Exercícios físicos diminuem a vontade de comer doce, diz estudo

A resposta para o vício no açúcar pode estar nos exercícios

A primeira coisa que você tem que ter em mente é que é possível, sim, emagrecer sem ter que deixar de comer aqueles doces que você ama! Com uma reeducação alimentar bem feita, você perde peso de maneira natural e sem privações exageradas! E se você ainda duvida que isso é possível, clique aqui para ver vários depoimentos de pessoas que emagreceram sem ter de deixar que comer o que gostam!

Agora, vamos a parte dos exercícios! Confira o texto publicado pelo site Minha Vida, que mostrou os resultados de uma pesquisa feita pela Universidade de Leeds, na Inglaterra.

Para o trabalho, feito com 180 participantes, foram avaliadas a capacidade respiratória das pessoas, sua composição corporal e seus índices metabólicos. Depois, foram criados três grupos, entre os que praticavam alguma atividade de alta intensidade, média intensidade e baixa intensidade.

O próximo passo foi registrar o apetite de cada participante, incluindo seus gostos pessoais e grau de saciedade. Na análise, foi possível observar que os participantes mais ativos esportivamente consideravam em até 15% das vezes comidas gordurosas como menos atraentes do que os menos ativos.
Apesar dessa análise, os autores do estudo destacam que ainda são necessários novos testes. “O que nós descobrimos é que existe uma clara relação entre a intensidade da atividade física, aumentando a frequência cardíaca, produzindo suor e o desejo de comer itens cheios de gordura”, disse o pesquisador Graham Finlayson, em entrevista para o jornal The Telegraph.
“Podemos especular que aqueles que já ganham sua recompensa e alegria diárias ao se exercitarem são menos propensos a sucumbir às tentações das junk foods”, finaliza ele.

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8 tipos de Ioga e seus benefícios

Técnica milenar que trabalha o corpo e a mente

Todo mundo já ouviu falar de Ioga, mas poucos sabem que ela tem tantos “estilos” diferentes hoje em dia. Essa prática milenar que teve origem na Índia já conquistou muitos adeptos! Se você tem vontade de se tornar um praticante, continue lendo a matéria e escolha o estilo que mais te agradar!

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1. Ioga clássica

No Ocidente, a vertente mais popular é o Hatha, termo sânscrito que faz alusão à união entre corpo e espírito. Posturas (asanas), gestuais (mudras), técnicas de controle respiratório (pranayamas), contração dos músculos e órgãos (bandhas) e exercícios de concentração e purificação (shatkarmas) fazem parte das aulas, que seguem um ritmo tranquilo, ideal para iniciantes, gestantes e idosos. “Trata-se de uma jornada rumo ao autoconhecimento”, resume a educadora física especializada em atividades rítmicas Sílvia Deutsch, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro.

2. Power ioga

Surgiu como uma alternativa mais comercial ao Ashtanga Vinyasa, ramificação da ioga tradicional que tem ritmo mais agitado. Diferentemente da versão original, não há sequências pré-definidas, e a música ambiente é bem-vinda, o que a fez cair no gosto de quem prefere algo mais dinâmico. Pessoas que buscam exercícios intensos também aprovam a power ioga, já que ela intercala posições que exigem força e equilíbrio. Blocos, cordas, cintos, pesos e outros acessórios são utilizados tanto para facilitar a vida dos novatos quanto para potencializar o esforço e os ganhos dos veteranos.

3. Hot ioga

Na sala, o termômetro registra até 40 °C. Os instrutores garantem: altas temperaturas resguardam a musculatura e desintoxicam o organismo por meio do suor. “De fato, o calor atua nos músculos, aumentando a flexibilidade, mas não existe comprovação científica para benefícios além desse”, diz Ivan Pacheco, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, no Rio Grande do Sul.O médico lembra que, se não houver preparo, há risco de hipertermia, queda de pressão e desmaio. Para quem já está mais condicionado, pode ser a pedida para superar limites. Só não vale esquecer de beber água, baixar o ritmo ao final da aula e evitar choque térmico na saída.

4. Superioga

Elaborada pelo educador físico Paulo Junqueira, de São Paulo, é um método de fortalecimento físico e psicológico composto de oito séries fixas de aproximadamente 50 posturas simples da ioga clássica, executadas com permanências, repetições e inclusão de movimentos para deixá-las mais dinâmicas. Daí a comparação com aulas de ginástica, que deu visibilidade à prática. “Criei a superioga nos anos 1990 com o objetivo de incentivar as pessoas a buscar uma melhor qualidade de vida, principalmente na terceira idade, quando costuma faltar força e disposição para o dia a dia”, conta Junqueira.

5. Acro ioga

Surgiu por volta de 1990 no Canadá e nos Estados Unidos e desembarcou no Brasil em meados de 2007. Como o nome sugere, essa modalidade alia posturas da ioga clássica a movimentos acrobáticos. É também um baita exercício para aprender a trabalhar em equipe, uma vez que grande parte dos movimentos é feita em dupla. “A presença do outro serve ainda como fonte de motivação e apoio”, diz a terapeuta psicocorporal Eliane Lilli, do estúdio Acro Yoga Brasil, na capital paulista. Essa linha não é recomendada quando a pessoa não pode abusar no esforço físico ou tem lesão em articulações ou ligamentos.

6. Aero ioga

O diferencial fica por conta de tecidos presos ao teto, como acontece em aulas ou atrações circenses. “Eles potencializam a sensação de relaxamento e servem de ferramenta para a execução das posturas tradicionais, evitando impacto sobre a coluna e facilitando o alongamento”, destaca Eliane. Com sequências específicas e sob supervisão profissional, a prática pode ser introduzida a partir dos 4 anos de idade e é indicada até para pessoas com lesões em alguma parte do corpo ou fragilidade óssea, articular ou muscular. “Basta evitar pressão sobre a região que está com problema”, orienta a professora.

7. Ioga dance

Com duração de até duas horas, as aulas são divididas em sete partes, trabalhando cada um dos chacras, pontos de energia no corpo, e cinco elementos (terra, água, fogo, ar e éter) por meio de determinados estilos, letras e variações de notas. Nas três primeiras etapas, o ritmo é crescente e instiga estabilidade, criatividade e empoderamento. Depois, é hora de cantar, ouvir, relaxar, refletir e agradecer. “A proposta é combinar a liberdade da dança com a consciência da ioga, entregando-se inteiramente ao que se está fazendo no momento”, conta a professora de ioga e criadora da modalidade Fernanda Cunha, de São Paulo.

8. Sup ioga

Na onda do stand up paddle, esporte em que se rema em pé sobre uma prancha, muitos praticantes de ioga trocaram as salas espelhadas pelo contato com a natureza. “Priorizamos águas calmas e posturas de permanência, sem movimentos, para manter o equilíbrio”, explica a atleta e precursora da atividade no país, Bianca Guimarães, de Minas Gerais. Onde encontrar? Nas praias de Maceió, João Pessoa, Búzios (RJ), Florianópolis e Ilhabela (SP). Não pode viajar? Basta uma piscina larga e funda para conseguir praticar.

*Conteúdo publicado originalmente no site da Saúde *

Excesso de peso matou 4 milhões de pessoas em 1 ano

Quando dizem que obesidade mata, não é brincadeira

Aproximadamente 30% da população mundial está acima do peso — desses, 600 milhões de adultos e 150 milhões de crianças têm índice de massa corporal (IMC) acima de 30, o que acusa obesidade. Mas mesmo quem está abaixo desse valor deve se preocupar: das 4 milhões de mortes atribuídas ao excesso de gordura em 2015, quase 40% ocorreram entre sujeitos com IMC entre 25 e 30, considerado apenas como sobrepeso.

Os dados, que fazem parte de um novo levantamento da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, revelam “uma crescente e perturbadora crise de saúde pública global”, como definem os autores da investigação. A avaliação é significativa porque incluiu 195 países e territórios – e os resultados foram obtidos ao longo de 35 anos de observação.
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Os cientistas analisaram inúmeros relatórios sobre a relação da obesidade com variadas disfunções. Além disso, basearam-se em outro grande estudo que verificou o impacto de mais de 300 doenças ao redor do globo.
“As pessoas que ignoram o aumento de peso fazem isso por conta e risco: risco de doenças cardiovasculares, diabetes, câncer e outras condições que ameaçam a vida”, diz Christopher Murray, um dos autores da pesquisa. E, mais do que a longevidade, cabe ressaltar a qualidade de vida. Segundo o levantamento, em 2015 a soma de anos vividos com alguma consequência considerável do excesso de peso — de câncer a hipertensão — entre a população mundial chegou a incríveis 120 milhões.

A maior taxa de obesidade entre crianças e jovens é a dos Estados Unidos, com quase 13%. Em adultos, o país campeão nesse quesito é o Egito, com alarmantes 35%. Ao total, 2,2 bilhões de indivíduos no planeta enfrentam problemas com a balança, e o novo documento só reforça que o excesso de peso é uma das questões de saúde pública mais desafiadoras da atualidade.

*Conteúdo originalmente publicado pelo site da Saúde

Consumir oleaginosas pode ajudar a combater 8 doenças graves

Comer um punhado por dia, ou aproximadamente 30 gramas, está ligado a uma probabilidade 22% menor de morrer mais cedo por qualquer doença.
A conclusão é de um senhor estudo realizado pelo Imperial College London, na Inglaterra, e pela Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia. Baseado em uma revisão de 29 pesquisas, totalizando mais de 819 mil pessoas avaliadas, o trabalho destrinchou o impacto das nuts (eis seu nome em inglês que ganhou o mundo) em diversas condições potencialmente letais.

Em todas elas, de câncer a doenças cardíacas passando pela mortalidade por diabetes, o consumo de oleaginosas se mostrou positivo. Segundo os autores, se a relação for mesmo de causa e efeito – por enquanto, eles só estabeleceram uma associação entre consumo e menor risco dessas encrencas -, dá para presumir que, nos países analisados, 4,4 milhões de mortes prematuras ocorridas em 2013 podem ser atribuídas, entre outras coisas, a uma ingestão de oleaginosas abaixo de 20 gramas ao dia. Confira os dados exatos:

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Corpo blindado

Os cientistas envolvidos no estudo que encabeça esta matéria descobriram uma associação entre o consumo diário de 28 gramas de nuts e um menor risco de…

-21% doença cardiovascular
-7% derrame
-15% câncer
-39% mortalidade por doença respiratória
-52% mortalidade por diabetes
-35% mortalidade por males como Alzheimer
-75% mortalidade por infecções
-73% mortalidade por problema renal

À primeira vista, até parece estranho listar um monte de doenças tão diferentes. “Acontece que elas apresentam um componente comum por trás: a inflamação e a oxidação de moléculas no nosso organismo”, explica a nutricionista Regiane Lopes, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais.

E as oleaginosas têm bala na agulha para minimizar esses processos. Elas reúnem gorduras insaturadas, proteínas, fibras e antioxidantes. “Também são fontes das vitaminas E e do complexo B e de minerais como zinco, potássio, manganês, ferro, cobre e selênio”, completa Regiane. Já deu para sacar de onde vem tanto poder?
De todas as situações abordadas na revisão, prevenir panes cardiovasculares parece despontar como o maior trunfo das oleaginosas. O motivo até é velho conhecido. De acordo com Arianna Carughi, Ph.D. em ciências nutricionais da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, esse grupo de alimentos tem habilidade de reduzir as taxas sanguíneas de colesterol LDL, cujo excesso faz as artérias do coração passarem sufoco. Agora, não se sabe ao certo se isso é devido a algum componente específico ou ao pacote nutritivo como um todo. “O fato é que as nuts ajudam a proteger contra problemas cardíacos”, reforça.

O interesse nessa seara é justificável, já que o time das nozes concentra gorduras, nutrientes que causam temor quando se fala no bem-estar do peito. Ocorre que elas são de boa índole. O destaque vai para o tipo monoinsaturado, como o ácido oleico, o mesmo que dá as caras no azeite de oliva.
“Ainda há a gordura poli-insaturada, representada pelo ácido alfalinolênico, uma versão do ômega-3, e o linoleico, da família do ômega-6”, ensina a nutricionista Isabela Pimentel, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Mas uma coisa não dá para negar. Por causa dessa riqueza em gordura, o teor calórico também se eleva. “Assim, grandes quantidades podem influenciar no ganho de peso”, lembra a nutricionista Isabela Sell, professora da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

Há estudos, verdade seja dita, que até encontram vantagens com uma ingestão diária de 50 ou 60 gramas. Mas, antes de se entregar às unidades extras, o correto é buscar a opinião de um especialista. “Com base no gasto energético do indivíduo, analisamos quantas calorias ele está liberado para ingerir por dia e a quantidade que poderia vir das oleaginosas”, esclarece a nutricionista Aline David Silva, professora do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista. Sem acompanhamento, melhor não ir além do punhado de 30 gramas, uma média sugerida por diversas pesquisas.
Até porque ver a barriga inflar não é o único contratempo. “Depois da ingestão exagerada, há indivíduos que relatam diarreia”, conta a nutricionista Ivone Ikeda Morimoto, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Se a gente pensar na castanha-do-pará, conhecida lá fora como castanha-do-Brasil, o limite cai bastante: indica-se, normalmente, de uma a duas unidades.

É que essa porção já fornece as doses necessárias de selênio para um dia inteiro – acredita-se que passar muito disso traria até prejuízos. Se por um lado é preciso ter atenção para não devorar o pacote todo, por outro não dá para petiscar as nuts uma vez ao mês. “Sabemos que o consumo regular é que faz diferença”, afirma o engenheiro de alimentos José Humberto Queiroz, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFV.
Vamos combinar: comer um punhadinho desses itens está longe de ser um sacrifício. O complicado de verdade é dizer “chega”. Ora, mas se eles são deliciosos e reverenciados pelos entendidos em nutrição, então por que a ingestão no Brasil ainda não decolou de fato? Para Regiane, da UFV, um motivo é o alto teor de gorduras e o consequente medo de engordar.

*Conteúdo publicado originalmente pelo site da Saúde

Mulheres obesas sofrem mais com sintomas da menopausa

Excesso de tecido adiposo pode tornar esse período ainda pior

Passar pela menopausa é complicado para qualquer mulher. Mas, infelizmente, pode ser mais complicado ainda para mulheres com excesso de peso.
Estudando mais de 700 brasileiras com idades entre 45 e 50 anos, os especialistas também encontraram uma relação entre o índice de massa corporal (IMC) elevado e o aumento de outros problemas da menopausa, como dores articulares e musculares.

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“Em algumas avaliações, o emagrecimento e a atividade física se mostraram formas eficientes de diminuir as ondas de calor em mulheres obesas”, diz JoAnn Pinkerton, diretora da NAMS. “Isso estimula um estilo de vida saudável”, completa.

Outra razão para ficar de olho na balança: em 2015, um levantamento publicado no JAMA Oncology evidenciou que o excesso de peso durante a menopausa aumenta o risco de câncer de mama em 58%. Todos esses indícios reforçam a importância de que a saúde feminina seja abordada sob variados aspectos.

Matéria publicada originalmente no site da Saúde

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Bebida láctea pode evitar osteoporose

Você sabia que a cada três segundos acontece uma fratura no mundo em decorrência da osteoporose? Pior: até a lesão dar as caras, muitas pessoas nem sabem que estão com os ossos fracos. E pode parecer coisa simples de resolver. Mas não é. Estima-se que o risco de morte por causa de uma fratura no quadril é igual ao de falecer em virtude de um câncer de mama.

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Pois pesquisadores irlandeses descobriram uma maneira fácil e saborosa de driblar a encrenca: investir no consumo de iogurte. A investigação contou com a participação de 4 310 pessoas com 60 anos ou mais, que responderam a questionários sobre dieta e hábitos de vida. Além disso, os cientistas mediram a densidade óssea, a deterioração das juntas e o nível de atividade física desse povo todo.

Publicado no jornal científico Osteoporosis International, o trabalho revelou que, em comparação com quem nunca comia iogurte, aqueles que se deliciavam com um potinho diariamente apresentavam menor risco de osteoporose. Entre as mulheres, a probabilidade de encarar a doença era 39% menor, enquanto nos homens esse índice chegou a despencar 52%.

*Conteúdo publicado originalmente no site da Saúde

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6 dicas essenciais para praticar exercícios no inverno

Cuidados especiais são necessários antes de sair correndo por aí

Confira as dicas da presidente do Departamento de Educação Física da SOCESP (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo), Denise de Oliveira Alonso.

1 – Se você costuma fazer atividades físicas ao ar livre, tente realizá-las em um ambiente fechado quando estiver muito frio. Cardiopatas e hipertensos que caminham ou andam de bicicleta, por exemplo, devem abrir mão das paisagens e optar pela esteira e bicicleta ergométrica.

2 – Aquecer o corpo é importante antes de começar qualquer exercício, principalmente no inverno. “Inicie a atividade de maneira gradual, em um ritmo leve, para preparar a musculatura e as articulações, que ficam enrijecidas sob temperaturas baixas. Se for fazer caminhada, comece com passos curtos e, além das pernas, mexa bastante as mãos e os braços. Cerca de cinco a dez minutos de aquecimento são suficientes”.
3 – Vista mais roupas, mesmo que você perca um pouco da mobilidade, pois manter o corpo aquecido é mais importante. “À medida que você for sentindo calor, pode ir tirando algumas peças. Se estiver em ambiente frio, entretanto, é importante manter-se agasalhado”.
4 – As extremidades costumam ser mais afetadas pelo frio, mas a contração dos vasos acomete não apenas artérias periféricas. As coronárias também podem sofrer alterações, por isso é importante dobrar a atenção com a frequência cardíaca durante a atividade e interromper o exercício se os batimentos ficarem muito acelerados.
5 – Idosos e indivíduos com algum tipo de problema cardíaco podem se beneficiar de exercícios dentro de casa, subindo e descendo escadas, por exemplo. Prefira realizar a atividade nas horas mais quentes do dia, como no final da manhã ou início da tarde.
6 – É importante fazer um check-up cardiológico antes de iniciar qualquer atividade física, mas como geralmente não pedimos orientações específicas para épocas frias, vale a pena consultar um médico e garantir sua segurança.

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*Conteúdo publicado originalmente no site do Drauzio Varella

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Detox: riscos, mitos e verdades

Conheça os prós e contras de adotar uma dieta líquida

A Dieta Detox vem conquistando um espaço considerável entre outras tantas dietas da moda. Com a promessa de “desintoxicar” proporcionando um rápido emagrecimento, ela vem ganhando muitos adeptos. Contudo, ela tem seus (muitos) problemas.

Desintoxicação

Eis a palavra que é a pura essência desse método. Por alguma razão, as pessoas, simplesmente, “piram” ao ouvir esse termo. A mídia obteve um êxito tão grande em relacionar a palavra “desintoxicação” ao emagrecimento e o desinchaço que qualquer alimento com tal atributo é endeusado instantaneamente. Consequentemente, a indústria que vende tais produtos lucra horrores com falsas promessas. O que a maioria não sabe é que nosso próprio corpo já possui, naturalmente, mecanismos naturais de desintoxicação: o fígado e o sistema renal. Portanto, se você quer começar uma dieta detox porque quer “desintoxicar” seu corpo, saiba que você estará perdendo tempo (e dinheiro). Quer manter seu corpo livre de toxinas? Basta manter uma alimentação saudável! Consuma legumes, verduras, alimentos integrais, carnes magras, beba muita água e pronto! Você estará “desintoxicada”, saudável e cheia de disposição.

Dieta Detox emagrece?

Sim, emagrece. Contudo, isso não quer dizer, necessariamente, algo bom. Esse método faz com que você perca peso devido a drástica redução de calorias consumidas. Obviamente, isso faz com que a pessoa acabe emagrecendo. No entanto, o método não leva em conta sua saúde mental nem sua saúde física. Além de não levar em conta sua necessidade calórica e te privar de nutrientes essenciais presentes em alimentos sólidos.

Quais os riscos?

Ao trocar uma alimentação normal por uma dieta líquida, você restringe seu corpo de diversos nutrientes que podem estar presentes em carnes, ovos, leites e derivados. Ao fazer isso por vários dias, os danos na saúde vão ficando evidentes: fraqueza, tonturas, dores de cabeça, dificuldade de concentração e, em casos mais graves, desmaios.
Além disso, o excesso de líquidos não é algo bom. O controle de eletrólitos (potássio e sódio) no corpo, feito pelos rins, pode passar por um desequilíbrio, aumentando a eliminação de água. Isso, em casos mais sérios, provoca desidratação.
O fígado pode ficar sobrecarregado, devido a ingestão exagerada de bebidas líquidas, e não realizar bem suas funções.
E, por fim, você corre um grande risco de sofrer do “efeito sanfona”. Afinal, você pode, sim, perder muito peso com a Detox. Contudo, a implantação dessa dieta não faz com que hábitos saudáveis sejam incorporados no cotidiano. Assim, uma vez que o indivíduo retorne à sua rotina alimentar antiga, o peso perdido tende a ser adquirido rapidamente.

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Benefícios do limão

Razões para incluir o limão na dieta hoje mesmo

Há quem diga que o limão é emagrecedor. Como já sabemos, nenhum alimento, por si só, emagrece. Se você quer emagrecer de maneira saudável e sem deixar de comer o que gosta, assine o Dieta e Saúde!
Contudo, alguns alimentos têm, sim, o poder de ajudar no processo de emagrecimento. De acordo com a nutróloga Dra. Tamara Mazaracki, o limão é um deles. Confira o texto que ela produziu para o site do Minha Vida sobre os benefícios dessa fruta.

Tipos de limão e nutrientes

Ao todo, estima-se que existam cerca de 100 espécies no mundo. No Brasil encontramos quatro tipos principais: tahiti, galego, siciliano e cravo. Limão contém vitamina C, ácido cítrico, diversos bioflavonoides, vitaminas do complexo B, folato, cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio e fibras. Não há grandes diferenças entre os valores nutricionais presentes nos diversos tipos de limão.

Alimento alcalino

O limão é ácido no sabor, porém tem ação alcalinizante no organismo. Na verdade o limão é um dos alimentos mais alcalinos e isso é ótimo para neutralizar a tendência à acidez no corpo. O limão induz à produção de agentes alcalinos nos fluidos corporais, ajudando a restabelecer um pH equilibrado, o que contribui para a vitalidade e a longevidade.

Antioxidante

O limão é excelente fonte de vitamina C e de flavonoides (hesperidina, polifenóis, ácido elágico), com ação antioxidante e imunoestimulante, ajudando o corpo a lutar contra gripes e resfriados, e outras infecções.

Digestão

O limão ajuda na digestão porque estimula o fígado a produzir mais enzimas digestivas, melhora a ação da bile (que digere as gorduras), tem uma composição química semelhante à da saliva e do ácido clorídrico produzido pelo estômago atuando na digestão de amidos e proteínas, e ainda estimula a função intestinal, ajudando a corpo a eliminar os resíduos com maior eficiência.

Diluidor

O ácido cítrico presente no suco de limão ajuda a dissolver os cálculos biliares, os depósitos de cálcio nos vasos sanguíneos e as pedras nos rins, além de diluir e eliminar o ácido úrico (um cristal causador da gota).

Anticancerígeno

O fruto contém 22 compostos diferentes com ação anticancerígena, incluindo o limoneno, um óleo que retarda ou paralisa o crescimento de tumores em animais, e glicosídeos de flavonol que param a divisão celular em células cancerosas.

Neuroprotetor

A casca de limão contém um potente fitoquímico, a tangeretina, que se mostrou eficaz para prevenir distúrbios cerebrais, como a doença de Parkinson. Um estudo com animais mostrou que a tangeretina tem ação neuroprotetora e aumenta os níveis de dopamina, um neurotransmissor que tem seus níveis reduzidos nos portadores de Parkinson. A tangeretina ainda ajuda a reduzir a taxa de colesterol e tem ação antitumoral na leucemia.

Limão ajuda a emagrecer

A naringenina, um flavonoide encontrado em cítricos, apresentou grande potencial para prevenção da obesidade e da síndrome metabólica (onde o acúmulo de gordura visceral evolui para o diabetes tipo 2 e favorece a ocorrência de doenças do aparelho cardiovascular) em recente estudo realizado por pesquisadores canadenses e publicado na revista Diabetes, da American Diabetes Association.
O estudo feito com camundongos mostrou que os animais que tiveram a alimentação enriquecida com naringenina apresentaram melhora dos níveis de colesterol e triglicerídeos, assim como uma redução da resistência à insulina e o metabolismo da glicose normalizado, um dos fatores que influencia diretamente o emagrecimento. Não houve restrição calórica e nem de gordura administrada às cobaias. Dois grupos de camundongos foram alimentados da mesma maneira, mas somente um deles teve o flavonoide adicionado à alimentação e este grupo não desenvolveu obesidade e outras disfunções metabólicas.

Vitamina C detona gordura

Diversos estudos correlacionaram um nível baixo de vitamina C circulando no sangue com o aumento de gordura corporal e da medida da circunferência abdominal. Uma pesquisa realizada em 2006 na Universidade do Arizona verificou que a vitamina C circulante está diretamente ligada à oxidação das gorduras, que é a habilidade do corpo de usar a gordura como combustível durante a prática de atividades físicas e no repouso, ou seja, com níveis adequados de vitamina C o corpo queima mais eficientemente a gordura estocada.

Dose diária

Para ter saúde um limão por dia é suficiente, mas nada impede que você consuma dois ou três. Tome água com limão para um rápido detox, faça uma limonada (aproveite a casca), acrescente em outros sucos (combina com tudo), tempere saladas e legumes, esprema na sopa ou no prato pronto (pescados e carne). Um alerta: evite chupar o limão para não danificar o esmalte dental, devido ao seu alto conteúdo de ácido cítrico.

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Reclamar demais engorda

A negatividade pode ser pior do que imaginávamos

Você costuma reclamar muito? Cuidado! Esse hábito aumenta os níveis de cortisol no organismo. Para quem não sabe, o cortisol é um hormônio que ajuda nosso corpo a controlar o estresse, assim como os níveis de açúcar no sangue e a pressão arterial. Más notícias para os reclamões: altos níveis de cortisol estão diretamente relacionados com o ganho de peso.

Você sabia que manter um estilo de vida saudável é uma ótima maneira de controlar o estresse? Se você quer começar a viver com mais tranquilidade e qualidade, assine o Dieta e Saúde, nós te ajudamos nessa!

Confira a matéria publicada pelo site do Minha Vida:

De acordo com o cientista e filósofo Steve Parton, do Psych Pedia, esses hábitos negativos reestruturam o cérebro, facilitando o surgimento de novos pensamentos ruins no futuro, de forma aleatória. Inclusive, reclamar demais pode até enfraquecer o sistema imunológico, provocando o aumento da pressão arterial.
Parton explica que as informações dentro do cérebro fluem de um neurônio para o outro através das sinapses. Estas, por sua vez, são separadas por um intervalo chamado fenda sináptica. Quando você tem um pensamento, um pulso elétrico sinaliza a sinapse para disparar uma reação através da fenda para a outra sinapse, formando uma ponte para o sinal elétrico.
“Toda vez que essa carga elétrica é acionada, as sinapses ficam mais juntas, diminuindo a distância que a carga elétrica tem que atravessar”, afirma Parton. Dessa forma, quanto mais você faz comentários ruins e reclamações, mais facilmente esses pensamentos serão repetidos pelo seu cérebro.

“Pela repetição do pensamento, você aproxima cada vez mais as sinapses que representam essas inclinações negativas e, quando surgir o momento oportuno, o pensamento que surgirá primeiro será o que tem a menor distância para percorrer, o que irá criar uma ponte entre sinapses mais rápido”, explicou o cientista.

Além disso, a raiva e a frustração geradas pelas reclamações fazem o organismo liberar cortisol, o hormônio do estresse. O aumento do cortisol no organismo contribui para uma maior pressão arterial e colesterol, enfraquecimento do sistema imunológico e problemas de aprendizagem e memória, de acordo com Parton. Os efeitos do cortisol podem também contribuir para o aumento do risco de diabetes, doenças cardíacas e obesidade.

O cientista também alerta que conviver com pessoas negativas e que reclamam muito pode ter um efeito ruim igualmente ruim na sua saúde. Isso acontece por causa da empatia, que mesmo inconscientemente nos faz compartilhar as emoções de nossos amigos, realizando sinapses semelhantes em nossos próprios cérebros.

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