Na verdade, até se ela estiver limpinha é bom repensar. O ovo pode conter salmonella – uma bactéria que provoca doenças gastrointestinais – e, ao entrar em contato com a pia, ele mesmo pode contaminá-la. Consequentemente, outros alimentos podem ser contaminados.

5. Faça a higienização da maneira correta

Comece pelos vegetais, tirando folhas estragadas e descartando as folhas externas. Lave em água tratada, tire bem a terra e as sujeiras. Não se esqueça de lavar bem as verduras com água corrente. Depois disso, coloque tudo numa travessa com uma colher de água sanitária dissolvida em um litro de água, deixando de molho por cerca de 15 minutos.Para as folhas, o ideal é lavar em água corrente e deixar de molho em uma solução de água com bicarbonato de sódio durante 20 minutos. Frutas com casca devem seguir esse mesmo procedimento.

6. Livre-se da “lixeira de pia”

Nem precisa dizer que cozinhar do lado do lixo não é legal, né? Restos de comida são excelentes para que bactérias cresçam e “pulem” nos outros alimentos. Lixeira sempre no chão.

7. Abandone os panos de pia

Temos aqui um par perfeito para bactérias e microorganismos: água e restos de alimentos. É exatamente tudo o que esses germes precisam para aumentar. Procure usar toalhas descartáveis ou pequenos rodos para secar a pia.

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Alimentos que não devem ser guardados na geladeira

5 alimentos que você, provavelmente, sempre armazenou da maneira errada

Muitos veem a geladeira como uma espécie de armazém totalmente seguro para qualquer comida. Engana-se quem pensa assim. Afinal, o tempo de vida de certos alimentos é prejudicado pela refrigeração. Saber preservar os alimentos da maneira correta é essencial, pois evita desperdícios tanto da comida quanto do seu dinheiro. Abaixo, confira uma lista de 5 alimentos que você, provavelmente, guarda na geladeira, mas não deveria.

– Tomates

Sim, é um choque descobrir isso. Afinal, quem não guarda os tomates na geladeira? No entanto, ao guardá-los na geladeira eles acabam adquirindo uma textura “esfarinhada”. Procure deixá-los em um local seco.

– Batatas

Assim como o tomate, a melhor opção é armazená-la em um local seco e fresco. Seja batata inglesa, batata-doce ou qualquer outro tipo. Só guarde batatas na geladeira se elas estiverem embaladas a vácuo.

– Cebola e alho

Você sempre guardou eles na geladeira, né? Pois saiba que isso pode deixá-los mais úmidos, o que facilita a formação de fungos.

– Frutas

Mesma regra: local fresco e seco. Apenas coloque-as na geladeira se estiverem muito maduras. Desse modo, você evita que elas estraguem.

– Pó de café

A umidade da geladeira é péssima para o pó de café. Guarde-o em um lugar fresco, seco e, de preferência, em um pote vedado. Assim, você evita que insetos entrem.

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Arroz de forno saudável

Soltinho, leve e cheio de nutrientes

Já viu alguém falar que não gosta de arroz? Nós nunca vimos! O famoso acompanhante do feijão já tem seu lugar consagrado na cultura brasileira. Delicioso, fornecedor de energia e, claro, excelente fonte de carboidratos. Inove suas refeições com mais uma receita fácil diferenciada:

Ingredientes:

– 5 colheres (sopa) de azeite
– 500g de peito de frango cortado em cubinhos
– 1 cebola picada
– 3 dentes de alho amassados
– 4 tomates cortados em cubos
– 2 xícaras (chá) de arroz integral
– 1 colher (chá) de sal marinho
– 5 xícaras (chá) de água fervente
– 1 cenoura média picada
– 2 espigas de milho cozido
– ½ xícara de azeitona sem caroço
– 1 xícara (chá) de repolho cortado em tiras finas
– ½ xícara (chá) de salsinha e cebolinha picada
– 300g de queijo branco cortado em cubos

Modo de preparo:

Use uma panela grande para aquecer o azeite em fogo médio e depois junte o frango, a cebola, o alho e refogue até dourar. Depois, adicione os tomates picados e refogue até ficarem amolecidos. Acrescente um pouco de água quente se for necessário.
Adicione o arroz, o sal, a água fervente, a cenoura e cozinhe com a panela parcialmente tampada até que o arroz fique macio e a água tenha secado. Pré-aqueça o forno a 180ºC por 10 minutos. Tire o arroz do fogo e misture o repolho, o milho, a azeitona, a salsinha, a cebolinha e o queijo branco. Coloque o arroz em um refratário grande e leve ao forno por cerca de 20 minutos. Agora é só servir.

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Benefícios da couve para a dieta

Não importa o tipo, desde que você inclua na sua dieta

Getty Images – Couve Manteiga

“Couve” é, na verdade, um nome genérico que serve para definir uma variedade de outras hortaliças da da família das Brassicaceae. A mais famosa, no entanto, é a “couve-manteiga”, cujo nome científico é Brassica oleracea variedade acephala. Há também a couve-flor, a couve-de-bruxelas, a couve-galega, a couve-rábano e a couve-coração-de-boi. Embora os nomes sejam diferentes – e até o gosto – todas trazem inúmeros benefícios.

Couve emagrece?

Nenhum alimento por si só emagrece, como já sabemos. O que emagrece é o conjunto de uma boa alimentação equilibrada e exercícios físicos regulares. Contudo, essa verdura é cheia de nutrientes necessários ao nosso organismo, participa de ações antioxidantes, antienvelhecimento celular e muito mais.

Couve faz (muito) bem

Essa plantinha faz parte do grupo das crucíferas. Esse grupo contém pigmentos antioxidantes que previnem doenças crônico-degenerativas, como o câncer. Ela é uma excelente fonte de ferro, fósforo, cobre, cálcio, manganês, magnésio e selênio. Tudo isso faz você prevenir a anemia e ainda contribuir para ter músculos, ossos e dentes mais fortes, além de um melhor funcionamento dos neurotransmissores.
Ela também possui potássio, responsável pela contração muscular e funcionamento cardíaco, e zinco, que é de extrema importância para agir contra a ação de vírus, bactérias e fungos.
Rica em fibras
Essa qualidade da plantinha faz com que você tenha mais sensação de saciedade e melhore o trânsito intestinal. Também evita picos de glicose, fazendo com que a diabetes seja prevenida.

Tem poucos pontos (ou calorias)

Pouco calórica, mas com um enorme poder de gerar saciedade. Sua recomendação diária é de apenas 100g, que totalizam míseras 25 calorias.

Como consumir

Além de poder refogar, cozer ou, até mesmo, consumir crua, é possível fazer um suco. Com certeza você já ouviu falar dos famosos “sucos de couve” ou “sucos verdes”. Se você quer inovar e optar pela bebida, você pode ser criativo e incluir grãos saudáveis, água de coco e chás.

Conheça benefícios de outros alimentos:

Benefícios da batata-doce

Benefícios do vinho

Lasanha de abobrinha light

Uma alternativa saudável e deliciosa que cabe na dieta

Ingredientes:

– 1 abobrinha crua
– 1 xícara (chá) de molho de tomate caseiro
– sal a gosto
– pimenta do reino em pó a gosto
– 1 tomate pequeno
– 200g de peito de peru defumado
– 200g de queijo cottage
– 1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado light
– orégano seco a gosto

Modo de preparo Lasanha:

Fatie a abobrinha e tempere com sal e pimenta. Fatie os tomates – não tempere-os. Coloque em um refratário uma camada de molho, abobrinha, peito de peru e tomate. Tempere mais um pouco e adicione manjericão. Acrescente mais uma camada de molho e cubra com o queijo ralado. Repita essas camadas até terminar com o queijo no topo. Agora é só levar ao forno por meia horinha, deixando até o queijo gratinar.

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Macarrão Integral com molho de abobrinha

Abobrinha de forno

Como conservar alimentos da maneira correta

Nunca mais abra a geladeira e encontre comida estragada

Você chegou em casa morrendo de fome, abriu a geladeira ou o armário e, ao pegar aquele alimento em que você ficou pensando o dia inteiro, viu que ele estava estragado. Existe sensação pior que essa? Ter que jogar comida fora, além de ser um desperdício lamentável, é uma dor horrível. Dói porque não vamos comer aquilo que queríamos, dói porque desperdiçamos dinheiro, dói por diversos fatores. Mas pode ficar tranquilo: depois dessas dicas, você não vai mais passar por isso.

Congelamento dos alimentos

É preciso ter um cuidado muito especial para não errar aqui. Para congelar da forma correta, é necessário estar atento à temperatura do freezer, que deve ser de -18ºC, no mínimo.
Temperaturas maiores que essa podem aumentar a chance de reprodução de bactérias.
Além disso, não são todos os alimentos que podem ser congelados – embora quase todos possam. Batatas cozidas, vegetais consumidos crus, ovos, tomate, banana, pêra, gelatina pronta, manjares, pudins e maionese são alguns exemplos de alimentos que você deve manter bem longe do freezer.

Como congelar alimentos da maneira correta

Pra começar, separe alimentos bons e limpos. Assim, você está garantindo que eles não irão ficar contaminados. Agrupe-os em porções pequenas, dentro de sacos plásticos ou potinhos. Lembre-se: a quantidade ideal é a mesma para consumo de uma refeição. Uma outra boa dica é colocar pequenas etiquetas nos alimentos para identificar a data de validade.

Alimentos refrigerados

– Pescados e derivados
Armazenamento
Temperatura máxima: 4ºC
Tempo: 24 horas

– Carnes (bovinas, aves, suíça)
Armazenamento
Temperatura máxima: 4ºC
Tempo: 72 horas

– Frutas sensíveis e folhosos
Armazenamento
Temperatura máxima: 10ºC
Tempo: 72 horas

– Outras frutas e legumes
Armazenamento
Temperatura máxima: 10ºC
Tempo: 1 semana

– Alimentos que foram cozidos
Armazenamento
Temperatura máxima: 4ºC
Tempo: 72 horas

– Ovos
Armazenamento
Temperatura máxima: 10ºC
Tempo: 10 dias

– Maionese e molhos em geral
Armazenamento
Temperatura máxima: 4ºC
Tempo: 24 horas

– Laticínios
Armazenamento
Temperatura máxima: 4ºC
Tempo: 7 dias

Produtos congelados

– Peixes gordos (sardinha, atum, salmão)
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 3 meses

– Peixes magros crus
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 6 meses

– Peixes magros cozidos
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 2 meses

– Carne bovina
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 6 meses

– Carne bovina moída
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 4 meses

– Carne bovina cozida
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 3 meses

– Carne de porco
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 6 meses

– Presunto
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 2 meses

– Salsichas e linguiças
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 1 mês

– Vegetais escaldados
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 6 meses

– Vegetais em preparações

Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 1 mês

– Pizzas
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 1 mês

– Bolos simples
Armazenamento
Temperatura mínima: -18ºC
Tempo: 3 meses

Nunca se esqueça de verificar o prazo de validade dos alimentos, não deixar sua geladeira úmida e, sempre que puder, opte por recipientes de vidro!

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Profissões que engordam: confira 8 carreiras que mais “atrapalham” a dieta

Confira se a sua profissão está na lista e veja como reverter esse cenário

Uma pesquisa realizada pelo CareerBuilder mostrou que 55% dos profissionais se consideram acima do peso. Além disso, 41% contam que ganharam peso depois que entraram em seu emprego atual. A seguir, confira os resultados dessa pesquisa feita com mais de 3.600 entrevistados.

Carreiras que mais engordam

– Assistente administrativo (69%)
– Engenheiro (56%)
– Professor/Instrutor (51%)
– Enfermeiro (51%)
– Gerente de TI/Administrador de redes (51%)
– Advogado/Juiz/Profissional jurídico (48%)
– Operador de máquinas (45%)
– Cientistas (39%)

Causas para o ganho de peso

– Ficar sentado o dia inteiro (56%)
– Comer em excesso devido ao extresse (35%)
– Comer fora sempre (26%)
– Comer muitos doces no trabalho (17%)
– Pular refeições por causa da correria da rotina (17%)
– Festas da empresa (17%)
– Pressão para comer alimentos que colegas de trabalho oferecem (9%)
– Happy hours (4%)

Viu sua profissão na lista e já está pensando em largar tudo para não engordar mais? Calma aí! É importante lembrar que, independente da profissão escolhida, passar muitas horas sentado, não praticar exercícios físicos regularmente e manter hábitos alimentares ruins,são fatores que nos deixam mais propensos a engordar. O ganho de peso depende mais de você do que de sua profissão. De acordo com Rosemary Haefner, VP de recursos humanos da CarrerBuilder, 2 em cada 5 profissionais não se exercitam regularmente e 1 em cada 10 não faz absolutamente nenhum tipo de exercício.

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Dieta cetogênica é uma boa?

Dieta cetogênica: conheça os prós e contras desse método

Dieta cetogênica emagrece?

Bom, ela pode, sim, emagrecer. Afinal, a dieta cetogênica reduz bastante o consumo de carboidratos, que são nossa maior fonte de energia. E, quando isso acontece, nosso corpo precisa procurar fontes alternativas para extrair energia e continuar funcionando. Consequentemente, ele irá precisar tirar energia da nossa reserva calórica: a gordura.
No entanto, essa queima de gordura irá levar à liberação de corpos cetônicos, que podem causar enjoos e náuseas, quando em excesso.

Como funciona a dieta cetogênica?

Costuma ser composta da seguinte maneira: 50% de gorduras, 30% de proteínas e 10% de carboidratos. Porém, não pode ser qualquer tipo de carboidrato. Arroz branco, pão francês, açúcar, massas e não estão permitidos. De maneira geral, qualquer carboidrato simples é proibido. Enquanto isso, não há restrição quanto às proteínas e gorduras. Até mesmo os embutidos são liberados.

Cardápio dieta cetogênica

A seguir, confira um modelo de cardápio de um dia da dieta cetogênica:

Café da manhã: 3 ovos mexidos feito com 2 colheres (sopa) de óleo de coco + 1 copo de 300ml de chá de hibisco com canela ou chá verde com limão

Almoço: 250g de filé de frango + alface lisa à vontade + 3 nozes inteiras + 3 colheres de sopa de abacate

Jantar: 200g de tilápia + 1 maçã + 5 castanhas de caju + 1 colher (sobremesa) de passas + 100g de folhas mistas + 1 colher (sopa) de óleo de macadâmia

Vantagens da dieta cetogênica

Provavelmente, a única “vantagem” é a rápida perda de peso. Contudo, vale ressaltar que nem sempre isso é algo bom. Afinal, peso não indica a sua composição corporal, portanto, ao seguir essa dieta, você pode estar perdendo mais água e massa magra do que gordura.

Desvantagens da dieta cetogênica

Infelizmente, há mais itens listados do que nas vantagens.

Problemas para se concentrar: Sem carboidratos, ficamos com pouquíssima glicose no corpo. Sem glicose no corpo, o cérebro não consegue realizar bem suas funções.

Humor alterado: Os carboidratos são responsáveis por levar o triptofano ao cérebro, que é essencial para a produção de serotonina – o hormônio do bem-estar. Desse modo, é fácil ficar mal-humorado.

Possível perda de massa magra: A restrição extrema de carboidratos pode levar à queima de músculos. Isto ocorre porque a outra fonte alternativa de energia a qual o organismo irá recorrer provém dos aminoácidos presentes nos músculos.

Pode causar hipoglicemia: Poucos carboidratos resultam em baixos níveis de açúcar no sangue. Consequentemente, a hipoglicemia pode atacar.

Aumento de colesterol: A dieta cetogênica estimula o consumo de gorduras, e não só das gorduras boas. O excesso de gorduras saturadas aumenta os níveis de LDL (colesterol ruim), que pode entupir artérias e causar graves problemas cardíacos.

Maior risco de câncer:
Nos embutidos – que são permitidos pela dieta cetogênica – é possível encontrar nitritos. Essa substância aumenta o risco de câncer no aparelho digestivo.

Observações importantes

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a distribuição dos macronutrientes para pessoas saudáveis deve ser de: 55 a 75% de carboidratos, 10 a 15% de proteínas e 15 a 30% de gorduras.

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Macarrão saudável ao molho de berinjela

Incremente suas refeições com essa deliciosa receita


Que tal uma macarronada? Hoje, você vai aprender mais uma receita deliciosa para sair da mesmice do cotidiano e, claro, emagrecer! Quem disse que macarrão não cabe na dieta estava muito enganado.

Ingredientes:

– 250g de macarrão integral cozido
– 1 berinjela grande
– 4 tomates maduros descascados e sem semente
– 1 cebola picada
– 1 dente de alho picado
– mangerona
– manjericão a gosto
– 1 limão
– orégano a gosto
– ⅓ de xícara de azeite
– azeitonas verdes picadas a gosto
– sal a gosto

Modo de preparo:

Corte a berinjela em pequenos cubos (não precisa descascá-la) e deixe de molho por cerca de 30 minutos em água com sal e um suco de 1 limão. Aqueça o azeite em uma panela e coloque cebola e alho para refogar. A seguir, acrescente a berinjela em fogo baixo. Quando a berinjela estiver completamente murcha, você saberá que ela está terminando de refogar. Agora, adicione o tomate picado e o restante dos ingredientes. Deixe apurar por, aproximadamente, 20 minutos com a panela semi tampada. Pronto para servir!

Rendimento:

5 pratos de 5 pontosDS cada.

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Graves doenças que estão muito mais relacionadas do que você pensa

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 1 bilhão de pessoas em todo o mundo têm pressão alta. No Brasil, cerca de 30% da população sofre com pressão alta – um dos principais fatores de risco para as doenças do coração e primeira causa de mortes no país.
Enquanto isso, o diabetes já atinge cerca de 350 milhões de pessoas no mundo, segundo estimativas da própria OMS. Em território nacional, cerca de 10% da população sofre com a doença.

Obesidade no Brasil

De acordo com o “Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e Caribe”, mais da metade dos brasileiros estão com sobrepeso. Entre eles, a obesidade chega a atingir 20% dos adultos. O documento, que baseia-se em dados da OMS, mostra que o sobrepeso em adultos no Brasil passou de 51,1% (2010) para 54,1% (2014).
As mulheres que apresentam quadro de obesidade encontram-se em maior número do que os homens. Além disso, estima-se que 7,3% das crianças com menos de 5 anos estão acima do peso – mais uma vez, sendo as meninas as mais afetadas.

Obesidade e hipertensão

Não é fácil identificar uma única causa para a origem dessa doença. Afinal, vários fatores – isolados ou em conjunto – podem contribuir para o avanço desse quadro clínico. Alguns deles são: excesso de sal, sedentarismo e, claro, excesso de peso. A abundância de tecido adiposo (gordura) na região do abdômen está diretamente ligada ao aumento da pressão arterial.
A obesidade aumenta os níveis de insulina no sangue e, também, a retenção de sódio pelos rins.

Obesidade e diabetes

O diabetes está diretamente relacionado não só à obesidade, mas ao sedentarismo. Dados da Federação Mundial de Diabetes – recolhidos em 2013 – apontam que 80% dos 11,9 milhões de brasileiros adultos que sofrem com diabetes também apresentam sobrepeso.
O indivíduo obeso, como já vimos, tem maior resistência à insulina. Uma vez resistente a esse hormônio e pronto: você está no caminho certo para ficar diabético. Afinal, é isso que acontece quando seu pâncreas não consegue mais fazer insulina suficiente para lidar com essa resistência. Assim, os níveis de açúcar no sangue começam a subir loucamente, podendo acarretar diversas outras doenças graves, além da clássica diabetes tipo 2,

Obesidade e depressão

A Organização Mundial da Saúde define depressão como um transtorno mental comum caracterizado por tristeza, perda de interesse, ausência de prazer, oscilações entre sentimentos de culpa e baixa autoestima.
Cerca de 30% das pessoas que buscam emagrecer apresentam algum grau de depressão. É fato que pessoas obesas correm maior risco de adquirirem essa doença.
A própria depressão pode trazer sintomas que levam à obesidade, como compulsão alimentar ou aumento de apetite. Além disso, estar com depressão faz com que a circulação do cortisol no nosso organismo aumente, fazendo com que células de gordura sejam acumuladas mais facilmente.

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